29 de set. de 2022

Apple ouviu os utilizadores e o Stage Manager vai mesmo chegar a alguns iPads mais antigos

 A Apple apresentou o Stage Manager como uma forma de trazer ainda mais usabilidade aos iPads e ao próprio iOS. Este muda completamente a forma como os utilizadores vão usar as apps presentes, procurando tornar a multi-tarefa ainda mais presente e acessível.

Uma das especificações do Stage Manager era a presença do SoC M1 nos iPads, algo que muitos argumentaram não ser lógico. Os pedidos para a Apple repensar esta sua escolha eram muitos e a empresa parece ter ouvido os utilizadores. Assim, o Stage Manager vai mesmo chegar a alguns iPads mais antigos.

Stage Manager iPads Apple iPad M1

A Apple está a guardar para o iPadOS 16.1 a chegada de muitas das novidades que apresentou para os iPads na WWDC de 2022. Este movimento foi adiado para esta versão devido a alguns problemas com a nova versão e com as funcionalidades que eram esperadas.

Com esta versão cada vez mais perto de ser uma realidade, a gigante de Cupertino tem uma novidade para dar aos utilizadores dos iPads mais antigos. Não é uma disseminação geral, mas a utilização do Stage Manager foi alargada a novos equipamentos. 

Isso muda com a versão beta dos programadores mais recente do iPadOS 16, que acabou de ser lançada. Agora, a Apple está a fazer o Stage Manager funcionar com vários dispositivos mais antigos: funcionará no iPad Pro de 11 polegadas (primeira geração e posterior) e no iPad Pro de 12,9 polegadas (terceira geração e posterior)

Especificamente, estará disponível nos modelos de 2018 e de 2020, que usam os SoC A12X e A12Z, em vez de apenas o M1. 

No entanto, há um recurso notável ausente para os modelos mais antigos do iPad Pro - o Stage Manager funcionará apenas no ecrã do iPad. Não poderá alargar a sua apresentação num monitor externo.

Claro que esta novidade não vem sem uma condição, mas que é na verdade compreensível. A Apple colocar o Stage Manager nos iPads mais antigos, mas não lhes dá a capacidade de usar esta novidade com um monitor externo ligado.

Stage Manager iPads Apple iPad M1

O Stage Manager é a principal novidade do novo iPadOS 16.1, mas não tem sido pacífica a sua chegada aos iPads. O macOS Ventura terá uma funcionalidade similar, o que fará uma nova aproximação entre estes 2 sistemas, algo que muitos querem há muitos anos. A Apple quis mostrar a sua utilidade e por isso mostrou as vantagens.

Apresentámos o Stage Manager como uma forma totalmente nova de realizar várias tarefas com janelas sobrepostas e redimensionáveis ​​no ecrã do iPad e num ecrã externo, com a capacidade de executar até oito aplicações em tempo real e ao mesmo tempo no ecrã. 

Fornecer esse suporte a vários monitores só é possível com o poder total dos iPads baseados em M1. Os clientes com iPad Pro de 3ª e 4ª geração manifestaram grande interesse em poder experimentar o Stage Manager nos seus iPads. 

Em resposta, as nossas equipas trabalharam arduamente para encontrar uma forma de fornecer uma versão de ecrã único para esses sistemas, com suporte para até quatro aplicações em tempo real e de uma só vez no ecrã do iPad.

Algo que aparentemente passou despercebido é uma limitação inicial do Stage Manager quando for lançado. Mesmo os iPads com o SoC M1 apenas vão receber a ligação a um monitor externo mais tarde, numa atualização, a ser lançada ainda este ano.

Fonte: Pplware.

CEO da Epic Games reage ao imposto sobre os NFT e diz que a Apple tem de ser parada

 Recentemente, a Apple autorizou a venda de NFTs na sua App Store. No entanto, associou-lhe um imposto que já está a ser alvo de críticas. Uma delas tem como emissor o CEO da Epic Games, que afirmou que a Apple tem de ser parada.

A opinião não é unânime entre os líderes da indústria.

Apesar de a Apple ter decidido autorizar a venda de NFTs na sua loja de aplicações, a novidade não está a receber o feedback que se esperava. Isto, porque a gigante tecnológica resolveu, a par disso, associar um imposto, no valor da sua comissão padrão de 30%, sobre os tokens vendidos nas aplicações.

Na opinião dos líderes da indústria, esta decisão resulta num preço “grotescamente exagerado”. Para referência, a Decrypt menciona o líder do mercado dos NFT, OpenSea, que cobra uma comissão de 2,5% sobre as vendas.

CEO da Epic Games, Tim Sweeney

CEO da Epic Games, Tim Sweeney

Num tweet, o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, demonstrou a sua revolta, escrevendo que a Apple está a “a matar todos os negócios de aplicações NFT que não pode taxar”, e a esmagar “outra tecnologia nascente que poderia rivalizar com o seu grotescamente sobrevalorizado serviço de pagamento in-app”. Na mesma publicação, o executivo alerta que a empresa de Cupertino “deve ser parada”.

Segundo um relatório do The Information, o mercado de NFT Magin Eden decidiu retirar-se da App Store, depois de saber da comissão sobre as vendas que a Apple estabeleceu.

Apesar desta opinião do CEO da Epic Games, há outros membros da indústria a considerar que a mudança vai aumentar a adoção dessas tecnologias, no mundo inteiro, bem como a acreditar que os jogos móveis vão beneficiar com a decisão. Efetivamente, a App Store reúne mais de mil milhões de utilizadores do iPhone, ao passo que, durante o pico da procura por NFTs, no início do ano, a OpenSea recolheu pouco mais de um milhão de utilizadores mensais.

Fonte: Pplware.



27 de set. de 2022

Desmontagem do Apple Watch Ultra confirma… é robusto, mas não é fácil reparar

 A Apple ao longo dos anos tem melhorado no que toca à "montagem" da estrutura interna dos seus dispositivos. Ora por questões próprias da arquitetura escolhida, ora por pressões dos reguladores, a verdade é que o iPhone 14 foi disso um exemplo. No entanto, o mais recente produto da gama Apple Watch, o Ultra, parece ainda não estar alinhado com esta "política". Ao que parece, este gadget continua a ser um problema.

Quem o diz é a empresa que se tornou especialista em desmontar, avaliar e criticar as estruturas dos equipamentos do ponto de vista da qualidade de construção e de facilidade de reparação. O vídeo mostra o porquê.

Apple Watch Ultra: ainda terá de deixar as reparações para os profissionais

O Apple Watch Ultra foi construído para sobreviver a aventuras ao ar livre. Um duro, fabricado com materiais premium, não parece dar oportunidade a que qualquer pessoa faça uma reparação se esteve avariar. Segundo a iFixit, após ter feito um vídeo a desmontar peça por peça deste relógio, o Ultra não é significativamente mais reparável do que os seus equivalentes regulares.

Enquanto houver parafusos externos na parte de trás, vai destruir uma junta impermeabilizante se abrir essa mesma parte. E nem sequer pense em passar pela frente - é difícil evitar partir o ecrã, pelo menos sem ferramentas especiais.

Imagem Apple Watch Ultra desmontado pela iFixit

Também é complicado aceder à bateria e a outros componentes. A desmontagem permite perceber bem o quanto "cresceram" os novos altifalantes no Apple Watch Ultra, em comparação com a Série 8.

A empresa refere que o facto deste equipamento trazer altifalantes para ajudar na funcionalidade Sirene, a verdade é que mesmo que nunca use a Sirene, os altifalantes vão seguramente ajudar com a qualidade da chamada e outras aplicações de áudio.

Este não é, então, o avanço na facilidade de arranjo que se viu no iPhone 14 base. Assim, se tiver uma avaria, não o deixe nas mãos de quem não sabe no que está a mexer, terá de o levar a um reparador autorizado.

Mesmo assim, a análise da iFixit é otimista, o Watch Ultra representa um caminho em direção a um novo conjunto de dispositivos mais reparáveis. Embora não seja claro se os futuros smartwatches darão esse salto, não será chocante dada a crescente pressão política sobre a indústria tecnológica para criar dispositivos de manutenção mais fácil.

Fonte: Pplware.

Apple Watch Ultra: Youtuber testa resistência do relógio à martelada

 Nos dias que temos testado o Apple Watch Ultra podemos afirmar que é um equipamento de altíssima qualidade. Estamos, claro, a falar quer nos materiais, quer no software que o equipa. Contudo, há quem queira ir mais além e levar certos "testes" a um nível excêntrico. Claro, há quem goste de ver certos cenários que são completamente irreais.

Um youtuber decidiu pegar num Ultra e, à marretada, quis mostrar como este smartwatch é resistente e resiliente. O vídeo fala por si!

Imagem Apple Watch Ultra

Nem que seja à marretada!

A Apple apresentou recentemente o Apple Watch Ultra para um segmento onde os tradicionais smartwatches da marca ficavam aquém, isto é, os utilizadores que fazem desportos mais radicais. Assim, o Ultra não é um relógio para todos. Não é por vários motivos. Porque é caro, custa mais de mil euros, porque é grande, tem um ecrã de 49 mm, porque tem funcionalidades que a grande maioria dos utilizadores nunca vai usar.

Apesar destas "características" o smartwatch tem tudo o que os outros têm mais o que a Apple lançou neste início de setembro, como, por exemplo, a deteção de acidentes rodoviários. Portanto, é uma máquina.

Não há dúvida que esta oferta já entra na linha de outras marcas, como, por exemplo, a oferta da Garmin, uma marca com equipamentos de topo para desporto. Aliás, a própria Garmin "sentiu necessidade" de vir dar uma bicada à Apple, claro, no ponto onde a Garmin não dá hipóteses: na autonomia.

O que a Garmin oferece a mais no mundo do desporto, a Apple oferece na monitorização e utilização do dia a dia, com tecnológicas disruptivas e inovadoras, como o ECG. Seja como for, o Ultra veio como um Duro.

Youtuber usa martelo para testa resistência do Apple Watch Ultra

Um YouTuber testou as alegações da Apple sobre a durabilidade do Apple Watch Ultra, colocando-o contra um teste de queda, um pote de pregos e golpes repetidos com um martelo para testar o cristal de safira que protege o ecrã.

O canal TechRax, popular nos testes mais radicais com os produtos Apple, testou pela primeira vez o ‌Apple Watch Ultra‌, deixando-o cair de cerca de um metro e meio de altura. O ‌Apple Watch Ultra‌ ficou praticamente intacto, além de algumas pequenas marcas, nada de especial aconteceu na caixa de titânio. Em seguida, o ‌Ultra‌ foi misturado num pote de pregos e mais uma vez ficou sem marcas visíveis.

Não satisfeito, o youtuber também testou a durabilidade da cobertura em cristal de safira do ‌Apple Watch Ultra‌ e foi literalmente à marretada!!! Sem só nem piedade, o relógio sofreu repetidos golpes com o martelo. Conseguiu resistir a vários, mas o youtuber lá conseguiu partir o ecrã. Note-se que antes disso o autor desta proeza primeiro conseguiu partir a mesa.

Imagem da mesa partida do youtuber

Embora o ecrã do ‌Apple Watch Ultra‌ não tenha sofrido danos inicialmente, o relógio não voltou a ligar depois de tanta martelada em cima dele. A falha ao ligar pode indicar que, embora a safira não tenha sofrido danos no início, alguns componentes internos podem ter sofrido avarias com os tremendos impactos.

Obviamente, o teste não é realista ao retratar um caso de uso típico do ‌Apple Watch Ultra‌, mas pode fornecer a alguns clientes garantias sobre a força e qualidade do ecrã de cristal de safira.

Fonte: Pplware.

As queixas de problemas de bateria no iPhone com o iOS 16 continuam a acumular-se

 Lançado há já 2 semanas, o iOS 16 traz muitas novidades para o iPhone e para os utilizadores. Estas eram já conhecidas, mas agora tornaram-se reais e foram finalmente disponibilizadas a todos os utilizadores com equipamentos suportados.

Infelizmente, como temos visto, esta nova versão do sistema da Apple não está livre de problemas, que a empresa tem tentado resolver. Algo que ainda não foi tratado está relacionado com a bateria, que continua com consumos elevados e tem gerado muitas queixas.

bateria iPhone iOS 16 problemas queixas


Novamente problemas de bateria no iOS 16

Não é anormal que o iPhone apresente consumos excessivos de bateria depois de uma atualização do iOS. O sistema necessita de se adaptar ao equipamento e à utilização que é dada, ficando estável ao fim de alguns dias e depois de alguma utilização.

No caso do iOS 16, com duas semanas de utilização, os problemas com os consumos de bateria continuam a persistir. Os utilizadores continuam a reportar esta situação anormal e que impede a utilização do iPhone, sem que a Apple tenha uma solução.

Queixas dos utilizadores do iPhone acumulam-se

É através das redes sociais que os utilizadores do iPhone têm dado voz às suas queixas, apresentado os seus problemas. Acumulam-se as situações relatadas no Twitter, no Reddit, no Instagram e até no TikTok. A questão é sempre a mesma: a vida útil da bateria muito mais reduzida.

Não existe uma razão associada para que este problema aconteça e nem uma solução temporária que possa ser aplicada pelos utilizadores do iPhone. Alguns utilizadores revelamque deverá ser desligada a resposta háptica do teclado, algo que ainda terá de ser confirmado.

Apple não parece estar atenta a estas situações

Depois do lançamento do iOS 16, a Apple já libertou 2 atualizações para resolver problemas quer no iPhone 14, quer nos modelos mais antigos. Ainda assim, estas não parecem ter tratado as situações anormais associadas aos consumos de bateria.

Não está claro se este é um problema que a Apple irá resolver em breve ou se está já focada em resolver. Naturalmente que existem já teorias que dão como certo que esta é a forma da gigante de Cupertino levar à compra do novo iPhone 14.

Fonte: Pplware.



23 de set. de 2022

Quer instalar o Libre Office pela Mac App Store? Prepare-se que terá de pagar

 O Libre Office é a solução que muitos usam para ter uma suite de produtividade de forma gratuita. Sendo uma das propostas que muitos usam para combater o Office ou o iWork, está acessível aos utilizadores de forma gratuita.

Com o anúncio da sua chegada à Mac App Store, uma mudança aconteceu. Quem quiser instalar o Libre Office pela Mac App Store tem agora que pagar um valor. Não se esperava esta mudança, mas a verdade é que é uma situação única e aparentemente simples de contornar.

Libre Office Mac App Store The Document Foundation instalar versão

O Libre Office chegou à Mac App Store

O Libre Office é uma suite de produtividade que surgiu como um fork do conhecido OpenOffice. Esta oferece, de forma gratuita, um conjunto de apps que permite editar documentos, criar folhas de cálculo e outras funcionalidades, usando formatos abertos e que outras apps podem usar.

Esta proposta está acessível em várias plataformas, sempre de forma gratuita e mantida por uma comunidade aberta e muito ativa. O mais recente anúncio trouxe o Libre Office à Mac App Store para ser mais simples de instalar e atualizar no macOS.

Libre Office Mac App Store The Document Foundation instalar versão

Tem de pagar para instalar esta versão

Infelizmente, e como a The Document Foundation revela, a versão disponível na Mac App Store tem um custo associado. Por 8,99 euros, será possível ter acesso a esta suite diretamente da loja de apps da Apple para o seu sistema operativo de desktop.

Segundo é explicado pela The Document Foundation, este valor será investido para apoiar o desenvolvimento do projeto LibreOffice. Reflete também a nova estratégia de marketing do projeto, com o lançamento da versão Community, apoiada por voluntários, versus as restantes versões destinadas a empresas e apoiadas por serviços profissionais.

Libre Office Mac App Store The Document Foundation instalar versão

The Document Foundation vai reinvestir o valor

Apesar de existir este custo na Mac App Store, o Libre Office continua a ser gratuito se for descarregado através do site da The Document Foundation. Aqui todas as versões podem ser obtidas de forma direta e sem qualquer valor a ser pago para o obter e usar.

Esta é uma mudança significativa e que poderá mudar a forma como o Libre Office é disponibilizado aos utilizadores. Este caso da Mac App Store não é ainda limitador, visto poder ser descarregado ainda gratuitamente, mas revela como poderá ser esta suite de produtividade no futuro.

Fonte: Pplware.