17 de jun. de 2021

Análise: Será melhor um AirTag ou um Localizador GPS?

 Não temos dúvida do sucesso dos AirTags. A Apple criou um sistema que tira proveito da sua comunidade gigante de utilizadores do iPhone para criar a Rede Encontrar (Find My). A dúvida que se coloca é se estes dispositivos poderão ser mais eficazes que, por exemplo, os localizadores GPS que não precisam de comunidade nenhuma, bastam os satélites que gravitam a Terra.

Desafiados pelos nossos leitores, depois de termos lançado esta fantástica análise ao Airtag, fomos utilizar dois Localizadores GPS Invoxia. Qual será o melhor método?

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AirTag ou GPS Invoxia?

Possivelmente, não vamos conseguir mostrar a totalidade das opções quer de um dispositivo, quer do outro, apesar de termos feito aqui uma análise do mais completo que temos visto ao AirTag. Assim, vamos responder a 4 questões:

  • O que são;
  • Como funcionam;
  • Para que servem;
  • Que dispositivos precisam.

No final, com base na nossa experiência, vamos deixar a opinião, que se baseia na forma como nós utilizamos, dado que cada um poderá dar um uso diferente.

 

O que são os AirTags?

Em grosso modo, os AirTags são como faróis compactos que se prendem a qualquer objeto pequeno. Pode ser qualquer tipo de artigo doméstico ou de valor “baixo”, que se pode perder facilmente (carteira, chaves, comando da garagem, mochila…).

Como funcionam os AirTags?

AirTags são pequenos localizadores que funcionam via bluetooth (ou via UWB – Ultra WideBand – para iPhone 11 e seguintes). São baseados numa rede de objetos formada por todos os produtos Apple (iPhones, Macbooks, iPads, AirPods, etc.).

Concretamente, para localizar o objeto perdido, os AirTags usarão todos os iPhones localizados nas proximidades. Em seguida, eles enviam a sua posição, recorrendo a esses iPhones nas proximidades, para os servidores da Apple em primeiro lugar. Toda esta comunicação é encriptada e nem a Apple tem acesso aos dados de localização. Posteriormente, os servidores da Apple enviam ao “dono” do AirTag os dados transmitidos que apenas este poderá ler.

Assim, este método permite uma localização rápida e confiável, mas apenas numa base ad hoc e não em tempo real. Por exemplo, não será possível ter acesso a um local ou histórico do movimento. Ou contar com alertas de movimento, ou saída de zona. Além disso, esta localização só é possível se houver produtos Apple nas proximidades.

Para que servem os AirTags?

Os AirTags da Apple concentram-se principalmente no uso doméstico. Serão particularmente eficazes para localizar um objeto perdido nas proximidades (no jardim ou dentro de casa) ou entre amigos, por exemplo. Concretamente, prendem-se a um porta-chaves, à mochila da escola ou do ginásio, a uma caixa de auscultadores, à nossa mala quando vamos em viagem, ou a uma carteira para estes objetos poderem ser encontrados em todo o lado, até no sofá, ou no armário mais esquecido.

Em menor medida, também podem ajudá-lo a localizar um veículo ou bicicleta. Aliás, um dos 4 localizadores que nos chegaram foi colocado na bicicleta num sítio de difícil acesso e discreto.

Na verdade, serve para quando perdemos algo, como explicamos neste nosso artigo detalhado.  Também é verdade que deixamos outro AirTag no carro. E é útil para saber, por exemplo, onde deixamos no parque de estacionamento do shopping o carro estacionado. Quem nunca?

Posto isto, em caso de furto, os AirTags terão uma função muito limitada, nomeadamente devido à ausência de alertas conforme explicado acima. Além disso, eles integram uma funcionalidade “anti-perseguição” para evitar a vigilância não autorizada. Esta função poderá alertar o “ladrão” se este tiver um iPhone compatível com o sistema da Apple.

Depois de detetado, o larápio pode desativar o localizador da Apple removendo a pilha. Apesar disso, há sempre a informação da última localização gravada.

Em termos de características técnicas, os Apple AirTags têm certificação IP67 (resistem à chuva). Operam através de uma bateria clássica e substituível, que dura cerca de um ano. Não exigem qualquer assinatura.

Imagem AirTag da Apple

 

Que dispositivos precisam?

Como os AirTags são produtos desenvolvidos pela Apple, apenas dispositivos com iOS são compatíveis. Se tiver um smartphone Android, no momento, não estará na Rede Encontrar, mas poderá ler a informação de alerta que contém no Airtag através do NFC. No entanto, a Apple deixou a indicação que em breve sairá também para Android uma app que integrará neste sistema operativo funções da app Encontrar.

Resumindo, a promessa dos AirTags é simples: permitem que o utilizador coloque as mãos nos objetos do dia a dia perdidos, estejam eles na casa de um amigo ou no seu sofá. Tudo isso enquanto os localiza graças a todos os dispositivos Apple próximos. Como o universo Apple é de milhões de iPhones espalhados por todo o mundo, esta é uma solução muito interessante e com muitos cenários ainda por descobrir.

Preço:

  • Pack de 1 = 35 €
  • Pack de 4 = 119 €

Apple AirTag

 

 

O que são os localizadores GPS?

Foi por sugestão de um utilizadores que decidimos adquirir estes localizadores GPS por forma a percebermos o seu potencial. Assim, como vimos, os Apple AirTags podem ser muito úteis quando se trata de encontrar um objeto perdido. Mas e se esse item não for apenas perdido, mas roubado?

A tecnologia oferecida pelos AirTags parece bastante limitada e não muito discreta. Neste caso, a melhor opção é escolher um GPS Tracker.

 

Como funcionam os Localizadores GPS?

Os Localizadores GPS (estes da Invoxia) determinam a sua posição usando GPS via satélite (ou usando pontos de acesso WiFi na área, consulta o bluetooth se o seu smartphone estiver próximo). Como tal, os dispositivos enviam para os servidores da empresa as informações usando as redes LoRa ou Sigfox de baixa potência.

Desta forma, os localizadores podem oferecer monitorização confiável e regular ao longo do tempo. Na verdade, sendo este método eficiente em termos de energia em comparação com as redes móveis 2G e 3G convencionais, os Localizadores GPS beneficiam de uma bateria de grande durabilidade, podem chegar até 6 meses.

Em caso de algum problema (movimento suspeito, movimento incomum, etc.), o utilizador é alertado diretamente no smartphone através da aplicação GPS Invoxia. Assim, o utilizador poderá reagir rapidamente, pode verificar o histórico do trajeto e todas as atividades gravadas pelo Localizador.

Na verdade, todos estes localizadores oferecem uma gama de funções para limitar o risco de roubo:

  • O alerta anti-roubo avisa em tempo real em caso de movimento suspeito ou mudança de inclinação após 5 minutos de imobilização.
  • Os alertas de entrada e saída de zona avisam se o veículo ou objeto protegido sai de uma área pré-registada (casa, trabalho, etc.).
  • O alerta de movimento significativo alerta o utilizar se o Localizador se mover, novamente após 5 minutos parado.
  • Finalmente, o histórico de localização dá acesso a qualquer momento às rotas feitas pelo Localizador. Isto permite, em particular, simplificar as investigações da polícia em caso de furto.

 

Para que servem os Localizadores GPS?

Há vários produtos desta gama de localizadores. Contudo, estes que usamos têm diferentes tamanhos o que poderá permitir serem usados em vários cenários e até em pessoas ou animais.

Então, os possíveis usos dos Localizadores GPS são muitos, senão mesmo:

  • Os Localizadores GPS foram projetados para proteger qualquer tipo de veículo (carro, motocicleta, scooter, camião, carrinha, trailer, etc.), assim como objetos de valor (mochila, bolsa, mala, equipamento de fotografia ou vídeo, máquinas de trabalho, material de som, etc…) . Além disso, também são adequados para a proteção de equipamentos agrícolas, até mesmo colmeias, como vimos testemunhos de vários apicultores que foram obrigados a equipar as suas colmeias com estes sistemas.
  • Além dos dispositivos maiores, com a tal autonomia até 6 meses, há uns menores. Estes podem ser usados para colocar na bicicleta, na trela do seu cão, no pulso de uma criança ou até mesmo no porta-chaves, no mesmo na bolsa do portátil.

Por norma, estes dispositivos são à prova d’água, mas convém perceber o que o fabricante aconselha. É interessante o dispositivo mini porque é sugerido para se utilizar nos animais para percebermos a atividade do animal e os indicadores de saúde, como a caminhada, corrida, tempo de descanso, refeições, arranhões, etc.

 

Que dispositivos precisam?

Ao contrário dos AirTags, os Localizadores GPS (neste caso os da Invoxia) funcionam quer em iOS, como em Android. Apenas alguns modelos que usam chips MediaTek ou não integram os serviços do Google não serão compatíveis.

Estes dispositivos são mais completos que os AirTags mas também têm uma manutenção de carregamento completamente diferente. Um exemplo que vimos em ação foi o de uma empresa de material audiovisual que faz ações de exterior para vários canais de TV que têm estes Localizadores GPS, por vezes alimentados permanentemente com um powerbank (o que estendia a autonomia da bateria em muitos meses, referiram-nos).

É importante falar da cobertura em termos globais destes Localizadores GPS. Conforme podemos ver na imagem a seguir:

Imagem mapa de cobertura sinal GPS

Em azul são zonas de cobertura em tempo real, e em roxo são zonas em implantação

No que toca a ter um compromisso com a rede de comunicação, neste caso, na compra de qualquer um destes dispositivos terá junto com o GPS a assinatura paga para 3 anos. Depois deste período, para usar as redes de comunicação de baixa potência terá de pagar cerca de 10 euros por ano.

Preço:

  • Localizador GPS Invoxia grande = 99 €
  • Localizador GPS Invoxia mini = 119 €

GPS Tracker Invoxia

 

Em resumo

Os Apple AirTags foram concebidos sobretudo para uso doméstico (colocar nas chaves de casa, na mochila, na mala de viagem, etc…). Já os Localizadores GPS permitem também descobrir estes itens, mas com menos elegância, devido ao seu tamanho. Além disso, trazem alertas de movimento, trazem alertas de saída ou entrada numa zona por nós definida e trazem um histórico de movimento, importante para traçar um rumo.

Depois, enquanto os AirTags funcionam com todo o seu potencial só no iOS, os Localizadores GPS aqui apresentados funcionam com a sua app quer em iOS como Android.

 

Então qual é o melhor?

A resposta está para o propósito da utilização. Para o dia a dia, coisas do foro doméstico, os Airtags são o ideal para quem tem iPhone, principalmente do iPhone 11 em diante, para tirar todo o proveito das tecnologias. A autonomia dos AirTags é outro ponto muito forte.

Claro que se queremos ter algo mais poderoso, global, com mais detalhe de posição e histórico, principalmente se a ideia é proteger os bens do roubo, o Localizador GPS é um serviço muito mais completo.

Fonte: Pplware.

16 de jun. de 2021

iPad volta a esmagar concorrência no primeiro trimestre de 2021

 O iPad foi apresentado no dia 27 de janeiro e lançado a 3 de abril de 2010. Portanto, está há 11 anos na liderança de um mercado que muitos vaticinaram como um fracasso. Mais de uma década depois, em 2021, os números do primeiro trimestre mostram que continua forte e esmaga completamente os seus concorrentes.

O último relatório da empresa de análise de mercado Counterpoint mostra que a linha de iPads da Apple continua a ter um forte desempenho.

iPad volta a esmagar concorrência no primeiro trimestre de 2021

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Apple e Samsung crescem num mercado dominado pelo iPad

participação de mercado global de tablets da marca cresceu 53% no comparativo anual no primeiro trimestre de 2021. Assim, atualmente, a sua participação de mercado total é de 37%. Durante o mesmo trimestre de 2020, as vendas do iPad representaram 30% da participação de mercado.

relatório menciona que a Apple e a Samsung beneficiaram ao longo de 2020 com a diminuição da concorrência no mercado dos tablets. As duas empresas “lançaram e promoveram agressivamente os novos modelos”, enquanto outros fabricantes de tablets “reduziram ou fecharam o negócio”.

A Apple vendeu 33% mais unidades de iPad em todo o mundo em 2020 do que em 2019 e continuou a liderar o mercado, expandindo a sua participação para 37% no primeiro trimestre de 2021. Apesar do efeito fora de temporada, a Apple melhorou o seu desempenho em todas as principais regiões, especialmente no Japão, onde as suas vendas continuaram a atingir recordes históricos.

O gráfico abaixo mostra que as participações de mercado da Samsung, Lenovo e Amazon cresceram desde o 1.º trimestre de 2020. A participação da Huawei caiu de 11% no 1.º trimestre de 2020 para apenas 5% no 1.º trimestre de 2021. As “outras” marcas caíram 10% de participação combinadas, onde a Apple e a Samsung ganharam mais folga.

Imagem da participação no mercado no gráfico da Counterpoint

Counterpoint: 8.ª geração é o que mais vende

Apesar do modelo mais básico do iPad representar a maior parte das vendas de tablets da Apple, a analista da Counterpoint, Liz Lee, explicou que todos os modelos da linha tiveram um bom desempenho.

O iPad básico representou 56% de todas as vendas do iPad no primeiro trimestre de 2021, enquanto os modelos iPad Air 4 e Pro representaram 19% e 18%, respetivamente. O iPad 8 foi o modelo mais vendido, enquanto o iPad Air 4 ficou em segundo lugar.

Imagem iPad de 8.ª geração da Apple

Olhando para o resto do ano, o iPad Pro da Apple com M1 foi bem recebido pelo mercado, mas a falta de chips foi notada. A Apple enfrenta o desafio tanto da escassez de chips quanto dos problemas de produção relacionados o ecrã Liquid Retina XDR.

Imagem iPad Pro com M1

Lee espera que os modelos M1 disparem no terceiro trimestre, uma vez que a cadeia de fornecedores estará já mais estável e a produzir. Isto porque se espera uma grande temporada de férias no quarto trimestre.

Fonte: Pplware.

Ativistas acusam Apple de censurar apps LGBTQ+ em 152 países


 Ativistas estão acusando a Apple de remover aplicativos LGBTQ+ da App Store e de não atuar contra a censura de governos. Em relatório publicado na última segunda-feira (14), o Fight for the Future, grupo de defesa sem fins lucrativos, e o GreatFire, que monitora bloqueios na China, destacam 1377 casos em 152 países. Ao todo, 50 apps voltados a esse público, incluindo os mais populares, se encontram indisponíveis em uma ou mais lojas.

"A maioria das App Stores em que o maior número de aplicativos é bloqueado coincide com países que já estão em posição inferior na lista de direitos humanos para a comunidade queer", destaca o documento, citando Níger e Coreia do Sul, nos quais houve a legalização da orientação sexual, mas que apresentam altos índices de restrições.

Benjamin Ismail, diretor de campanha e defesa do GreatFire, disse ao Protocol que, embora a China seja conhecida pela censura generalizada, é surpreendente que o país proíba mais aplicativos LGBTQ+ na App Store do que outros que criminalizam a homossexualidade. Por lá, foram encontrados 27 casos, enquanto a Malásia registrou apenas sete. A Arábia Saudita lidera com 28 proibições de apps.

"Supomos que a posição da Apple varia em diferentes países e que a empresa se sente mais confortável em ignorar/recusar/atrasar alguns pedidos de determinados governos em relação a outros", salienta. Das 10 App Stores mais censuradas, seis estão presentes em regiões da África subsaariana.

Empresa da Maçã se sentiria mais confortável com alguns governos.Empresa da Maçã se sentiria mais confortável com alguns governos.Fonte:  Freepik 

O que diz a Apple?

Dentre os aplicativos menos disseminados estão weBelong – Find Your Community (indisponível em 144 App Stores); Hinge: Dating & Relationships (135); Qutie – LGBT Dating (115); Adam4Adam Gay Dating Chat A4A (80); e Trans – Transgender Dating (77).

Em sua defesa, a Apple alega haver inconsistências no levantamento e que a companhia não removeu os 27 apps mencionados na China. Além disso, dos 64 elencados, apenas quatro sofreram sanções por questões legais – e desenvolvedoras, geralmente, é que controlam a disponibilidade de suas soluções.

Em alguns casos, complementa a empresa da Maçã, os responsáveis optam por retirar seus apps das lojas para prevenirem problemas com a justiça local ou protegerem seus usuários. Ademais, Grindr e Scruff, ambos LGBTQ+, parecem estar no mundo todo, indica o 9to5Mac.

Por fim, alguns publishers deixaram de apresentar queixas à big tech ao descobrirem que suas aplicações "caíram" por acharem que a discussão não surtiria efeito, explica Ismail, que, ainda assim, reconhece: "outros nos disseram que não colocaram seus apps na China por temerem que isso causasse problemas (e possivelmente colocasse aplicativos inteiros em apuros, inclusive em mais países)."

Fonte: Tecmundo.


Novo iMac com M1 da Apple está a apresentar problemas no alinhamento do ecrã

 O novo iMac com o SoC M1 da Apple mudou completamente a forma como olhamos para os computadores. A sua caraterística mais visível é mesmo a forma como a Apple adotou cores e tornou estas máquinas mais apelativas, longe do que é normal e enfadonho.

Estas máquinas estão já no mercado e a mostrar a sua capacidade, com o novo SoC M1 e o que este traz. No entanto, e do que está a ser revelado, estas máquinas apresentam um problema estranho, com o ecrã a ficar desalinhado.

iMac Apple M1 ecrã problemas

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Apresentado de forma única e totalmente diferente, o iMac da Apple quer romper todos os padrões da indústria para os computadores. Este novo design totalmente diferente e as cores em que é proposto, conjugam-se com o SoC M1 e o poder que este entrega.

As avaliações destas máquinas mostram uma capacidade acima do normal e mostram que a Apple terá acertado novamente. No entanto, e do que está a ser relatado por alguns utilizadores, esta nova proposta tem um problema estranho e que pode complicar a sua utilização.

O que está a ser comunicado em vários canais é um desalinhamento do ecrã deste computador. Isto resulta que o ecrã fica torto, conforme foi descrito, por exemplo, no fórum da Apple e até no Reddit. A diferença poderá ser mínima, mas ao ser medida, torna-se óbvia que está presente.

Um outro exemplo surgiu do YouTuber iPhonedo, que durante o fim de semana lançou um vídeoonde analisa o iMac. Uma das maiores queixas foi mesmo a diferença que existe no ecrã, que fica desalinhado. As medidas realizadas mostravam 8 cm de um lado e apenas 7,6 cm do outro.

iMac Apple M1 ecrã problemas

Do que é descrito, o problema está na montagem do ecrã ao suporte. Os 7 parafusos presentes parecem estar na fonte do problema, sem que possa ser resolvido pelos utilizadores. A Apple poderá recolher as máquinas, se bem que ainda não existe uma avaliação do grau de disseminação do problema.

Não sendo algo que impeça a utilização do iMac, a verdade é que não se esperava um problema destes. Um computador que custa 1500 euros tem a obrigação de ter um nível de qualidade elevado, ainda para mais sendo uma peça da Apple, com os seus níveis de exigência.

Fonte: Pplware.