17 de fev. de 2023

Apple está a trabalhar num dispositivo dobrável com estrutura sensível ao toque

 Não será este ano que o mundo irá conhecer um smartphone ou tablet da Apple com ecrãs dobráveis. Contudo, perante o aumento da oferta e os avanços na qualidade dos ecrãs, é certo que mais cedo ou mais tarde, algo venha da casa de Cupertino. Surge agora uma nova patente que mostra o conceito de um dispositivo dobrável e que tem estrutura sensível ao toque.

Apple está a trabalhar num dispositivo dobrável com estrutura sensível ao toque

A Apple viu aprovado um pedido de patente para um dispositivo dobrável, com design em concha e diversas áreas sensíveis ao toque nas laterais que servem como botões virtuais.

Registada pela Apple em abril de 2021 e aprovada esta semana pelo Escritório de Patentes e Marcas Registadas dos EUA, a nova patente explora ideias para "Dispositivos eletrónicos com ecrã e estruturas sensíveis ao toque" e prevê como partes de um dispositivo podem funcionar como superfícies de toque para aumentar o ecrã e o uso do dispositivo em ecrã dobrado.

Como exemplo, a patente descreve a forma como as camadas do ecrã e as camadas do sensor de toque podem ser "sobrepostas" nos ecrãs externos de um dispositivo e como os sensores de toque podem ficar sob uma camada de vidro ao longo da parte frontal, inferior e "laterais curvas", sugerindo o potencial de toda a estrutura ser sensível ao toque. 

A patente descreve ainda noutro exemplo a forma como o ecrã poderia envolver a estrutura, onde as laterais curvas seriam sensíveis ao toque, permitindo que funcionassem como controlo de câmara, de volume e outras funções.

Esta patente que agora é revelada vem dar força a alguns rumores que colocam os próximos smartphones da Apple livres de quaisquer botões e, ainda mais, à possibilidade de vermos em breve um dispositivo dobrável. Os analistas do mercado acreditam que a Apple deverá lançar primeiro um tablet dobrável, em vez de um smartphone, em 2024.

Fonte: Pplware.

Apple lança as primeiras versões beta do iOS 16.4 e iPadOS 16.4 para programadores

 Era uma versão esperada já há algum tempo, até porque a Apple prometeu algumas importantes funcionalidades e não apeteceram ainda. Então o que traz o iOS 16.4 beta 1?

Imagem iOS 16.4 no iPhone 14 Pro Max

O que virá no iOS 16.4 beta 1?

O iOS 16.4 beta 1 finalmente chegou. Era suposto ter sido lançado há três semanas após o lançamento do iOS 16.3 ao público em geral.

Estão no limbo algumas grandes novidades que a Apple prometeu no iOS 16. Contudo, ainda estamos a verificar se é desta que aparecerão as seguintes novidades:

  • Conta Poupança do Apple Card
  • Apple Pay Later
  • Apple Music Classical
  • Modo de Acessibilidade Personalizado
  • Nova Arquitetura na app Casa
  • Notificações push da Web

Esta atualização aparece no menu Definições > Geral > Atualização de software.

Conforme podemos ver no site developers.apple, o número de compilação para a atualização de hoje é 20E5212f.

 

Imagem iOS 16.4 beta 1

Ainda não há uma versão beta pública do iOS 16.4 disponível, mas poderá lançada logo no final desta semana ou no início da próxima.

Além do iOS 16.4 beta 1, a Apple também lançou estas atualizações:

  • watchOS 9.4 beta 1, número de compilação: 20T5222g
  • tvOS 16.4 beta 1, número de compilação: 20L5463g
  • macOS Ventura 13.3, número de compilação: 22E5219e

A Apple deixou na página de suporte algumas informações relativas às correções de segurança, como podem ver aqui.

Fonte: Pplware.

16 de fev. de 2023

Atualize já o iPhone, iPad ou Mac para se proteger de falha de segurança grave da Apple

 Apresentado há 2 dias, o novo iOS 16.3.1 é dedicado ao iPhone e já esteve envolvido em problemas. Agora que esta questão está tratada, surge mais um alerta. Todos os dispositivos da Apple devem ser atualizados para se protegerem de uma falha de segurança grave da Apple que está a ser explorada.

iPhone iPad Mac Apple falha

Uma falha de segurança grave da Apple

A descrição da Apple para o novo iOS 16.3.1 focou-se nos problemas que vem resolver, deixando de lado alguma informação importante. Mostrou que foram tratadas algumas falhas que afetavam a utilização de algumas funcionalidades, que assim ficam novamente acessíveis de forma completa.

Uma análise à lista de correções apresentada, veio agora destacar uma que interessa aos utilizadores, não apenas do iPhone. Também o iPad e até os Mac precisam de atualizar urgentemente o sistema operativo, para assim estarem protegidos contra esta falha.

O processamento de conteúdo da Web criado com códigos maliciosos pode levar à execução de código arbitrário. A Apple está ciente de um relatório de que esse problema pode ter sido explorado ativamente.

Explorada ativamente pelos atacantes

A Apple reconheceu o problema e indicou até que este estará a ser explorado por atacantes para assim conseguir correr código aleatório nestes equipamentos. A solução surge no iOS 16.3.1, no iPadOS 16.3.1 e no macOS Ventura 13.2.1.

A falha de segurança está dividida em 2 partes (CVE-2023-23529 - 1 e 2), uma focada nos dispositivos móveis e outra no sistema dos computadores da Apple. Do que é descrito, resulta de uma falha no WebKit e que facilmente permite que os atacantes executem o seu código sem controlo nos dispositivos.

iPhone iPad Mac Apple falha

iPhone, iPad e Mac são vítimas da falha

Este problema, um "type confusion", afeta um leque grande de equipamentos da Apple. Falamos do iPhone 8 e posterior, do iPad Pro (todos os modelos), iPad Air 3ª geração e posterior, iPad 5ª geração e posterior e iPad mini 5.ª geração e posterior, e qualquer Mac que esteja a correr o macOS Ventura.

Assim e dada a importância deste problema, é urgente que todos os utilizadores façam a atualização para o iOS 16.3.1, o iPadOS 16.3.1 e o macOS Ventura 13.2.1 de forma urgente. Só desta forma ficam realmente protegidos e longe da falha que afeta o iPhone, iPad e qualquer Mac.

Fonte: Pplware.

iOS 16.3.1 traz melhorias na Deteção de acidente do iPhone 14

 O iPhone 14 traz um sistema de deteção de acidentes que pode pedir socorro mesmo com o acidentado inanimado. Contudo, a sensibilidade e precisão do sistema tem sido alvo de muitas críticas, com os serviços de emergência de certos lugares a registar falsos positivos às dezenas ou centenas, quando os utilizadores estão numa montanha russa ou a fazer ski. Na nova versão iOS 16.3.1 a Apple trouxe novidades para evitar estes problemas.

Ilustração da funcionalidade Deteção de acidente no iPhone 14

Ordem para acabar com falsos positivos

Nos últimos meses, o novo recurso de Deteção de acidente do iPhone 14 ganhou destaques pelos motivos errados. Os falsos positivos inundaram os serviços de emergência 112 (nos EUA 911 e 119 no Japão). Para combater o problema, a Apple diz que o lançamento de ontem do iOS 16.3.1 incluiu mais otimizações para este sistema.

Recentemente, um relatório do The New York Times incluiu um conjunto de histórias sobre a Deteção de acidente quando este serviço acionou erradamente os sistemas de SOS, numa estância de ski no Colorado. Este relatório foi particularmente duro, com citações de socorristas a expressar frustração com a forma como as falsas chamadas de Deteção de acidente afetam a sua capacidade de realizar os seus trabalhos.

Alguns socorristas chegaram a pedir aos utilizadores do iPhone que desativassem completamente a Deteção de acidente devido ao influxo de falsos positivos. Conforme também referimos, o recurso também era problemático para quem andava de montanha-russa, pois este movimento de diversão fazia os sensores do iPhone 14 entender que se tratava de um acidente.

Para evitar estes problemas, nomeadamente dentro de parques de diversão com montanha-russa, as empresas responsáveis pelos recintos passaram a colocar placas a informar aos visitantes para deixarem os seus iPhones para fora da diversão.

Simultaneamente, a Deteção de acidente já ajudou a salvar a vida de utilizadores do iPhone 14 que realmente se envolveram nalgum tipo de acidente de carro.

Claro, este tipo de resultados não anulam os problemas que os falsos positivos desencadeiam. Contudo, a Apple tenta encontrar uma solução para minimizar os falsos positivos.

 

Correção da Apple para falsos positivos na Deteção de acidente

A Deteção de acidente no iPhone 14 e iPhone 14 Pro usa sensores G-force combinados com outros dados para detetar um acidente. A Apple o descreveu o mecanismo como um “algoritmo bastante dinâmico” e trabalha para refinar este algoritmo à medida que aprende mais sobre a deteção de acidentes no mundo real.

O iOS 16.1.2, lançado em novembro de 2022, incluía o que a Apple descreveu como “otimizações de Deteção de acidente nos modelos iPhone 14 e iPhone 14 Pro”. Esta mudança foi em grande parte uma resposta às primeiras histórias sobre a funcionalidade Deteção de acidente que era acionada nas montanhas-russas.

Com o lançamento de hoje do iOS 16.3.1, a Apple tem mais mudanças reservadas para a este mecanismo de socorro. A empresa é mais uma vez vaga nas suas notas de lançamento: “Otimização da funcionalidade de deteção de acidente nos modelos de iPhone 14 e iPhone 14 Pro.”.

Fonte: Pplware.

Análise: Apple HomePod (2023), uma renovada forma de ouvir música

 A Apple voltou a renovar um produto que havia descontinuado. Desta vez, o HomePod original já tem sucessor, uma coluna inteligente com mais qualidade de som e um novo processador poderoso. Recebemos a nossa no passado dia 3 de fevereiro e já sabemos o que vale... vamos à review.

Imagem da coluna inteligente da Apple, o HomePod 2 em análise


PRÓSCONTRAS
Fantástica qualidade de somAinda só virada para utilizadores Apple
Design simplistaFaltam mais dispositivos compatíveis com Homekit
Velocidade de respostaCara comparada com os concorrentes

Linha temporal do HomePod

É verdade que não é comercializada pela Apple em Portugal. Contudo, um salto à vizinha Espanha e cá temos a nossa nova HomePod. Como se lembram, em 2018 fizemos a análise da coluna quando esta foi lançada no mercado.

Na altura era um nova aposta da empresa de Cupertino para um segmento onde já existiam produtos muito bons e com um longo caminho percorrido. A verdade é que o HomePod não se saiu assim tão bem nas vendas porque custava na altura 349 dólares (em Espanha, custava 349 euros).

A Apple lançou algum tempo depois uma solução mais barata, o HomePod mini, ao preço de 99 dólares (em Espanha saiu a 99 euros).

A verdade é que este lançamento correu melhor e a empresa passou a constar no grupos dos que mais vendem as colunas inteligentes (apesar de ainda estar longe das vendas da Google e Amazon, por exemplo).

Um dos trunfos que poderá ter funcionado foi o anúncio da Apple sobre o descontinuar do HomePod original, em 2021. A corrida a estas colunas levou a que o mercado conseguisse muito rapidamente escoar stocks, e as vendas contaram para os números da Apple.

 

HomePod - A casa do Apple Music

Cinco anos depois da Apple ter lançado o HomePod, este continua a ser o "spot" do Apple Music. A empresa mantém fechada a entrada de outros serviços de streaming de música na coluna. Contudo, o Apple Music é um dos serviços de streaming com melhor som. Tudo isso graças ao suporte de áudio sem perdas.

Além da qualidade, a Apple gaba-se da quantidade. A empresa refere que tem à disposição mais de cem milhões de músicas.

Análise: Apple HomePod (2023), uma renovada forma de ouvir música

 

Som + Siri + HomeKit

No que toca ao som, apesar desta coluna "perder" alguns dos seus componentes de áudio, a Apple melhorou a estrutura e o processamento do som. Assim, agora o novo HomePod traz som Dolby Atmos imersivo de alta fidelidade e áudio espacial que "abraça o utilizador".

A conectividade com os dispositivos Homekit é mais rápida, nota-se o poder do novo processador. Claro, a Siri está ainda sem o português de Portugal e tudo terá de ser "pedido" em português do Brasil ou... noutro idioma preferido.

No que toca ainda ao som, importa salientar que podemos emparelhar em modo estereofónico esta coluna com outra da mesma versão, não havendo esta opção entre colunas de 2018 e de 2023. Portanto, se quisermos fazer conjunto em stereo, tem de ser com duas colunas novas.

Contudo, podemos fazer um emparelhamento entre todas as colunas. Isto é, o sistema operativo permite, por exemplo, reproduzir o som na nova HomePod, HomePod de 2018 e ainda ter uma HomePod mini no mesmo naipe, e fazer a reprodução em simultâneo, mas sem o modo estereofónico. E o som é... brutal!

Análise: Apple HomePod (2023), uma renovada forma de ouvir música

 

HomePod - Construção e design

O design, apesar de não parecer, sofreu algumas alterações mais no plano interior.

No exterior apenas vemos que o "ecrã" em cima é menor e está agora inserido abaixo das margens do tecido que cobre a coluna. A base também foi alterada, é agora lisa.

No plano interior é onde de facto a Apple mexeu mais. O modelo antigo contava com sete tweets e um woofer ao centro. Atualmente a nova coluna traz cinco tweets e um woofer ao centro. Em termos de microfones, a versão de 2018 contava com 6 microfones e a atual conta com 5 microfones para a Siri escutar os pedidos.

Especificações:

  • Dimensões e peso
    • 16,8 cm de altura
    • 14,2 cm de largura
    • 2,3 kg de peso
  • Tecnologia de som
    • Woofer de alta amplitude de 10 cm;
    • Conjunto de cinco tweeters, cada um com o seu íman em neodímio;
    • Microfone interno para calibração de baixa frequência e correção automática de graves;
    • Áudio computacional avançado com deteção de sistema para ajustar o som em tempo real;
    • Sensor de espaço;
    • Áudio espacial com Dolby Atmos para música e vídeo;
    • Matriz de quatro microfones para usar a Siri de longe;
    • Som multizona com AirPlay;
    • Suporte para estéreo.

Análise: Apple HomePod (2023), uma renovada forma de ouvir música

  • Fontes de som
    • Apple Music;
    • Músicas compradas no iTunes;
    • Biblioteca de música do iCloud com uma assinatura Apple Music ou iTunes Match;
    • Serviços de música de terceiros
    • Estações ao vivo ou programas sob pedido da Apple Music;
    • Estações de rádio como TuneIn, iHeartRadio ou Audacy;
    • Podcasts da Apple;
    • Boletins informativos;
    • Sons ambientes remasterizados;
    • Conteúdo AirPlay do iPhone, iPad, Apple TV ou Mac para HomePod.
Imagem da coluna inteligente da Apple nas duas cores disponíveis

A Apple disse que a cor meia-noite se destaca da original que era de cor preta.

  • Toques de controlo
    • 1 toque: reproduzir/pausar;
    • 2 toques: música seguinte;
    • 3 toques: música anterior;
    • Tocar e pressionar: Siri;
    • Tocar no sinal + ou –: Aumentar/diminuir volume.
  • Sensores
    • Reconhecimento de som;
    • Temperatura e humidade;
    • Acelerómetro.
  • Conexão sem fio
    • WiFi 802.11n;
    • Deteção P2P para fácil acesso de convidados;
    • Bluetooth 5.0;
    • Thread;
    • Chip de banda ultralarga para dispositivos próximos.
  • Cores disponíveis
    • Meia-noite
    • Branco

Na versão anterior, como fizemos essa referência, o cabo não dava para ser retirado. Pelo menos não existia essa indicação, apesar de algumas pessoas forçarem e lá conseguirem remover o conector. Contudo, a Apple percebeu a crítica e nesta versão já permite que o cabo saia da coluna.

Antes:

Agora:

A Apple, à imagem do que já havia feito no HomePod mini, colocou um ecrã que ocupa todo espaço de topo. Além, de dar uma melhor aspeto à interação, permite que os toques sejam mais precisos.

Conforme podemos ver no comparativo entre a coluna de 2018 com a de 2023, o espaço de interação cresceu.

Review: Apple HomePod (2023), uma renovada forma de ouvir música

Sensores de temperatura e humidade

Esta é uma característica importante a destacar, porque será, eventualmente, o trunfo maior face à versão original, sem esquecer o processador S7 (herdado do Apple Watch Series 7) que é um grande salto em comparação com o chip A8 no HomePod original e o S5 no HomePod mini.

Apesar da Apple já ter colocado estes sensores no HomePod mini (sem os ativar), com o HomePod 16.3.2 estas duas colunas inteligentes da Apple passam a poder informar a temperatura ao seu redor, assim como a humidade. Estas informações podem ser solicitadas à Siri, assim como podem ser vistas na aplicação Casa, do iOS, iPadOs e macOS. De notar que a aplicação Casa foi atualizada recentemente para dar suporte ao standard wireless Matter.

Configuração inicial

Esta coluna, assim como os outros dispositivos da marca, têm uma forma de configuração muito intuitiva. Basicamente é ligar e esperar que o iPhone informe do que se deve fazer. Depois é seguir os passos.

Um pouco à imagem da configuração inicial do Apple Watch, o HomePod pede que a app seja centrada sobre a informação luminosa disponibilizada no ecrã da coluna para haver a sincronização entre dispositivos. Depois é a magia do software que trata do resto.

Veredito... mais som e mais poder de processamento

Bom, depois de 10 dias com a nova HomePod a debitar som, já temos dados que nos permita dizer que, apesar de não se notar muito a olho nu, o ouvido consegue perceber que há melhorias no som que nos oferece. É de elevada qualidade e mais refinado o áudio que emana desta caixa ressonante inteligente.

Portanto, com muitas horas de trabalho, a HomePod 2 permite obter uns graves poderoso, encorpados e uns agudos definidos, dentro do que se espera para o equipamento encaixado dentro de um cilindro de 17 centímetros de altura. Claro, se conjugarmos duas colunas com uma Apple TV 4K iremos ter um conjunto audiovisual de elevada qualidade, conseguindo extrair da Apple TV a qualidade do som Dolby Atmos. É uma experiência muito envolvente.

O preço de 349 euros, é atualmente menos "atrevido" do que há 5 anos, quando esta coluna, pelo mesmo preço, chegou ao mercado. No entanto, não podemos deixar de apontar que a concorrência, em termos de som, poderá ter uma oferta com melhor qualidade pelo mesmo preço.

Se conjugarmos o poder de utilização de muitos ambientes dentro do espaço HomeKit e a ligarmos um ecossistema rico, como é o da Apple, então a concorrência não tem nada que possa ombrear neste segmento. Também há quem diga que o facto de ser um dispositivo ainda pouco virado para aplicações de streaming de terceiros o torna menos capaz. Depende, portanto, do ponto de vista.

Um ponto que está melhor é o sobreaquecimento que, na versão original, chegou a ser um problema. Para quem tem o HomePod sempre ligado, como é o nosso caso com as várias colunas, reparará que as originais estão sempre quentes. Numa versão beta do iOS 15 chegou mesmo a preocupar os utilizadores. Depois parece que a Apple estabilizou o consumo de energia e, embora sempre quentes, as colunas originais não mostraram de novo o problema febril.

A nova não aquece em medida que se possa sequer comparar com a original. Foi um ponto melhorado seguramente dentro do hardware da coluna.

Apple HomePod (2023)

Apple HomePod (2023)
8.5

DESIGN

9/10

INTERAÇÃO COM SIRI

8/10

QUALIDADE DE SOM

9/10

VERSATILIDADE

8/10

PROS

  • Fantástica qualidade de som
  • Design simplista
  • Velocidade de resposta

CONS

  • Ainda só virada para utilizadores Apple
  • Faltam mais dispositivos compatíveis com Homekit
  • Cara comparada com os concorrentes











Fonte: Pplware.