11 de jan. de 2023

Debaixo de fogo da Google, Apple promove o Desfazer Enviar da app Mensagens

 A Apple partilhou nesta segunda-feira dois novos anúncios do iPhone 14 no seu canal YouTube. Enquanto um deles destaca o novo Modo de Ação para vídeos, o outro promove uma funcionalidade introduzida com iOS 16 para cada utilizador do iPhone, que é o Desfazer Enviar da app Mensagens. Esta aplicação, conforme temos visto, continua debaixo de fogo da Google, que pressiona a empresa de Cupertino para adotar RCS.

Para mostrar as capacidades da app de mensagens, mais concretamente da funcionalidade Unsend iMessage (em português Desfazer Enviar) a Apple lançou um Vídeo com o nome R.I.P. Leon... interessante!

Imagem do vídeo RIP Leon da Apple

Apple promove funcionalidades com novos vídeo do iPhone 14

O primeiro vídeo está focado na promoção do Modo de Ação do iPhone 14, que utiliza a lente ultra larga para captar vídeo com uma estabilização incrível.

O modo de ação transforma uma câmara trémula em vídeo suave. Relaxa, é o iPhone 14.

Diz a Apple na publicidade.

Vale a pena notar que o Modo de Ação está disponível para cada modelo do iPhone 14 e iPhone 14 Pro, mas não para a geração anterior de iPhones.

O segundo anúncio, com o título "R.I.P. Leon", destaca a funcionalidade Unsend iMessage (Desfazer Enviar), que faz parte do iOS 16. O vídeo de meio minuto mostra de uma forma engraçada como os utilizadores podem evitar situações embaraçosas apagando mensagens enviadas para os seus contactos.

"Desfazer Enviar e editar mensagens". Relaxa, é o iPhone.

Descreve a empresa.

Uma coisa a ter em mente é que embora a Apple esteja a promover o Desfazer Enviar com um anúncio do iPhone 14, a funcionalidade está disponível para todos os modelos de iPhone com o iOS 16. Também se aplica aos modelos de iPad que executam iPadOS 16.

Curiosamente, pelo menos até agora, a maioria dos anúncios promove o iPhone 14 e o iPhone 14 Plus, mas não os modelos Pro.

Os únicos anúncios para o iPhone 14 Pro foram partilhados pela empresa pouco depois do seu anúncio em setembro, incluindo um que destaca a Dynamic Island e outro que mostra a funcionalidade de Deteção de acidente.

Fonte: Pplware.


Apple lança iOS 16.3 beta 2 para programadores e traz mais novidades

 A versão beta 1 desta versão saiu já algum tempo, data do dia 14 de dezembro. Entretanto com as festividades pelo meio, a Apple decidiu agora disponibilizar para programadores a beta 2 do iOS 16.3.

Após este hiato além do iOS, a empresa de Cupertino lança também o iPadOS 16.3 beta 2, watchOS 9.3 beta 2, macOS 13.2 beta 2 e tvOS 16.3 beta 2.

Imagem iPhone 14 Pro Max com iOS 16.3 beta 2

Novidades nas novas beta 2

O iOS 16.3 beta 2 está disponível hoje para programadores testers registados. À medida que a atualização for lançada, o processo de instalação é igual ao convencional. Vai a Definições > Geral > Atualização de software e lá aparecerá a versão beta disponível.

Possivelmente para o Beta Software Program deverá aparecer muito em breve, eventualmente ainda esta semana. 

Conforme referimos em cima, com o iOS 16.3 beta, a Apple também está a testar as seguintes atualizações para as suas outras plataformas:

  • iPadOS 16.3 beta 2
  • watchOS 9.3 beta 2
  • macOS 13.2 beta 2
  • tvOS 16.3 beta 2

 Segundo deu a saber Mark Gurman,  da Bloomberg,  a Apple está a planear uma data de lançamento para fevereiro ou início de março para essas atualizações.

O que há de novo no iOS 16.3?

A primeira versão beta do iOS 16.3 foi lançada há quase um mês. A atualização, até agora, não inclui muitos novos recursos ou alterações. Um dos novos recursos que acompanham a atualização é a capacidade de usar chaves de segurança físicas para proteger os IDs da Apple. Isso significa que o utilizador terá um dispositivo de hardware físico que pode ser configurado para servir como a segunda camada de autenticação de dois fatores para sua conta.

O iOS 16.3 também inclui um novo guia de utilização para mostrar aos utilizadores  como aproveitar os recursos do Handoff entre o iPhone e o HomePod.

Fonte: Pplware.

Já foram vendidos mais de 2 mil milhões iPhones nos últimos 16 anos

O iPhone da Apple é um dos ícones mais clássicos da tecnologia e abriu o caminho para muitas das tecnologias que usamos hoje. Com uma atualização constante, temos a cada ano um novo modelo com novidade e caraterísticas únicas.

Na semana em que se completam 16 anos sobre o seu lançamento, há um número importante que foi revelado. Segundo o que é apresentado, são já mais de 2 mil milhões de unidades do iPhone que foram vendidas desde 2007.

Apple iPhone vendas mercado

A Apple não para de crescer no mercado

Foi no dia 09 de janeiro de 2007 que Steve Jobs apresentou ao mundo um dos equipamentos mais importantes para a Apple. Este tem sido uma presença constante nas linhas da empresa e uma das propostas mais vendidas ao longo dos anos.

Com 16 anos no mercado, as vendas têm-se acumulado ao longo do tempo, dado o sucesso a cada novo modelo. Do que temos assistido, com o tempo, o interesse também aumenta e leva a que novos recordes de vendas sejam atingidos, mostrando novamente a qualidade do iPhone e do que oferece aos utilizadores.

Número recorde de unidades do iPhone

Os dados mais recentes, revelados agora pela IDC, mostra que o valor de unidades vendidas está a atingir um número cada vez mais interessante. O que Francisco Jerónimo revelou mostra que são já mais de 2,32 mil milhões de unidades do iPhone que foram colocadas no mercado.

Ainda que não seja um valor oficial, este deverá estar próximo do número real de equipamentos que a Apple colocou no mercado. Com o sucesso que o iPhone tem, rapidamente este valor vai crescer e cada vez mais rápido.

Apple iPhone vendas mercado

Vendas da Apple sempre a acumular

Na verdade, apesar de ser agora que se comemora o seu aniversário, o iPhone apenas chegou ao mercado a 29 de junho. A Apple antecipou a sua apresentação e apenas o colocou à venda nos EUA ao fim de 6 meses.

Após 16 anos, o iPhone conquistou o mercado e a Apple tem noção da excelente proposta que tem disponível para os seus utilizadores. A cada ano a marca coloca pelo menos 4 modelos, satisfazendo todos os utilizadores e todas as suas exigências.

Fonte: Pplware.

Fos 16 anos

iPhone 16 Pro deve ter Face ID escondido sob a tela


 Usuários de celulares da Apple que já têm o Face ID podem facilmente ver o entalhe da ferramenta na tela. A empresa de Cupertino deve reduzir e deixar a biometria facial mais discreta no iPhone 16 Pro, a ser lançado em 2024 (sim, no ano que vem, não daqui a dois anos).

O modelo top de linha do aparelho terá o sensor sob a tela, segundo o portal sul-coreano The Elec. O que a parte da frente do aparelho vai manter sempre à mostra é a câmera de selfie ainda visível.

Ainda de acordo com a publicação sul-coreana, quando o display do iPhone 16 estiver ligado, o orifício do Face ID não ficará visível. A ideia da Apple é aumentar a sensação de imersão.

No futuro, após a adoção da biometria facial sob o visor, a empresa deve ainda adotar a câmera frontal também escondida, quando não estiver em uso. O princípio das duas ferramentas é o mesmo.

Antes do iPhone 16, porém, a Apple prepara o iPhone 15, para 2023, com a linha toda já possuindo o Dynamic Island, presente no iPhone 14 Pro. O sistema de widget disfarça os sensores superiores na tela do aparelho.

Fonte: Tecmundo.


9 de jan. de 2023

AirTags ajudam cada vez mais os passageiros a não ficar sem bagagem

 Os AirTags da Apple são um dispositivo de localização que recorre à Rede Encontrar (Find My) para informar o utilizador onde se encontra o objeto. Qualquer pessoa que tenha um iPhone, sempre com total anonimato, ao passar perto de um destes dispositivos, transmite aos servidores da Apple, e posteriormente ao utilizador, a localização do item perdido ou roubado. Este mecanismo é já o melhor amigo de quem viaja.

Os dispositivos estão a ajudar os passageiros que perdem as bagagens e as companhias mentem sobre a localização das mesmas. Já salvou muitas bagagens de roubo e extravio.

Imagem bagagem com AirTags perdida pelas companhias aéreas

AirTags podem ajudar a que não seja enganado pelas companhias aéreas

Este tema não é novo, mas coleciona exemplos da boa utilização que a Apple pensou para o seu dispositivo de localização AirTag.

Conforme já mostramos exemplos, o pequeno localizador já salvou a bagagem de uns recém-casados que voltavam da África do Sul e que tiveram de mostrar à companhia aérea onde estavam as malas desaparecidas. Também mostramos o caso de um turista que fazia férias na Austrália, que recuperou 7 mil dólares de material roubado ou até o caso de um funcionário de um aeroporto que roubou uma mala com mais de 15 mil dólares em joias.

Tudo isto graças à tecnologia por trás de um pequeno disco com o logotipo da Apple.

 

Companhias aéreas tentaram banir, mas...

O sucesso destas pequenas peças de plástico com tecnologia de localização parece ter incomodado os gigantes da aviação. Algumas companhias, como a Lufthansa, chegaram a colocar este dispositivo como um produto proibido de transportar nas bagagens. Depois deram o dito pelo não dito.

Agora, a CNN tem os detalhes sobre outro caso de AirTag da Apple expondo o descuido da companhia aérea com bagagem despachada. Neste caso, um passageiro da United Airlines foi informado de que a sua bagagem despachada havia sido deixada para trás, mas estava segura num "centro de distribuição".

Apesar desta afirmação, no entanto, a viajante, Valerie Szybala, observou como o AirTag na sua bagagem viajava por Washington DC, de shoppings locais a áreas residenciais e muito mais. Essencialmente, Szybala optou por permitir que a United Airlines entregasse a mala diretamente na sua casa, em vez de ela mesma ter de voltar ao aeroporto para a levantar.

Este serviço de entrega é aparentemente administrado por uma empresa externa ao aeroporto ou à companhia aérea. É um serviço contratado pela United Airlines.

Depois da bagagem sair do aeroporto no dia 29 de dezembro, só chegou às mãos da mulher no dia 2 de janeiro. Segundo o relato que deixou no Twitter, a sua bagagem viajou através de Washington D.C., com paragens num McDonald's, num centro comercial local, e ficou mesmo guardada vários dias num complexo de apartamentos.

Depois de várias reclamações e dos passeios que a mala deu, a bagagem acabou por regressar a Szybala. Ela referiu que o facto de ter uma AirTag na mala permitiu manter as suas coisas debaixo de olho e, com isso, conseguiu expor algumas destas informações falsas fornecidas pela United Airlines.

A mulher agora partilha a sua experiência e aconselha mesmo que todas as pessoas viajem com AirTags escondidos nas malas.

Fonte: Pplware.