30 de abr. de 2022

WhatsApp: como usar digitação por voz para transformar áudios em texto


 Apesar de facilitar a comunicação nos momentos mais apertados, enviar áudio no WhatsApp pode ser inconveniente em algumas situações, como durante a conversa com uma empresa ou mesmo com pessoas em que o usuário não possui tanta proximidade.

Assim, uma maneira de deixar a situação agradável para ambas as partes, é utilizar o Gboard para transformar sua voz em texto. Para ajudar os leitores que se encontram nessa situação, trouxemos um tutorial completo sobre a funcionalidade.

Confira abaixo!

1. Abra uma conversa no WhatsApp ou em outro aplicativo de mensagens

Apesar deste tutorial ser direcionado principalmente para o WhatsApp, o Gboard também pode ser utilizado em outros aplicativos de mensagens, como o Gmail, por exemplo.  Dessa forma, o primeiro passo para transcrever áudios, é abrir o seu mensageiro preferido e logo depois selecionar o contato para o qual deseja se comunicar.

2. Selecione o campo de mensagens

Com o chat aberto, clique sobre o campo de mensagens para que o teclado seja exibido e selecione o ícone de microfone localizado no canto superior esquerdo da tela, abaixo do tradicional microfone para gravar áudio do WhatsApp.

3. Transforme sua voz em texto

Ao clicar sobre o microfone indicado, a mensagem "Inicializando" irá surgir por alguns segundos. Em seguida, o software começará a ouvir o ambiente e a transformar todas as palavras reconhecidas em texto.

Como forma de facilitar o entendimento da outra pessoa, é possível adicionar pontuações no texto sempre que for preciso. Para isso, basta dizer “vírgula” ou “ponto final” quando for necessário.

Automaticamente, ao ouvir a palavra, o Gboard reconhecerá que se trata de um comando, inserindo a pontuação e deixando a mensagem mais fluída para o contato que irá recebê-la.

4. Faça o envio da mensagem

Quando finalizar a mensagem, clique novamente no ícone do microfone e depois confira se todo o texto foi escrito de maneira correta. Normalmente, alguns erros de conjugação podem aparecer. Caso esse seja o caso, faça a correção e em seguida envie a mensagem.

Pronto! Agora você já sabe como utilizar a funcionalidade quando precisar!

iPhone: como transformar áudios em texto utilizando um celular da Apple?

iPhone conta com uma ferramenta muito similar ao Gboard, onde sua principal diferença está na localização do ícone do microfone. Como é possível observar na imagem acima, o botão para dar início a gravação fica na parte inferior direita da tela, abaixo da tecla “Retorno”.

Assim como o teclado da Google, o software da Apple também consegue entender os comandos de pontuação de forma clara e eficaz, ajudando o usuário a se comunicar com amigos e familiares.

Fonte: Tecmundo 






Vendas globais de smartphones abrandam, num mercado onde o iPhone ainda cresce

 Depois de 2 anos em que as vendas de smartphones abrandaram, esperava-se que os números começassem a crescer, tal como já se viu em trimestre passados. Os utilizadores mostravam vontade de trocar de equipamentos e as marcas apresentaram as suas novidades.

A realidade parece ser diferente do esperado e os mais recentes dados mostram isso mesmo. As vendas abrandaram e apenas a Apple e o iPhone conseguiram crescer, com todo o universo Android a abrandar mais do que o esperado.

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Vendas de smartphones abrandaram de forma global

Como é normal nos finais de trimestre, as empresas como a Counterpoint e a IDC apresentam os seus valores para o mercado dos smartphones. Estes são números que se entendem serem reais e são tomados como guias para o mercado e o seu comportamento.

Os mais recentes resultados apresentados mostram agora uma inversão no que era esperado. Em vez de crescer, o mercado dos smartphones está a abrandar, perto dos 10%. A IDC aponta para uma redução de 8,9% face ao mesmo período de 2021 e a Counterpoint foca-se nos 7% para o mesmo período.

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Apple e iPhone escaparam a este cenário

Em ambos os dados apresentados, há uma marca e um equipamento que se destacam pela positiva. Apenas a Apple e o iPhone parecem conseguir inverter este cenário de perda de mercado e conseguiu até crescer os seus números, quando comparado ao início de 2021.

No lado oposto deste cenário temos as marcas associadas ao Android. Samsung, Xiaomi, OPPO, vivo e muitas outras perderam terreno e estão com as suas quotas de mercado reduzidas face ao que o ano passado lhes proporcionou.

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Marcas com Android foram quem mais sofreu

Este cenário não parece resultar de uma situação específica, mas sim de uma conjuntura desfavorável. As fábricas na China voltaram a abrandar a sua produção, os componentes continuam a faltar em muitas situações e até a invasão da Ucrânia parece ter impacto.

Não existe um plano concreto e as previsões provavelmente vão passar ao lado da realidade nos próximos meses. há marcas que estão a conseguir crescer, sendo a Honor e a realme os exemplos mais visíveis. Ainda assim, a Apple e o iPhone são mesmo quem mais se destaca neste cenário pouco positivo no mercado dos smartphones.

Fonte: Pplware.

Há 20 anos a Apple lançou o eMac

 Provavelmente um dos computadores da Apple que teve logo, após o seu lançamento, uma procura muito interessante. Afinal era mais barato. Assim, hoje assinala-se o 20.º aniversário do lançamento do eMac pela Apple. Este equipamento foi projetado especificamente para uso escolar em salas de aula e laboratórios de informática.

O eMac acabou por assumir o lugar do iMac G3, que estava próximo de ser descontinuado, para se tornar o produto de entrada da linha Macintosh entre 2003 a 2005, enquanto o iMac G4 foi posicionado como high-end.

Imagem eMac da Apple

A Apple introduziu o eMac em abril de 2002. Este computador foi criado inicialmente para instituições de ensino, mas a procura era tão alta que, um mês depois do seu lançamento, foi disponibilizado para o retalho em geral.

Quando passou a estar disponível a todos os segmentos, o computador foi posicionado como uma alternativa de baixo custo ao iMac G4 de segunda geração lançado quase em simultâneo (conhecido durante a sua vida como "o novo iMac", e como iMac G4 após a interrupção). 

O novo iMac com ecrã LCD, na época em que foi lançado, era significativamente mais caro do que uma versão com monitor CRT, de modo que o eMac foi considerado a atualização mais acessível para aqueles que procuravam mais poder de processamento do que o primeiro iMac.

O eMac contava com um monitor CRT ecrã plano de 17 polegadas (430 mm), um processador Freescale PowerPC G4 com velocidade de 700 ou 800 MHz, uma placa gráfica integrada NVIDIA GeForce2 MX, e colunas de som estereofónico Harman Kardon de 18 watts. 

Os modelos de retalho foram lançados nos EUA ao preço de 1.099 dólares e 1.499 dólares, que aumentou a diferença de preço entre os 799 dólares do iMac G3 e os 1.499 dólares do iMac G4

Os nossos clientes de educação pediram-nos para projetar um computador desktop especificamente para eles. O novo eMac apresenta um CRT plano de 17 polegadas e um poderoso processador G4, preservando o compacto recinto que os educadores adoram.

Disse Steve Jobs, em abril de 2002.

O cofundador da Relay FM, Stephen Hackett, partilhou hoje um ótimo vídeo sobre a história do eMac:

O eMac original vinha com o Mac OS X versão 10.1.4, conhecido como "Puma", e vinha pré-instalado com o Internet Explorer da Microsoft. O próprio navegador da Apple Safari foi anunciado no início de 2003, meses após o lançamento do eMac.

A Apple lançou configurações adicionais do eMac com especificações atualizadas e um SuperDrive. Em outubro de 2005, o eMac tornou-se limitado apenas a instituições de ensino novamente, e o eMac foi substituído por um iMac de 17 polegadas de baixo custo em julho de 2006.

Fonte: Pplware.

Como integrar Google Assistente e Siri no iPhone?


 Os aparelhos inteligentes estão cada vez mais populares, fazendo com que as assistentes pessoais sejam mais úteis. Para quem já possui uma rede com o Google Home, ou apenas cansou da Siri, é possível utilizar o Google Assistente, mesmo em dispositivos com iOS.

O processo é intuitivo, e o resultado é bem inusitado. Uma vez configurado, os comandos de voz passarão essencialmente por um "telefone-sem-fio" entre as duas assistentes pessoais, por meio dos atalhos da Siri.


Como conectar a Google Assistente e a Siri no iOS

Google Assistente é gratuito, está disponível para iPhone e iPad, mas não vem embarcado nos dispositivos da Apple por não fazer parte de seu ecossistema nativo. Para resolver isso, basta abrir a App Store, buscar pelo aplicativo e realizar sua instalação.

Diferente de funções mais avançadas de atalhos da Siri, a configuração dos comandos de voz é simples e realizada no próprio Google Assistente. Ao ser aberto pela primeira vez, o aplicativo irá oferecer a opção de adicionar os comandos "Ok Google" à assistente do iOS.

Caso a opção não apareça automaticamente, clique no ícone no canto inferior esquerdo e busque por "Adicionar 'Ok Google' à Siri". Em alguns casos será necessário fechar algumas notificações até encontrar essa opção.

Clicando no botão, será necessário repetir "Ok Google" algumas vezes para o aplicativo reconhecer a voz e padrões de pronúncia do usuário. A página seguinte irá descrever as ações do comando personalizado, bastando clicar na opção "Adicionar à Siri".

Siri repassa comandos para hub do Google Home

Infelizmente, o sistema operacional da Apple não permite definir um aplicativo diferente como assistente padrão. Dessa forma, ainda será preciso primeiro chamar a Siri para depois utilizar os comandos do Google.

Para isso, basta falar "Hey Siri" e "Ok Google" em sequência, que a Siri irá perguntar o que o usuário deseja pedir ao Google. Apesar de parecer complexo, processo pode ser útil para quem utiliza o Google Home para controlar seus dispositivos inteligentes, sendo possível controlá-los de qualquer lugar com o Google Assistente.
Desde que os dispositivos estejam conectados a uma rede doméstica e vinculados à conta configurada no Google Home, o usuário pode acionar luzes, TVs e acessar câmeras WiFi, mesmo fora de casa ou viajando.

Fonte: Tecmundo.






28 de abr. de 2022

Apple: Mais um trimestre único com novos recordes de vendas do iPhone e Mac

 Seguindo uma tradição que vem a tomar há vários anos, a cada novo trimestre que passa, a Apple apresenta novos máximos nos seus produtos. Os valores acumulam-se tanto para o iPhone como para os Mac, iPad e outros serviços.

A apresentação dos resultados referentes ao início de 2022 mostram isso e a Apple teve mais um trimestre único com novos recordes de vendas do iPhone e Mac. Há quebras em algumas áreas, mas que facilmente são superadas por outras.

Apple trimestre iPhone Mac Serviços

Trimestre traz novos recordes de vendas

Os últimos anos têm mostrado um crescimento único da Apple, a cada novo trimestre que passa. A gigante de Cupertino tem conseguido superar todas as limitações que o mercado atualmente tem e os números de produção não param de crescer.

Foi isso que o primeiro trimestre de 2022 trouxe, segundo a apresentação de resultados da Apple. Registou 97,3 mil milhões de dólares de receita no 1.º trimestre, o que é um aumento de 9% face ao mesmo trimestre do ano passado. Há ainda a registar um lucro de 25 mil milhões de dólares.

Estes números marcam recordes de receita no trimestre para suas divisões iPhone, Mac e Wearables / Home / Accessories. Os vários serviços da Apple cresceram para um novo recorde de 825 milhões de assinantes e as vendas do Mac continuaram a crescer. Apenas houve uma desaceleração nas vendas do iPad, que caíram ligeiramente.

Apple trimestre iPhone Mac Serviços

iPhone, Mac e Serviços cresceram neste trimestre

Os resultados mais expressivos vieram mesmo de áreas onde a Apple já nos habituou a ter vendas elevadas, mesmo sendo seguidas agora de trimestres anteriores muito fortes.

  • iPhone: 50,5 mil milhões, acima dos 47,9 mil milhões no mesmo trimestre do ano passado
  • iPad: 7,6 mil milhões, abaixo dos 7,8 mil milhões do mesmo trimestre do ano passado
  • Mac: 10,4 mil milhões, acima dos 9,1 mil milhões do mesmo trimestre do ano passado
  • Wearables, Home e Acessórios: 8,8 mil milhões, acima dos 7,8 mil milhões no mesmo trimestre do ano anterior
  • Serviços: 19,8 mil milhões, acima dos 16,9 mil milhões no mesmo trimestre do ano passado

Depois de ter antecipado um aligeirar dos problemas da cadeia de distribuição, a Apple acabou por ter de rever este cenário graças a novos problemas na China. Ainda assim, a marca conseguiu crescer em áreas como os Serviços, área que se destaca cada vez mais.

Apple trimestre iPhone Mac Serviços

Novos desafios para o futuro da Apple

Estes valores agora apresentados surgiram num trimestre onde a Apple revelou várias novidades importantes. Tivemos o surgir do iPhone SE (terceira geração), as novas cores do iPhone 13 e iPhone 13 Pro, o poderoso Mac Studio e o monitor externo 5K Studio Display.

Além disso, a Apple vai agora entrar num novo ciclo de novidades, o que poderá elevar ainda mais estes valores agora apresentados. As novas versões do iOS, iPadOS, macOS, watchOS e tvOS vão surgir na WWDC em junho e as entregas dos restantes produtos devem acelerar.

Com vários desafios presente, a Apple terá em breve mudanças relevantes. As questões da App Store e do iPhone, podem obrigar a carregar apps de outras lojas, algo que a empresa vai certamente lutar contra e que poderá mudar este ecossistema completamente.

Fonte: Pplware.

Autocorretor irritante: Por que razão o corretor do iPhone insiste na palavra que não queremos?

 Quantas vezes não está a escrever e o corretor do seu iPhone corrige umas palavras adicionando outras que não têm nada a ver? E quantas vezes, mesmo corrigindo, o corretor insiste numa palavra que não queremos? Não é por acaso nem é uma falha do sistema, é apenas a mecânica e a "inteligência" artificial a trabalhar. Pelo menos quem o explica é o criador da autocorreção, Ken Kocienda.

Um dos motivos pelo qual o corretor dá certas sugestões é para refinar a autocorreção. Mas há uma razão por trás do mecanismo.

Ilustração do autocorretor no iPhone

O autocorretor do iPhone contraria-o?

A explicação apareceu no The Wall Street Journal que fez uma entrevista ao criador da autocorreção, Ken Kocienda. É muito interessante perceber o que está por trás desta ferramenta que, ao longo dos anos, tem ajudado o planeta a não dar erros na escrita dentro das mais variadas aplicações.

Graças à correção automática do nosso iPhone ou iPad, os textos que escrevemos estão livres de erros ortográficos. Nos últimos anos, contudo, este mesmo autocorretor parece insistir em substituir certas palavras sem motivo aparente. Mas calma, na verdade, há uma razão, e também soluções a este respeito.

De acordo com Kocienda, foi a mudança para sistemas mais inteligentes que levou a que a correção automática nem sempre funcione como esperado. Assim como a Apple surpreendeu o mundo com o teclado virtual do iPhone original, a correção automática evolui e agora alimenta-se de quatro fontes de informação que se complementam e, nalguns casos, neutralizam-se, para nos oferecer os resultados diferentes.

Dicionário primário não contém "insultos"

Existem regras para o autocorretor receber inputs que são sugeridos ao utilizador. Em primeiro lugar, é aplicado um dicionário estático primário que, a propósito, não inclui insultos. Depois um segundo dicionário "nunca autocompletar", também estático, que contém "palavrões".

Depois passamos a um dicionário dinâmico personalizado que aprende com as palavras que escrevemos. E finalmente, um sistema de Aprendizagem Automática que lhe permite aprender palavras e frases diretamente a partir da Internet.

Assim, independentemente da fonte da informação para a autocorreção, o sistema de correção tentará oferecer a melhor alternativa com base no seu dicionário primário e nas suas modificações. Os palavrões são os melhores candidatos a serem substituídos por outros, mas nem sempre são os únicos.

Felizmente, o sistema é suficientemente inteligente para aprender o que queremos escrever. É aqui que entra o dicionário habitual, complementando o dicionário estático primário com palavras que escrevemos pelo menos três vezes. No entanto, como reconhece Kocienda, o sistema de inteligência artificial que permite ao corretor aprender com os textos na web pode dar origem a resultados peculiares. Por vezes acaba por aprender com os maus hábitos que se espalham na Internet.

Ken Kocienda criou o software de correção automática do iPhone. Foto: Kaarl Mollohan para WSJ

Podemos ajudar o autocorretor?

O criador do autocorretor deu vários exemplos onde ele próprio teve dificuldades. Palavras que o sistema insistia em substituir e que não havia forma de corrigir a própria correção proposta. No entanto, nestes 15 anos do iPhone, o seu software de teclado evoluiu.

Então, o utilizador tem hoje disponíveis várias formas de fazer com que o iPhone ou iPad se comporte exatamente da forma que deseja.

A mais simples, que já referimos, é escrever algumas palavras três vezes, para as incluir no dicionário. Outra é utilizar substituições de texto em Definições > Geral > Teclado > Substituições de Texto, uma vez que as palavras ou frases que adicionamos tanto à Frase como à Função Rápida serão adicionadas ao dicionário dinâmico.

Outra opção é guardar algumas palavras-chave como contactos, algo que Joanna Stern, autora do artigo do WSJ, menciona. Aparentemente, a repórter guardou todos os seus insultos favoritos como contactos para poder rapidamente escrevê-los em qualquer altura.

Claro que, tal como refere a autora do artigo, estamos já dependentes desta ajuda. Ela própria passou uma semana sem o sistema de autocorreção e notou uma dificuldade maior não só na velocidade de escrita como na qualidade da ortografia. Por vezes queremos escrever tão rápido e tão sintetizado que sem o corretor os erros deturpariam ainda mais o sentido das frases. Aliás, todos se lembram da geração do "tax bem amiga, tou xim..." lá de 2013!

Estes sistemas, em abono da verdade, cooperam com o utilizador, pois aprendem e são recursos que nos criam certos bons hábitos de escrita. Mesmo que algumas vezes conspirem contra nós!

Fonte: Pplware.