11 de ago. de 2022

iPhone mais caro: Apple aumenta preço de produtos no Brasil: veja valores


 A Apple reajustou o preço de vários produtos em seu site oficial no Brasil.

O principal impacto é na linha de iPhones, mas laptops e tablets. A

variação máxima chegou a 6%.

Entre os iPhones, apenas o 11 e o 12 mantiveram seus valores (R$4.999

e R$ 6.499, respectivamente). Curiosamente, o 12 Mini ficou mais caro.

  • iPhone 13 mini (128 GB): de R$ 6.374 a R$ 6.599RS (aumento de

R$ 225)

  • iPhone 13 mini (256 GB): de R$ 7.340 para R$ 7.599 (aumento de

R$ 259)

• iPhone 13 mini (512 GB): de R$ 9.272 para R$ 9.599 (aumento de

R$ 327)

• iPhone 13 Pro (128 GB): de R$ 9.176 para R$ 9.499 (aumento de

R$ 323)

iPhone 13 Pro (256 GB): de R$ 10.142 para R$ 10.499 (aumento de

R$ 357)

• iPhone 13 Pro (512 GB): de R$ 12.074 para R$ 12.499 (aumento de

R$ 425)

iPhone 13 Pro (1 TB): de R$ 14.006 para R$ 14.499 (aumento de R$

493)

• iPhone 13 Pro Max (128 GB): de R$ 10.142 para R$ 10.499

(aumento de R$ 357)

• iPhone 13 Pro Max (256 GB): de R$ 11.108 para R$ 11.499

(aumento de R$ 391)

• iPhone 13 Pro Max (512 GB): de R$ 13.040 para R$ 13.499

(aumento de R$ 459)

• iPhone 13 Pro (512 GB): de RS 12.074 para R$ 12.499 (aumento de

R$ 425)

• iPhone 13 Pro (1 TB): de R$ 14.006 para R$ 14.499 (aumento de R$

493)

• iPhone 13 Pro Max (128 GB): de R$ 10.142 para R$ 10.499

(aumento de R$ 357)

• iPhone 13 Pro Max (256 GB): de R$ 11.108 para R$ 11.499

(aumento de R$ 391)

• iPhone 13 Pro Max (512 GB): de R$ 13.040 para R$ 13.499

(aumento de R$ 459)

• iPhone 13 Pro Max (1 TB): de R$ 14.972 para R$ 15.499 (aumento

de R$ 527)

iPhone 12

• iPhone 12 mini (64 GB): de R$ 5.505 para R$ 5.699 (aumento de R$

194)

• iPhone 12 mini (128 GB): de R$ 5.988 para R$ 6.199 (aumento de

R$ 211)

iPhone 12 mini (256 GB): de R$ 6.954 para R$ 7.199 (aumento de

 R$ 245)

iPhone SE

• iPhone SE de 3ª geração (64 GB): de R$ 4.199 para R$ 4.299

(aumento de R$ 100)

• iPhone SE de 3ª geração (128 GB): de R$ 4.699 para R$ 4.799

(aumento de R$ 100)

• iPhone SE de 3ª geração (256 GB): de R$ 5.699 para RS 5.799

(aumento de R$ 100)

iPads e Macs

Os iPads também ficaram mais caros, com variacões de até 6%.

dependendo da configuração do dispositivo. O iPad Air com Wi-Fi e 64 GB

foi o que mais encareceu: subiu de R$ 6.697 para R$ 7.099 (diferença de

R$402).

O MacBook Pro de 16 polegadas manteve o valor, mas outros

computadores subiram até 5,52%. O MacBook Air com chip M1 (256 GB)

agora começa, no mínimo, em R$ 11.599; e o com chip M2 (512 GB). a

partir de R$ 17.199

Fonte Uol.

10 de ago. de 2022

NASA vai equipar a missão Artemis 1 com um iPad para testar… a Alexa!

 A NASA está a ultimar o lançamento da missão Artemis 1. Este será um voo para levar o foguetão Space Launch System (SLS) e a nave espacial Orion numa viagem de ida e volta à Lua, sem tripulação. Este é um teste importante para demonstrar que o binómio espacial tem capacidade para enviar astronautas ao nosso satélite natural nas futuras missões. Apesar da importância de tudo o que está envolvido, a NASA quer testar outras tecnologias e, para isso, vai equipar a nave com um iPad para correr um assistente virtual... que não é a Siri!

O tablet da Apple será usado para ajudar a testar o assistente de voz Alexa da Amazon no Orion.

Ilustração nave Orion da NASA que levará um iPad à Lua

A missão Artemis é um programa de voo espacial tripulado desenvolvido pela NASA, empresas de voo espacial comercial norte-americanas e parceiros internacionais, com o objetivo de pousar a primeira mulher e o próximo homem na Lua em 2024. Será a volta da humanidade após o programa Apollo que terminou na década de 70.

Esta nova missão vai mais além do explorar o solo lunar. A NASA e os seus parceiros querem preparar o que será a criação de infraestruturas para apoiar o futuro da exploração lunar assim como a do espaço profundo.

Antes da partida da missão com seres humanos, a agência espacial norte-americana quer testar todos os sistemas para que nada falhe. Como tal, ainda este mês a NASA pretende enviar a missão Artemis 1 até à Lua para testar novas tecnologias, sistemas e capacidade dos meios envolvidos.

Após estes testes, o passo seguinte será iniciar missões tripuladas a partir da Artemis 2 em 2024. Um ano mais tarde, a agência espacial planeia enviar a primeira mulher para pisar a superfície da Lua.

Demonstração da Tecnologia Callisto

Conforme foi referido, a missão Artemis 1 destina-se principalmente a demonstrar o lançamento de um foguetão SLS e testar o escudo térmico de Orion durante a reentrada na atmosfera da Terra. Esta experiência, que até hoje tem recebido menos divulgação mediática, batizada com o nome Callisto, irá demonstrar como a tecnologia de consumo poderá integrar-se com as futuras naves espaciais.

Para tal, os responsáveis da missão vão incluir a assistente virtual da Amazon, a Alexa e o sistema WebEx da Cisco. O objetivo é demonstrar como os comandos de voz poderão melhorar a forma como os astronautas vivem e trabalham no espaço. A Lockheed Martin e a NASA estão a colaborar com a Amazon e a Cisco na Callisto.

Posso imaginar um futuro onde os astronautas possam aceder a informações sobre o estado do voo e telemetria - tais como orientação da nave espacial, níveis de abastecimento de água ou estado da voltagem da bateria, através de simples comandos de voz.

Disse Howard Hu, diretor adjunto do programa Orion no Johnson Space Center da NASA.

E onde entra aqui o iPad?

Testar a Alexa a bordo de uma nave espacial a orbitar a Lua é mais difícil do que em casa com uma coluna Echo ligada ao Wi-Fi da rede. Aliás, quem o diz é a própria NASA, numa publicação no seu blogue do início deste ano:

A carga útil financiada pela indústria será localizada na consola central de Orion e inclui um tablet que irá testar o software webex da Cisco para transmitir vídeo e áudio do Centro de Controlo de Missões da Johnson, e hardware e software personalizados da Lockheed Martin e Amazon que irão testar Alexa, a assistente virtual baseada em voz da Amazon, para responder ao áudio transmitido. [...]

Viajar no espaço profundo, levaria demasiado tempo para a Alexa, na Orion, utilizar a cloud ligada à Terra, pelo que a Callisto utilizará a Rede do Espaço Profundo da NASA e uma base de dados local a bordo da nave espacial para comunicar com a Alexa e responder.

Este teste seria, obviamente, mais simples de realizar se os astronautas estivessem a bordo. Contudo, a primeira viagem da nave Orion à Lua não terá tripulação humana. Portanto, será então aqui que o iPad entra em ação.

Recorrendo à tecnologia WebEx da Cisco, um iPad da Apple atuará como o astronauta que fala com a Alexa. (Tecnicamente haverá a bordo um manequim realista para simular alguns parâmetros de um astronauta. Chama-se Moonikin Campos).

Imagem do logo da Artemis num iPad da Apple

A NASA explica com detalhe como esta estrutura irá funcionar:

Os participantes assistirão à demonstração e podem fazer uma pergunta à Alexa ou enviar um comando de uma tarefa frente a uma consola com uma câmara e um microfone. As suas imagens e vozes serão transmitidas do controlo da missão para Orion, onde o vídeo dos participantes será exibido no tablet, e o áudio será reproduzido a partir da coluna de som. Depois, a Alexa captará o áudio e responderá.

Na verdade, a NASA na descrição feita no seu blog no início do ano não descreve o tablet como sendo um iPad. Disse-o mais tarde quando foi questionada sobre isso.

Conforme é sabido, existe uma longa história de produtos Apple no espaço, mas a Lua está muito mais longe do que a Estação Espacial Internacional (ISS). Apesar da SpaceX, na Crew Dragon, já ter levado um iPad a bordo, a NASA será a primeira a levar um equipamento Apple até à Lua.

A NASA tem agendada a partida da missão Artemis 1 para a manhã de 29 de agosto com o lançamento do SLS e Orion.

Fonte: Pplware.

iOS 16 beta 5: Atualizações dos AirPods vão ser mais simples e vão dizer as novidades

 Ao longo dos anos, a Apple desenvolveu várias atualizações do firmware dos AirPods. Contudo, o processo sempre foi um pouco misterioso, sem grande informação. Com olançamento desta semana do iOS 16 beta 5, a empresa americana fez uma pequena alteração à aplicação Definições que poderá significar um hipotético avanço no que toca à informação de detalhes relacionados com as tais atualizações de firmware dos seus auscultadores.

Este pode ser um passo importante para o utilizador perceber quando tem os auscultadores desatualizados.

Ilustração de novidade trazida no iOS 16 beta 5 para informação do firmware dos AirPods

iOS 16 traz mais informação sobre atualizações de dispositivos Apple

Ao longo dos anos, fomos dando conta das atualizações do firmware e salvo raríssimas vezes, a informação focava-se apenas na versão. Nada mais era comunicado pela Apple. Nesse sentido, a sugestão era sempre a mesma: abrir as Definições, ir à aplicação Definições, clicar em Geral, depois em Informações e selecionar os AirPods‌‌‌‌‌. Aí era somente perceber o número em frente à "Versão do firmware".

Depois disto, bom, era esperar, pois não havia uma ação que pudesse desencadear a atualização.

Contudo, como visto pela primeira vez por um utilizador no Reddit, agora já será possível dar um passo adiante e tocar na própria versão do firmware. Ao tocar na versão do firmware, o utilizador verá qual versão de software que os seus AirPods executam, bem como a versão atual do firmware do seu AirPods Case.

Agora, esta informação, como podemos ver na primeira imagem, poderá ser encontrada logo a partir da app Definições, sem ter de ir a Bluetooth ou pelo caminho das informações em Geral.

O ponto interessante é mesmo abaixo dessas informações. Pois há também uma nova explicação: "Firmware details available at support.apple.com" com link para a suposta página que trará a tal informação.

Para já esse link não vai ter a lugar que tenha informação sobre o que interessa. Mas pelo menos sabe-se que a Apple está a trabalhar nesse sentido.

Portanto, esta novidade do iOS 16 beta 5 poderá significar que, quando a Apple lançar uma nova atualização de firmware para os AirPods no futuro, o utilizador conseguirá seguir esse link e ter acesso às notas de lançamento. Dentro da especulação que esta novidade levante, então a funcionalidade poderá estender-se também aos AirTags e eventualmente a outros acessórios, como a bateria MagSafe.

Fonte: Pplware.





9 de ago. de 2022

Já há data para a apresentação do iPhone 14? Tudo aponta para que sim!

 Não é segredo nenhum que a Apple tem o iPhone 14 preparado e pronto para ser apresentado. A marca de Cupertino deverá ter já as linhas de produção prontas a começar a construir este novo smartphone a um ritmo elevado.

Claro que o evento para a sua apresentação deverá estar quase a chegar, como é normal na marca. Esta data ainda não existe, mas uma nova informação parece ter revelado o momento mais provável para a sua revelação. A fazer fé nesta informação, falta menos de 1 mês para conhecermos o iPhone 14.

iPhone 14 Apple data apresentação

Quando será que vamos conhecer o iPhone 14?

Como é normal na Apple, muito pouco tem vindo a público sobre o seu próximo smartphone. O iPhone 14 deverá seguir muito do que a marca revelou no modelo anterior, mas com alterações subtis para que se destaque ainda mais.

Algo que todos querem saber é mesmo a data em que o iPhone 14 será revelado ao público. O evento deverá seguir a linha do que a Apple nos habituou e assim a keynote deverá acontecer a uma 3ª feira, no início do mês.

Apple fará a apresentação a 6 de setembro

O que o conhecido Max Weinbach revelou numa das suas publicações no Twitter foi que o iPhone 14 será revelado por Tim Cook no dia 6 de setembro. Esta parece ser uma data provável, uma vez que cumpre os padrões e os requisitos da Apple para estes eventos.

Algo que Max Weinbach também revelou foi a data em que estes novos modelos vão chegar ao mercado. Tudo aponta para que todos os que comprarem o iPhone 14 vão recebê-lo no dia 16 de setembro, ou seja, uma semana e meia depois de ser apresentado.

iPhone 14 Apple data apresentação

Uma data que ainda precisa ser confirmada

Naturalmente que esta não é ainda uma informação oficial e carece por isso de confirmação da Apple. A marca de Cupertino deverá em breve enviar os convites para todos os jornalistas, marcando assim o momento certo em que o iPhone 14 será revelado.

Esta é uma informação importante, mas que deixa também algumas dúvidas no ar. A Apple deverá atrasar a chegada do iPadOS 16, como já revelámos, e assim preparar um evento único para mais tarde, onde mostrará o novo iPad e provavelmente o novo Apple Watch.

Fonte: Pplware.


8 de ago. de 2022

Apple lançou a beta 5 do iOS 16, iPadOS 16, tvOS 16, watchOS 9 e macOS 13

 Aproximámo-nos a passos largos do lançamento da versão final dos sistemas operativos da Apple. As novidades prometidas no WWDC 2022 continuam a ser incluídas nas versões beta e hoje, na beta 5, teremos mais incrementos nos vários dispositivos que estão a receber esta nova versão.

Assim, se tem um iPhone, Apple Watch, iPad, Apple TV ou Mac e está habilitado a receber esta beta, veja as novidades que chegaram agora.

Imagem iOS 16

Nova beta 5 nos sistemas operativos Apple

O iOS 16 beta 5 e o iPadOS 16 beta 5 estão agora a ser lançados aos programadores, duas semanas após a quarta beta ter sido lançada.

Este iOS 16 beta 5 traz uma série de alterações, incluindo atualizações ao ecrã de bloqueio, novas opções de papel de parede, e mais... O iOS 16 beta 5 vai continuar a aperfeiçoar estas novas funcionalidades...

A cada nova beta do iOS 16, a empresa de Cupertino inclui normalmente uma série de alterações, correções de bugs, e mesmo novas funcionalidades. A Apple mantém a sua atenção também ao feedback que recebe dos utilizadores que testam o iOS 16 beta. Há sempre comportamentos diferentes de equipamentos para equipamento e de utilizador para utilizador.

Conforme podemos ver no site dedicado aos programadores, o número da compilação desta beta 5 é 20A5339d.

Como vimos na beta 4, a Apple trouxe alterações na app Mensagens, no âmbito da edição das mensagens enviadas. Teve a ver com algumas queixas relacionadas com abusos.

Há novos wallpapers para a app CarPlay, suporte para Live Actions API, novas funcionalidades para Continuity Camera (Câmara de Continuidade), e muito mais.

 

O que há de novo no iOS 16 beta 5?

Nesta versão, uma das primeiras novidades é a inclusão da percentagem da bateria no ecrã inicial, no ícone no canto superior direito (finalmente)!

Esta era uma funcionalidades mais solicitadas pelos utilizadores desde o tempo do iPhone X.

Também há novidades, que vamos explorar, na beta 5 do iPadOS 16, tvOS 16, watchOS 9 e macOS 13.

Fonte: Pplware.

5G vem para solucionar muitos problemas e apimentar outros


 A quinta geração de conectividade móvel está sendo implantada no Brasil e deve estar em operação nas capitais do país até o final de setembro deste ano. O 5G, como é conhecida a tecnologia, entregabanda larga móvel ultrarrápida e de baixa latência. Com ela, será possível pensar diversas funcionalidades que podem mudar a vida para melhor. Apenas um exemplo disso é a telemedicina, cuja expansão passa pela garantia de alta velocidade e estabilidade de conexão.

Afinal, se um lag já é insuportável em um jogo online, imagina o que poderia causar em uma cirurgia. 

O 5G também amplia a possibilidade de acomodação de dispositivos à rede, o que viabiliza a difusão da chamada Internet das Coisas (IoT) e nos aproxima de uma realidade que até então pertencia somente ao mundo da ficção. Por exemplo: sua geladeira automaticamente identifica que o leite está acabando e realiza um pedido ao supermercado mais próximo. 

Da mesma forma, o 5G favorece o desenvolvimento do tão badalado metaverso, ou melhor, metaversos, melhorando a experiência de uso de dispositivos e aplicações de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA).

Existem desvantagens com a chegada do 5G?

Como nem tudo são flores, é preciso considerar o impacto à privacidade e à proteção de dados dos usuários, que estarão cada vez mais conectados. Logicamente, com o aumento das conexões, cresce também o volume e a variedade de dados trafegando.

Se hoje interagimos na rede por meio de 2 ou 3 dispositivos, nosso computador e celular, em breve teremos toda nossa casa conectada. Assim, poderão ser coletadas informações sobre rotinas, hábitos diários, preferências e interesses.

A ampliação dos canais e a variedade de dados coletados também se observam nos metaversos, cujas portas de entrada plugam sentidos humanos antes não conectados, como o tato captado via luvas ou o comportamento dos olhos, via óculos.

Mas, afinal, é válido apostar na tecnologia 5G?

Evidentemente, há um valor enorme nessa imensidão de informações. Ora, os dados podem muito bem ser reunidos, auxiliando na criação de perfis e direcionamento de ofertas ou na tomada de decisões automatizadas que podem impactar nossas condições de emprego e consumo, entre outras.

Caberá, portanto, às organizações que desenvolvem dispositivos e aplicações — e todas aquelas que se valem de dados nesse novo contexto — atuarem com alta responsabilidade, equilibrando o valor da inovação com a proteção dos usuários.

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Artigo escrito em conjunto com Carol Giovanini, advogada no escritório Prado Vidigal Advogados, profissional de privacidade certificada pela International Association of Privacy Professionals (CIPP/E) e mestranda em Direito e Inovação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Paulo Vidigal, colunista do TecMundo, é sócio do escritório Prado Vidigal, especializado em direito digital, privacidade e proteção de dados. Certificado pela International Association of Privacy Professionals (CIPP/E), é pós-graduado em MBA na área de Direito Eletrônico pela Escola Paulista de Direito. Apresenta extensão em Privacidade e Proteção de Dados pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Privacy by Design pela Ryerson University.

Fonte: Tecmundo.