23 de set. de 2022

Apple Watch Ultra: Primeiras impressões Pplware

 Tal como estava anunciado, dia 23 de setembro, a Apple começava a entregar o Apple Watch Ultra. O nosso chegou e já o estamos a usar para ver o potencial. Afinal, trata-se do mais avançado smartwatch lançado pela Apple. Logo quando abrimos a caixa percebemos que é um dispositivo especial para a empresa de Cupertino. Os cuidados com a embalagem e a informação está acima da média. Depois... é bonito, estamos perante um equipamento topo de gama.

Estas são as nossas primeiras impressões. Mais tarde, vamos experimentar o que traz de valioso este relógio. O que escolhemos foi Apple Watch Ultra com caixa em titânio e bracelete Ocean meia-noite.

A caixa

Não há dúvida que o toque, o olhar, a impressão de organização está nos objetivos da Apple. E não engana. Tudo bem embalado, com materiais de qualidade e um grafismo que enquadra a escola do smartwatch com a própria embalagem.

Portanto, a caixa traz o Apple Watch Ultra, os seus manuais e informações de garantia, e traz a bracelete. A escolhida foi a Ocean meia-noite.

O relógio bem devidamente acompanhado por um carregador que desta vez vem com um cabo protegido com fibra de tecido, tal como o cabo, por exemplo, do HomePod. Mais refinado e sem dúvida, duradouro.

Apple Watch Ultra: instalação

A instalação é simples. Aliás, basta ligar o relógio e o iPhone recebe de imediato a informação que está disponível um novo Apple Watch. Este smartwatch traz uma série de novos menus com mais pedido de confirmações e escolhas.

Além de uma nova lista de opções para o botão Ação, há também uma interface muito interessante que permite passar o plano de comunicações do eSIM do operador de um Apple Watch para outro. Resta saber se a Vodafone permite esta "passagem" ou vai exigir um novo eSIM (e novo pagamento).

Depois de algumas questões, o Apple Watch está pronto para ser usado e... abusado. Uma nota para a velocidade de configuração inicial, está mais rápida que as versões anteriores.

Utilização e características

Agora que já configurámos o equipamento, tem o eSIM, os cartões no Apple Pay, aplicações e informações na app Saúde, é hora de lhe dar uso. Um dado curioso é o peso. Apesar de ser mais robusto e maior, nota-se uma leveza. Isto é, quando o vi na caixa deu aspeto de ser mais pesado. E de facto não é.

Quanto ao ecrã, bom, estamos perante um ecrã Retina com 2000 nits e toda uma interface colorida, complicações muito bem organizadas e um grupo de ferramentas para tirar proveito dos muitos sensores presentes dentro deste "computador de pulso".

Tal como já referimos anteriormente, a Apple apresentou no passado dia 7 deste mês o Apple Watch Ultra. O primeiro smartwatch da empresa para um segmento mais "todo-o-terreno" onde são exigidos mais recursos, mais sensores, mais funcionalidades e, acima de tudo, mais bateria.

A Apple equipou-o com uma caixa em titânio, muito resistente, GPS de dupla frequência e alta precisão, uma bateria com autonomia até 36 horas (podendo ir até às 60 horas), certificação EN13319, que é uma norma técnica de testes para mergulho. Estes testes capacitam o Apple Watch Ultra para poder ser usado em mergulho até 40m.

Além disso, inclui sensores de deteção de acidente automóvel, deteção de quedas, sensores para ECG, sensores de temperatura, leitura do oxigénio no sangue, eSIM, sirene com 86 decibéis, estrutura capaz de aguentar temperaturas negativas até -20 °C ou calor escaldante do deserto a 55 °C... e muito mais.

O Apple Watch Ultra é certificado pelos aspetos relevantes MIL-STD-810H, usado para equipamentos militares e popular entre os fabricantes de equipamentos robustos. Este novo smartwatch também é certificado para WR100, o que quer dizer que pode ser usado para mergulho recreativo até 40 metros e desportos aquáticos de alta velocidade.

Portanto, daqui em diante o que vamos fazer é usar e testar nos vários ambientes onde a Apple disse que se destacava. Também estamos curiosos por verificar se as 36 horas de autonomia, com as atividades físicas, sempre são reais.

Por último, as braceletes dos modelos anteriores também encaixam neste, mais concretamente a da caixa de 42 e 45 mm. Em breve uma análise com mais detalhe aqui no Pplware.com.

Fonte: Pplware.







iPhone 14: Deteção de acidente será que funciona mesmo ou é… conversa da Apple?

 Um dos trunfos que a Apple apresentou no iPhone 14 e nos novos modelos do Apple Watch é uma funcionalidade que se chama Deteção de acidente. Basicamente, dentro destes novos dispositivos há um conjunto de novas tecnologias que detetam quando o condutor ou passageiro dentro de um automóvel sofrem um acidente. O dispositivo chama a emergência médica de imediato. Nos últimos dias, com o iPhone 14 nas mãos dos utilizadores, alguns já fizeram testes a esta nova funcionalidade sentinela. Mas será que de facto funciona?

Um YouTuber engendrou um cenário real de colisão frontal de um automóvel. Dentro do veículo ia um iPhone 14 Pro. Bom, no final de contas, o sistema Deteção de acidente funcionou ou é conversa de marketing da Apple?

Imagem iPhone 14 com Deteção de acidente ativada

Deteção de acidente, funciona?

Não há dúvidas que a Apple é a empresa mais inovadora no que toca à introdução de serviços de socorro nos seus dispositivos. Isto, combinado com funcionalidades dedicadas à saúde e bem-estar, tem vindo a salvar muitas pessoas, os testemunhos assim o comprovam.

Segundo a Apple, a nova funcionalidade de Deteção de acidente pode atuar se o iPhone 14 detetar que o ocupante do veículo teve um acidente de automóvel grave. Então, o dispositivo liga para os serviços de urgência e notifica os seus contactos de emergência.

Como o iPhone vê, ouve e avalia um acidente?

A empresa de Cupertino colocou dentro dos Apple Watch 8 e Ultra um sistema que recebe dados do acelerómetro, giroscópio, barómetro, microfone e GPS. Depois, com esses dados, recorrendo à aprendizagem automática e a um algoritmo treinado, o sistema deteta que houve um acidente e faz o contacto de emergência.

Na linha do iPhone 14, portanto, todos os modelos, a Apple colocou também nova tecnologia. Aliado aos mesmos sensores presentes nos Apple Watch deste ano, a Apple introduziu nos novos iPhones um giroscópio de gama alta dinâmica, assim como um acelerómetro de dois núcleos capaz de detetar forças de 256 Gs.

O sistema avalia da seguinte forma, citando a Apple:

  • Mudanças repentinas da velocidade: O novo acelerómetro de força-g elevada deteta acelerações e paragens extremas até 256 g.
  • Alterações na pressão da cabine: O barómetro deteta as alterações de pressão quando os airbags abrem.
  • Alterações abruptas da direção: O giroscópio de elevada amplitude dinâmica deteta mudanças drásticas na orientação do automóvel.
  • Sons altos provocados por impacto: Durante a condução, o microfone capta os níveis extremos do som de uma colisão. Para salvaguardar a sua privacidade, o processamento é feito no seu iPhone.
  • Testes de colisão em laboratório: Desenvolvemos algoritmos avançados de movimento através de testes de colisão frontal, traseira, lateral e capotamentos.
  • Dados de colisões reais: Recorremos também a dados públicos sobre sinistralidade para que a Deteção de acidente seja o mais precisa possível.

Para testar se é de facto assim como a empresa diz, um YouTuber decidiu fazer exatamente isso num cenário quase da vida real. O teste revela o que a Apple descreve como um "acidente de automóvel grave" e como o iPhone 14 Pro lida com esta situação.

O YouTuber TechRax publicou um vídeo de 6:27 minutos. Num carro sem ninguém dentro, tentou simular alguns acidentes de automóvel. Embora pequenas colisões não sejam suficientes para desencadear esta funcionalidade, ele foi capaz de mostrar a Deteção de acidente a trabalhar duas vezes com o iPhone 14 Pro.

É importante frisar que não só o carro não estava a ser conduzido por ninguém, como também estava num campo aberto, sem ninguém por perto. Não tente isto em casa, por favor.

Nisto tudo, o que é interessante de ver no vídeo é que a Deteção de colisões não requer uma colisão tão grave como os vídeos promocionais da Apple poderiam sugerir. O carro não precisa de capotar, pois o iPhone utiliza mais sensores para ativar a função - tal como o som de um acidente de viação.

Apesar de muitos não verem grandes novidades no novo iPhone 14, pouco a pouco ele revela-se no mais evoluído smartphone da atualidade e não podemos esquecer o sistema de emergência via satélite.

Fonte: Pplware..

Apple lança o iOS 16.0.2 para tratar problemas com câmara, copiar/colar e mais situações

 A Apple tem estado a atualizar o novo iOS 16 a um ritmo elevado, sempre a procurara melhorar o que este oferece ao iPhone. Quer resolver as situações não apenas nos novos modelos, mas também nos mais antigos e que estão há anos nas mãos dos utilizadores.

Depois de termos vistos novidades nas 2 últimas semanas, surge agora mais uma atualização. O iOS 16.0.2 acaba de chegar, procurando resolver mais algumas questões abertas e que estão a causar problemas aos utilizadores.

iOS 16 iPhone atualização colar câmara

Tal como a atualização anterior, a Apple quer com esta nova versão corrigir problemas que foram detetados recentemente. São problemas que o iOS 16 trouxe e de que os utilizadores se vinham a queixar, alguns até exclusivos do novo iPhone 14, que chegou na passada semana ao mercado.

O que o iOS 16.0.2 resolve

A Apple reuniu assim várias correções no iOS 16.0.2, lançando-a para o iPhone e para os seus utilizadores. Assim, esta atualização fornece correções de erros e atualizações de segurança importantes para o iPhone, incluindo as seguintes:

  • A câmara podia vibrar e gerar fotos desfocadas ao usar algumas apps de terceiros para capturar no iPhone 14 Pro e no iPhone 14 Pro Max.
  • O ecrã podia aparecer completamente preto durante a configuração do dispositivo.
  • A ação de copiar e colar entre apps podia gerar o surgir de um aviso de permissão com uma frequência maior do que o esperado.
  • O VoiceOver podia estar indisponível após reinicializar.
  • Aborda um problema onde a entrada de toque não gerava resposta em alguns ecrãs do iPhone X, iPhone XR e iPhone 11 após serem reparados.

Atualização trata da câmara e do copiar/colar

Ficam assim resolvidos os problemas que vinham a afetar o novo iPhone 14 Pro, em especial no que toca às câmaras fotográficas. Como mostrámos, estas apresentavam um comportamento estranho e um ruído anormal, associado a vibração, quando usadas em apps externas à Apple.

Ao mesmo tempo, e após muitos pedidos, também a autorização de colar texto nas apps ficou simplificado e reduzirá o número de autorizações. A nova versão está já disponível e pode ser instalada no iPhone, através do processo normal que a Apple há vários anos tem presente.

Fonte: Pplware.



21 de set. de 2022

iPhone 14 Pro: Há mais 2 problemas a afetar este novo smartphone da Apple

 A chegada do iPhone 14 Pro ao mercado não tem estado isenta de problemas. Este smartphone da Apple tem acumulado notas positivas, mas ainda assim há pormenores que não estão a deixar os utilizadores satisfeitos.

Os problemas afetam as câmaras, mas não só! 

iPhone 14 Pro Apple câmara AirDrop problemas

Foi no início desta semana que ficou claro que havia um problema com a câmara do iPhone 14 Pro e do Pro Max. Esta não podia ser usada em apps que não pertenciam à Apple, tremendo e apresentando um ruído, acompanhado de uma vibração anormal.

Agora, com a Apple a revelar que irá tratar do problema anterior, surge mais um para a gigante de Cupertino resolver. Falamos de uma lentidão anormal ao abrir a app Câmara no iPhone 14 Pro. Esta situação parece acontecer apenas quando se volta a abrir a app, depois desta ter sido usada.

iPhone 14 Pro Apple câmara AirDrop problemas

Outro pormenor nesta situação, é que apenas afeta estes 2 modelos (iPhone Pro e Pro Max). Caso esteja a ser usada a parte de vídeo, o problema parece não se manifestar e a utilização é normal. O mesmo não acontece caso seja uma fotografia a opção ativa.

Um segundo problema está também presente neste novo smartphone da Apple. Neste caso, a falha é na utilização do AirDrop e na partilha de ficheiros e informações entre diferentes dispositivos da Apple. Partindo do iPhone 14, em alguns casos, nada acontece.

iPhone 14 Pro Apple câmara AirDrop problemas

O relatado pelos utilizadores mostra que ao escolher a partilha com um contacto, o AirDrop fica bloqueado e mostra apenas a mensagem "a aguardar", sem que a ligação entre o iPhone 14 e o dispositivo de destino aconteça. A solução, temporária, passa por mudar o envio para todos os contactos e não apenas para um.

Estas duas soluções ainda estão por resolver pela Apple, que deverá em breve mostrar uma solução. Surgirá com uma atualização do iOS 16, mas mostra que há problemas por resolver no iPhone 14 Pro e que não deveriam ter chegado aos utilizadores.

Fonte: Pplware.

Apple Watch Ultra: duas novas aplicações já estão na App Store

 O Apple Watch Ultra está quase a chegar às mãos dos utilizadores. Dia 23 deste mês, sexta-feira, um pouco por todo o mundo, um dos mais completos smartwatches do mercado começa a circular no pulso de milhões de pessoas. A Apple, na apresentação, prometeu muitas novidades e junto com elas estão aplicações desenvolvidas para mergulho e outras dedicadas aos serviços de emergência. Assim, a app Depth e Siren já estão disponíveis.

Estas ferramentas serão importantes para tirar proveito de algumas das melhores funcionalidades do Ultra.

Apple Watch Ultra: duas novas aplicações já estão na App Store

Aplicações exclusivas para o Apple Watch Ultra

O Apple Watch Ultra foi anunciado no evento especial da Apple em setembro junto com o Apple Watch Series 8, que já está nas lojas, ao contrário do Apple Watch Ultra que só estará disponível a partir desta sexta-feira.

Antes do seu lançamento, duas aplicações da Apple exclusivas para o Ultra já "deram à costa" na App Store, Siren (Sirene) e Depth (Profundidade).

 

Siren, para casos de emergência

A app Siren, tal como o nome indica, é uma aplicação que permite usar o poder de alerta sonoro, uma sirene, para chamar à atenção. Como este modelo de Apple Watch é voltado para pessoas que praticam desportos radicais em locais remotos, a Apple adicionou um novo altifalante dedicado a emitir sons de alta frequência que podem ser ouvidos a longa distância.

Segundo a Apple, a app Siren emite um alerta sonoro de 86 decibéis que pode ser ouvido a até 180 metros de distância. O recurso pode ser útil quando a pessoa está perdida ou ferida e precisa chamar a atenção de alguém para obter ajuda.



Com base em screenshots da App Store, a interface é muito simples, com um botão no centro do ecrã para iniciar ou parar a sirene. A aplicação também mostra o nível da bateria do Apple Watch e um atalho para ligar para os serviços de emergência.

Depth para atividades subaquáticas

Uma segunda aplicação desenvolvida exclusivamente para o Apple Watch Ultra é a Depth. Esta será usada para monitorizar atividades de mergulho até 40 metros de profundidade. Veja como a Apple descreve a nova aplicação:

Use a aplicação Depth para atividades subaquáticas recreativas até 40 m, desde snorkeling e mergulho livre, até simplesmente brincar numa piscina. Veja a sua profundidade atual, temperatura da água, duração debaixo de água, bem como a profundidade máxima que atingiu até 40 m. Escolha ativar automaticamente assim que estiver submerso ou simplesmente toque na aplicação Depth para iniciar.

Esta será uma ferramenta muito interessante para quem gosta de fazer desportos aquáticos. Para os outros, poderá ser usada, por exemplo, para saber a temperatura da água.

Sem surpresa, as novas aplicações, que são gratuitas, não podem ser instalados em modelos regulares do Apple Watch.

A Apple disponibiliza este software na App Store, apesar destas ferramentas virem já instaladas nativamente.

Fonte: Pplware