15 de mai. de 2025

iOS 19 poderá utilizar IA para alargar a bateria do iPhone. Como?

 Apesar de alegadamente duradoura, a bateria é um problema para muitos utilizadores do iPhone, que se queixam da sua degradação e consequente quebra no desempenho. Com o iOS 19, a Apple deverá entregar uma solução, alimentada por Inteligência Artificial (IA).

Estamos a poucas semanas de conhecer o que a Apple tem preparado para o iOS 19 e, à medida que nos aproximamos da Worldwide Developers Conference (WWDC), de 9 a 13 de junho, vão surgindo potenciais novidades.

Entre elas está uma que poderá agradar aos utilizadores, especialmente àqueles que veem na bateria do iPhone um problema.

De acordo com um relatório da Bloomberg, que cita fontes anónimas, a empresa de Cupertino está a trabalhar num novo sistema de gestão da bateria, alimentado por IA.

 

Como é que a IA pode ajudar a alargar a bateria do iPhone?

A chegar com o iOS 19, a nova funcionalidade deverá utilizar IA para analisar os padrões de uso individuais, otimizando o carregamento e o consumo de energia.

Imagem iPhone 13 Pro Mac com MagSafe

Com o iPhone a tomar decisões em tempo real mais inteligentes, ajustando o desempenho a cada utilizador, a bateria deverá ser alargada, oferecendo mais horas longe de uma tomada ou de um powerbank.

Apesar de ser uma boa notícia (caso seja verdade), as novidades oficiais chegarão apenas em junho, na WWDC, que acompanharemos.

Fonte: Pplware.

Apple CarPlay Ultra lançado oficialmente nos veículos da Aston Martin (vídeo)

 Demorou bastante tempo a chegar e, por agora, está disponível apenas num fabricante de nicho, mas o novo CarPlay – que a Apple designou como CarPlay Ultra – já é uma realidade nos veículos da Aston Martin.

Imagem Apple CarPlay Ultra nos Aston Martin

Novo Apple CarPlay Ultra

O novo software e infoentretenimento da Apple está, neste momento, limitado à Aston Martin e pode ser encomendado com novos veículos, além de estar a ser disponibilizada uma atualização de software para modelos recentes já existentes.

A Apple continua a afirmar que várias outras marcas irão adotar este sistema, mas ainda não avançou com datas concretas.

A Top Gear publicou um vídeo detalhado onde mostra como o sistema permite que a Apple assuma o controlo dos ecrãs do automóvel, integrando as suas aplicações com os instrumentos digitais do carro.

Uma das principais funcionalidades é a existência de várias interfaces possíveis para o painel principal.

O condutor pode optar por uma ligeira personalização da interface original do fabricante – como, por exemplo, integrar um mosaico do Apple Maps ou a capa de um álbum do Apple Music no painel digital – ou por uma alteração profunda, com um aspeto visual completamente à Apple.

Aston Martin é o primeiro fabricante a usar

Por exemplo, é possível manter o painel clássico da Aston Martin:

Ou escolher uma aparência quase totalmente Apple, com um estilo minimalista, onde até o velocímetro e o conta-rotações surgem como linhas:

Esta flexibilidade é um dos argumentos mais fortes a favor do CarPlay Ultra – em vez de se ficar limitado à estética do fabricante, o condutor pode escolher entre diferentes visuais.

Além dos temas (como a Apple os designa), também é possível personalizar as cores.

O oposto também é agora possível: o ecrã dedicado ao CarPlay permite o controlo de mais funcionalidades nativas do carro.

Por fim, é mostrado o funcionamento do punch-through: ao selecionar o sistema de som Bowers & Wilkins, a interface desta marca é sobreposta ao ecrã do CarPlay, exatamente como seria caso o CarPlay não estivesse instalado.

Mas há mais novidades e possibilidade de parametrização. O vídeo mostra como a marca integrou na perfeição o novo CarPlay da Apple:

Este é o primeiro de várias marcas que vão aderir a este pacote de interfaces avançados nos automóveis.

Fonte: Pplware.

10 de mai. de 2025

Apple Watch e AirPods com câmara poderão chegar até 2027

 A Apple estará a trabalhar em novas versões do Apple Watch e dos AirPods equipadas com câmaras, destinadas a funcionalidades de inteligência visual e suporte a IA.

Vêm aí “Nevis” e “Glennie”

Onde há fumo, há fogo e, segundo a Bloomberg, a Apple estará a desenvolver novas gerações de AirPods e Apple Watch com câmaras integradas, com um possível lançamento previsto para 2027.

Foram também revelados os nomes de código dos chips em desenvolvimento: “Nevis” para o Apple Watch e “Glennie” para os AirPods.

O objetivo da empresa é ter os chips prontos até 2027, com uma possível janela de lançamento nesse mesmo ano, caso o desenvolvimento decorra dentro dos prazos. Se se confirmar, trata-se de uma inovação significativa que poderá redefinir as capacidades dos dispositivos vestíveis da Apple.

Imagem AirPods 3

Será que é esta que "habemus" algo coisa nova?

No caso dos AirPods, o analista Ming-Chi Kuo já tinha adiantado em 2023 que a Apple pretendia integrar câmaras de infravermelhos nos futuros modelos — não para tirar fotografias, mas para melhorar a experiência de áudio espacial, especialmente quando usados em conjunto com o Vision Pro e outros dispositivos futuros.

As câmaras poderão também permitir comandos por gestos no ar, reconhecendo movimentos das mãos e traduzindo-os em ações.

Quanto ao Apple Watch, uma das hipóteses é a integração de uma câmara diretamente na área do ecrã. Para uma futura versão do Apple Watch Ultra, fala-se de uma câmara junto à coroa digital. Também aqui, a câmara não se destinaria a fotografias ou videochamadas, mas sim a funções de “inteligência visual” — fornecendo ao utilizador informações contextuais sobre o ambiente e orientações mais precisas.

A Bloomberg destaca que estas câmaras estarão sobretudo ao serviço da inteligência artificial, recolhendo dados visuais para processamento local (on-device) e permitindo novas formas de interação entre o utilizador e o dispositivo.

Resta saber se é algo que se materializará ou é mais "fumo branco"... e mais uma vez Nihil novi sub sole.

Fonte: Pplware.

Próximos chips de IA da Apple terão até 8 vezes mais núcleos do que um M3 Ultra

 A Apple, reconhecida pela estratégia de equipar os seus principais dispositivos com processadores próprios através da linha Apple Silicon, parece ainda não estar satisfeita. A empresa de Cupertino está a desenvolver semicondutores especificamente concebidos para servidores dedicados à inteligência artificial (IA), que seriam consideravelmente mais potentes que o atual M3 Ultra.

O reforço da Apple Silicon para a IA

De acordo com a Bloomberg, a intenção da Apple passa por criar processadores especializados, capazes de suportar a exigente carga de processamento inerente às tarefas de IA. Embora a empresa já tenha recorrido a processadores da família Apple Silicon para montar servidores destinados a lidar com estas operações, viu-se limitada a optar por soluções existentes no catálogo dos Mac, como foi o caso dos chips M2 Ultra.

A novidade reside no facto de a empresa de Cupertino pretender agora desenvolver hardware com uma capacidade de processamento suficientemente robusta para potenciar remotamente várias das funcionalidades da Apple Intelligence. Este projeto, alegadamente desenvolvido em colaboração com a Broadcom e com o nome de código "Baltra", poderá estar concluído em 2027.

A fonte avança que a Apple está a ponderar diversos modelos de chips para implementar nos seus futuros servidores de IA. Entre as hipóteses em cima da mesa, encontram-se variantes com o dobro, o quádruplo e até oito vezes mais núcleos de CPU e GPU do que os presentes no M3 Ultra.

Especificações que prometem deixar o M3 Ultra para trás

Apesar de grande parte das funcionalidades da Apple Intelligence ser executada localmente no iPhone, iPad ou Mac, a Apple procuraria delegar uma porção mais significativa dessa carga de trabalho a servidores equipados com os seus próprios processadores. Esta seria a principal motivação para o desenvolvimento de hardware especializado para esta finalidade.

Recorde-se que a Apple apresentou o chip M3 Ultra no início de março, integrado no novo Mac Studio. Este componente pode ser configurado com um CPU de até 32 núcleos (24 de desempenho e 8 de eficiência) e uma GPU de até 80 núcleos.

Se as informações se confirmarem e a empresa optar pela configuração mais potente para os seus servidores de IA, o hardware em questão poderia alcançar uns impressionantes 256 núcleos de CPU - ou 192, caso o foco fosse exclusivamente nos núcleos de desempenho - e até 640 núcleos de GPU.

O desenvolvimento de processadores para servidores de IA integraria um plano mais vasto para atenuar as diferenças entre a Apple Intelligence e as propostas das empresas rivais. É importante notar que a incursão da Apple no domínio da IA tem sido marcada por alguns percalços.

O mais significativo foi, sem dúvida, o adiamento da nova Siri. Contudo, a verdade é que a abordagem global da empresa a esta tecnologia tem ficado aquém das expectativas quando comparada com a concorrência.

Fonte: Pplware.