30 de set. de 2021

Google declara que pagou a fabricantes para competir com a Apple


 Tentando reverter uma multa antitruste recorde de 4,3 bilhões de euros, o equivalente a R$ 27 bilhões, os advogados do Google apresentaram um argumento à Corte de Justiça da União Europeia (UE) em Luxemburgo. Para justificar o pagamento feito a fabricantes de smartphones para pré-instalar apenas o mecanismo de pesquisa do Google em seus dispositivos, disseram, na quarta-feira (29), que se tratava de um incentivo.

Durante o terceiro encontro da audiência prevista para uma semana no segundo maior tribunal da Europa, a alegação visou desqualificar a acusação de concorrência desleal. Os representantes do gigante de Mountain View disseram aos juízes que o objetivo da empresa foi apenas conquistar participação do mercado.

Por que o Google foi multado pela UE?

A Comissão Europeia, órgão que investiga práticas que possam afetar a concorrência na UE, questionou especificamente dois tipos de acordos feitos pelo Google com fabricantes de celulares. Uma dessas parcerias, que exclui todos os concorrentes, previa o pagamento pela pré-instalação do Google Search nos dispositivos, prática conhecida como acordo de compartilhamento de receita (RSA).

O advogado do Google Assimakis Komninos alegou que os pagamentos não tiveram intenção de excluir a concorrência, mas apenas de "encorajar" os fabricantes, que já ganhavam dinheiro com a inclusão de aplicativos, a dar um "espaço" para o sistema Android. Para o representante legal, tudo não passou de "um incentivo para convencê-los a abrir e adotar a plataforma", ao passo que os RSAs "ajudaram a manter os preços baixos e competir [...] com a Apple".

O argumento parece não ter sensibilizado o representante da Comissão Europeia, Nicholas Khan, que rejeitou sumariamente a alegação.

Fonte: Tecmundo.


Médico usa câmara do iPhone 13 Pro para tirar imagens macro dos olhos de paciente

 É uma nova linha de utilização de uma funcionalidade que acaba de chegar aos produtos da Apple. Um médico americano, de San Diego, descobriu que o modo macro nos novos modelos do iPhone 13 Pro da Apple pode ser útil na monitorização do tratamento de doenças oculares.

É curioso como este tipo de funcionalidades podem ser usadas para lá do objetivo principal, mas é uma forma de aumentar o leque de oportunidades. Este médico conseguiu "ver mais longe e mais perto".

Imagem iphone 13 Pro Max a usar modo macro para monitorizar olhos dos pacientes

Fotos em modo macro dos smartphones podem ser úteis na oftalmologia

A Apple só agora colocou disponível a captação de imagens em modo macro. Os novos iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max tiram partido da câmara Ultra grande angular para conseguirem focar a uma distância de apenas 2 centímetros. O resultado efetivamente são imagens muito interessantes de pormenores que, a olho nu, não nos apercebemos.

Numa publicação no LinkedIn, feita nesta quarta-feira, o Dr. Tommy Korn, oftalmologista e especialista em inovação digital em saúde na Sharp Healthcare em San Diego, disse que está a usar um iPhone 13 Pro Max para tirar imagens macro dos olhos de um paciente.

Korn acrescentou que ficou "impressionado" com o desempenho da câmara. O oftalmologista acrescentou que o iPhone 13 Pro Max pode "inovar o cuidado da visão do paciente e a telemedicina", e disse que está ansioso para ver onde a tecnologia vai.

O médico também partilhou algumas imagens do iPhone 13 Pro Max em uso durante o tratamento de um dos seus pacientes que está em processo de recuperação de uma abrasão num transplante de córnea. O iPhone foi usado para tirar imagens para vigiar a recuperação do paciente.

 

Doenças oculares: Médicos poderão dar novo uso ao modo macro do iPhone 13 Pro

Esta "novidade" levou outros colegas de profissão a dar a sua opinião. O optometrista Dr. Jeffrey Lewis também disse que a câmara do iPhone 13 Pro Max poderia ser "mais uma maneira de impressionar, gerir e cultivar relacionamentos de longo prazo com os nossos pacientes".

O médico Tommy Korn de facto descobriu uma nova abordagem para o modo macro e até brincou com a situação

PS: esta 'câmara Pro' também inclui uma aplicação de telefone!"

No iPhone 13 Pro e no iPhone 13 Pro Max, pode tirar fotografias e gravar vídeos macro com a câmara com ultra grande angular. 

Para tirar uma fotografia ou gravar um vídeo macro, abra a aplicação Câmara, aproxime-se do objeto da fotografia (até 2 cm de distância) e a câmara permanecerá focada automaticamente.

Além das várias aplicações de saúde e bem-estar do Apple Watch, o iPhone 13 Pro poderá também ter outra utilidade na monitorização da saúde ocular dos pacientes.


Fonte: Pplware.

29 de set. de 2021

Apple cancela ecrãs OLED da Samsung para o iPad Air 2022

 O principal fornecedor de ecrãs da Apple é a Samsung. Contudo, nos últimos anos, a empresa de Cupertino tem procurado outros fornecedores para não depender de uma só empresa. Apesar disso, a Samsung continua a ser a mais poderosa empresa neste segmento. No entanto, e segundo as últimas informações, a Apple cancelou os ecrãs OLED da Samsung para o iPad Air 2022.

Na origem deste cancelamento estão problemas com a qualidade, preço, entre outras.

Ilustração ecrã OLED para iPad Air

Apple e Samsung não se entendem sobre o painel OLED para o iPad Air 2022

A Apple deu a saber que cancelou um projeto com a Samsung para desenvolver um ecrã OLED para o iPad Air 2022, devido a problemas de custo, brilho e durabilidade. A empresa da Califórnia referiu anteriormente que está já a planear uma atualização para o iPad Air que teria ecrãs OLED, já em 2022, e para o iPad Pro, em 2023.

Assim, e perante este cenário, a data de lançamento do iPad Air poderá sofrer atrasos, já que a Apple não está satisfeita com o progresso da Samsung no desenvolvimento do ecrã.

De acordo com o site The Elec, a Apple já cancelou o projeto da Samsung. Fontes não identificadas disseram que o motivo prende-se com a forma como a Samsung pretendia produzir um painel OLED de camada única, onde a Apple deseja uma estrutura dupla, duas camadas.

Do ponto de vista da Apple, uma única camada não é suficientemente brilhante, e também pode não ter uma duração de vida suficiente durante o tempo que as pessoas tendem a agarrar-se aos seus iPads. Um sistema de camada dupla, em comparação, duplica a luminosidade possível.

Não se sabe que tempo de vida seria esperado de um painel OLED de camada única, mas as fontes dizem que um sistema de duas camadas prolonga o tempo de vida até quatro vezes. Da perspetiva da Samsung, os custos de um sistema de duas camadas não são alegadamente viáveis, a menos que o iPad Air fosse vendido durante muito tempo.

Os modelos OLED iPad Pro podem ainda ser lançados em 2023, como esperado. De acordo com The Elec, a tecnologia OLED planeada para estes modelos já diferia da pretendida para o iPad Air. Este braço de ferro poderá adicionar a esta equação outros fornecedores.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max, as primeiras impressões

A Apple, este ano, deu continuidade a um design que fez furor no ano passado, e o iPhone 13 recebeu algumas novidades, sem ser estonteante, diga-se. Aliás, à primeira vista, o iPhone 13 não se destaca do iPhone 12. No primeiro dia de entrega do novo smartphone da Apple, chegou o modelo escolhido: o iPhone 13 Pro Max. Passados quatro dias com ele já nos permitiu tirar algumas ilações.

Estas primeiras impressões são, sobretudo, relacionadas com a bateria, a tecnologia ProMotion, vídeo e fotografia, visto que em tudo o resto não se nota grande diferença, para já, face ao anterior.

Imagem iPhone 13 pro Max

Ano após anos vamos recebendo os novos modelos de iPhone que chegam ao mercado e usamos, no dia a dia, como se usa um smartphone que serve para nos servir. No ano passado, na nossa análise do iPhone 12 Pro Max, destacámos algumas novidades e o seu design que era um dos mais pedidos pelos seguidores da marca. Conforme é sabido, o iPhone de 2020 foi dos smartphones mais vendidos de sempre e continuará a ser, segundo os analistas, o mais vendido de sempre.

Este ano, com o lançamento da família iPhone 13, recebemos o melhor modelo, o Pro Max, para ver o que vale. Agora, num primeiro relance, já temos algumas coisas para lhe mostrar.



O utilizador amador e o profissional

É verdade que ainda não vemos os profissionais de imagem, fotografia e vídeo a empunhar um smartphone quando estão a cobrir um evento, um jogo de futebol ou um casamento. Ainda não chegamos lá, mas já faltou mais. A qualidade dos smartphones, do seu grupo de câmaras, está a ficar num patamar que poderemos um dia pensar que chegarão a um nível aceitável para os mais PRO da fotografia.

Portanto, na essência, a Apple lançou duas linhas distintas: uma para o consumidor diário e outra para os "mais profissionais". Enquanto todos os quatro telefones apresentam ecrãs OLED nítidos, apenas aqueles na linha 13 Pro têm a tecnologia ProMotion de alta taxa de atualização da Apple, que faz com que o conteúdo a deslizar pareça mais nítido e as animações pareçam mais suaves do que num ecrã normal.

Embora a Apple diga que os quatro modelos (iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max) têm novos processadores, bateria melhor e câmaras melhores do que os seus antecessores, apenas os da linha 13 Pro têm acesso ao novo modo de macro fotografia.

Este modo, que era tão pedido (e já existia há muito tempo nalguns equipamentos Android) permite tirar fotos nítidas de objetos tão próximos que parece que lhes tocamos com as lentes da câmara. Portanto, a ideia foi ter o topo de gama, o Pro Max, de 256 GB, que custa 1 399,00 €.

 

Ecrã ProMotion

A Apple só agora tem no iPhone tecnologia que atualiza o ecrã do dispositivo 120 vezes por segundo (refresh rate de 120Hz). Apesar de ser uma boa novidade neste segmento, a Apple já usa esta tecnologia desde 2017 no iPad Pro. Portanto, não é uma novidade propriamente dita. Além disso, esta taxa é variável, sendo que pode ir de 10Hz até 120Hz.

Como resultado desta taxa de atualização mais alta, qualquer movimento que vejamos no ecrã, quer estejamos no Facebook, Instagram, Safari ou Twitter; jogar jogos como Mario Kart ou Need for Speed; ou simplesmente deslizar pelas páginas das aplicações, iremos perceber uma maior suavidade. Mas calma, isto não é nada de estrondoso, aliás, se estiver distraído nem vai notar, mas está lá.

Imagem iphone 13 Pro Max com ProMotion 120 Hz

Se no passado deslizar o ecrã já era muito fluído, agora está melhor. Ao usarmos, por exemplo, o Instagram ou a aplicação Fotografias, vamos notar uma fluidez melhorada. Quem já tinha um iPhone 11, ou 12, a diferença não é tão notória como alguém que passe de um iPhone X, ou XS, para um iPhone 13 Pro, por exemplo.

Em jeito de talhe de foice, fica a referência que a DisplayMate considerou o ecrã do iPhone 13 Pro Max como o melhor ecrã de smartphones.

No vídeo em cima colocámos lado a lado o iPhone 13 Pro Max à esquerda e à direita o iPhone 12 Pro Max. O teste, a frio, foi com o site do Pplware. Um sítio com muitas imagens, scripts, que carrega de forma assimétrica os conteúdos gráficos. Contudo, e apesar de se notar a maior fluidez do ecrã com tecnologia Pro Motion, não é, neste caso, muito relevante.

 

Foto­grafias macro no iPhone

A Apple descreve esta característica como resultado de uma lente redesenhada suportada por um poderoso sistema de foco automático. Então, com esta nova tecnologia, a câmara Ultra grande angular foca a uma distância de apenas 2 centímetros.

Sim, é uma novidade no iPhone e sem dúvida que vem dar mais interesse a quem gosta da fotografia com todos os pormenores. As câmaras agora estão melhores, captam mais pormenor e exigem uma mão mais firme, mas mesmo nisso, o sistema de estabilização é uma preciosa ajuda.

Se procura uma opção que diga Macro na app fotografia, esqueça. Não precisa de nada disso. Basta aproximar o iPhone e estabilizar o pormenor que quer captar. Foque, dispare e contemple.



O exemplo acima não é o original, passou por um processo de redução de qualidade para servir de exemplo, dado que as imagens originais são muito pesadas. Serve, sobretudo, para vermos que este modo Macro funciona muito bem.

Será mais uma maneira de tirar proveito de um conjunto de câmaras muito bom. Conseguiu já, como pudemos ver, os lugares cimeiros de um ranking popular que determina as melhores câmaras de um mercado fértil em qualidade fotográfica.

 

Câmaras, sensores... ação

O iPhone traz melhoramentos no conjunto de imagem TrueDepth. Estas novidades permitiram à Apple reduzir o notch, algo que incomoda muito quem não tem iPhone e que passa já despercebido para quem o usa diariamente. Como, aliás, acontece a tantos utilizadores de smartphones Android.

Este conjunto não é apenas uma câmara e um sensor, é muito mais do que isso. Logo, é exigido espaço e não apenas um "buraquinho". O sistema de câmaras TrueDepth inclui:

  • Modo Cinematográfico
  • Estilos fotográficos
  • Gravação de vídeo ProRes
  • Gravação Dolby Vision HDR
  • Modo Profundidade
  • Selfies no modo Noite
  • HDR inteligente 4
  • Deep Fusion
  • Entre outras capacidades.

Claro, o Face ID é a estrela deste conjunto. Mas por trás do face ID está, para além da câmara TrueDepth, o processador A15 Bionic.

No que toca às câmaras principais, que estão posicionadas na traseira do iPhone, este ano, trazem melhorias em todas as lentes e sensores, e entregam o estabilizador ótico em toda a gama, do iPhone mini ao iPhone Pro Max, ao contrário do ano passado que apenas o iPhone 12 Pro Max tinha.

Temos de destacar que a Apple dedicou novamente atenção à fotografia tirada com condições de pouca luminosidade.

Agora todos os modelos estão equipados com o Modo Noite e, sem dúvida, as imagens são muito melhores que no passado.


Além destas novidades, a Apple também trouxe mais qualidade ao seu zoom. É verdade que há equipamentos com zoom de 100x, e até mais, mas a qualidade é muito fraca e é mais "argumento" que usabilidade, pelo menos para já. No entanto, há smartphones com excelente qualidade de zoom ótico e até híbrido, sem entrarem no exagero. A Apple este ano tirou partido da nova teleobjetiva que tem uma distância focal de 77 mm e zoom ótico a 3x.

Segundo a empresa, esta teleobjetiva é ideal para tirar retratos clássicos e fotografar e filmar ao longe com grande nitidez.

 

Modo Cinematográfico e a capacidade de ter Hollywood no bolso

A Apple adora apontar o iPhone como uma máquina profissional de filmar. Desde há vários modelos a empresa quer dar ao iPhone essa "credencial". Tem, para isso, colocado tecnologia que acrescenta muita qualidade às gravações, ano após ano. Se no iPhone 12 Pro Max a Apple introduziu a capacidade de gravar vídeos com HDR de 10-bit, este ano foi mais além.

Relembramos que ano passado a empresa de Cupertino incluiu vários recursos para transformar o iPhone topo de gama numa ferramenta de trabalho profissional. Para tal, incluiu a gravação de vídeo em HDR e novo formato proprietário chamado Apple Pro Raw. Este ano a novidade chama-se 4K ProRes.

O formato consome muito espaço pela sua extraordinária qualidade. Por isso, conforme demos a conhecer, o iPhone 13 só terá gravação 4K ProRes a partir de 256 GB de armazenamento.

Vamos falar então no Modo Cinematográfico. Se está familiarizado com o Modo Retrato da Apple, que estreou em 2016 com o iPhone 7 Plus, então tem uma ideia do que esperar do Modo Cinematográfico disponível em todos os modelos do iPhone 13.

Neste modelo, o iPhone tenta dar ao vídeo um toque de elegância hollywoodiana ao desfocar levemente o fundo, enquanto mantém sempre o assunto em foco. O assunto pode até mover-se ao redor da área e com Modo Cinematográfico permanecerá fixo no foco.

É um efeito impressionante, mas que requer uma iluminação decente para funcionar bem (a aplicação da câmara irá avisar se não houver luz suficiente na imagem).

Sim, esta transição pode passar de forma automática, mas podemos nós, operadores da câmara e realizadores, forçar manualmente esta passagem enquanto gravamos o vídeo (basta tocar onde desejamos focar). Também o podemos fazer quando estivermos a editar.

Existem algumas limitações técnicas. O vídeo cinematográfico só pode ser filmado a 1080p a 30 frames por segundo (fps), por exemplo, o que, na verdade, atende aos padrões atuais de reprodução de vídeo. E o mais impressionante neste iPhone 13 é a capacidade de usarmos o iMovie, por exemplo, e editar as imagens diretamente no iPhone, com um poder incrível de processamento.

Imagem iPhone 13 Pro Max bateria

E a bateria?

Esta é uma agradável surpresa. A Apple disse que o iPhone 13 Pro Max recebeu um incremento de cerca 8 horas face ao iPhone 12 Pro Max no que toca à reprodução de vídeo, tendo agora bateria para 28 horas. Já na reprodução de vídeo (em streaming) a autonomia passou de 12 horas no iPhone 12 Pro Max para 25 horas no iPhone 13 Pro Max.

Por fim, se usarmos o iPhone para ouvir música, podemos estar agora 95 horas sem que a bateria acabe. Antes, no modelo topo de gama de 2020, a autonomia era de 80 horas. Além disso, como vimos aqui, numa utilização mista, mas exigente, o iPhone 13 Pro Max consegue cerca de 10 horas ininterruptas de funcionamento. Fantástico!

 

Em resumo...

Estas são as primeiras impressões de alguns dias de utilização. Apesar disso, ainda há muito a explorar e muitas situações para testar. A bateria surpreendeu, não há dúvidas que está muito, mas muito, melhor, e a qualidade do ecrã também é um trunfo, apesar de todo o conjunto trazer benefícios para um segmento já ele muito bem posicionado.

O iPhone 13 Pro Max tem, pela primeira vez, uma opção de armazenamento de 1 TB, que custa a módica quantia de 1859 euros. Poderá ser uma opção para um utilizador nada convencional, mas para a generalidade dos utilizadores, servirá o iPhone 13 Pro Max de 256 GB, que custa 1399 euros.

Fonte: Pplware