1 de mar. de 2021

Batterygate: Deco processa Apple por tornar iPhone 6 mais lento. Há 115 mil lesados…

 Lembram-se do caso Batterygate da Apple? A gigante da maçã continua a enfrentar mais uma série ações judiciais na UE relacionadas com este caso. De relembrar que a empresa desacelerou intencionalmente iPhones antigos mais antigos, para conseguir uma maior autonomia.

Em Portugal, a Deco vai processar a Apple por tornar iPhone 6 mais lento. Há 115 mil afetados e a Associação do Consumidor exige cerca de 60 euros de compensação por cada lesado em Portugal.

Batterygate: Deco processa Apple por tornar iPhone 6 mais lento. Há 115 mil lesados...

Em 2018 a Apple foi acusada de degradar propositadamente o desempenho dos iPhones mais antigos, quando vida das baterias estava próxima do fim. O caso ficou apelidado de “BatteryGate” e o problema foi introduzido nos telefones da maçã através de uma atualização que não podia ser removida.

A Apple foi obrigada a pagar 25 milhões de euros à França em 2020 por desacelerar o desempenho dos iPhones antigos. No final de 2020 empresa concordou também em pagar 113 milhões de dólares (~96 milhões de euros) para terminar de vez com este assunto. Este valor foi dividido de forma igualitária por 33 estados dos EUA, incluindo a capital Washington D.C.

Uma associação de consumidores italiana, também está a processar a Apple e pede uma indemnização de 60 milhões de euros (US$ 73 milhões) em nome de consumidores italianos enganados pela prática de obsolescência programada.

Imagem iPhone 6 com problema de bateria

Deco também processa Apple

Quando se pensava que o caso Batterygate estava encerrado, eis que hoje surge a notícia de que a Deco vai processar a Apple por tornar iPhone 6 mais lento! Em Portugal há 115 mil afetados. 

A associação acrescenta que a queixa tem por base “a legislação europeia que proíbe expressamente as práticas comerciais desleais, enganosas e agressivas, como é o caso da obsolescência programada”, refere o artigo partilhado pela Associação.

A compensação, no valor médio de cerca de 60 euros por consumidor, inclui o custo de reparação da bateria e 10% do valor de compra deste equipamento. No total, são exigidos cerca de 6,9 milhões de euros para um total de 115 mil consumidores.

Fonte: Pplware.

MacBook Air com processador Apple M1 desbloqueado para minerar criptomoedas

 Quando falamos de mineração de criptomoedas, associamos frequentemente à utilização de placas gráficas e ASICs para o efeito. Mas foi agora aberta mais uma alternativa através do processador M1 da Apple.

Segundo informações recentes, um programador conseguiu encontrar uma maneira de extrair a criptomoeda Ethereum através de um MacBook Air com o chip M1 da Apple.

A mineração de criptomoedas é atualmente umas das práticas mais aliciantes no mundo digital. E tudo se deve ao valor extremamente elevado das moedas, em especial do Bitcoin que, à data, vale mais de 37 mil euros. Também a Ethereum é uma boa aposta, valendo atualmente mais de 1.000 euros.

Normalmente quem minera recorre a placas gráficas, como a gama GeForce RTX 30 da Nvidia, e também a chips ASICs. Mas quem tiver um computador MacBook Air com o recente processador M1 da Apple poderá também conseguir extrair as populares moedas digitais.

MacBook Air com M1 desbloqueado para minerar Ethereum

O processador M1 da Apple chegou no ano passado e oferece um elevando nível de desempenho e eficiência. Mas, uma vez que o sistema é fechado, muitos utilizadores tentam desbloquear este mesmo chip.

Assim, segundo informações recentes, o programador Yifan Gu encontrou uma maneira de minerar a criptomoeda Ethereum através de um MacBook Air com o processador Apple M1. Yifan partilhou também a descoberta com a comunidade no GitHub.

Mas de acordo com o programador, o processador M1 é apenas indicado para novatos e iniciantes no processo de mineração.

Yigan Gu afirma que a eficiência de mineração com este chip é média, fornecendo apenas 2MH/s (megahash por segundo) enquanto que o consumo de energia ronda os 17 a 20 Watts. Estima-se ainda que minerar com o Apple M1 possa gerar uma receita diária à volta dos 0,14 dólares, cerca de 0,12 euros.

Mas esta não é a primeira vez que este chip é usado para tal fim. Em dezembro de 2020, os programadores da XMRig também experimentaram o M1 para extrair a criptomoeda Monero.

Em suma, com a escassez de placas gráficas, o novo processador M1 poderá tornar-se assim numa alternativa viável para quem quer minerar as moedas digitais.

Fonte: Pplware.

Os 5 melhores recursos que vão chegar com o iOS 14.5 para o seu iPhone

 O iOS 14.5 ficará marcado na história deste sistema operativo como uma versão que conseguiu impor uma regra importante no campo da privacidade. De um lado a Apple a defender os seus utilizadores e a si própria. Do outro, estão empresas como o Facebook com uma estratégia para desarmar a Apple. Apesar disso, o iOS 14.5 irá entregar nos próximos dias uma versão com muitas coisas novas.

Compilamos as novidades mais importantes da próxima versão do sistema operativo do iPhone.

iOS 14.5 será lembrado por travar uma dura luta com o Facebook

O iOS 14.5 e iPadOS 14.5 estão a preparar-se para ser as maiores atualizações para iOS 14 e iPadOS 14 desde o seu lançamento inicial em setembro passado. A Apple vai apresentar vários novos recursos importantes com a próxima atualização.

Abaixo está uma apreciação dos cinco principais recursos que o iOS 14.5 e o iPadOS 14.5 trarão para o seu iPhone e iPad.

A Apple deve lançar o iOS 14.5 e o iPadOS 14.5 em meados de março. Se não pode esperar até lá, pode sempre instalar a versão para programadores ou a beta pública do sistema operativo. No entanto, lembre-se que as compilações podem apresentar alguns bugs e pode enfrentar comportamentos instáveis e aleatórios.

Como estamos a poucos dias deste lançamento, compilamos os 5 principais recursos interessantes que chegarão ao seu iPhone.

 

1. Desbloqueie o iPhone com Apple Watch

A Apple tem muitos recursos que pode ajustar conforme as necessidades. Apesar do Face ID ter a vida mais complicada com a utilização da máscara, a Apple criou uma alternativa muito interessante.

Assim, este será o maior destaque da atualização do iOS 14.5. Esta versão adicionará a capacidade de desbloquear um iPhone usando o Apple Watch.

Claro que esta “facilidade” só se aplica a quem tem o iPhone e Apple Watch. No entanto, há pelo menos 11 milhões de pessoas que podem ter este recurso.

A Apple está a utilizar este sistema, que está muito bem preparado, como sendo um segundo meio de autenticação fonte.

 

2. Mais de 200 novos emoji

A atualização do iOS 14.5 e do iPadOS 14.5 também adicionará mais de 200 novos personagens emoji. A Apple quis também atualizar muitos emojis existentes para uma melhor diversidade.

O emoji do auscultador também foi atualizado para se parecer com os AirPods Max.

Além disso, a atualização também adiciona pesquisa de emojis no iPadOS 14.5.

 

3. Alterar a app de música predefinida

Depois de permitir que os utilizadores alterem o e-mail predefinido e o navegador no iOS 14, a Apple está a dar um passo adiante e permitirá que o iPhone e os seus utilizadores alterem a app de música predefinida.

Imagem iOS 14.5 beta 1

Usando a Siri, o utilizador pode definir Spotify, Deezer, YouTube Music  ou outra das muitas apps de streaming de música como a aplicação de música predefinida no seu iPhone assim que o iOS 14.5 chegar.

 

4. Transparência no seguimento de aplicações

Este é um novo recurso de privacidade importante que será lançado com o iOS 14.5. Para o utilizador final, a transparência do seguimento da aplicação pode não parecer grande coisa.

Contudo, se acompanhou o lançamento deste recurso, saberá que isso levou o Facebook a criticar abertamente a Apple e até mesmo afirmar que esta alteração será devastadora para as pequenas empresas.

O seguimento das aplicações no iOS 14.5 exigirá que sempre que uma app tentar seguir a atividade do utilizador noutras aplicações e serviços para fins publicitários, ela solicitará a permissão necessária ao utilizador final.

 

5. Navegação mais segura

A Apple melhorou a deteção de sites fraudulentos no iOS 14.5 e iPadOS 14.5 e faz proxy de todas as consultas através dos seus próprios serviços para evitar que a Google registe o endereço IP e outros detalhes dos utilizadores.

Para ser claro, a Apple ainda depende da base de dados de sites fraudulentos da Google, mas os seus próprios servidores funcionam como um servidor proxy para os pedidos. Por esse motivo, o servidor da Google vê apenas o endereço IP do servidor proxy da Apple e não o endereço IP do utilizador.

Além disso, o Safari no iOS 14.5 envia apenas prefixos em hash da URL, ou basicamente uma URL ‘oculta’, para o verificador de site de phishing. Como a Apple usa um prefixo com hash, a Google nunca saberá o site que o utilizador está a tentar visitar.

Novamente, isso pode não ter um grande impacto na usabilidade, mas é um passo na direção certa para a Apple reforçar ainda mais a privacidade do utilizador no iOS 14.

O iOS 14.5 e iPadOS 14.5 trazem muitos outros novos recursos além dos cinco mencionados acima. Isso inclui suporte para “Hey Siri, Call Emergency (Ei Siri chama a emergência)”, suporte para mais idiomas no Scribble para iPadOS 14.5, um novo gesto na app Apple Music, AirPlay 2 com suporte para Fitness + e mais algumas coisas.

 

iOS 14.5 e iPadOS 14.5: Quando chegarão a todos os utilizadores?

Estas duas versões estão neste momento em testes para que os programadores possam fazer as devidas alterações e evoluções das suas apps. As versões beta já mostraram muita coisa e estão já com um grande nível de estabilidade.

Assim, apesar de não haver nenhuma palavra da Apple, o iOS 14.5 e o iPadOS 14.5 provavelmente serão lançados em março. O lançamento do sistema operativo também pode coincidir com o lançamento dos novos iPads, AirPods de terceira geração e AirTags.

Fonte: Pplware.