20 de mai. de 2021

Apple Watch Series 7: Leak sugere uma grande atualização de design

 O design do Apple Watch está prestes a mudar completamente, se os rumores mais recentes estiverem corretos. Segundo o popular leaker, Jon Prosser, a Apple vai trazer um fantástico novo smartwatch.

Prosser diz que a maior parte do redesenho é a adoção das bordas planas que a Apple mudou recentemente para o iPhone, iPad Air e iPad Pro.

Ilustração do que poderá ser o Apple Watch Series 7

Será este o novo Apple Watch Series 7?

Nos sete anos desde que o Apple Watch foi colocado à venda, houve realmente apenas dois designs, o original e a atualização subtil, mas impressionante, que veio com a Series 4 em 2018.

Assim, se estas forem realmente imagens “reais”, esta mudança foca-se principalmente numa grande atualização do ecrã, com bordas menores, além de uma alteração no botão lateral. Contudo, a Apple não se ficará com as alterações de design. Há novidades, principalmente ligadas à medição da glicemia que dizem poder aparecer no próximo relógio inteligente da empresa.

Ilustração do que poderá ser o Apple Watch Series 7 em várias novas cores

Ainda sobre o aspeto, se olharmos para o iPhone 12, conseguimos imaginar este design “de linhas retas” aplicadas ao Apple Watch. Claro, não será exatamente o mesmo, mas a fonte onde foi beber é notória.

O relógio ainda precisa de bordas curvas na parte traseira, para se ajustar à anatomia do pulso.

 

Ecrã plano e quase sem bordas

Sobre a placa de vidro sobre o ecrã, esta raramente é plana, até porque um vidro redondo geralmente é necessário para resistir a impactos.

As renderizações de Prosser, feitas em conjunto com RendersbyIa, mostram um ecrã que retém parte do efeito curvo do atual.

Ilustração do que poderá ser o novo relógio Series 7

No entanto, uma análise mais atente leva-nos a ficar intrigados com a espessura destas renderizações. O modelo atual é habilmente projetado para ser mais espesso do que parece devido à forma como a parte traseira curva quando toca na pele.

Assim, se estas renderizações forem precisas, o novo relógio parece que será visivelmente mais fino do que o atual. O que é um avanço relevante!

 

Novas cores… e será o ano do verde

Prosser falou sobre as novas cores, onde se focou numa em particular: o verde. Não, não foi por causa do Sporting, este será um tom que já vimos nos AirPods Max verdes, aparentemente, e é bastante bonito.

As renderizações também mostram um relógio em azul-claro.

Nada é definitivo neste momento, é claro, e a Apple trabalha muito à frente, então, como o vídeo observa, esta pode ser a Série 8 e não a 7.

Portanto, o futuro, se se colar a estas imagens, parece muito risonho para os utilizadores Apple que pediram este design já há alguns anos.

Fonte: Pplware.

Apple: Craig Federighi admite que os Macs têm uma quantidade inaceitável de malware

 O julgamento que coloca frente a frente a Apple e a Epic Games tem-se mostrado uma fonte importante de informação privilegiada destas duas empresas. Os depoimentos e os documentos apresentados revelam dados até agora desconhecidos.

Um dos últimos a dar o seu testemunho foi o conhecido Craig Federighi. O responsável máximo do software da Apple admitiu agora que os Macs têm quantidade inaceitável de malware, fruto da sua filosofia.

Apple Craig Federighi Macs malware iOS

Quantidade inaceitável de malware nos Macs

A defesa da Apple neste processo parece assentar em defender o modelo adotado para o iOS e para a App Store. Querem mostrar que ao bloquear o carregamento de apps externas garantem que este smartphone fica protegido contra software malicioso.

Para mostrar este modelo, o conhecido Craig Federighi deu como (mau) exemplo o que acontece no macOS e nos Macs. O seu modelo mais aberto, com acesso direto a apps que não estão na loja da Apple, torna-o exposto a problemas de segurança.

Craig Federighi admite problema de segurança

A informação dada pelo executivo da Apple foi mais longe e revelou que existe malware no macOS que atinge níveis inaceitáveis. A frase de Craig Federighi é clara e mostra o cenário: “Hoje, temos um nível de malware no Mac que não consideramos aceitável“.

Esta resposta surgiu depois de uma pergunta clara da juíza Yvonne Gonzalez Rogers sobre o iOS e a sua loja de apps. Esta pretendia saber por que razão a Apple não seguia no iOS o mesmo modelo de software e apps que tem aplicado no macOS.

Apple Craig Federighi Macs malware iOS

Apple quer proteger o iOS e a App Store

O executivo da Apple também apontou o Android como outro exemplo de uma plataforma com várias lojas de apps com problemas de segurança. Revelou que é reconhecido pela comunidade de segurança que o Android tem problemas de malware e que O iOS tem conseguido ficar à frente de qualquer o problema de malware.

Estas declarações de Craig Federighi são importantes e mostram um cenário que a Apple não reconhecia. A empresa parece apostada em proteger o iOS neste processo, mesmo que para isso tenha de colocar em causa todos os níveis de segurança que o macOS e os Macs têm, que sempre se julgaram acima dos padrões da concorrência.

Fonte: Pplware.

Apple lança primeiras betas do iOS 14.7, iPadOS 14.7, watchOS 7.6, macOS Big Sur 11.5…

 Antes dos lançamentos públicos do iOS 14.6, iPadOS 14.6, tvOS 14.6, watchOS 7.5 e macOS Big Sur 11.4, a Apple semeou uma nova série de betas para programadores, incluindo iOS 14.7, iPadOS 14.7, tvOS 14.7, watchOS 7.6 e ‌macOS Big Sur‌ 11.5.

Dentro de dias os utilizadores de dispositivos Apple irão receber o novo iOS 14.6, com algumas novidades, entre elas o novo suporte para Apple Music Lossless, mas já se preparar o passo seguinte.

iOS 14.7 beta 1 e restante equipa… está lançado

O iOS e o iPadOS 14.7 podem ser descarregados através do Apple Developer Center ou via OTA, para quem estiver eleito a receber estas versões.

O ‌macOS Big Sur‌ 11.5 pode ser descarregado recorrendo ao sistema de Atualização de Software nas Preferências do Sistema após a instalação do perfil adequado do Apple Developer Center.

No que toca ao tvOS 14.7 pode ser descarregado na Apple TV através de um perfil que está instalado usando o Xcode. O watchOS 7.6 pode ser descarregado através da app Watch, no iPhone, ou diretamente no smartwatch.

Para já não há nenhuma informação sobre o que há de novo nestas atualizações de software. Contudo, à medida que se forem descobertas novidades iremos atualizar este artigo. Se notarem novidades, partilhem no comentários.

Fonte: Pplware.

AirPods Pro podem atuar como aparelhos auditivos, diz estudo

 A tecnologia hoje empregue nalguns auscultadores é de tal forma avançada que pode ajudar quem tem perdas auditivas mínimas. Segundo um estudo da Auditory Insight, os utilizadores dos AirPods Pro podem contar com o recurso de amplificação assim como com o cancelamento de ruído ativo (ANC). Estas tecnologias podem melhorar a audição e a saúde ao longo do dia.

Além das vantagens em termos de saúde auditiva, o estudo refere também que podem substituir a utilização de um aparelho convencional que poderá provocar algum estigma social devido ao seu design excessivo. Assim, os AirPods podem atenuar essas mazelas ao nível psicológico.

Imagem AirPods Pro para problemas de audição

AirPods Pro estão carregados de tecnologia

A Apple, assim como várias outras empresas, colocou no mercado auscultadores de vários formatos, que estão equipados com tecnologias de melhoramento auditivo. Por exemplo, os AirPods Pro vêm equipados com cancelamento ativo de ruído (ANC), modo transparência, equalização adaptativa, sistema de ventilação para equalização da pressão, transdutor Apple de grande amplitude e amplificador especial de elevada gama dinâmica.

Tudo isto permite um controlo do som emanado pelos auscultadores, o controlo do ruído que passa para o canal auditivo vindo de fora e a oferta de som envolvente e espacial. Além disto, há outros parâmetros ligados ao que o ouvido capta.

Claro que o hardware e o software são cruciais. Conforme as especificações, estes dispositivos incorporam um processador H1, microfones duplos com tecnologia beamforming, um microfone orientado para o interior, dois sensores óticos, um sensor acelerómetro detetor de movimentos, acelerómetro detetor de voz e sensor de força.

Portanto, em termos tecnológicos os auscultadores têm praticamente tudo para ajudar o utilizador a obter um melhor som, mesmo aqueles com pequenas perdas auditas. Pelo menos são as conclusões do estudo da empresa de investigação, a Auditory Insight, após análise dos dados recolhidos pela app Saúde.

 

Estudo de audição da Apple revela dados preocupantes

A Apple não promove a linha de AirPods como um produto de saúde, mas quando combinados com a app Saúde, o utilizador pode criar um perfil auditivo para conhecer melhor como ouve. Essencialmente, os AirPods Pro pode atuar como um primeiro passo, barato, para aceitar a necessidade de ter de usar um aparelho auditivo.

Claro que os AirPods Pro não pode substituir os aparelhos auditivos tradicionais, especialmente para aqueles com perda auditiva severa. No entanto, estes podem fornecer um primeiro passo para a perceção da perda auditiva. Se um utilizador com perda auditiva leve perceber que os AirPods Pro pode amplificar a sua audição e protegê-lo até certo ponto com ANC, então, a pessoa poderá aceitar um aparelho auditivo no futuro.

Para este estudo, a Apple Research fez com que milhares de participantes de março de 2020 a março de 2021 registassem dados sobre a sua audição e respondessem a algumas questões. Os dados do estudo mostraram que 25% dos participantes experimentam uma média diária de exposição ao som ambiental superior ao limite recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Os utilizadores do Apple Watch forneceram ainda mais dados graças ao sistema de monitorização do ruído ambiental que notifica o portador do relógio quando este recebe ruídos extremos. Há também a recolha de informações sobre o nível do volume que o utilizador utiliza. Estas informações são armazenadas na app Saúde e podem fornecer ao utilizador uma visão de como a sua saúde auditiva está a mudar com o tempo.

 

AirPods não são um produto médico, mas recolhem dados importantes

O modo de transparência permite que o utilizador emparelhe os AirPods Pro com um audiograma para criar um perfil auditivo exclusivo. Este perfil permite que os auscultadores amplifiquem certos ruídos que, de outra forma, seriam inaudíveis para alguém com perda auditiva.

No entanto, a Auditory Insights diz que os AirPods Pro não são um substituto perfeito para aparelhos auditivos. O audiograma deve ser concluído numa aplicação separada e importada para a app Apple Saúde, um obstáculo para alguns utilizadores que podem não estar cientes do recurso. Além disso, os AirPods Pro têm uma bateria que permite apenas 4,5 horas de utilização, o que limita quanto tempo um utilizador pode usar continuamente um par ao longo do dia.

Segundo o estudo, os AirPods Pro também não têm a amplificação perfeita. Isto porque estes auscultadores da Apple não ampliam ruídos agudos tão bem quanto os aparelhos auditivos convencionais.

O estudo sugere também que os dados recolhidos pela app Apple Saúde possam ajudar muito a indústria do hardware num futuro próximo. Embora os modelos atuais sejam limitados pela capacidade de amplificação e pela vida útil da bateria, os modelos futuros podem melhorar no capítulo da autonomia e implementar diretamente estas descobertas.

Fonte: Pplware.

Dica: Criar automatizações via NFC com os AirTags

 Já explorámos quase tudo sobre os AirTags e mostrámos de forma simplificada para que servem e como os podemos usar no nosso dia a dia. Contudo, e sendo o dispositivo também uma tag NFC, podemos usar a app Atalhos para criar rotinas automatizadas transformando o AirTag num gatilho de ação.

A dica de hoje vai ser mostrar como podemos usar o AirTag para ativar uma função via NFC.

Imagem app Atalhos para programar AirTag via NFC

AirTag tem outras funcionalidades

Não há dúvida que os AirTags vieram mexer um pouco com o mercado,

mesmo sendo um dispositivo simples e com uma utilização

“limitada”. Apesar disso, à medida que mais utilizadores

vão recebendo e explorando a etiqueta localizadora,

vão aumentando a sua utilidade. Mediante a tecnologia

disponibilizada, descobriu-se que o AirTag pode ser usado 

como uma tag NFC para uma variedade de automatizações na

app Atalhos.

Sim, já se falou das possibilidades deste dispositivo

“fora da caixa”, isto é, para lá do que a Apple anunciou,

com um “hack” feito ao AirTag, conforme já mostramos. Mas

agora a ideia é outra, é mesmo tirar proveito dos recursos

do iOS e deste Tag com NFC.

Quem descobriu esta funcionalidade foi o site holandês 

iCulture. Basicamente testaram com sucesso o uso deste

acessório para ser usado como uma etiqueta NFC permitindo

criar rotinas automatizadas HomeKit (Casa) e muito mais.

Como gostamos muito da app Atalhos, metemos mãos à

obra e deixamos aqui um porqueiro guia prático.

 

Usar o AirTag com NFC para ativar automatismos

1.º passo:

Vamos então abrir a app Atalhos e clicar no separador

“Automatização” e depois no canto superior direito 

no sinal “+”

Depois podemos criar uma automatização pessoal,

ou uma automatização para a app Casa. Vamos 

escolher Criar automatização para uso pessoal.

2.º passo:

Role para baixo nas opções até encontrar

“NFC” e selecione-o.

Digitalize a sua etiqueta NFC (neste caso um Airtag),

e nomeie-a.

 

3.º passo:

Agora, vamos adicionar uma ação. Clique no botão

Adicionar ação e, nas várias opções, escolha o

que pretende. Para este guia vamos ativar a

opção Definir Não incomodar. Isto é, sempre 

que passarmos o iPhone nesta AirTag via NFC, 

o iPhone vai entrar em modo Não incomodar.

Para ser mais rápida a escolha da opção, podemos

usar a barra de pesquisa.

Clique em “Seguinte” e na opção que lhe vai

aparecer vamos usar a opção Ativar e podemos 

definir quando queremos que esta opção seja 

desativada. Pode, por exemplo, definir uma hora

em que quer que esta opção seja desativada,

ou quando terminar um evento onde queria o seu 

iPhone no modo Não incomodar. Mas opções são

variadas, teste para perceber o potencial da

ferramenta. Escolhemos para este guia Desativado.

Não esquecer de retirar a opção Perguntar ao executar.

Pronto, feito isto, sempre que o iPhone passar

neste AirTag, que funciona agora como

 etiqueta NFC com uma ação escrita

ele vai ativar no iPhone a opção Não incomodar.

As opções são enormes, podemos criar um 

grande leque de automatizações com as 

etiquetas NFC (onde também se encaixam 

as AirTags). Basicamente estamos a usar 

um editor de tags NFC para criar um 

gatilho de uma ação, rotina ou automatização.

Digam-nos que ideias poderão ser úteis

para criar uma tag NFC.

Fonte: Pplware.