22 de jul. de 2023

Mágico usa AirTag para vigiar a sua mala, mas a companhia aérea fez magia e ela desapareceu

 Um mágico recorreu a uma etiqueta localizadora da Apple, o AirTag, e a um segundo bilhete de avião para recuperar a sua mala que, por magia, tinha desaparecido. Pior do que não ter o seu equipamento, foi ver e ouvir a companhia aérea United a mentir em relação à localização da bagagem.

Imagem da mala localizada pelos olhos e pela AirTag da Apple... mas não pena companhia aérea

AirTag não mente... mas a companhia aérea mente

O AirTag da Apple serviu mais uma vez para salvar o dia a um viajante da United Airlines. Desta vez, o mágico Danny Orleans viajava de Chicago para Newark para atuar numa feira quando se apercebeu de que o truque de magia da própria United tinha feito desaparecer a sua mala.

Conforme relatado pelo Insider, Orleans despachou a sua mala pela United e colocou dentro um AirTag. A bagagem continha um equipamento de som no valor de 1.500 dólares (cerca de 1.350 euros), necessário para a sua atuação em Nova Iorque.

Quando o seu voo aterrou, ele consultou a aplicação Encontrar (Find My) no seu iPhone. A aplicação revelou que a mala tinha feito a viagem em segurança com ele de Chicago até Newark. Como tal, Orleans dirigiu-se à zona de recolha de bagagens para esperar que a sua mala aparecesse no carrossel, mas esta nunca apareceu.

Graças ao AirTag, o mágico sabia que a mala estava em Newark. Consultou novamente a aplicação Encontrar e viu que a mala ainda estava na pista.

Imagem mapa da app Encontrar com indicação de bagagem com AirTag

Imagem que o o mágico Danny Orleans mostrou aos serviços da companhia Aérea que mesmo assim recusaram a aceitar que estavam a dar informações erradas sobre a bagagem supostamente extraviada.

Munido com esta informação, Orleans entrou na fila para falar com o atendimento ao cliente da United. No balcão, foi-lhe dito que a sua mala "nem sequer estava em Newark, pois não tinha sido registada".

O homem confrontou a United, pois estavam a mentir. Mostrou ao funcionário da companhia aérea o seu telemóvel, que mostrava claramente que a mala estava em Newark e na pista. O funcionário da United não ficou convencido e disse a Orleans que não havia nada que a companhia aérea pudesse fazer por ele naquele momento. Em vez disso, ofereceram-se para enviar a mala para o seu hotel no prazo de cinco dias úteis, mas Orleans só estava na cidade por três dias e precisava do equipamento de som para o seu espetáculo.

 

A tecnologia desmascarou a incompetência

Já em desespero, Orleans decidiu resolver o assunto com as suas próprias mãos. Analisou a localização do AirTag na aplicação Encontrar (Find My) e determinou que a mala estava provavelmente na porta 90... apesar de o avião ter aterrado na porta 113.

Decidiu então ir pessoalmente recolher o seu bem. Contudo, havia um problema: a única forma de Orleans voltar a entrar no aeroporto a partir da recolha de bagagem era comprar outro bilhete. Sabendo que precisava daquela mala para dar o seu espetáculo, Orleans fez isso mesmo. Não foi magia, foi mesmo clarividência para resolver a questão.

Como tal, Orleans comprou um bilhete totalmente reembolsável para Boston, passou pela segurança e dirigiu-se à porta 90. Depois espreitou pela janela e viu a sua mala ali mesmo na pista, sozinha no meio do nada.

Estava simplesmente sentado na pista. O mais frustrante é que alguém passou pela bagagem enquanto eu estava a ver, e simplesmente passou por ela, como se não lhe coubesse ir buscá-la.

Referiu o mágico Danny Orleans.

O homem explicou o seu problema a um funcionário da United nas proximidades, que interveio para salvar o dia e disse que nunca tinha visto "aquele tipo de coisa antes".

O funcionário foi então até à pista para recuperar o saco, enquanto Orleans observava pela janela. O funcionário não pôde trazer a mala diretamente para Orleans, mas encaminhou-a para os canais adequados para que fosse entregue na recolha de bagagem, onde Orleans pôde finalmente ir buscá-la - quatro horas depois de o seu voo ter aterrado.

Tudo se resolveu. É uma verdadeira história de final feliz. Foi uma experiência curiosa, ver a minha bagagem abandonada na pista.

Na quarta-feira, Orleans recebeu um e-mail da United. Não para pedir desculpa pela situação, mas para "o informar que ainda estavam à procura da sua mala e que o contactariam quando a encontrassem".

Fonte: Pplware.

iPhone 15 Pro será o primeiro a utilizar esta nova ligação ultra-rápida

 A Apple em cada lançamento do iPhone introduz novidades que muitas vezes são um trunfo para destacar o seu produto dos demais num mercado tão preenchido. Um desses exemplos é a ligação por satélite, no que a empresa chamou de SOS Emergência via Satélite. Mas antes, nos modelos anteriores, já havia introduzido outras tecnologias. A questão agora é saber o que trará o iPhone 15 Pro para se destacar. Será o Wi-FI 6E esse novo trunfo?

Ilustração iPhone 15 Pro com Wi-Fi 6E

O iPhone 15 Pro poderá ser um "game changer" em várias tecnologias que a Apple disponibiliza no iPhone. Falamos claro na alteração da porta Lightning pela USB-C, também no SoC de 3 nanómetros e, possivelmente, um corpo fabricado em titânio, em vez do aço inoxidável que caracterizou os modelos até a esta data.

Tudo isto está ainda na bolha do rumor, pois a só daqui a cerca de dois meses, com o lançamento dos novos modelos do iPhone, iremos perceber o que é verdade ou não. Agora, na berlinda está igualmente a tecnologia Wi-Fi 6E.

Mas o que é o WiFi 6E?

O Wi-Fi 6E é uma tecnologia de rede sem fio emergente que ainda está a tentar ganhar o seu espaço no mercado. O Wi-Fi 6E é uma extensão do padrão Wi-Fi 6 (também conhecido como 802.11ax) e refere-se à capacidade de operar na faixa de frequência de 6 GHz.

Antes do Wi-Fi 6E, as redes Wi-Fi operavam principalmente nas faixas de 2,4 GHz e 5 GHz. No entanto, estas faixas de frequência podem ficar congestionadas em ambientes com muitos dispositivos ligados simultaneamente, o que pode levar a uma degradação do desempenho da rede. A adição da faixa de 6 GHz oferece mais canais disponíveis e mais largura de banda, o que pode levar a melhorias significativas na velocidade e desempenho das redes Wi-Fi.

Imagem comparação entre Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E

iPhone 15 poderá trazer Wi-Fi 6E

De acordo com os analistas Blayne Curtis e Tom O'Malley, o iPhone 15 Pro e o iPhone 15 Pro Max virão equipados com a tecnologia Wi-FI 6E. Isto significa que, se tivermos um router compatível em casa, a velocidade de download, a latência e a distância de ligação irão melhorar substancialmente, graças ao facto desta tecnologia operar na banda de frequência de 6GHz, que é muito menos congestionada e funciona melhor.

Apesar de haver já alguns smartphones a suportar esta tecnologia, na realidade nas nossas casas e na generalidade dos sítios onde nos ligamos por Wi-Fi, ainda não se tira proveito desta melhoria nas redes sem fios. Isto porque atualmente são ainda poucos os routers no ativo que oferecem esta banda de frequência, o que fará que só daqui a alguns anos (possivelmente 2 ou 3) esta tecnologia esteja amplamente disseminada.

Mas a Apple sabe disso, e coloca estas tecnologias (a par dos seus concorrentes) para pressionar o próprio mercado. Relembramos que estes iPhones não serão os primeiros dispositivos da empresa a incluir a tecnologia. Tanto o iPad Pro com chip M2 como os Macs lançados em 2023 têm-no, pelo que parece bastante razoável que a Apple o adicione aos iPhones que sairão em setembro.

Por outro lado, o iPhone 15 e o iPhone 15 Plus virão com Wi-Fi 6, que funciona nas tradicionais bandas de 2,4 GHz e 5 GHz, mas de uma forma mais rápida e eficiente.

Em relação aos routers, é também verdade que as operadoras já estão sensibilizadas a este necessário avanço, e algumas já comercializam routers que suportam Wi-Fi 6E, como referido aqui.

No geral, este é mais um bom incremento no iPhone para a linha Pro e Pro Max. No concreto, ainda estaremos a alguns anos de tirar proveito do incremento da velocidade das comunicações sem fios.

Fonte: Pplware.

Apple GPT será a resposta ao ChatGPT e pode chegar já no próximo ano

 A relação da Apple com a IA e o ChatGPT não tem sido pacífica. A empresa proibiu os seus funcionários de usarem a solução da OpenAI, mas agora parece estar disposta a mudar a sua posição. Não o fará com soluções externas, mas com a sua própria proposta no campo da inteligência artificial.

Apple ChatGPT IA GPT

A aposta da Microsoft neste campo tem-se mostrado a mais acertada de todas. Teve um peso tal na indústria que a Google teve de acelerar a criação e disponibilização do Bard, para assim ter uma resposta para os utilizadores. A Apple até agora mostrava-se contra, mas deverá mudar esta decisão em breve.

Do que é avançado pelo conhecido Mark Gurman, da Bloomberg, a gigante de Cupertino estará já a preparar a sua resposta neste campo, com o que é por agora conhecido como Apple GPT. A informação vem de relatos de elementos ligados a este processo e que pediram para não serem identificadas, por razões óbvias.

Esta proposta já estará a ser usada dentro da própria Apple, embora ainda não esteja claro se isso chegará ao domínio público como um serviço autónomo para os utilizadores. Foi avançado que a Apple construiu a sua própria estrutura para criar grandes modelos de linguagem como o ChatGPT. Essa estrutura chama-se Ajax e já estará a começar a dar frutos.

Apple ChatGPT IA GPT

Diz-se que a Apple não tem ainda um plano concreto para quando a sua proposta de IA se transformará num produto voltado para os clientes. Acredita-se que a empresa pretenda fazer um anúncio significativo relacionado a inteligência artificial já no próximo ano.

Para que isso aconteça, a empresa deverá contratar mais especialistas em IA nos próximos tempos, sendo a Siri o local mais óbvio para onde o seu trabalho seja centralizado. Se for esse o caso, o anúncio do iOS 18 na WWDC 2024 deverá ser o momento certo.

Ainda que esteja a chegar tarde a este campo, olhando à concorrência, a Apple deverá acelerar os desenvolvimentos. Com o seu ecossistema, deverá ser simples encontrar vários locais onde o Apple GPT poderá ser usado em prol dos utilizadores.

Fonte: Pplware.

20 de jul. de 2023

Apple diz que remove as apps Mensagens e FaceTime se for obrigada a quebrar criptografia

 É caso para dizer que a Apple prefere partir do que vergar. Diante a possível legislação que exigirá que os serviços de mensagens ofereçam backdoors em criptografia de ponta a ponta, a Apple diz que prefere remover as aplicações como a Mensagens (iMessage) e FaceTime totalmente do mercado do Reino Unido.

Apple diz que remove as apps Mensagens e FaceTime se for obrigada a quebrar a criptografia

A Apple tem um sistema muito seguro o que, para os governos, é um problema quando a ideia é vigiar cidadãos. Já no passado, a empresa de Cupertino foi pressionada para criar "backdoors", portas secretas que permitiriam às entidades governamentais espiar o conteúdo dos iPhone. Mas a Apple nunca cedeu e quem conseguiu essa façanha, teve de pagar muito dinheiro a empresas terceiras, nem sempre de boa índole, para o conseguir. Obviamente os governos não querem tal despesa.

Reino Unido quer ter acesso a mensagens criptografadas

Como tal, no Reino Unido, a nova Lei de Segurança Online está atualmente em revisão. Apple, WhatsApp, Signal e outros serviços manifestaram a sua oposição à proposta.

O governo do Reino Unido quer ter a capacidade de monitorizar mensagens criptografadas de ponta a ponta, para procurar material de abuso infantil e outros conteúdos ilegais. O governo argumenta que a lei existente acomoda essa permissão, mas está tecnicamente desatualizada pelas disposições de segurança da tecnologia moderna.

Apple recusa quebrar a segurança das suas apps

A Apple apresentou uma oposição de nove páginas ao projeto de lei planeado. Segundo a empresa de Cupertino, é inconcebível a utilização de backdoors para criptografia de ponta a ponta, apontando alterações nos recursos de segurança do produto antes de serem lançados, o que força o desativar de certos mecanismos de segurança antes que um processo judicial possa necessitar do uso dessa "porta secreta".

A empresa refere que não fará alterações para um país que teria como consequência o enfraquecimento da segurança para todos os seus utilizadores. Se a lei assim o obrigar, a Apple prefere remover dos utilizadores no Reino Unido a app Mensagens e FaceTime.

A proposta de lei passa atualmente por um período de consulta de oito semanas. Obviamente, a Apple e outros esperam que o governo reveja o projeto de lei em resposta às críticas.

A Apple retirou anteriormente os planos para seu próprio recurso de digitalização CSAM para fotos do iCloud, após a reação de clientes e grupos de direitos humanos. A solução da Apple preservou mais a privacidade do que agora é proposto pelo governo do Reino Unido.

Fonte: Pplware.

Lançamento do iPhone 15 pode sofrer atraso, prevê analista


 O lançamento do iPhone 15 pode sofrer um atraso de algumas semanas em 2023. Segundo Wamsi Mohan, analista do Bank of America, em vez da estreia tradicional em setembro, os novos telefones da Apple devem chegar ao mercado em outubro.

Anteriormente, Mohan previu que o iPhone 12 não seria lançado em setembro de 2020 por conta da pandemia de Covid-19. Com isso, a fonte tem uma ampla credibilidade nas previsões divulgadas em sua coluna para investidores publicada pela Barrons.

Em 2020, o mesmo analista previu o atraso no lançamento do iPhone 12.Em 2020, o mesmo analista previu o atraso no lançamento do iPhone 12.Fonte:  GettyImages 

“Mohan está preocupado de que a orientação para o quarto trimestre possa desapontar Wall Street. As apurações na cadeia de suprimentos revelaram que o iPhone 15 pode ser adiado em algumas semanas, empurrando a estreia da nova geração de smartphone para o último trimestre do ano”, afirma o relatório.

Como dito, o adiamento em “algumas semanas” sugere que os novos dispositivos da Apple devem ser lançados em outubro. Contudo, há uma hipótese de que os aparelhos possam chegar às lojas norte-americanas somente em dezembro.

Infelizmente, Mohan não revelou as possíveis causas para o atraso da linha iPhone 15. Diferente da série iPhone 12 em 2020, que foi afetada pelas restrições na cadeia de suprimentos devido à pandemia de Covid-19, isso seria algo incomum em 2023.

Apesar do cenário incerto, a revelação do iPhone 15 ainda deve ocorrer em setembro. Entretanto, haverá uma janela maior do que os clientes da Apple estão acostumados entre o evento de anúncio e o lançamento efetivo dos telefones.

Sucessor do iPhone 14 deve trazer poucas atualizações.Sucessor do iPhone 14 deve trazer poucas atualizações.Fonte:  GettyImages 

O que esperar do iPhone 15?

Conforme vazamentos, o iPhone 15 deve ser a variante com a maior atualização em 2023. O “celular de entrada” da Apple pode ganhar uma câmera de 48 MP, tela com Dynamic Island e, seguindo as regras da União Europeia, uma porta USB-C para recarga.

A variante “ultra-premium” iPhone 15 Pro deve ter algumas mudanças pontuais de design. Assim como o modelo padrão, a grande novidade do smartphone pode ser a introdução da porta USB-C.

Fonte: Tecmundo.