6 de ago. de 2020

Apple lançou a beta 4 do iOS 14 e traz algumas novidades

Tem-se falado bastante do possível atraso no lançamento dos novos iPhones da série 12. A título de curiosidade, nesta altura há um ano, a Apple estava a lançar não a beta 4 do próximo iOS, mas sim a beta 6. Portanto, podemos dizer que há pelo menos aqui duas semanas de diferente timingde lançamentos das versões de teste. Será que este “atraso” no iOS 14 quer dizer alguma coisa?

Apesar desta curiosidade, hoje a Apple trouxe mais correções e algumas novidades ao sistema operativo do iPhone.

Imagem iPhone 11 Pro Max e iPhone SE com iOS 14 beta 4 da Apple

Widget Apple TV – Agora há um novo widget “Apple TV” disponível neste quarta versão beta.

Melhorias na pesquisa – A forma como os conteúdos pesquisas na barra de pesquisa são mostrados mudo. Agora, aparece primeiro o resultado da web, depois apps e sugestões da Siri.

3D Touch – O 3D Touch, que não estava disponível na última versão beta, está a funcionar novamente em dispositivos compatíveis.

API de notificações de exposição – A API “Notificações de exposição” foi adicionada a esta versão beta, para que os utilizadores do iOS 14 possam descarregar apps que usam a “Notificações de exposição”.

Conforme foi possível perceber, além destas novidades e de eventuais outras que possam aparecer, houve uma correção de alguns bugs. Assim, deverá encontrar o sistema mais estável e a consumir menos energia.

 

Que iPhones serão suportados?

Seguindo as informações, se o iOS 14 acabar por suportar o mesmo conjunto de dispositivos que o iOS 13, os seguintes iPhones seriam compatíveis com ele:

  • iPhone 6s series
  • iPhone SE “Original”
  • iPhone 7 e iPhone 7 Plus
  • iPhone 8 e iPhone 8 Plus
  • iPhone X
  • iPhone XS e iPhone XS Max
  • iPhone XR
  • iPhone 11
  • iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max
  • 2020 iPhone SE
  • Fonte: Pplware.

Imãs no novo iPhone 12 podem indicar novo carregador wireless


Imagens vazadas pelo usuário EverythingApplePro no Twitter mostram a parte interna da capa do que seria o novo iPhone 12, onde é possível ver um círculo com ímãs, “provavelmente para um alinhamento perfeito com os carregadores sem fio da Apple” (esse recurso já existe no Apple Watch).

Os ímãs das imagens vazadas estão posicionados em um círculo que se assemelha ao tamanho da bobina de carregamento sem fio Qi.

Os ímãs geraram especulações sobre sua utilidade no novo iPhone 12.Os ímãs geraram especulações sobre sua utilidade no novo iPhone 12.Fonte:  IT/Reprodução 

As especulações correm soltas na web, principalmente entre os macmaníacos desolados pela desistência da Apple em lançar seu carregador sem fio. Uma das principais características do AirPower era suportar o carregamento dos dispositivos Apple posicionados em qualquer lugar na placa, sem exigir que estivessem alinhados com a bobina, como acontece com outros carregadores sem fio.

Entre as teorias que estão circulando, três são as que mais têm entusiastas:

Carregamento reverso

Os ímãs seriam usados para manter outros dispositivos da fabricante, como o Apple Watch ou mesmo AirPods, em uma posição ideal para serem carregados pelo iPhone 12 – o tal carregamento sem fio reverso. Essa função era esperada no iPhone 11 – os modelos da família têm tecnologia para isso, mas a Apple optou por desabilitá-la.

O carregamento sem fio reverso é possível nos iPhones 11, mas a Apple desabilitou o recurso.O carregamento sem fio reverso é possível nos iPhones 11, mas a Apple desabilitou o recurso.Fonte:  IT/Reprodução 

Air Power só para iPhone

Os ímãs na suposta capa de um iPhone 12 seriam usados para posicionar o dispositivo em um novo tapete para carregamento wireless dedicado.

Os novos dispositivos Apple teriam, segundo especulações, um carregador sem fio semelhante ao finado Air Power.Os novos dispositivos Apple teriam, segundo especulações, um carregador sem fio semelhante ao finado Air Power.Fonte: Tecmundo.

4 de ago. de 2020

Apple Pay chegou ao banco Santander! Saiba como adicionar o seu cartão

O serviço Apple Pay, da gigante de Cupertino já está disponível em Portugal desde junho de 2019.  A Caixa de Crédito Agrícola foi o primeiro banco, em Portugal, a anunciar a adesão ao sistema de pagamentos da gigante de Cupertino. Além da Caixa de Crédito Agrícola o serviço também já chegou ao Millenium BCP, ActivoBank, entre outros.

Agora chegou a vez dos clientes do Santander. Se têm dispositivos Apple, já podem usar o Apple Pay.

Apple Pay chegou ao banco Santander! Saiba como adicionar o seu cartãoUsar Apple Pay pode ser mais simples que usar um cartão físico e também mais seguro. Com os cartões armazenados na aplicação Wallet, o utilizador pode facilmente usar o serviço para efetuar pagamentos em segurança. Este modo de pagamento pode ser usado em lojas, transportes, aplicações e em sites que suportem o serviço.

Como adicionar o seu cartão Santander ao Apple Pay?

Os utilizadores da Apple e clientes do Santander já podem associar os seus cartões ao serviço Apple Pay no iPhone, Apple Watch, iPad, no MacBook Pro com Touch ID.

No iPhone

  • Abra a app Wallet
  • Toque no sinal + no canto superior direito
  • Introduza o código de segurança do seu cartão para adicionar o cartão de crédito ou débito associado à sua conta do iTunes, ou adicione outro cartão.

No Apple Watch

  • Abra a app Apple Watch no iPhone
  • Toque em “Wallet e Apple Pay” e selecione “Adicionar cartão de crédito ou débito”
  • Introduza o código de segurança do seu cartão para adicionar o cartão de crédito ou débito associado à sua conta do iTunes, ou adicione outro cartão.

No iPad

  • Aceda a Definições
  • Toque em “Wallet e Apple Pay” e selecione “Adicionar cartão de crédito ou débito” Introduza o código de segurança do seu cartão para adicionar o cartão de crédito ou débito associado à sua conta do iTunes, ou adicione outro cartão.

No MacBook Pro com Touch ID

  • Aceda a Preferências do sistema
  • Selecione “Wallet e Apple Pay” e, em seguida, “Adicionar cartão”
  • Introduza o código de segurança do seu cartão para adicionar o cartão de crédito ou débito associado à sua conta do iTunes, ou adicione outro cartão.

Em Portugal o serviço de pagamentos da Apple é suportado pelos seguintes bancos:

  • Activo Bank
  • Bunq
  • Crédito Agrícola
  • Curve
  • iCard
  • Millennium BCP
  • moey!
  • Monese
  • N26
  • Openbank
  • Revolut
  • TransferWise
Fonte: Pplware.

3 de ago. de 2020

Apple foi processada por uma empresa da China que luta pelas patentes da Siri

Uma empresa de Xangai que recebeu recentemente uma patente chinesa para um assistente de voz semelhante ao da Apple, a Siri, entrou com uma ação por violação de patente contra a empresa de Cupertino. Se a ação for bem sucedida, a empresa chinesa poderá impedir que a gigante americana de tecnologia venda muitos dos seus produtos no seu mercado mais importante fora dos EUA.

O valor pedido de indemnização por danos estimados ronda os 1,43 mil milhões de dólares. Em causa estão os produtos da fabricante do iPhone e iPad que violaram uma patente que a empresa chinesa de inteligência artificial possui para um virtual assistente, cuja arquitetura técnica é semelhante à da Siri.

Imagem iPhone com Siri sobre bandeira da China que dizem ter patente de outra empresaShanghai Zhizhen quer que a Apple pague 1,43 mil milhões de dólares

A Shanghai Zhizhen Network Technology disse hoje que está a processar a Apple por danos estimados em 10 bilhões de yuans num tribunal de Xangai. A empresa de inteligência artificial alega que a Apple usa tecnologia na Siri que é patenteada por si.

Segundo a empresa da China, o assistente virtual da gigante de Cupertino possui arquitetura técnica semelhante ao assistente virtual da Shanghai Zhizhen Network Technology.

A Apple capacitou a Siri com a funcionalidade de se ativar a partir de um comando de voz nos dispositivos iPhone, iPad, computadores, etc. Os utilizadores podem usar assim a sua voz para ditar mensagens de texto ou definir alarmes nos seus mais variados dispositivos.

Assim, a Shanghai Zhizhen, também conhecida como Xiao-i, pediu à Apple para parar as vendas, produção e o uso de produtos que desrespeitam a patente. De referir que a Siri faz parte de praticamente todos os dispositivos da empresa norte-americana.

O Supremo Tribunal da China decidiu no final de junho que Xangai Zhizhen detém a patente para o assistente virtual na China. A decisão pôs fim a uma batalha judicial de oito anos entre as duas nos tribunais chineses.

Pese o facto de o processo ir em frente, um ex-juiz chinês diz que é improvável que uma tentativa de banir a Siri tenha sucesso. Isto porque, embora o tribunal tenha decidido que a patente da empresa chinesa seja válida, esta tecnologia subjacente à patente da Siri poderá ser diferente o suficiente para decidir em favor da Apple.

Imagem do CEO da Apple, Tim Cook, a falar da China

 China é o mercado externo mais forte da Apple

A China é o mercado de vendas externas mais importante da Apple, perdendo apenas para o mercado doméstico. A marca americana possui um retorno considerável da China, embora recentemente tenha visto a Huawei fazer-lhe uma maior concorrência. Segundos os dados, a Huawei superou a Apple na China e tornou-se a maior vendedora mundial de smartphones, no segundo trimestre do ano, ultrapassando a Samsung.

Segundo os valores apresentados pela Apple na semana passada, as vendas na China subiram ligeiramente para 9,33 mil milhões de dólares. Assim, este valor representa cerca de 16% da sua receita total nos três meses findos em 27 de junho. Por trás desta subida estarão descontos nos modelos do iPhone 11 e a recuperação da China relacionada com novo coronavírus.

Apple store chinesa

 

Guerras entre os EUA e a China agudizam-se

Desde há mais de um ano, temos visto muitos conflitos sobre propriedade intelectual, tecnologia e segurança entre os EUA e a China. Na sexta-feira passada, o presidente Trump ameaçou proibir a app chinesa TikTok por razões de segurança nacional. No entanto, na corrida pela app estaria a Microsoft. Assim, no momento, reina a confusão, Trump mandou interditar a aquisição da appe a Microsoft ficou numa posição desconfortável.

A Apple teve três ações judiciais relacionadas com propriedade intelectual na China desde 2012. A primeira ação levou a empresa da maçã a concordar em pagar 60 milhões de dólares para resolver uma disputa de marca registada com a empresa chinesa Proview International Holdings Ltd. Esta reivindicou a propriedade do nome “iPad” na China.

Quatro anos mais tarde, a gigante de Cupertino perdeu outra batalha de marca registada. Na altura um tribunal de Pequim decidiu a favor de uma empresa chinesa, Beijing Xintong Tiandi Technology, que produzia bolsas, estojos para smartphones e outros artigos de couro com o rótulo “IPHONE”.

Portanto, agora, tendo em conta que nas duas anteriores não ganhou nenhuma, a empresa poderá ter de desembolsar mais uns milhões para resolver o problema.

Fonte: Pplware.

Apple elimina mais de 30.000 apps chinesas não licenciadas da App Store

Depois de ter removido 2.500 jogos chineses em apenas 7 dias, a Apple voltou a fazer uma limpeza na App Store chinesa. Desta vez eliminou mais de 30.000 aplicações chinesas não licenciadas.

A remoção destas aplicações aconteceu no passado sábado, de acordo com o Qimai Research Institute, e de todas as app banidas 90% são jogos.

A Apple já havia alertado que iria remover aplicações chinesas que não estivessem a cumprir as normas de licenciamento das autoridades do governo chinês. O objetivo é que todos os programas inseridos na App Store da China estejam em conformidade com as normas estabelecidas pelas entidades reguladoras do país asiático.

Segundo a empresa de Cupertino, os programadores seriam notificados da decisão para assim licenciaram a app de modo a mantê-la na loja de aplicações da maçã. Mas quem não cumprisse com esses requisitos, não poderia ter a sua app na App Store chinesa.

O prometido está a ser cumprido e já em meados de julho a empresa de Tim Cook removeu 2.500 jogos da sua loja da China, em apenas 7 dias, por não estarem devidamente licenciados.

Apple elimina mais de 30.000 aplicações ilegais da App Store chinesa

A empresa de Cupertino voltou à carga mas desta vez a quantidade de apps chinesas removidas foi estrondosa. De acordo com o Qimai Research Institute, e noticiado pelo Bloomberg, ao todo foram mais de 30.000 as apps removidas neste sábado da App Store, das quais 90% são jogos.

Até certa altura, as apps pagas ou com compras na app, eram permitidas na loja de aplicações da Apple enquanto aguardavam a aprovação das entidades reguladoras chinesas. Contudo agora tudo mudou e os programas que não estejam devidamente licenciados vão ser removidos pelo pente fino da maçã.

Mas após esta eliminação em massa, restam agora apenas 179.000 jogos na loja da Apple da China, dos quais 160.000 são gratuitos. Caso a empresa de Tim Cook faça nova revisão, a App Store Chinesa poderá ficar praticamente ‘despida’ de ofertas no segmento gaming para o iPhone.

Fonte: Pplware.

2 de ago. de 2020

Preço do iPhone 12 vaza; detalhes das baterias também são revelados

O informante de tecnologia Komiya divulgou no Twitter, na última terça-feira (28), os supostos preços de toda a linha iPhone 12. Com anúncio esperado para setembro, a Apple pode oferecer quatro modelos compatíveis com 5G, e os preços começam em US$ 699, indo até US$ 1.449, segundo as informações citadas.
Komiya ainda disse que, se houver variantes 4G dos dispositivos, elas serão de US$ 50 a US$ 100 mais baratas em relação às versões 5G. Outro ponto citado é que os dispositivos seriam compatíveis com ondas milimétricas (mmWave).
No caso do suposto iPhone 12 com tela de 5,4 polegadas (A2471), os preços seriam de US$ 699 para o modelo com 64 GB de armazenamento, US$ 749 com 128 GB e US$ 849 com 256 GB. Já o iPhone 12 Max com tela de 6,1 polegadas (A2479) teria preços estimados em US$ 799 (64 GB), US$ 849 (128 GB) e US$ 949 (256 GB).
Esses dois seriam os modelos de base da nova geração, tanto que foram os únicos citados com 64 GB de armazenamento. De acordo com o leaker, o iPhone 12 deverá ter bateria de 2.227 mAh e o iPhone 12 Max, de 2.815 mAh.

O iPhone ainda mais caro

As variantes Pro do smartphone, porém, devem começar já com 128 GB de armazenamento, e todos eles podem custar mais de 1 mil dólares:
  • iPhone 12 Pro (A2431): US$ 1.049 (128 GB), US$ 1.149 (256 GB) e US$ 1.349 (512 GB)
  • iPhone 12 Pro Max (A2466): US$ 1.149 (128 GB), US$ 1.249 (256 GB) e US$ 1.449 (512 GB)
A bateria do iPhone 12 Pro seria de 2.775 mAh e a do iPhone 12 Pro Max, de 3.687 mAh. É interessante notar, também, que a capacidade das baterias citadas pelo informante coincidem com documentos divulgados anteriormente sobre os celulares.
É esperado que os modelos Pro do iPhone 12 tragam um novo carregador de 20W (A2244), embora a versão com 5W também tenha sido encontrada em registros.
Fonte: Tecmundo.

Apple Watch Series 6 pode ter um recurso vital para a era dos coronavírus

Os próximos meses serão profícuos no que toca a novidades Apple. As últimas novidades, para lá do recorde de receitas no segundo trimestre, dizem-nos que haverá atrasos na entrega do iPhone 12. Contudo, na calha estão outros dispositivos que também serão apresentados até ao final do ano. O Apple Watch, series 6, é um deles e, ao que tudo indica, pode trazer um recurso vital para a era dos coronavírus.
A Apple supostamente vai incluir no seu smartwatch um sensor de monitorização do oxigénio no sangue.
Imagem Apple Watch com ECGOxímetro no Apple Watch 6
A Apple quer que o seu Apple Watch 6 seja ainda mais determinante para vigiar a saúde e o bem-estar dos utilizadores. Como tal, e numa altura em que a COVID-19 tem provocado sintomas tão variados e arbitrários nos doentes, há indícios que são importantes vigiar. Conforme foi notado, os oxímetros de pulso começaram a sair das prateleiras das lojas nos primeiros dias da pandemia. Isto porque os baixos níveis de oxigénio no sangue podem ser um sinal da doença.
Provavelmente a empresa de Cupertino nem teria, no ano passado, a ideia de usar este recurso para ajudar na pandemia, mas pode ser um recurso importantíssimo.
De acordo com um relatório da DigiTimes, a Apple fez um acordo de produção com a ASE Technology, para o lançamento do Apple Watch Series 6, que se espera ser no final deste ano. Conforme foi percebido, o novo modelo do Apple Watch será o primeiro com um sensor de monitorização do oxigénio no sangue. Assim, as pessoas em vez de ter que comprar um dispositivo separado para verificar os seus níveis de oxigénio no sangue, basta verificar o Apple Watch Series 6.
Supostamente, o sensor de frequência cardíaca do Apple Watch possui hardware integrado para detetar a saturação de oxigénio no sangue. Mas até hoje esta funcionalidade nunca foi ativada.
Esta não é a primeira vez que se aflora a existência de um sensor de oxigénio no sangue no Apple Watch. Como devem estar lembrados, no início do ano foi encontrado código no iOS 14 beta que sugeria que a capacidade de ler os níveis de oxigénio no sangue estava no plano da gigante tecnológica.
Contudo, nenhuma menção ao recurso foi feita na WWDC 2020, onde o watchOS 7 foi anunciado. No entanto, há fontes a afirmar que a empresa de Cupertino estava à espera de ter a certeza do hardware que suporta o recurso antes de o publicitar.

Este recurso está já presente há algum tempo noutros smartwatches, como o Huawei Watch GT2ou o  Galaxy Watch Active 2.
Fonte: Pplware.

Apple adquire uma startup que transforma iPhones em terminais de pagamento

A Apple aposta desde há muitos anos em ter dentro do seu ecossistema tudo o que compõe a sua atividade. A ideia é remover terceiros da sua ação e isso vê-se ao nível do software, do hardware e serviços. Ora é precisamente aqui que a empresa quer acrescentar algo para tirar “outros” do meio. Isto é, o sistema de pagamentos Apple Pay é muito rentável, seguro e importante para a estratégia da empresa, mas tem no meio dispositivos, terminais de pagamento, a quem a Apple tem de pagar para usar. É aqui que entra a Mobeewave e o iPhone.
Segundo o que está agora a ser dado a conhecer, a empresa de Cupertino terá adquirido a startup pelo valor de 100 milhões de dólares, o que irá trazer uma inovação à operação de pagamentos.
Imagem iphone com Apple Pay e pagamentos contactless
Transformar um iPhone num terminal de pagamento

A empresa Mobeewave desenvolveu tecnologia para transformar iPhones em terminais de pagamento móvel. A gigante de Cupertino confirmou o acordo numa breve declaração onde falou na sua estratégia para esta aquisição.
A Apple compra empresas de tecnologia menores de tempos em tempos e geralmente não discutimos os nossos propósitos ou planos.
Referiu um porta-voz da Apple à Bloomberg. Apesar desta confirmação, a empresa referiu nada sobre o preço de aquisição.

Como funciona a tecnologia da Mobeewave?

A ideia parece simples e irá trazer ao ecossistema Apple mais usabilidade, na questão dos pagamentos. Assim, a Mobeewave irá permitir que uma empresa, no momento de cobrar um pagamento, use um iPhone para aceitar pagamentos com cartão de crédito recorrendo apenas a “um toque no telefone”.
O que isso significa é que um comprador pode simplesmente tocar no seu cartão de crédito ou smartphone na parte de trás do smartphone para processar um pagamento. O sistema funciona através de uma aplicação da Mobeewave, bem como da tecnologia NFC.
A demonstração no site do Moobeewave mostra o processo em três passos:
  • 1.º inserir o valor da transação;
  • 2.º toque com o cartão do cliente na parte traseira do seu dispositivo;
  • 3.º o pagamento é processado no seu dispositivo.
Existem várias maneiras pelas quais a empresa da maçã pode incorporar esta tecnologia no iPhone ou noutros produtos. Conforme facilmente se percebe, este recurso pode ser uma maneira de a Apple expandir a sua plataforma Apple Play. Além disso, pode entrar noutras áreas, como a área das plataformas de ponto de venda (nos EUA existe uma empresa forte, nesta área, a Square).
Imagem de terminal de pagamento com iPhone e Apple Pay

Potenciar a utilização do Apple Card

Não podemos esquecer que a Apple no passado ano fez um importante investimento. A empresa de Cupertino lançou o Apple Card. Assim, com a tecnologia da Mobeewave poderá integrar-se nesse ecossistema, incluindo a aplicação Apple Wallet.
As notícias da aquisição da Mobeewave vêm no seguimento das declarações de Tim Cook. Este falou sobre a estratégia da Apple para adquirir outras empresas. Num esforço para diferenciar a empresa da maçã de outras empresas de tecnologia, que compram potenciais concorrentes para aniquilar a concorrência, Cook enfatizou que a Apple adquire uma empresa para, eventualmente, implementar a sua tecnologia no iPhone.

Contudo, é de salientar que a Samsung fez uma parceria com a Mobeewave no ano passado para permitir que os seus telefones usassem a tecnologia.
Fonte: Pplware.