15 de out. de 2022

Qual o Apple Watch mais barato atualmente? Veja opções!


 Se antigamente a maioria das pessoas investia em novos relógios apenas para saberem as horas, hoje em dia, esses itens vêm equipados com inúmeras novidades para os consumidores. Assim como os smartphones, os smartwatches também trazem funções para simplificar o cotidiano dos seus usuários, além de ajudarem a garantir uma vida mais saudável.

A Apple, uma empresa reconhecida internacionalmente por seu alto engajamento em novos processos de tecnologia, possui alguns modelos cheios de ferramentas interessantes. Desse modo, na lista abaixo, você poderá descobrir quais são os relógios da linha Apple Watch mais baratos do mercado atualmente, bem como suas especificicações.

Será que chegou a hora de investir em um wearable do tipo? Confira!

Apple Watch Series 3

Preço médio: R$ 1,5 mil

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Com diversos lançamentos nos últimos anos, a Apple chamou a atenção dos consumidores que vêm buscando algo confortável, barato e muito prático dentro do mercado de smartwatches. Nesse sentido, o Apple Watch Series 3 se apresenta como um modelo interessante e que pode atender as demandas cotidianas dos usuários ainda em 2022.

Embora tenha sido lançado em 2017, o item segue em alta como uma boa opção, principalmente para quem nunca teve um Apple Watch. Vale destacar que o relógio conta com 8 GB de memória interna e 468 MB de memória RAM, além de funcionalidades que podem surpreender.

Entre as principais ferramentas úteis, é preciso destacar algumas das mais bem-sucedidas e elogiadas por boa parte dos consumidores. Se você pratica atividades físicas com alguma frequência, você terá um ótimo parceiro para todos os treinos, pois o relógio faz mapeamento de diferentes exercícios.

Além disso, é possível conectar suas redes sociais e receber todas as notificações na tela sem a necessidade de acesso imediato aos canais. Ligações também podem ocorrer diretamente pelo smartwatch, bem como conexão via Bluetooth para escutar músicas e muito mais!

(Freepik/Reprodução)(Freepik/Reprodução)Fonte:  Freepik 

Com um design leve e minimalista, o Apple Watch 3 também possui sensor de luz, deixando a tela visível de forma automática em qualquer ambiente. Há uma outra função particularmente interessante para quem quer ter mais segurança: você pode selecionar de forma prévia alguns contatos que recebem mensagens de socorro com um simples toque.

A bateria pode durar até 18 horas de uso constante e seu carregamento é concluído em 100% da carga em apenas duas horas. Apesar disso, é importante frisar que trata-se de um modelo mais antigo e que algumas funções podem estar ultrapassadas, tendo em vista os lançamentos mais recentes.

Apple Watch SE

Preço médio: 3,3 mil

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Em contraponto à terceira série de lançamentos de relógios da marca, há o Apple Watch SE, que conta com um desenvolvimento mais avançado em todos os termos. De fábrica, já é possível escolher entre três cores diferentes bem estilosas. Com a promessa de ter sensores mais evoluídos, o modelo apresenta maior conectividade e um desempenho mais rápido que o de seus antecessores.

Tudo isso também se reflete no preço final, que é um pouco mais alto que a maioria dos modelos. O Apple Watch SE também vem equipado com um recurso para detecção de acidentes, que faz ligações de emergência quando algo fora do comum acontece, e também possui resistência à água.

A saúde do seu coração também é monitorada 24 horas por dia, 7 dias na semana. Assim, você pode verificar a frequência cardíaca com facilidade e, se algo não parecer certo, você será notificado a procurar um serviço médico.

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Outras questões de saúde também podem ser acompanhadas diretamente do pulso, como a qualidade do sono. Muitos aplicativos também podem ser baixados, incluindo streaming de músicas para ouvir suas canções preferidas, principalmente durante suas atividades físicas. Basta conectar seus fones via bluetooth para escutar tudo da melhor forma.

Há opções de pulseiras, wallpapers e muitas outras personalizações diferentes. Com a Siri, você consegue integrar seus dispositivos e se conectar ainda mais. O item ainda permite que os usuários façam pagamentos por aproximação utilizando seu relógio. Para isso, basta incluir sua Apple Wallet no dispositivo.

O Apple Watch SE também conta com controle de medicamentos, câmera, mapas, agenda, controle da casa inteligente, controle do ciclo menstrual e também um aplicativo exclusivo que alerta sobre todos os ruídos ao seu redor.

Fonte: Tecmundo.

6 Grandes problemas do Ecossistema da Apple

 A menos que tenha estado a dormir durante os últimos anos, provavelmente já ouviu falar do ecossistema da Apple. A empresa tem liderado a tendência de tornar os aparelhos cada vez mais conectados. Não há dúvida que o seu ecossistema torna algumas coisas incríveis possíveis, mas também tem problemas.

Portanto, trazemos hoje 6 deles.

1. O Imposto da Apple: Tudo custa mais

Uma coisa é certa: se quiser comprar produtos da Apple, é melhor estar disposto a pagar bem por eles. Para experimentar o ecossistema da Apple, precisará primeiro de um iPhone, mas mesmo o modelo básico do iPhone 13 começa com um impressionante valor a rondar os 900€.

Muitos compradores consideram um MacBook um investimento de cinco anos, se não mais longo, e há uma razão para isso. Até o portátil mais barato da Apple, o MacBook Air com M1, começa a partir de 1229€. Isso é bastante comparado aos portáteis premium. E embora seja de qualidade, tenha em mente que já tem uns bons anos em cima. Se quiser subir para um MacBook Pro com o mais recente design da Apple, prepare-se para gastar mais de 2000, no mínimo.

Além disso há uma tonelada de tablets que se podem comprar por menos de 100€. Mas o tablet mais barato da Apple, o modelo base do iPad, não teve um redesign significativo desde 2017, e continua a custar 399€. Não há como negar que os produtos da Apple são caros, e embora algumas pessoas possam tentar justificar o custo, por vezes estes produtos podem ter um preço exagerado e não valer o seu dinheiro.

 

2. Há algum conteúdo que simplesmente não se consegue obter

Quando se trata do seu relvado, a Apple decide quem pode e quem não pode jogar. Em 2022, é difícil encontrar alguém que não tenha ouvido falar de Fortnite, mas este jogo popular está visivelmente em falta na App Store.

Isto porque a Apple tem regras estritas sobre o que os criadores de aplicações podem e não podem fazer. A Apple puxou a ficha do Fortnite porque a sua empresa mãe, a Epic Games, implementou um sistema de pagamento onde os utilizadores podiam gastar dinheiro no jogo sem passar pela App Store. A Epic Games reagiu apresentando uma ação judicial contra a Apple.

Há um monte de regras sobre o que as empresas podem e não podem fazer na App Store. Desde que tipo de conteúdo é permitido, até como esse conteúdo lhe é entregue a si.

 

3. Siri é uma enorme dor de cabeça

A Apple estava muito à frente quando revelou a Siri em 2011, mas desde então, a assistente de voz ficou muito atrás de rivais como a Alexa da Amazon e o Google Assistant.

Na maioria das vezes, a Siri é apenas mais problemática. Se quiser usar a Siri para gerir a sua casa, terá de seguir as regras da Apple. Isto significa comprar um HomePod caro ou um HomePod mini e ter uma gama muito menor de dispositivos com os quais a Siri pode trabalhar.

Há tantas características que outros assistentes de voz podem fazer que a Siri simplesmente não pode. Enquanto esta não pode sequer chamar-lhe um Uber, o Google Assistant pode traduzir 44 idiomas em tempo real. Embora a Apple tenha o ecossistema mais robusto do mundo tecnológico, ainda é alimentada pela IA mais "lenta" de todas.

Imagem Siri da Apple versus Google Assistant

 

4. A Apple parece estar sempre atrasada

Se investiu profundamente no ecossistema da Apple, é provavelmente alguém que gosta de tecnologia. Se é uma pessoa atenta, percebe que outras empresas lançam dispositivos incríveis aos quais a Apple simplesmente não tem uma resposta.

A Samsung revelou o seu primeiro dispositivo Galaxy Fold em 2019 e, desde então, temos visto o smartphone dobrável passar de uma novidade cara para uma opção séria para muitos consumidores. Quer se escolha o Galaxy Z Flip ou Galaxy Fold, a Samsung provou que os telemóveis dobráveis estão aqui para ficar. Infelizmente, não temos qualquer pista sobre quando um iPhone dobrável irá chegar; se é que alguma vez irá.

A Apple tornou-se a gigante tecnológica que é hoje porque estava disposta a assumir riscos e a abraçar novas tecnologias. Mas em muitos aspetos, parece que a empresa ficou muito atrás da concorrência.

 

5. O Ecossistema foi concebido para ser difícil de abandonar

Como um bom livro, o ecossistema da gigante pode deixá-lo viciado. Em breve, poderá aperceber-se de que pegou não só num iPhone mas também num iPad, num MacBook, e num Apple Watch. E não se esqueça dos seus AirPods e do monte de adaptadores que recolheu ao longo do caminho.

Depois de ter investido centenas ou milhares de euros em qualquer coisa, é difícil recuar. Assim, embora possa estar cansado do iOS e pronto para verificar as opções do Android, se tiver muitos outros dispositivos Apple, só isso pode impedi-lo de mudar.

Não se esqueça que deixar o ecossistema da Apple significa perder o acesso a quaisquer aplicações ou subscrições premium que tenha adquirido através da App Store. Como resultado, dizer adeus ao iPhone pode ser mais difícil do que pensava.

 

6. Os carregadores são uma confusão

A Apple foi um dos primeiros grandes fabricantes a aderir ao USB-C com a sua linha MacBook em 2015. Mas ironicamente, ainda se recusa a adicionar o USB-C ao iPhone. Em vez disso, obriga-nos a usar o Lightning, que já tem uma década.

Toda a linha de AirPods da Apple também está presa ao Lightning. Para completar, o Apple Watch não pode usar USB-C ou Lightning. Em vez disso, precisa de um carregador próprio, o que só contribui para aumentar a confusão.

No fim de contas, o ecossistema Apple torna algumas coisas incríveis possíveis, mas essas grandes características vêm quase sempre a um preço.

Fonte: Pplware.

Como ativar o Modo Rua do Nubank


 Relatos de roubo ou furto de celular com o objetivo de acessar apps bancários para realizar transações fraudulentas têm surgido cada vez mais nas redes sociais. Para evitar problemas como esses, o Nubank lançou o recurso “Modo Rua”.

Anunciada na quinta-feira (13), a funcionalidade oferece a possibilidade de definir limites máximos para transferências via PIX, por TED e pagamentos de boletos, todas as vezes que você sair de casa. O método também inclui a definição de uma rede de Wi-Fi como segura.

Quando o telefone não estiver mais conectado à rede pré-definida, o app da fintech ativará a ferramenta de segurança automaticamente. Caso o próprio usuário ou outra pessoa tente realizar transações acima do limite, será preciso fazer um reconhecimento facial para autorizar a operação.

Dessa forma, é possível evitar que grandes quantias sejam retiradas da conta digital por meio de transações não autorizadas, nos casos de perda, furto ou roubo do smartphone. O Modo Rua do Nubank pode ser ativado de forma fácil e rápida, com apenas alguns toques na tela do app.

Ativando o Modo Rua do Nubank

A nova função do banco digital foi disponibilizada em sua conta? Siga estes passos para ativar o Modo Rua no app do Nubank:

1. Abra o app da fintech e toque no ícone do seu perfil, no canto esquerdo superior da tela inicial;


Tela inicial do app.Tela inicial do app.Fonte:  YouTube/Nubank 

2. Na página seguinte, vá à opção “Segurança”;

Menu "Segurança".Menu "Segurança".Fonte:  YouTube/Nubank 

3. Escolha “Modo Rua - Novo”, lembrando mais uma vez que a alternativa só vai aparecer se a ferramenta tiver sido liberada para você;

A nova opção já chegou para alguns clientes.A nova opção já chegou para alguns clientes.Fonte:  YouTube/Nubank 

4. Leia a explicação sobre como funciona o recurso e pressione “Continuar”;

Detalhamento da função.Detalhamento da função.Fonte:  YouTube/Nubank 

5. Agora, será a vez de configurar as suas proteções, definindo um valor máximo para as transferências por PIX e TED e o pagamento de boletos, operações incluídas na função, inicialmente. Basta digitar o valor desejado e tocar em “Definir valor máximo”;

Definindo o valor máximo das operações.Definindo o valor máximo das operações.Fonte:  YouTube/Nubank 

6. Toque em “Continuar” e, posteriormente, em “Adicionar rede Wi-Fi segura”;

Escolha da rede segura.Escolha da rede segura.Fonte:  YouTube/Nubank 

7. É possível definir a rede à qual o celular está conectado atualmente ou buscar outra. Assim que escolher, pressione “Sim, é uma rede segura”, e depois “Pronto”;

Rede segura definida.Rede segura definida.Fonte:  YouTube/Nubank 

8. Aguarde a finalização do processo para que o seu telefone ganhe a camada extra de segurança do app Nubank.

Configuração concluída.Configuração concluída.Fonte:  YouTube/Nubank 

Após a ativação do Modo Rua, não é necessário habilitá-lo sempre que sair. O recurso começa a funcionar automaticamente todas as vezes que você se desconectar da rede segura, ou seja, a configuração é feita apenas uma vez, a não ser que você queira modificar algo.

Já ao voltar para casa e se conectar à rede segura, a função é desabilitada sem o usuário precisar fazer nada. Em breve, o recurso vai permitir adicionar mais de uma rede segura, como a do trabalho, da casa de familiares e amigos, por exemplo, além de incorporar empréstimos e compras com cartão entre as transações protegidas.

Disponibilidade

No momento, o Modo Rua do Nubank está em teste, sendo oferecido apenas para uma pequena parcela de clientes do banco. Por isso, nem todas as pessoas vão encontrar o recurso ao abrir o aplicativo.

Segundo a fintech, a ferramenta deve ser expandida para todos os usuários assim que for finalizada a fase inicial.

Fonte: Tecmundo.


iPhone 14 Pro faz imagens impressionantes na área da astrofotografia

 O iPhone 14 continua a trilhar o seu caminho conseguindo resultados espetaculares a vários níveis. Tem das melhores câmaras do mercado mobile, um ecrã classificado pela crítica como o melhor até hoje fabricado, um processador poderosíssimo e algumas inovações recentes que dão a este smartphone características importantes para quem gosta de astrofotografia. Vários utilizadores partilharam trabalhos com excelente qualidade de detalhe.

As imagens finais são trabalhadas recorrendo à tecnologia ProRAW, que a Apple introduziu no iOS em 2020.

Com a cabeça na lua e mais além

Os novos iPhone 14 e iPhone 14 Pro ainda não chegaram aos 4 cantos do planeta e as previsões são para números de vendas substanciais. Apesar de ter muitas semelhanças com os modelos anteriores, o novo hardware é bem mais poderoso. São vários os benchmarks e testes que destacam este novo dispositivo numa área imensamente povoada de concorrentes.

O modelo Pro tem mais vantagens face ao modelo convencional, pois traz um conjunto de câmaras mais avançadas tecnologicamente, um SoC de última geração e todas as novidades prometidas pela marca norte-americana.

Além disso, a versão Pro tem, como já falámos algumas vezes, um ecrã redesenhado, existindo agora a nova interface Dynamic Island. Mas... a novidade para hoje é o conjunto dedicado à fotografia.

O iPhone 14 Pro supera os limites da câmara de 48 megapíxeis, permitindo uma resolução 4x superior em ProRAW que atinge níveis de detalhe impressionantes. A quantidade de luz é essencial para fotografar e por isso, o novo sensor agrupa quatro píxeis num único, o que permite captar quatro vezes mais luz e produzir fotografias ainda mais espetaculares no formato de 12 MP.

Assim, os utilizadores estão a usar o modo Noite do iPhone 14 Pro para mostrarem o que conseguem captar no âmbito da astrofotografia.

 

Usar as câmaras do iPhone 14 Pro e o modo noturno para fazer astrofotografia

A astrofotografia nada mais é do que uma mistura entre fotografia e astronomia, o que permite aos utilizadores captar imagens de corpos celestes. Graças ao equipamento vendido atualmente, estas imagens já podem ser captadas com maior qualidade e recolher mais detalhe do que aquele que o olho humano, a nu, pode conseguir.

Por exemplo, o iOS possui um modo Noite que permite tirar fotos com pouca luz, graças a algoritmos complexos de longa exposição. Tudo isso não seria possível se não houvesse hardware por trás dele que suportasse tais algoritmos.

Há um conjunto de imagens partilhadas neste fórum que mostram o poder do iPhone 14 Pro e da dedicação à fotografia do espaço.

Então, como podemos fazer astrofotografia com o iPhone?

Antes de mais nada temos de perceber que o iPhone 14 Pro traz um conjunto fabuloso de câmaras:

  • Principal
    • 48 MP e até 4x mais resolução
    • 24 mm
    • 48 mm (Teleobjetiva a 2x)
    • Sensor Quad Pixel
    • Quad Pixel de 2,44 µm
    • Píxel simples de 1,22 µm
    • Abertura de ƒ/1,78
    • Focus Pixels a 100%
    • Objetiva de 7 elementos
    • Estabilização ótica de imagem com movimento do sensor (2.ª geração)
  • Teleobjetiva
    • Qualidade até 2x superior nas fotografias com pouca luz
    • 77 mm
    • Zoom ótico a 3x
    • Abertura de ƒ/2,8
    • 3% de Focus Pixels
    • Objetiva de 6 elementos
    • Estabilização ótica de imagem
  • Ultra grande angular
    • Imagens macro mais nítidas e brilhantes
    • 13 mm
    • Campo de visão de 120°
    • Abertura de ƒ/2,2
    • Focus Pixels a 100%
    • Objetiva de 6 elementos
    • Correção da objetiva

Para captarmos aquelas imagens precisamos antes de mais de uma boa app Câmara. Isto porque a que o iOS traz não nos permite controlar manualmente alguns aspetos que vamos precisar, principalmente o ISO.  Há várias opções, como já aqui falámos nelas.

Depois, colocamos ISO a 10000 usando os 12 megapíxel, já que os 48 megapíxel com a câmara principal não permitem o uso do modo noturno. O iPhone tem de estar bem apoiado, num suporte para não haver vibrações. A imagem tem de ser tirada com a opção ProRAW ativada.

Com a imagem captada, utilizaremos um editor para tratarmos as imagens. Por exemplo, podemos usar o software Lightroom dentro do próprio iPhone, pois vamos tirar muito mais da foto com a captação através do formato Apple ProRAW.

Fonte: Pplware.




Apple Card disponibiliza conta poupança gratuita para usuários


 Usuários do Apple Card terão acesso a uma nova funcionalidade, em breve, como anunciou a empresa na quinta-feira (13). Trata-se de uma conta poupança gratuita e de “alto rendimento”, disponibilizada pelo banco Goldman Sachs, na qual será possível guardar o dinheiro de volta (cashback) recebido ao utilizar o cartão.

Assim como nos demais recursos do cartão da Apple, a conta será gerenciada por meio do aplicativo Carteira do iOS. A partir do momento em que estiver configurada, todo o saldo do Daily Cash, programa de cashback da gigante de Cupertino, poderá ser depositado automaticamente nela.

De acordo com a empresa, as economias guardadas também podem ser usadas para recarregar o Apple Cash, uma espécie de cartão de débito fornecido aos clientes para pagamentos em lojas online e físicas. Há ainda a possibilidade de sacar o dinheiro a qualquer momento, sem taxas, e de transferir os fundos para outra conta bancária.

Pelo app, o usuário poderá acompanhar as movimentações feitas e o rendimento da poupança do Apple Card, que não teve os juros revelados. Assim como o próprio cartão de crédito, a conta estará disponível somente nos Estados Unidos.

Dinheiro de volta em todas as compras

Lançado em 2019, o cartão de crédito da Apple oferece vários benefícios para quem possui o produto. Ao usá-lo em pagamentos por meio do Apple Pay nas lojas da Apple e em marcas parceiras (Uber, Nike, T-Mobile, ExxonMobil etc), o cliente recebe 3% do valor gasto de volta.

Se utilizado em outras lojas, ainda em sua versão virtual, pela carteira digital, o dinheiro de volta chega a 2%. Já nas transações com a versão física do Apple Card, o cashback é de 1% para todas as compras, sem haver limite para a quantia recebida.

Fonte: Tecmundo.