20 de jan. de 2026

iPhone 17 domina o mercado premium na China e supera concorrentes locais

 A Apple deu um golpe certeiro no mercado chinês, ao vender mais iPhone 17 do que todos os smartphones de topo das principais marcas locais juntos, em apenas alguns meses.

Ilustração iPhone 17 pro Max na China

A série iPhone 17 da Apple, que inclui os modelos iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, está a alcançar resultados expressivos no mercado chinês.

Dados partilhados pelo tipster Ice Universe indicam que, até à segunda semana de janeiro de 2026, foram vendidas cerca de 17,27 milhões de unidades na China desde o lançamento em setembro de 2025, um período inferior a quatro meses.

Esta marca coloca a Apple muito à frente de fabricantes locais como Xiaomi, Huawei, Oppo e Vivo, cuja soma de vendas de flagships fica bastante abaixo desse total.

Desde a abertura da primeira loja, as Apple Store em Xangai já receberam mais de 163 milhões de visitantes, um número que ilustra a dimensão e a relevância da presença da Apple no coração do mercado chinês.

Comparação com concorrentes

Conforme os números divulgados, a Xiaomi 17 Series vendeu cerca de 3,08 milhões de unidades, a série Huawei Mate 80 alcançou 2,06 milhões, enquanto Vivo e Oppo registaram 1,16 milhões e 0,91 milhões respetivamente.

Os dados, embora não oficiais, sugerem que a Apple vendeu mais iPhones 17 em menos de quatro meses do que todos os principais modelos chineses combinados no mesmo período.

As vendas de smartphones premium no mercado chinês desde o lançamento até a segunda semana de 2026 mostram que a série iPhone 17 ultrapassou 17 milhões de unidades, uma liderança esmagadora que excede as vendas combinadas de todas as outras marcas.

Razões para o sucesso

O forte desempenho na China tem sido atribuído a vários fatores. Entre eles, destaca-se uma atualização mais significativa do modelo base do iPhone 17, que atraiu mais consumidores no segmento premium, e mudanças de design nos modelos Pro, que podem ter reforçado o apelo junto dos utilizadores com preferência por aparelhos topo de gama.

Outros relatórios do mercado chinês confirmam que a série iPhone 17 tem tido uma procura robusta em diversos momentos de vendas, incluindo festivais como o Singles Day (dia dos solteiros) e eventos promocionais, onde ajudou a Apple a manter ou ganhar quota em segmentos específicos.

Embora marcas chinesas continuem competitivas, especialmente em segmentos de gama média, a preferência por iPhones premium permanece forte neste mercado.

O Singles’ Day, celebrado a 11 de novembro na China, é o maior evento de compras do mundo, gerando todos os anos dezenas de milhares de milhões de euros em vendas online e físicas, impulsionado por campanhas agressivas, forte adesão do público jovem e um elevado peso das marcas tecnológicas e de consumo premium.

Perspetivas futuras

O desempenho da Apple com o iPhone 17 renova expectativas de liderança da marca no segmento premium na China, um mercado historicamente dominado por fabricantes locais.

A questão que fica é até que ponto a Apple manterá este ritmo face ao lançamento de novos modelos concorrentes e à evolução das preferências dos consumidores chineses ao longo de 2026.

Fonte: Pplware.

AirPower, és tu? Nova patente Apple descreve sistema de transferência de energia sem fios

 A Apple voltou a registar uma patente relacionada com um “sistema e método de transferência de energia sem fios”. Trata-se de mais um pedido que sugere que a empresa continua a ponderar um conceito semelhante ao AirPower, apesar do cancelamento oficial do projeto há alguns anos.

Ilustração de Tim Cook da Apple com o AirPower

O AirPower, apresentado pela Apple em imagens promocionais há quase quatro anos, foi anunciado em setembro de 2017, em simultâneo com o lançamento do iPhone X.

A proposta era ambiciosa: permitir o carregamento simultâneo de um iPhone compatível com Qi, de um Apple Watch e de uns AirPods com caixa de carregamento sem fios, independentemente da posição em que fossem colocados na base.

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Contudo, ao longo do tempo, surgiram vários rumores sobre dificuldades ao nível da engenharia, produção e fabrico.

Estes problemas acabaram por se confirmar quando, em março de 2019, a Apple anunciou o cancelamento do dispositivo, afirmando que este “não iria cumprir os elevados padrões de qualidade” da empresa.

imagem de um protótipo do AirPower da Apple, patente registada em 2017

Detalhes do pedido de patente

No documento agora submetido, a Apple refere que os sistemas de transferência de energia sem contacto ou sem fios constituem uma área bem conhecida, tanto em tecnologias já estabelecidas como em desenvolvimento.

Estes sistemas podem assumir diferentes formas, sendo a sua aplicação dependente do contexto e do uso pretendido.

A empresa destaca que a transferência de energia indutiva e capacitiva são, atualmente, as metodologias mais comuns neste tipo de soluções.

Resumo técnico da patente

De acordo com o resumo oficial incluído no pedido, a patente descreve um sistema de transferência de energia sem fios composto por um transmissor e um recetor. O transmissor é responsável por gerar um campo elétrico variável, no qual o recetor se encontra posicionado.

O recetor integra um primeiro e um segundo elemento, com geometrias distintas. Esta diferença faz com que sejam induzidas densidades de carga diferentes em cada elemento quando expostos ao campo elétrico variável, permitindo que, em funcionamento, a corrente elétrica flua entre ambos através de uma carga ligada aos dois componentes.

Este novo pedido de patente não confirma, para já, o regresso do AirPower, mas indica que a Apple continua a explorar soluções avançadas de carregamento sem fios.

Fonte: Pplware.

Apple teve influência gigante no lançamento da Red Bull para a temporada de 2026

 A recente apresentação dos novos monolugares da Red Bull e da Visa Cash App RB para 2026 evidenciou a crescente ligação entre a Apple e o mundo da Fórmula 1. Este evento, que assinalou oficialmente o início da era Red Bull Ford Powertrains, serviu de montra para a aplicação prática do hardware da gigante de Cupertino em contextos de alta performance.

Durante a transmissão oficial do evento, a etiqueta "Shot on iPhone" surgiu integrada diretamente na emissão, indo além da habitual utilização em campanhas publicitárias isoladas ou segmentos pré-gravados.

Esta escolha estratégica demonstra que o iPhone está a ser posicionado como um recurso de produção viável para conteúdos desportivos de elite em tempo real, aproximando a marca da infraestrutura mediática da Fórmula 1.

Os Apple Vision Pro tiveram também um papel de destaque no palco. Longe de ser apenas uma demonstração secundária, o headset foi utilizado pelos apresentadores durante as secções dedicadas à Red Bull Ford Powertrains, funcionando como um elemento central da exposição técnica dos novos projetos de engenharia.

Esta aparição num contexto estritamente profissional e técnico alinha-se com o esforço da Apple em promover os Vision Pro como uma ferramenta essencial para a visualização avançada e para a engenharia, distanciando-o de uma imagem meramente focada no entretenimento imersivo.


Apple tem integração estratégica no ecossistema da Fórmula 1

A Red Bull é reconhecida pelo rigor com que seleciona os elementos que figuram nos seus eventos globais, especialmente quando envolvem parcerias de longo prazo.

A visibilidade conferida ao hardware da Apple indica que a tecnológica está a infiltrar-se no ecossistema de engenharia e produção das equipas, deixando de estar limitada a anúncios ou filmes promocionais.

Este movimento sinaliza uma evolução na relação entre as duas entidades, onde o hardware da Apple começa a ser visto como uma componente integrante dos processos de trabalho e de comunicação da Fórmula 1, e não apenas como um acessório de consumo.