16 de mai. de 2022

Apple lançou a versão final do iOS 15.5, iPadOS 15.5, tvOS 15.5, macOS 12.4 e watchOS 8.6

 Tal como estava previsto, a Apple lançou agora as versões finais dos seus sistemas operativos. Isto é, os utilizadores já podem descarregar para os seus dispositivos o iOS 15.5, iPadOS 15.5, tvOS 15.5, macOS 12.4 e watchOS 8.6.

Esta será, possivelmente, a última versão do iOS 15 antes do lançamento beta das primeiras versões do iOS 16. Aliás, estamos a poucas semanas de conhecer o que a Apple imaginou para o futuro destes sistemas operativos.

O que há de novo?

Já foi abordado nas versões beta que apresentamos anteriormente o que há de novo nestes sistemas. No que toca ao iOS 15.5 a Apple diz o seguinte:

O iOS 15.5 inclui as seguintes melhorias e correções de erros.

  • Apple Podcasts inclui uma nova definição para limitar os episódios guardados no iPhone e apagar automaticamente episódios antigos.
  • Resolução de um problema que poderia provocar falhas nas automatizações da casa que são acionadas por pessoas a chegar ou a sair.

A nova versão e versão que todos já podem instalar traz:

  • Atualizações da app Carteira e novo recurso prático do HomePod
  • Suporte para aplicações com compras externas
  • Integração das entidades Bancomat e Bancontact no Apple Pay
  • Renomeação prevista no iTunes Pass na app Carteira
  • Funcionalidade no sistema que bloqueará “Locais Sensíveis” para Memórias na aplicação Fotografias.
  • Correções de segurança

Se tem o seu dispositivo Apple à mão, seja o iPhone, Apple Watch, iPad, Apple TV, Mac ou HomePod, então instale já estas versões mais recentes.

Fonte: Pplware.

COMPARTILHE iPod: relembre os principais produtos da linha da Apple

 

Na última semana, a Apple anunciou que a marca iPod seria oficialmente extinta. Contudo, os reprodutores de música da companhia que ainda estão em estoque farão parte da última leva de itens fabricados dentro do formato. A empresa não trabalhava em novos modelos e atualizações da marca desde 2019, quando lançou o iPod Touch em sua sétima geração.

Com o primeiro lançamento ocorrido originalmente em 2001, a linha se transformou com o passar dos anos, sendo, nos dias atuais, compatível com a reprodução de vídeos, fotos e outras mídias, além de músicas. Abaixo, você pode relembrar os principais modelos que fizeram parte da marca!

iPod 1ª Geração (2001)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

O modelo pioneiro conseguiu ser inovador por si só. Possuindo uma roda para rolagem mecânica dentro do dispositivo, a capacidade interna era de até 10 GB. Sua conectividade acontecia por meio do FireWire.

iPod 3ª Geração (2003)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Embora a segunda geração, de 2002, tenha atualizado determinadas questões, a terceira geração se tornou mais memorável por apresentar um design totalmente repaginado. O modelo era mais fino que os anteriores e possuía conectividade USB para sincronização. Além disso, sua capacidade também foi elevada a 40 GB.

iPod Mini 1ª Geração (2004)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Pensando em expandir seus horizontes, a Apple promoveu o lançamento de uma nova linha dentro de seus reprodutores. Com o iPod Mini, o tamanho foi reduzido e algumas funcionalidades desapareceram, como a capacidade interna de apenas 5 GB. No entanto, sua popularidade gerou bons rendimentos à empresa.

iPod 4ª Geração (2004)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Poucos meses após o lançamento anterior, a Apple investiu em melhorias na atualização do iPod. E, de alguma maneira, o sucesso do iPod Mini impactou significativamente nas questões trabalhadas em sua quarta geração.

Desse modo, o lançamento oficial aconteceu em julho de 2004. Mas em outubro do mesmo ano, uma versão mais elaborada da quarta geração veio a público, contando com uma tela inovadora com suporte para reprodução de fotos.

iPod Shuffle 1ª Geração (2005)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Modificando completamente o design já conhecido do público tanto nas versões tradicionais quanto mini, a linha Shuffle apresentou um novo conceito, que incluía saída USB no próprio dispositivo. Cerca de 240 músicas de até 4 minutos poderiam ser armazenadas.

iPod Nano 1ª Geração (2005)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

No mesmo ano, uma outra linha foi apresentada aos consumidores, mostrando toda a potência da companhia em termos de avanços tecnológicos. Disponível nas cores preto ou branco, a ideia era que o aparelho fosse mais resistente e contasse com mais funções do que as habituais.

iPod 5ª Geração (2005)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Na quinta geração do aparelho tradicional, um novo design foi pensado para surpreender o público. Sendo ainda mais fino que seus modelos anteriores, uma das grandes novidades era a capacidade de reprodução de vídeos. Junto disso, a reprodução das músicas também se tornou ainda mais interessante, contando com pelo menos uma imagem para representar cada faixa.

iPod Touch 1ª Geração (2007)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

A era touchscreen também foi instituída nos modelos do iPod. A primeira geração possuía até 32 GB de armazenamento e conectividade via Wi-Fi. Dessa forma, também por conta do tamanho da tela, já era possível acessar a iTunes Store diretamente do aparelho. Além disso, o dispositivo vinha com navegador web incluso e outras novidades.

iPod Shuffle 4ª Geração (2010)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Ousando ao lançar um dispositivo com design compacto e chamativo, contando com várias cores disponíveis, a quarta geração da linha Shuffle retornou com os botões tradicionais e também com a função VoiceOver, algo que os consumidores gostavam bastante, segundo o que as pesquisas internas apuraram na época.

iPod Touch 7ª Geração (2019)

(Apple/Reprodução)(Apple/Reprodução)Fonte:  Apple 

Para fechar a lista, a última atualização que a Apple realizou antes de descontinuar a marca. O iPod Touch de sétima geração trouxe alguns dos principais benefícios vistos nos dispositivos da companhia durante a década de 2010, além de um processador potente: o Apple A10 Fusion. O armazenamento poderia chegar até 256 GB.

Gostou da lista? Então continue ligado aqui no TecMundo para saber tudo sobre as principais novidades do mundo da tecnologia!

Fonte: Tecmundo.

Steve Jobs não queria um cartão SIM físico no primeiro iPhone

 Embora agora os iPhones não precisem de um cartão SIM físico, até há poucos anos o eSIM ainda não era uma realidade. No entanto, não foi por falta de vontade de Steve Jobs.

Aparentemente, o pai da Apple queria que esta mudança tivesse chegado logo no primeiro smartphone assinado pela empresa.

Steve Jobs

A possibilidade de optar por eSim, ao invés de um cartão SIM físico, está disponível para os iPhones desde 2018. Embora ainda seja possível utilizar um cartão físico, de acordo com vários relatórios, a Apple poderá começar a vender smartphones sem essa possibilidade.

Apesar de ser recente, sabe-se agora que Steve Jobs já queria que os iPhones fossem vendidos sem cartão SIM desde o início, há mais de 15 anos. No entanto, os engenheiros que trabalhavam com ele, na altura, tiveram de o convencer a esquecer a ideia, uma vez que a tecnologia ainda não era viável.

Além disso, em 2007, Steve Jobs também sonhou num iPhone de ecrã completo e sem quaisquer portas ou aberturas. No entanto, assim como aconteceu com eSIM, a tecnologia necessária para concretizar isso, na altura, não estava ainda disponível.

Cartão SIM

Voltando ao eSIM, mesmo agora, 15 anos depois da vontade do pai da Apple, a empresa não consegue garantir a usabilidade do cartão SIM virtual, uma vez que está dependente das operadoras. Isto é, os utilizadores não conseguem optar pelo eSIM se a sua operadora não der suporte à funcionalidade. Ainda assim, a mudança da Apple, em 2018, motivou as operadoras a acelerarem o suporte, bem como empresas Android a adotarem a funcionalidade.

Embora possa utilizar, caso queira, um eSIM, a Apple ainda não possui a tecnologia plenamente implementada para que possa eliminar, de forma confortável, o cartão SIM físico dos seus iPhones.

Se dúvidas houvesse, esta seria mais uma oportunidade para perceber que Steve Jobs era, efetivamente, um visionário, que contribuiu em muito para o mundo tecnológico.

Fonte: Pplware.

14 de mai. de 2022

Apple poderá impedir que os seus utilizadores conduzam embriagados

 As mortes na estrada sob influência de álcool são demasiado comuns, quer em Portugal, como no mundo. Por essa razão, a Apple poderá não demorar até garantir uma forma de impedir que os seus utilizadores conduzam embriagados.

A empresa já registou uma patente que comprova que é possível que dê cartas neste sentido.

Condutor embriagado

A condução sob o efeito de álcool é muito comum, assim como os acidentes que resultam dessa infração que muitos fintam. Cientes disso, empresas como a Apple pretendem minimizar este problema, transformando-se na consciência do utilizador.

Em fevereiro de 2021, a Apple registou uma patente que traria, aos iPhones e Apple Watches, um espectrómetro de infravermelhos. Associando a isso dados sobre os níveis normais de álcool e amoníaco no sangue, esses sensores poderiam funcionar como alcoolímetro pessoal.

Petente Apple

Além de testar a respiração do utilizador, comparando-a a uma base de dados, a aplicação também poderia garantir outras funções, caso o resultado fosse inconclusivo. Essas funções variariam entre puzzles para avaliar a destreza, jogos que testassem o tempo de reação, e cálculos básicos, que permitiriam averiguar se o utilizador estaria embriagado.

 

Se se concretizar, esta funcionalidade poderá vir a estar presente na CarKey da Apple, que serve como um substituto da chave do carro. Ora, a patente dá conta das mensagens que o utilizador poderá visualizar no ecrã caso tente utilizar o carro embriagado.

CarKey da Apple

Apesar de promissora, não houve qualquer confirmação oficial por parte da Apple. Por essa razão, não se sabe se os avisos gerados pela nova funcionalidade poderão ser, por exemplo, desligados ou ignorados, ou se o condutor ficará realmente impedido de entrar no veículo.

De qualquer forma, se for para a patente se tornar um serviço real, em breve, poderemos ficar a conhecê-lo e a Apple conseguirá garantir que os seus utilizadores, pelo menos, não conduzem embriagados.

Fonte: Tecmundo.

Apple e Samsung podem ser multadas em R$ 9 bilhões no Brasil


 A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, orientou ontem (12) osmais de 900 Procon do país a abrirem processos administrativos contra a Samsung e a Apple. A entidade tomou a ação em respostas à falta de carregadores nas caixas dos smartphones vendidos pelas marcas.

A entidade cobra as gigantes da tecnologia há quase dois anos e chegou a propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas as empresas se negaram a rever a política. A Apple parou de enviar carregadores nas caixas a partir do iPhone 12 e a Samsung fez o mesmo a partir do Galaxy S21 — a sul-coreana possui um programa que permite solicitar um carregador grátis após a compra.

“A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) identificou possíveis irregularidades na exclusão dos carregadores e, com os Procon, iniciará procedimentos apuratórios para que as empresas deem explicações ou até tenham que tomar as medidas necessárias para garantir a satisfação dos consumidores nacionais”, disse o titular da pasta da Justiça, Anderson Torres.

Apple

Além do Executivo, o Legislativo também decidiu entrar na “briga” contra as marcas. Está circulando no Congresso o Projeto de Lei 5.451/2020 que obriga os fabricantes a manter carregadores, baterias e fones de ouvido em todos os dispositivos eletrônicos que fazem uso dos recursos.

Multa pode ser bilionária

Rodrigo Coca, que é secretário Nacional do Consumidor, argumentou que a não distribuição dos carregadores fez com que o Procon de São Paulo aplicasse uma multa superior a R$ 10,5 milhões contra a Apple. A entidade de defesa do consumidor de Fortaleza tomou decisão parecida e multou a Maçã e a Samsung em R$ 26 milhões (valor dividido entre as duas).

Uma estimativa dos órgãos de Defesa do Consumidor calcula que se pelo menos metade dos Procons (450) penalizar Samsung e Apple em R$ 10 milhões (para cada), as companhias teriam que pagar cerca de R$ 9 bilhões em multas.

A Senacon explica que as sanções aplicadas às empresas vão para um fundo especial para defesa do consumidor. A ação do órgão ligado ao Ministério da Justiça lembra que só a Apple poupou US$ 6,5 bilhões(cerca de R$ 33 bilhões na cotação atual) internacionalmente ao parar de entregar carregadores.

Samsung

Outro lado

Ao TechTudo, a Apple se recusou a comentar sobre o assunto. A Samsung, por outra vez, pontuou que “tem respondido de forma consistente às demandas de órgãos de defesa do consumidor em relação à sua política de carregadores”.

“A empresa esclarece que tornou permanente (durante o período de fabricação) a disponibilização gratuita de um carregador de tomadapara todos os consumidores que adquirirem os produtos Galaxy S21 5G, Galaxy S21 Plus 5G, Galaxy S21 Ultra 5G, Galaxy S21 FE 5G, Galaxy S22 5G, Galaxy S22 Plus 5G e Galaxy S22 Ultra 5G, Galaxy Z Fold 3 5G e Galaxy Z Flip 3 5G fabricados no Brasil. O resgate deverá ser feito respeitando as respectivas regras, que incluem o prazo de trinta dias a partir da emissão da nota fiscal para a respectiva solicitação”, complementou a sul-coreana em nota.

Fonte: Tecmundo.