8 de fev. de 2021

iOS 14.5 permite aos utilizadores do iPhone alterar a sua app de música padrão

 A Apple está a apostar muito alto de novo nesta nova versão do iOS 14. Isto é, depois de alterações profundas no que toca à segurança, o iOS 14.5 volta a surpreender ao permitir que os utilizadores do iPhone possam alterar a sua aplicação de música predefinida ao usar a Siri.

A Apple nesta versão tem ido ao encontro não só de certas exigências anti-monopólio, como de uma aproximação com parceiros descontentes com algumas políticas da empresa. O Spotify, por exemplo, já pode ser app padrão.

App de Música pode ser outra que não a Apple Music

Depois de anos a exigir aos seus utilizadores um compromisso de fidelidade com as suas aplicações predefinidas no iPhone, as coisas parecem estar a mudar. Segundo o que foi notado na versão beta do iOS 14.5, esta versão parece deixar que o utilizador defina serviços de música de terceiros como padrão com a Siri.

Assim, em boa verdade, isto quer dizer que o utilizador pode pedir à Siri para reproduzir uma música ou álbum específico e ela irá usar o Spotify ou YouTube Music. Atualmente, a Siri apenas pesquisa e reproduz qualquer música que lhe pedimos no Apple Music. Isto é, o utilizador tem de ter uma assinatura da app Apple Music.



 

Como podemos ativar esta ação no iOS 14.5?

Para já parece não estar disponível para todos. Esta “novidade” foi vista pela primeira vez por utilizadores do Reddit. Quando solicitaram à Siri para reproduzir uma música, usando o iOS 14.5 beta 1, foi disparada uma lista de escolha de apps, além do Apple Music.

Depois de terem escolhido uma app de terceiros, a Siri parece ter colocado essa escolha para, de ali em diante, ser usada sempre que solicitado. Então, por exemplo, se o Spotify for selecionado e pedirmos “Ei, ‌Siri, play Tubular Bells by Mike Oldfield”, não será mais necessário especificar “… no Spotify”. Atualmente, mesmo que seja escolhido o Spotify, na próxima vez, o Apple Music está de novo predefinido.

Fonte: Pplware.





Quer um serviço de streaming de música com 150 milhões de músicas gratuitas?

Já tem conta no Spotify? Não, e no Apple Music? Também não? No Tidal, talvez? Não… Ok! Pela conversa, não quer pagar para ouvir música em streaming, certo? Então, e se for num serviço que oferece 150 milhões de músicas gratuitas? É isso que hoje trazemos com o eSound.


Apesar de ser ainda bastante desconhecida, esta plataforma vai oferecer-lhe tantas opções que nunca mais a vai querer largar. Fica o aviso.


Imagem app e serviço de música streaming esound



eSound, a melhor app de streaming de música?

O eSound é uma plataforma de streaming de música que tira proveito de um conjunto de meios da internet para oferecer ao utilizador recursos gratuitos que noutras plataformas, populares, são pagos.

Por exemplo, poderá ouvir as suas listas de reprodução de música sempre e em todos os dispositivos com eSound. Além disso, como faz noutra qualquer aplicação, pode pesquisar as suas músicas favoritas e adicionar as mesmas à sua biblioteca de música, para que possa reproduzi-las quando quiser.

Claro, estamos a falar de uma reprodução gratuita e ilimitada! Todos os recursos da app são “à borla”, sem paragens para publicidade ou assinatura.

 

150 milhões de músicas gratuitas

Um recurso muito interessante é o streaming do YouTube. Assim, poderá reproduzir mais de 150 milhões de músicas gratuitas via serviço da Google.

Use e abuse da pesquisa inteligente. Então, poderá ter acesso a quaisquer músicas, álbuns, artistas, covers, remixes e muito mais.

O eSound oferece todos os controlos do reprodutor de música. Conforme conhece noutros serviços, este também permite a repetição, reprodução aleatória e muito mais, para que o utilizador possa aproveitar a reprodução da sua biblioteca de música.

O melhor disto tudo é que a música que está a ouvir pode ser descarregada para depois a usar sem consumir dados. Ouvir em offline noutras aplicações tem um custo, mas aqui não, é totalmente gratuito.

 

YouTube é a fonte da música que vai ouvir

O reprodutor de música eSound é a melhor fonte para ouvir músicas ilimitadas. A aplicação possui mais de 150 milhões de faixas online para ouvir e adicionar à sua biblioteca de música!

Permite que use o Temporizador. Isto é, adormeça ao som da sua lista de reprodução favorita. Comece a sua música e defina o cronómetro de contagem regressiva. No final da contagem regressiva, o player baixará o som e interromperá suavemente a música.

Portanto, esta app está disponível via app para iOS e Android. Então, é para usar e abusar!

Homepage: eSound
Preço: Gratuito

  


Fonte: Pplware.

 

Intel diz que o seu Core i7-1185G7 é até seis vezes mais rápido do que o Apple M1

 A corrida pelo melhor hardware do mercado, e que possa servir o consumidor em todas as suas necessidades, está cada vez mais renhida. As marcas, como a Intel, têm apostado forte neste segmento e nunca antes se viu uma concorrência tão poderosa.

Nesse sentido, a Intel revelou agora testes de benchmark com o Core i7-1185G7 onde revela que o seu processador consegue ser até seis vezes mais rápido do que o M1 da Apple nalguns aspetos.

Apesar de a Intel dominar em vários segmentos do mercado, a verdade é que tem perdido alguma força para acompanhar o ritmo da concorrência. A par disso, a Apple tem apostado significativamente no segmento de componentes, quer para os seus smartphones quer também para os seus computadores.

Nesse sentido, o processador M1 da marca de Cupertino tem surpreendido na medida em que se mostra como um componente muito potente, capaz de fazer tremer a liderança de outras marcas. Mas a Intel não vai nessa cantiga e agora revelou um teste onde se mostra melhor do que a rival.

Intel Core i7-1185G7 é seis vezes mais rápido do que o Apple M1

Intel revelou resultados de benchmark onde é comparada a performance do seu processador Core i7-1185G7 com o M1 da Apple. E os resultados, realizados em diferentes plataformas e situações, mostram que o chip da Intel consegue ser superior ao M1 nalguns pontos.

Por exemplo, num dos resultados, a Intel diz que o seu i7-1185G7 é seis vezes mais rápido do que o M1 nas ferramentas de Inteligência Artificial da Topaz Labs e Adobe Premiere, funções do Photoshop e Lightroom.

Já no desempenho de produtividade, a Intel evitou os testes típicos e utilizou o WebXPRT 3 da Principled Technologies. A fabricante afirma que, em geral, o seu processador de 11º geração é 30% mais rápido no Chrome e em todas as tarefas do Office do que o M1 da Apple.

Jogos e bateria também foram comparados

Para além de outros pontos, a Intel fez questão de também analisar e comparar o desempenho em vários jogos. Neste segmento, a fabricante incluiu os jogos que são e que não são suportados no MacOS. Pode ver os resultados na imagem seguinte.

Outro aspeto prende-se com a vida da bateria. No entanto a informação da Intel mostra o resultado que a Apple refere e o resultados real, como se a fabricante acusasse a rival de mentir.

Assim, segundo a Apple, a bateria do MacBook Air com o M1 resiste entre 15h a 18 horas, mediante a atividade. Mas. de acordo com a Intel, o computador da rival aguenta 10 horas e 12 minutos, enquanto que o Acer Swift 5 com o Intel Core i7-1165G7 consegue estar ligado por 10 horas e 6 minutos.

Os testes foram realizados num sistema próprio para o efeito, uma whitebox, com 16GB de RAM e gráficos integrados. Salientamos que, como será natural, os testes internos da fabricante não são tão confiáveis como os realizados por terceiros

Fonte: Pplware.

EUA: Homem engole um AirPod da Apple enquanto dormia

 Em todo o mundo há regularmente histórias insólitas e caricatas, algumas mais graves e outras mais divertidas. E a que contamos de seguida envolve os auriculares da Apple e provocou um grande susto para o seu interveniente.

Um homem residente em Massachusetts, nos EUA, adormeceu com os seus AirPods colocados. E, quando acordou sentiu um mal-estar estranho tendo vindo depois a descobrir que havia engolido um dos auriculares da Apple.

Imagem AirPods Pro com novo firrmware

Homem engole AirPod enquanto dormia

Bradford Gauthier, residente em Worcester, Massachusetts, nos EUA, passou por um episódio insólito na passada terça-feira após descobrir os perigos que existem por dormir com os seus auriculares colocados.

Depois de ter limpo neve durante duas horas na noite de segunda-feira, Gauthier colocou os seus AirPods da Apple e foi deitar-se na cama. No entanto, ao acordar de manhã, o homem percebeu que lhe faltava um dos seus auriculares. Para além disso, sentia também um mal-estar ligeiro no meio do peito.

No entanto, Gauthier não deu grande importância e voltou a fazer as suas tarefas diárias, referindo ao WWLP News 22 que “voltei de manhã e limpei a neve durante uma hora. Quando entrei em casa, tentei beber um copo de água mas não consegui”.

Por sua vez, a família de Gauthier ainda brincou com a situação dizendo que provavelmente ele teria engolido o AirPod. Mas, para ele, aquela possibilidade fez sentido e foi então aí que se deslocou ao hospital onde fez um Raio-X. E o exame mostrou ao médico que, realmente, o homem tinha o auricular alojado no seu esófago.

Segundo conta Gauthier:

O médico gastroenterologista disse que é extremamente incomum que um bloqueio não seja doloroso ou muito desconfortável. Nunca me ocorreu que [dormir com auriculares no ouvido] pudesse representar um risco à minha segurança. Tive muita sorte.

O norte-americano deixa ainda o alerta para que outras pessoas tenham cuidado com situações semelhantes à sua.

Fonte: Pplware.

Dica: Como definir notificações persistentes no iPhone

 As notificações são uma espécie de inferno nas nossas vidas, mas já não passamos sem elas. Contudo, temos de afinar estes mecanismos de informação, para que não sejam demais, ou de menos. Bem, hoje vamos falar mesmo disso: tentar que a informação que aparece não seja efémera e nos permita ler, antes de desaparecer. Mas como se faz isso?

O iOS, como muitas vezes já dissemos, é uma espécie de canivete suíço. Como tal, se gastarmos algum tempo a explorar, vamos encontrar o que precisamos. Vamos conhecer então esta dica.

Imagem notificações persistentes no IOS

Não há nada que me irrite mais do que receber uma notificação no ecrã de bloqueio do meu iPhone e que esta desapareça antes que eu tenha a hipótese de a ler. Contudo, também deve irritar alguém na Apple, porque para este mal, o remédio está preparado e só temos de fazer os devidos ajustes.

Assim, a proposta de hoje serve para definirmos as nossas notificações como um estilo de faixa persistente. Então, estas permanecerão visíveis até que as consigamos ler. Vamos definir esta regra para as notificações das aplicações que mais usamos.

 

A diferença entre faixas de notificação persistentes e temporárias

Qual o tipo de banner de notificação é melhor para cada um de nós? Faixas temporárias aparecem durante alguns segundos e desaparecem. Já as persistentes permanecem até que lhes toquemos ou ignoremos. Para as notificações mais importantes do iPhone, nas nossas aplicações mais usadas, provavelmente a faixa persistente é o estilo certo a escolher.

Então vamos lá configurar:

1 – Vamos abrir as Definições;

2 – Clicamos agora nas Notificações.

3 – Agora rolamos a janela para baixo até à app que queremos definir para notificações persistentes;

4 – Agora clicamos em Estilo das faixas.

5 – Temos duas opções. Ou deixamos a que vem predefinida, ou alteramos para Persistente;

6 – A ideia é termos estas mensagens no ecrã bloqueado para podermos ver o que chega e dar um toque para remover.

Por vezes, este tipo de notificação é o bastante para estarmos informados sem termos de abrir a aplicação. No entanto, por predefinição, as Faixas desaparecem muito rápido, o que nos obriga depois a entrar na app para ver estas e outras notificações.

Portanto, é uma dica simples, mas que pode ser importante no dia a dia.

Fonte: Pplware.

Óculos de realidade mista da Apple podem trazer lentes 8K e custar 3.000 dólares

 Tudo aponta para que a Apple esteja a trabalhar em muitas novidades de diferentes segmentos. Uma delas será a possibilidade de um carro elétrico que poderá chegar em 2024 com tecnologia de baterias revolucionária. Mas sabemos que a marca da maçã também se encontra a desenvolver óculos inteligentes.

De acordo com rumores recentes, os óculos de realidade mista da Apple podem trazer lentes com resolução 8K e custar cerca de 3.000 dólares. Estima-se que este gadget chegue ao mercado em 2022.

Como sabemos, sempre que se suspeita ou há provas de que determinada marca está prestes a lançar um produto novo, inovador e/ou topo de gama, não tardam a surgir na Internet rumores e leaks sobre essa mesma novidade.

A Apple é uma das marcas que mais ‘sofre’ com as informações antecipadas divulgadas, exatamente porque existe sempre muita curiosidade em volta dos seus produtos. Os possíveis modelos de óculos inteligentes da marca da maçã são, atualmente, um dos temas sobre o qual mais existem rumores.

Óculos de realidade mista da Apple podem custar 3.000 dólares

Apesar de já existirem suspeitas há algum tempo, agora surgiram mais detalhes sobre este possível novo gadget da marca da maçã. De acordo com as informações recentemente divulgadas, os óculos de realidade mista (virtual e aumentada) da Apple podem chegar ao mercado com lentes/ecrã com resolução 8K.

Segundo o site TechPowerUp, o rumor surgiu através “de uma fonte com conhecimento direto do dispositivo”.

As informações indicam que o equipamento terá ainda recurso eye-tracking de forma a rastrear o movimento ocular e analisar os locais de foco relevantes em determinado cenário. Contará também com a função inside out tracking, ou seja, utiliza as câmaras de baixa resolução para perceber recursos no ambiente onde o utilizador está. Para além disso terá headbands/suportes substituíveis.

Segundo as fontes, os óculos da Apple já contam com um protótipo de nível avançado com um design de visor curvo. O equipamento dependerá do movimento dos olhos/mãos para a realização das opções e pode ainda trazer algum acessório que faça o rastreio dos movimentos da mão para interação com o software.

De acordo com as informações reveladas, estes óculos inteligentes poderão custar 3.000 dólares, cerca de 2.490 euros numa conversão direta. A Apple poderá lançar este dispositivo já em 2022 e, segundo consta, o objetivo da empresa é vender 250.000 unidades no primeiro ano.

Por outro lado, os óculos de realidade aumentada da maçã são um outro produto ainda mais avançado e arrojado que a marca deverá lançar em 2023.

Fonte: Pplware.

Apple regista patente de cabo mais resistente que pode substituir o atual Lightning

 Quem tem um iPhone ou outro dispositivo Apple sabe bem que o cabo do carregador que vem na caixa não é assim tão resistente. E esta é uma queixa comum de grande parte dos utilizadores porque em muitos casos, num espaço de pouco tempo, o cabo começa a dar sinais de deterioração, sobretudo na zona junto ao conector.

No entanto recentemente a Apple registou a patente de um cabo mais resistente e que poderá, desta forma, substituir o atual Lightning.

O cabo do carregador do iPhone, e de outros iDevices, costuma ficar danificado com alguma facilidade. Se o utilizador não toma todos os cuidados necessários, como por exemplo evitar que o cabo fique dobrado ou torcido, em pouco tempo este ficará praticamente inutilizado.

Na maioria dos casos, a borracha protetora dos fios começa a rasgar, expondo os fios internos. Depois, após a continuidade do manuseamento, esses mesmos fios começam a romper, comprometendo assim a própria função do carregamento. Mas parece que a Apple já tem pensada uma forma de resolver este problema.

Apple regista patente de cabo mais resistente

De acordo com uma patente recentemente registada no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO), a Apple projetou um cabo mais resistente para os seus equipamentos.

A patente intitula-se “Cable With Variable Stiffness“, ou cabo com uma rigidez variável. O documento menciona os problemas atuais do cabo da Apple e refere que “é do senso comum que dobrar os cabos próximo do conector pode causar uma tensão nas conexões, o que pode levar a falhas”. Neste sentido, a solução passaria então pelo desenvolvimento do cabo com um material mais resistente, nomeadamente nessas zonas mais críticas.

Patente do novo cabo mais resistente da Apple (USPTO)

A patente descreve ainda que “é comum que a tensão seja minimizada por um acessório mais resistente”. Em suma, a marca da maçã encontra-se a testar e explorar novas soluções para o problema da danificação célere dos seus cabos.

Mas o documento também sugere que a empresa de Cupertino está a trabalhar num cabo com variações de resistência ao longo da sua extensão, adotando uma maior resiliência do material nas extremidades. O novo cabo seria então composto por três áreas: uma rígida e mais resistente; uma mais maleável; e uma totalmente flexível, na qual haverá uma menor tensão.

O cabo Lightning existe desde 2012, tendo sido lançado com o iPhone 5.

No entanto esta é apenas uma patente, o que significa que a ideia poderá sofrer alterações ou nem sequer sair ‘da gaveta’. Mas vamos ficar a aguardar por mais novidades deste possível cabo que seria certamente do agrado dos utilizadores.

Fonte: Pplware.