21 de fev. de 2022

Apple estará a preparar o lançamento do chip M2 e uma fera… o Mac Pro mini


 Um Mac Pro mini? Bom, estas novidades na esfera do rumor poderão colocar o lançamento do chip M2 num outro nível. Contudo, tal como é referido, são apenas rumores.

Estamos a chegar ao terceiro mês do ano e começa a cheirar a renovação do catálogo Mac. A Apple deixou ano passado o véu levantado para 2022. O que não foi lançado com os chips M1 Pro e M1 Max poderão este ano chegar às prateleiras.

SoC M2 será tentacular e será uma besta!

Possivelmente a Apple irá colocar o seu novo e poderoso chip M2 nos mais variados segmentos, à imagem do que fez com o M1, que até chegou ao iPad Pro. Assim, o novo M2 aterrará num MacBook Pro de 13 polegadas, num Mac mini, num iMac de 24 polegadas e num novo MacBook Air.

Claro, o que foi enunciado atrás é interessante mas... o que todos esperam é que a Apple apresente o seu poderoso SoC num Mac Pro renovado. A imagem de capa, que está a ser veiculada na web, é uma imagem de conceito, traduzindo o atual Mac Pro 2021 num compacto, mas uma fera Mac Pro mini.

Os rumores apontam para que esta máquina possa vir equipada com novo SoC equivalente a dois ou quatro chips M1 Max.

Segundo revelada a Bloomberg, o novo CPU continuará a ter oito núcleos, mas será um pouco mais poderoso que o do M1. No entanto, ficará abaixo do que o M1 Pro e o M1 Max oferecem.

Onde haverá mais melhorias é na GPU, que terá até 10 núcleos gráficos a partir do 7/8 do chip M1 com o qual começou esta transição surpreendente para a arquitetura ARM. As versões M2 Pro e M2 Max do chip não chegarão até 2023 de acordo com estes dados.

SoC M2 será tentacular e será uma besta!

Possivelmente a Apple irá colocar o seu novo e poderoso chip M2 nos mais variados segmentos, à imagem do que fez com o M1, que até chegou ao iPad Pro. Assim, o novo M2 aterrará num MacBook Pro de 13 polegadas, num Mac mini, num iMac de 24 polegadas e num novo MacBook Air.

Claro, o que foi enunciado atrás é interessante mas... o que todos esperam é que a Apple apresente o seu poderoso SoC num Mac Pro renovado. A imagem de capa, que está a ser veiculada na web, é uma imagem de conceito, traduzindo o atual Mac Pro 2021 num compacto, mas uma fera Mac Pro mini.

Os rumores apontam para que esta máquina possa vir equipada com novo SoC equivalente a dois ou quatro chips M1 Max.

Segundo revelada a Bloomberg, o novo CPU continuará a ter oito núcleos, mas será um pouco mais poderoso que o do M1. No entanto, ficará abaixo do que o M1 Pro e o M1 Max oferecem.

Onde haverá mais melhorias é na GPU, que terá até 10 núcleos gráficos a partir do 7/8 do chip M1 com o qual começou esta transição surpreendente para a arquitetura ARM. As versões M2 Pro e M2 Max do chip não chegarão até 2023 de acordo com estes dados.

Ilustração Mac Pro mini com chip M2 da Apple

 

Também chegará às ofertas "mais modestas"

Segundo as informações, o chip Apple M2 será oferecido nas alternativas "modestas" da Apple: um MacBook Pro de 13 polegadas para substituir o modelo 2020 pelo chip Intel, mais um Mac mini, um iMac de 24 polegadas e também um MacBook Air, que pode ser o mais recente dos dois e só aparecer no último trimestre.

Para além destes novos dispositivos com o chip M2, a Apple deverá lançar um novo iMac Pro com o chip M1 Pro e M1 Max que seguirá os passos dos atuais MacBook Pro de 14 e 16 polegadas, e os chips mais poderosos da Apple também acabarão nos novos Mac Pro.

De facto, fala-se de um Mac Pro que terá metade do tamanho do atual Mac Pro, mas que ainda será capaz de ostentar dois ou quatro chips M1 Max: a potência que estará disponível nestas máquinas poderá ser verdadeiramente notável.

Fonte: Pplware.

Funcionários da Apple Store usam Android para manter planos de sindicalização em segredo

 Os resultados financeiros da Apple têm batido todos os recordes e mostram que a saúde financeira da empresa está acima da média. Infelizmente, este desempenho não se reflete para os seus funcionários, em especial os das suas lojas.

É precisamente esta classe que nos últimos tempos tem mostrado uma vontade de se associar e lutar por condições de trabalho melhores. Do que se sabe, os funcionários da Apple Store optaram por usar smartphones Android para manter os seus planos de sindicalização em segredo.

Apple Store Android mensagens planos

Mudanças a caminho da Apple Store nos EUA

Um novo movimento nos EUA parece estar a ganhar forma, tendo por base a insatisfação laboral dos funcionários das lojas Apple Store. Estes lutam por melhores condições e querem associar-se para o conseguir, criado assim um sindicato, que deverá representar estes funcionários.

Os funcionários têm tentado manter todos os seus movimentos e conversas anonimizadas e privadas, para que não possam ser antecipadas algumas ações. Seria natural que para isso fosse escolhido o iPhone e os serviços da Apple, por garantirem uma privacidade elevada.

Apple Store Android mensagens planos

Escolha recaiu no Android para maior privacidade

A verdade é que foi tomado outro caminho e a escolha acabou por recair no Android e nos seus serviços de mensagens. Com esta escolha os funcionários da Apple Store pensam conseguir manter uma privacidade ainda mais eleva e manter as suas mensagens longe de olhares alheios (da própria empresa).

Em concreto, querem garantir que todas as mensagens ficam longe dos olhares da Apple sem que esta tenha acesso. Ao mesmo tempo, com o Android, garantem que todas as mensagens estão em servidores de outras empresas, protegidos e privados.

Apple Store Android mensagens planos

Mensagens com planos não podem ser lidos pela Apple

A grande exigência que os funcionários da Apple Store fazem está associada ao salário líquido face aos lucros da empresa. Segundo revelaram, a Apple paga salários ao mesmo nível de outras empresas, o que, segundo eles, não faz sentido, considerando os lucros.

O mais curioso neste processo é mesmo a escolha do Android por parte dos funcionários da Apple para se manterem anónimos e com toda a privacidade. Querem manter as suas conversas bem longe dos servidores e dos olhares da sua empresa, garantindo que não são lidos.

Fonte: Pplware.

Vale a pena comprar o iPhone 11 em 2022?

 Em 2019, a Apple lançou o iPhone 11, um potente modelo de 6,1 polegadas que veio para atualizar o XR. Três anos depois do seu lançamento, a Apple ainda vende o iPhone 11, o que o torna uma alternativa a considerar para os utilizadores que procuram uma opção mais acessível ao iPhone 11 Pro e 11 Pro Max.

Mesmo sendo um modelo com especificações bastante interessantes, vale a pena comprá-lo em 2022?

Vale a pena comprar o iPhone 11 em 2022?


Especificações do iPhone 11 e algumas comparações

O ecrã do iPhone 11 tem 6,1 polegadas, uma câmara principal dupla, identificação facial, resistência à água e ao pó, e é compatível com a última versão do iOS. Contudo, dentro destas especificações existem áreas em que o modelo anunciado em 2019 tem diferenças - e que devem ser conhecidas.

O ecrã, embora mantendo o mesmo tamanho, não tem a mesma tecnologia e resolução dos seus sucessores. E não só em comparação com o iPhone 12 e o iPhone 13, mas também em comparação com outros smartphones Android que podem ser encontrados pelo mesmo preço do iPhone 11.

Este smartphone da Apple em particular tem um painel LCD com uma resolução de 1,792 por 828 pixels, o equivalente ao HD. Não é um mau ecrã, mas fica atrás tanto dos seus concorrentes como dos seus sucessores. Retém, contudo, a tecnologia True Tone, que adapta tonalidades em função da luz e do ambiente, bem como a resposta tátil.

Como estão a sua câmara e o seu desempenho?

A sua lente principal tem a mesma resolução que o iPhone 12 e 13, mas não oferece a mesma qualidade.

Mais uma vez, mantém algumas das características mais importantes. Com a câmara do iPhone 11 é possível utilizar o modo retrato com diferentes efeitos de iluminação, tem HDR inteligente e suporta o modo noturno.

Outra diferença importante em comparação com os seus sucessores é o desempenho e as características dos processadores mais recentes da Apple. O iPhone 11 tem o chip A13 Bionic que ainda hoje produz muito bons resultados - especialmente tendo em conta a grande otimização dos dispositivos da Apple.

O A13 Bionic, no entanto, não suporta redes 5G. Além disso, a duração da bateria em comparação com o iPhone 13 é mais curta, cerca de 17 horas em comparação com as 19 horas oferecidas pelo último modelo da empresa.

Em termos de aparência, o iPhone 11 tem uma linha de design parecida com o iPhone XS e mantém alguns aspetos chave. Por exemplo, a sua borda arredondada, o seu detalhe na frente - embora não tão bem utilizados como os do iPhone 12 - e uma traseira de vidro disponível em várias cores.

Preços e armazenamento

O iPhone 11 está atualmente disponível no website da Apple a 609€ para a versão de 64 GB, e por 659€ para a opção de 128 GB. O iPhone 12, por outro lado, tem um preço de 829€ para a versão de armazenamento inferior. Por outras palavras, a diferença entre os dois dispositivos é de 220€ - o que se torna algo significativo para algo com especificações tão semelhantes.

Por outro lado, o iPhone 11 tem algumas alternativas ao Android, muito curiosas, por um preço semelhante. O Xiaomi 11T, por exemplo, tem um design mais moderno, um ecrã mais avançado em termos de resolução, e uma bateria de maior capacidade. Contudo, há aspetos que nem sequer podem ser comparados com o iPhone 11, tais como a otimização do sistema operativo para um dispositivo com três anos.

Será, então, o iPhone 11 uma boa compra em 2022?

A verdade é que o iPhone 11 pode ser uma opção ideal para aqueles utilizadores que querem entrar no ecossistema Apple e querem fazê-lo com um modelo acessível, com uma estética mais moderna e com uma boa duração de bateria.

Continua a ter um bom desempenho e a sua máquina fotográfica responde à maioria das situações. Também tem pequenos extras que podem ser muito úteis para uso diário, tais como carregamento sem fios e resistência à água.

De salientar que o iPhone 11 se torna uma opção muito mais interessante se o adquirir a cerca de 500€- oferta comum para este modelo. Se estiver a pensar comprar um iPhone 11 recondicionado, deve ter em conta a saúde da bateria, bem como o estado exterior do aparelho.

Fonte: Pplware.

Como utilizar o Porta-chaves do iCloud como gestor de passwords no seu iPhone

 Muitos utilizadores optam por gestores de passwords de terceiros no iPhone e Mac sem se aperceberem que existe um, e bastante completo, no seu dispositivo. Depois das últimas atualizações do iOS e macOS, a Apple melhorou o seu Porta-chaves do iCloud em vários aspetos e, portanto, considere começar a usá-lo.

Descubra como utilizar o Porta-chaves do iCloud como gestor de passwords no seu iPhone.

Como utilizar o Porta-chaves do iCloud como gestor de passwords no seu iPhone

O Porta-chaves do iCloud, gestor de passwords predefinido da Apple, costumava ser o patinho feio em comparação com a concorrência. Com as últimas atualizações ao iOS e macOS, a Apple intensificou a gestão de passwords com novas funcionalidades e melhor disponibilidade entre plataformas.

Não existe uma aplicação dedicada para o Porta-chaves do iCloud no iPhone - a Apple incorporou a funcionalidade nas Definições. Pode ativá-lo seguindo este guia.

 

Porta-chaves do iCloud

1. Aceda às "Definições" no iPhone.

2. Dê scroll até ao menu "Palavras-passe".

Verifique a sua identidade - que será pedido - e de seguida verá uma lista dos dados de logins que guardou no seu iPhone utilizando o Safari.

Adicionar Novas Credenciais de Login

O iCloud adiciona automaticamente os dados de login do Safari no iPhone, iPad e Mac, e sincroniza-o com a sua conta. Se quiser adicionar novos dados de login manualmente, pode fazê-lo a partir do menu palavras-passe no iPhone.

1. Repita o processo de ir às "Definições" e aceder ao menu "Palavras-passe".

2. Após autenticação bem sucedida, clique no ícone + no canto superior direito.

3. Adicione o nome do website, nome de utilizador e palavra-passe. Carregue em "OK" no canto superior direito, e estão adicionados os dados.

Note que o gestor de passwords da Apple carece de opções de segurança adicionais para guardar dados bancários e informações de cartão de crédito.

 

Configurar código de confirmação

Após a atualização do iOS 15, a Apple implementou a 2FA (autenticação de dois fatores) no Porta-chaves do iCloud. Já não é necessária uma aplicação 2FA dedicada para uma segurança extra.

Usando o menu Palavras-passe no iPhone, pode facilmente configurar códigos de verificação para aplicações e serviços suportados. Siga os passos abaixo para configurar um código de confirmação no Porta-chaves do iCloud.

1. Iniciar Configurações no iPhone e ir para o menu Palavras-passe (como demonstrado acima).

2. Abra a informação para a aplicação na qual pretende configurar a 2FA.

3. Clique em "Configurar código de confirmação..." e de seguida clique em "Introduzir chave de configuração" ou "Ler código QR" para iniciar a autenticação de dois fatores.

A partir de agora, sempre que um website solicitar o código, poderá abrir as informações de início de sessão a partir do menu Palavras-passe e verificar o temporizador e o código em tempo real.

 

Verifique as recomendações para as suas Palavras-passe no iCloud

Hoje em dia, as violações de dados tornaram-se um lugar comum. Portanto, a Apple oferece um separador de "Recomendações de Segurança" para ver as palavras-passe comprometidas. Também pode verificar as palavras-passe reutilizadas e alterar as que estão em alta prioridade.

1. Abra as "Definições" e aceda às "Palavras-passe".

2. Clique em "Recomendação de Segurança" e verifique as sugestões que estão listadas como "Máxima Prioridade".

2.1. Poderá também aceder às recomendações através de uma aplicação específica.

Verá um aviso com "Esta palavra-passe é reutilizada noutros sites" e uma opção para "Alterar a palavra-passe no site".

A Apple tornou a aplicação iCloud disponível para Windows. Usando a aplicação iCloud, é possível sincronizar fotos do iCloud, palavras-passe, contactos, e espelhar o iCloud Drive para o PC Windows.

Nem todos usam o iPhone e Mac - algumas pessoas podem estar a utilizar o Windows como sistema de trabalho. Se este for o seu caso, temos um guia para si.

Fonte: Pplware.








18 de fev. de 2022

Como vender seu iPhone usado e conseguir bônus em um novo?


 Conforme o tempo vai passando, a tecnologia evolui. É muito comum, inclusive, que alguns dispositivos eletrônicos deixem de funcionar de forma plena, ficando ultrapassados em muitos contextos. Afinal, já estamos acostumados com rapidez e agilidade em todos os aspectos.

Anualmente, as grandes marcas lançam novos modelos, nos quais investem muitos recursos a fim de apresentar soluções e melhorias naquilo que, normalmente, já era conhecido por ser bom. Mas nem sempre podemos atualizar nossos dispositivos conforme novidades vão surgindo no mercado, não é mesmo?

O Buyback iPlace foi criado para facilitar o acesso aos modelos mais atuais, fazendo que os consumidores possam estar sempre antenados nas principais tendências do mundo dos eletrônicos ao trocar seu aparelho usado pelos últimos lançamentos. Quer saber como funciona? Confira a seguir!

Buyback iPlace: como funciona o serviço de troca de iPhone?

Em linhas gerais, o programa da iPlace funciona de forma bastante simples e já está disponível nas lojas. A novidade é que o processo também pode ser feito online pelos moradores do Estado de São Paulo. E é essa a forma que nós vamos explicar.

Antes de qualquer coisa, os consumidores precisam realizar uma avaliação própria do estado de seus aparelhos. Para isso, é preciso ter o número de série do iPhone usado em mãos e responder a algumas perguntas virtualmente na plataforma do Buyback iPlace.

Conforme a gerente de Buyback da iPlace, Lizinka Hannecker, a avaliação do iPhone usado é realizada em três etapas:

  1. informação do serial do iPhone para validar o modelo, a cor e a capacidade do produto;

  2. sete questões simples sobre as condições físicas do aparelho;

  3. avaliação técnica a distância do produto pelos técnicos da rede.

Esse processo ocorre para que a equipe especializada na troca consiga fazer a própria avaliação e, assim, definir o valor que o consumidor irá receber como vale para sua nova aquisição.

Se o cliente aceitar o valor definido, deverá resetar o dispositivo, apagando todos os dados e as informações pessoais disponíveis e, em seguida, enviar o aparelho ao endereço informado na plataforma.

iPlacePor meio do programa Buyback iPlace, você pode trocar aparelhos eletrônicos usados por novos. (Fonte: iPlace)

O processo não deve demorar muito, tendo em vista que a inspeção técnica pode ocorrer assim que o item chegar ao endereço informado. Dessa maneira, quando o valor da avaliação do dispositivo enviado for informado no site, o cliente já poderá usá-lo como parte do pagamento de um novo produto. Entretanto, é importante lembrar que os itens enviados devem sempre estar em bom estado para que a troca aconteça efetivamente.

Há ainda outra vantagem no programa: o cliente não precisa enviar acessórios, como cabos, carregadores e fones de ouvido, ao realizar a troca por meio do Buyback iPlace. E ainda recebe toda a segurança e a infraestrutura necessárias da equipe da iPlace para a aquisição de outros dispositivos, já que todas as dúvidas podem ser tiradas diretamente na plataforma online.

Até então, o programa tem sido bem aceito pelo público: “Muitos clientes deixam seu iPhone usado como parte do pagamento do novo iPhone nas lojas. É prático e seguro, o cliente está vendendo seu usado sem deixar seus acessórios e garantindo a segurança de apagar todos os dados de seu iPhone atual”, comenta o diretor da iPlace, Matheus Mundstock.

Também é legal saber que essa é uma forma sustentável de "descartar" seu iPhone usado. Conforme Hannecker, "os iPhones são avaliados pela nossa equipe técnica, que realiza diagnósticos específicos, verifica a parte interna do produto e disponibiliza para a revenda direta ao consumidor em nosso site ou por parceiros autorizados".

Programa da iPlace promete expansão para diversas regiões do Brasil

Para quem se interessou, vale saber que o Buyback iPlace online está, por enquanto, restrito apenas ao Estado de São Paulo. Mas a companhia garante que a expansão para outras regiões do Brasil está nos planos. “A previsão de o serviço estar em todas as regiões é até o início de 2023. Atualmente, o serviço já é aceito em todas as lojas iPlace”, informou a gerente de Buyback da iPlace.

“Você vai vender seu iPhone com tranquilidade e segurança para a iPlace, uma empresa segura que irá garantir a privacidade dos dados do cliente, conferindo assim que receber o produto se todos os dados do aparelho foram realmente apagados”, reforçou Hannecker sobre o processo de troca.

“Além disso, você não precisa devolver nenhum acessório, todos eles ficam com o cliente para utilizar em seu novo Apple”, ressaltou Hannecker. Já o coordenador do site da iPlace, Jonas Peres, afirma, ao falar dos benefícios do Buyback iPlace: “Esperamos uma boa adesão dos clientes, pois o serviço nesse modelo é pioneiro no Brasil. No modelo online, apenas a iPlace utiliza seu iPhone usado como parte do pagamento na compra de seu novo Apple e, melhor, o cliente não fica sem seu iPhone”.

O que achou da novidade? Conheça o Buyback iPlace e troque de iPhone.

Fonte: Tecmundo.

17 de fev. de 2022

iPhone 14 Pro poderá vir com 8 GB de RAM… mas para que serve tanta memória?

 Quantidade de RAM não quer dizer mais poder de processamento nem mais fluidez de desempenho. Aliás, em termos de poder de processamento e desempenho, o iPhone atual com menos RAM é mais poderoso que o topo de gama da Samsung. Contudo, a Apple poderá estar a equipar o iPhone 14 Pro com mais recursos. Estas novidades poderão necessitar de mais RAM e com, isso, o próximo iPhone poderá trazer 8 GB. Algo que nunca aconteceu.

Claro que esta informação não é oficial, mas tem origem na Ásia e poderá ter um fundamento verdadeiro!

Ilustração iPhone 14 pro com 8GB de RAM

iPhone com mais memória RAM...

De acordo com um post da conta "yeux1122" no blog coreano Naver, o ‌iPhone 14 Pro‌ terá 8 GB de RAM. Citando fontes da cadeia de suprimentos, o post afirma que os componentes de memória do ‌iPhone 14 Pro‌ já foram confirmados e acrescentou que o cronograma de produção em massa parece estar já a acelerar.

Este canal tem acertado nos rumores. Por exemplo, foi anteriormente referido que a Apple planeava lançar um novo modelo de iPad mini com um ecrãs de 8,7 polegadas e um chassi com largura aumentada e altura reduzida em comparação com o iPad mini de quinta geração no segundo semestre de 2021. 

Bom, apesar da informação sobre o tamanho ter sido imprecisa, de facto o iPad mini‌ de sexta geração foi apresentando com um ecrã de 8,3 polegadas, o rumor do chassi e o prazo de lançamento provaram estar corretos.

Um rumor que já não é novo

De facto, um relatório do analista da Haitong International Securities, Jeff Pu, no final do ano passado, também afirmou que os modelos ‌iPhone 14 Pro‌ de 6,1 polegadas e ‌iPhone 14 Pro‌ Max de 6,7 polegadas serão equipados com 8 GB de memória.

Não estamos a falar num aumento significativo em relação aos 6 GB de memória do iPhone 12 Pro e do iPhone 13 Pro, que atualmente é a maior memória já oferecida num iPhone.

Os modelos do iPhone que não são Pro, tendem a ter menos memória, então parece provável que o iPhone 14 de 6,1 polegadas e o ‌iPhone 14‌ Max de 6,7 polegadas tenham menos de 8 GB. Mesmo com o ‌iPhone 14 Pro‌ a levar a memória do ‌iPhone‌ para o próximo nível, o dispositivo ainda tem um caminho a percorrer antes de atingir os níveis de memória oferecidos no iPad Pro, que introduziu uma opção de memória de 16 GB no início de 2021 com base na capacidade de armazenamento.

 

Para ter tanta RAM, o que virá de diferente?

A Apple poderá necessitar de equipar o próximo topo de gama com mais memória para funcionalidades exigentes, como a realidade mista, ou mesmos poder permitir a partilha e duas janelas no ecrã. Aliás, com as adições feitas no iOS 15, seguramente o iOS 16 irá dar um salto para funcionalidades já a roçar algumas existentes do iPadOS, o que poderá, aí sim, justificar mais RAM.

O iPhone 13 já é significativamente mais rápido que os modelos Galaxy S22 mais recentes da Samsung, mas fica para trás em termos de memória. Os dispositivos Galaxy têm 8 GB de memória desde o lançamento do S10 em 2019. 8 GB de RAM, portanto, levariam os modelos ‌iPhone 14 Pro‌ à paridade com a memória oferecida nos mais recentes dispositivos rivais da Samsung e mesmo outras fabricantes Android.

Fonte: Pplware.