15 de jan de 2015

Facebook at Work, a versão corporativa do Facebook, é oficial e será lançada nesta quinta

Hoje um novo app do Facebook chegará às lojas do iOS e Android. Trata-se do Facebook at Work, uma versão especial da maior rede social do mundo e que surgiu como um rumoralguns meses atrás. Agora, ele é oficial, mas será que o sucesso do Facebook comum se repetirá na nova investida focada no público profissional?
O objetivo do Facebook at Work é substituir o e-mail e trazer a familiaridade do Facebook tradicional para o ambiente de trabalho. É uma solução similar à do Google Apps: oferecer para empresas os serviços que são gratuitos para pessoas físicas com diferenças mínimas. No caso do Facebook at Work, esses diferenciais são a ausência de publicidade e a promessa de que, diferentemente da versão tradicional, seus dados não serão minerados para melhorar a precisão dos anúncios e as ações realizadas aqui não se refletirão em seu perfil público, no Facebook comum.
Embora a ideia pareça meio surreal à primeira vista, ela faz sentido – e eu me sinto meio mal por achá-la boa, inclusive. O Facebook tem ferramentas que podem ser bastante úteis: um feed de notícias para avisos e discussões gerais da empresa, grupos para segmentar as discussões das equipes e o bate-papo para diálogos rápidos. Ah, e jamais esquecer o aniversário dos colegas da firma. Segundo Lars Rasmussen, diretor de engenharia do Facebook que trabalhou no novo produto, ele vem sendo usado há anos internamente em substituição ao e-mail — com sucesso.
Desenvolvido em Londres, inicialmente o Facebook at Work só poderá ser usado por algumas empresas. Com o tempo, espera-se que o Facebook abra a ferramenta para quem quiser usar (e pagar). Os desafios são muitos: além de encarar uma concorrência pesada composta por Slack, Basecamp, Yammer, Trello, Asana e muitos outros bons produtos, o mais difícil será vencer a desconfiança de administradores de sistemas, do pessoal de TI e dos executivos. Afinal, privacidade nunca foi um chamariz no Facebook e o que está em jogo aqui é, basicamente, que você confie todos os segredos da sua empresa aos servidores deles. Alguém arriscará?
Fonte: Gizmodo

Especificações técnicas vazadas do novo LG G4 sugerem absurda tela 5K

ano de 2014 foi ótimo para a LG. Seus dois smartphones, G2 e G3, foram sucesso de vendas. Isso porque ambos os celulares traziam um hardware de ponta com um preço acessível — tudo o que o consumidor busca. Chegou 2015, e os olhos já estão voltados ao próximo lançamento da LG. Para apimentar essa estreia, parece que as especificações técnicas do G4 foram vazadas.
De acordo com uma fonte vinda da Grécia, o smartphone terá o processador Snapdragon 810. Isso difere das expectativas de alguns especialistas, que imaginavam que o G4 viesse com um processador NUCLUN octa-core.
Além disso, o celular virá com 3GB de RAM, sistema operacional Android 5.0 Lollipop de fábrica, resolução de tela de 5312x2988 pixels e câmera traseira de 16 MP. Se as configurações se tornarem reais, teremos um aparelho com poder de fogo suficiente para enfrentar seus rivais.
O LG G4 provavelmente será lançado em março durante a MWC em Barcelona, na Espanha.
Fonte: Tecmundo.

Projeto quer criminalizar perfil falso em redes sociais

Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer criminalizar o uso de perfis falsos nas redes sociais. Criado pelo deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) em julho do ano passado, o PL 7.758/14 vê a atividade como crime de falsa identidade.
Com isso, a proposta redige o Código Penal no que diz respeito ao crime de falsa identidade, afirmando que ele também pode ser realizado pela rede mundial de computadores ou qualquer meio eletrônico quando houver o objetivo de prejudicar, intimidar, ameaçar, obter vantagem ou causar danos à vítima.
A pena continua sendo a mesma que a atual: detenção, de três meses a um ano ou multa, caso não houver um elemento mais grave de crime.
O PL será arquivado no dia 31 de janeiro por conta do fim da legislatura do deputado, no entanto, como ele foi reeleito, poderá desarquivá-lo. Caso opte por isso, ele deverá ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Logo após, segue para votação no Plenário.
Fonte: Olhar Digital