3 de out. de 2021

iOS 15.0.1: Lançada solução para problema do desbloqueio do iPhone com o Apple Watch

 O iOS 15 não tem estado isento de problemas e de situações anormais. São já muitas as situações descritas e que trazem problema aos utilizadores do iPhone, que esperam por uma solução da Apple.

A gigante de Cupertino deu agora um passo importante e lançou a primeira atualização desta versão do iOS. Chegou o iOS 15.0.1, que traz a esperada solução para o problema do desbloqueio do iPhone com o Apple Watch.

iOS 15.0.1 Apple Watch iPhone

Foi durante a passada semana que foi descoberto e revelado este problema que envolve o iPhone e o Apple Watch. Uma das funcionalidades mais usadas nos tempos de pandemia estava impossibilitada de ser usada, não conseguindo o Apple Watch desbloquear o iPhone.

Sem uma razão aparente, estava a ser esperada uma solução do lado da Apple. Esta deveria chegar na forma de uma simples atualização, que está agora disponível. O iOS 15.0.1 foca-se principalmente na resolução deste problema, mas trata também de outros.

Segundo a Apple, o iOS 15.0.1 trata de 3 questões que estava já identificadas com a versão anterior e que assim ficam tratadas de forma definitiva:

  • Desbloquear iPhone com Apple Watch podia não funcionar em modelos do iPhone 13
  • A aplicação Definições poderia apresentar um aviso incorreto de armazenamento cheio
  • Meditações áudio podiam iniciar inesperadamente um treino no Apple Watch para alguns assinantes do Fitness +

iOS 15.0.1 Apple Watch iPhone

Como sempre, os utilizadores devem procurar já esta atualização no iPhone. Entrem nas Definições e depois escolha a opção Geral. Termine acedendo a Atualização de software, onde deverá encontrar já o iOS 15.0.1 à espera de ser instalado.

É curioso que a Apple tenha apenas tratado destas 3 situações quando há várias outras conhecidas e que esperam uma solução. Naturalmente que está a ser preparada a versão 15.1 do iOS, mas ainda sem uma data conhecida para ser lançada ao público. Até lá, resta apenas esperar.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max consegue velocidades de carregamento até 27 W

 Como é já uma tradição nos produtos Apple, a empresa nunca revela tudo sobre as suas capacidades. Algumas opções aparecem ocultas, outras ficam para uns meses mais tarde e há outras que apenas se descobrem quando se elaboram testes à medida. Um exemplo, que não foi anunciado, foi o iPhone 13 Pro Max ser capaz de carregar mais rápido em velocidades até 27 W.

Estes testes foram desenvolvidos pela ChargerLAB e mostram que para além do iPhone topo de gama trazer uma bateria maior, é também mais rápida a carregar.

Imagem iPhone 13 Pro Mac com MagSafe

iPhone 13 Pro Max consegue um pico de velocidade de carregamento de 27W

ChargerLAB levou a afeito alguns testes para perceber as capacidades da nova bateria do iPhone 13 Pro Max. Segundo o que foi apurado, o topo de gama da Apple tem a capacidade de carregar mais rápido em velocidades até 27 W quando ligado a um adaptador de alimentação USB-C de 30W ou superior.

Para efeito de comparação, o iPhone 12 Pro Max é capaz de carregar em velocidades até 21W a 22W com um adaptador de energia equivalente.

É importante notar que o iPhone 13 Pro Max não sustenta o pico de potência de 27W durante todo o ciclo de carregamento devido ao calor gerado. Contudo, o dispositivo ainda deve carregar um pouco mais rápido do que o iPhone 12 Pro Max em geral.

Segundo referiu a publicação, o iPhone 13 Pro já não consegue tais valores. A ChargerLAB informou que o iPhone 13 Pro atingiu velocidades máximas de carregamento de 23W nos seus testes. Portanto, no caso do iPhone 13 e iPhone 13 mini, estes têm basicamente as mesmas velocidades de carregamento dos modelos equivalentes do iPhone 12, segundo mm utilizador da plataforma chinesa Weibo.

A Apple deixou de incluir carregador na caixa dos novos iPhones, mas vende um adaptador de alimentação USB-C de 30W por 55,00 € para utilizadores que desejam carregar o seu iPhone 13 Pro Max o mais rápido possível em função desta descoberta.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max bate o Samsung Galaxy S21 Ultra. O poderoso SoC fez a diferença

 A Apple lançou o seu ambicionado iPhone 13 no passado dia 14 de setembro. Este era o equipamento mais aguardado pelos fãs da marca para este ano e estima-se que também seja o smartphone mais pujante do mercado. Apesar de ainda estar a passar por um processo de otimização, com correções do iOS 15, o equipamento mostra já o seu poder e qualidade em vários aspetos.

Assim, e como acontece todos os anos, há utilizadores que dedicam tempo em testes de velocidade para ver o desempenho destas máquinas face aos seus concorrentes diretos. De acordo com um destes testes à velocidade, o iPhone 13 Pro Max bateu o Samsung Galaxy S21 Ultra.

Imagem iPhone 13 Pro Max e Samsung Galaxy S21 Ultra

Depois do enorme sucesso que foi o iPhone 12, a Apple tinha a difícil missão de apresentar um novo iPhone que tivesse um avanço substancial para conquistar de novo os utilizadores.  O iPhone 13 vai ter uma dura missão, apesar de trazer alguns trunfos, entre eles o poderoso A15 Bionic.

Claro que há mais novidades. Contudo, são muito focadas na fotografia e vídeo. Deixamos inclusive já as nossas primeiras impressões ao recente smartphone da Apple.

 

iPhone 13 Pro Max versus Samsung Galaxy S21 Ultra

Nestes testes de desempenho, onde são abertas aplicações para determinadas tarefas, que vão desde editores de texto, jogos, câmara, navegador e outras apps relevantes, é importante percebermos o que cada smartphone tem para oferecer. Isto é, no caso do vídeo que vamos ver, está lado a lado o iPhone 13 Pro Max de 128 GB, equipamento com o SoC A15 Bionic, 6GB de RAM, 128 de armazenamento, resolução de 2778x1284 e o iOS 15.

O seu rival, o Samsung Galaxy S21 Ultra, o topo de gama da marca sul-coreana, vem equipado com o SoC Snapdragon 888, 12 GB de RAM, 256GB de armazenamento, resolução de 3200x1440 e vem com o Android 11.

O canal do YouTube PhoneBuff promoveu, como é já uma tradição, um "combate" pelo desempenho, colocando à prova os dois poderosos equipamentos.

Arranque a frio deixou iPhone 13 Pro Max para trás

Na parte das apps iniciais, o Galaxy S21 Ultra conseguiu um ligeiro avanço ao seu rival. Notou-se alguma lentidão no iPhone 13 Pro Max nalgumas apps, que normalmente não são lentas ao abrir. Poderá ser, eventualmente, pelo facto de as apps ainda não estarem a tirar todo o proveito da tecnologia ProMotion?

Mesmo com este arranque mais lento, tudo parece compor-se quando é aberta a app FilmoraGo para renderizar um vídeo. Aqui, como poderão perceber, o processador da Apple coloca todo o poder nesta tarefa.

Então, o equipamento sul-coreano perde a força e fica atrás do telefone da maçã. Consequentemente, este atraso acabou relegar o smartphone Android para o segundo lugar, pois não conseguiu, mesmo com os seus 12 GB de RAM, ir atrás do prejuízo.

É um facto que há alguns pontos que desequilibram desde logo este tipo de comparações. O Android tem o dobro da memória RAM do iPhone, o que mostra claramente não precisar de tanta RAM para ter um excelente desempenho. Também fica aqui mostrado que o iOS 15 ainda não está de todo otimizado, eventualmente com o iOS 15.1 alguns bugs possam ser corrigidos e o sistema operativo fique mais polido. Da mesma forma, era interessante ver o Galaxy S21 Ultra com Android 12.

Para a história deste teste ficam os tempos. O iPhone 13 Pro Max consegue terminar as tarefas na primeira com o tempo de 1 minuto e 51 segundos, contra 1 minuto e 58 segundos do Galaxy. Já na segunda volta, o iPhone registou 47,53 segundos em comparação com os 49,77 segundos da Samsung. O vencedor com 10 segundos de vantagem é o iPhone 13 Pro Max.

Estes testes valem o que valem, até porque são com uma lista de aplicações que, com outra ordem de abertura, poderiam trazer resultados diferentes. Mas dão-nos uma ideia de que ambos estão muito perto com desempenho excelentes.

Fonte: Pplware

Vídeo mostra que é possível substituir um ecrã do iPhone 13 sem perder o Face ID

 No mercado da tecnologia a palavra impossível não existe. Aliás, ao longo dos anos até as leis da física são desafiadas. Um dos "impossíveis" que a Apple quis impor foi a substituição dos ecrãs por substitutos não certificados que acarretava a perda da função Face ID. Ora, um vídeo agora lançado mostra-nos que é possível substituir o ecrã do iPhone 13 e não perder o Face ID. Contudo, há aqui indícios do que a Apple poderá estar a preparar para um futuro próximo.

No vídeo são usados ecrãs originais, mas de dispositivos diferentes. O que acontece é que há um chip que identifica a alteração e bloqueia o Face ID. No entanto, há volta a dar!

Imagem iPhone 13 com ecrã que desliga Face ID

Na semana passada, surgiu a informação que para garantir a proteção do equipamento a Apple implementou medidas que desativavam o Face ID se houvesse troca do ecrã sem ser num reparador oficial e com material certificado.

 

Mas será que o iPhone 13 de facto identifica os ecrãs?

No vídeo realizado pelo canal Phone Repair Guru, foi avaliado um possível processo de reparação do ecrã do iPhone 13, tentando trocar o microfone, o sensor de luz ambiente e o sensor de proximidade. Com todas estas alterações o iPhone 13 continuou a funcionar sem qualquer problema, como esperado. O pior foi quando trocaram o ecrã principal do smartphone da Apple. Desse momento em diante, o Face ID deixou simplesmente de funcionar.

Um outro canal, o iCorrect, uma oficina não autorizada Apple, do Reino Unido, provou que é possível substituir o ecrã do iPhone 13 sem perder o Face ID, mas, na verdade, é um processo muito sofisticado e complicado.

Além de explicar no vídeo que fez no seu canal do YouTube, publicou no seu blog a explicação para o Face ID deixar de funcionar no iPhone 13 na substituição do ecrã. Além disso, explica o contexto desde que a Apple introduziu esta tecnologia com o iPhone X:

A partir da nossa investigação, o iPhone comunica com o ecrã através de um microchip incorporado no ecrã. Este microchip de ecrã é um circuito integrado (um conjunto de componentes eletrónicos fabricados numa única unidade) responsável pela tradução do seu toque analógico (o seu dedo pressionando no ecrã criando um sinal analógico) para um sinal digital (para o seu iPhone compreender, uma vez que o seu iPhone é um mini-computador e não compreende sinais analógicos)

(...) O CI do ecrã do iPhone 13 não só funciona agora como um ADC, permite o True Tone, transporta uma ROM para a mensagem não genuína, mas também comunica agora com a identificação facial. Acreditamos que esta comunicação com o Face ID é um bug no iOS15. Mas mostra-nos um vislumbre de quão mais complexo o CI do ecrã vai ser no futuro. Esperamos que as próximas gerações de iPhone contenham 2 biometrias no Face ID & no ecrã Touch ID. Esperamos que no futuro, ao substituir um ecrã, desative o Touch ID no ecrã.

Portanto, a empresa levanta um pouco o véu sobre o que eventualmente a Apple poderá estar a preparar para o próximo ecrã. Este que dizem trazer um sensor de impressão digital incluído no próprio display.

Link para o vídeo original.

Do direito a reparar à segurança imposta pela Apple

Tudo isto vai contra a lei Direito a reparar. Uma lei que se tenta a todo o custo aprovar globalmente, por forma a permitir que outras empresas, para além da empresa que lança o produto, possam reparar o mesmo.

No entanto, a iCorrect tem uma perspetiva diferente da razão pela qual a empresa Cupertino é tão exigente com as oficinas de reparação de terceiros:

Na minha opinião, e é algo que não posso comentar a toda a indústria, é que esta não é uma luta com reparação de terceiros, esta é a luta da Apple com a China. Nós, como consumidores e reparadores, somos apenas apanhados no meio. A Apple desenha tecnologia bonita fora e dentro, eles têm-na produzida na China, que depois desmontam a tecnologia e fabricam peças alternativas.

A Apple está a utilizar o seu próprio génio contra os chineses, bloqueando as peças de reposição. Infelizmente, isto também significa que eles também bloqueiam a utilização das suas próprias peças. Este génio dos grandes fabricantes de tecnologia pode ser visto como controlo através da serialização das peças, tal como discutido hoje.

Esta manobra para desativar a identificação facial foi originalmente vista como uma manobra de xeque-mate pela Apple, mas hoje tenho o prazer de informar que isto é apenas uma verificação.

Portanto, o que está aqui a ser dito, por um reparador, é que a Apple quer defender-se da contrafação proveniente da China. Uma política que depois apanha pelo meio todos os outros reparadores, uns que usam material certificado, mas muitos que recorrem a peças baratas produzidas na China sem a qualidade e segurança do produto exigido.

Fonte: Pplware

iPhone 13 Pro Max arrasa Samsung Galaxy S21 Ultra no teste de bateria

 A Apple tem vindo a melhorar progressivamente vários componentes do iPhone para oferecerem a melhor experiência de utilização. Apesar de ficar atrás dos concorrentes num ou noutro aspeto, o seu conjunto quer afirmar-se como o melhor que o utilizador possa obter. Temos visto testes ao ecrã, com excelentes resultados, houve um incremento na velocidade de carregamento e tem um poderoso processador. A bateria foi outro componente melhorado e o iPhone 13 Pro Max mostrou como tem agora muito mais energia disponível.

Num teste lado a lado com o seu mais direto concorrente, o topo de gama da Apple arrasou o Samsung Galaxy S21 Ultra.

Imgem iPhone 13 pro Max versus Samsung Galaxy S21 Ultra

A bateria nos iPhones, até há uns anos, era problemática. Contudo, os melhoramentos feitos em vários componentes, a otimização do sistema operativo, veio melhorar a autonomia e colocar os iPhones num patamar muito satisfatório. Com o iPhone 12, houve mais um bom incremento.

No mercado Android há equipamentos com muita autonomia, que carregam muito mais rápidoe que são de excelente qualidade. No entanto, já começam a ter de dividir o pódio, em quase tudo onde são os melhores, com a Apple.

 

Bateria do iPhone 13 Pro Max é muito melhor que a dos iPhones anteriores

Recentemente, comparado com gerações anteriores do iPhones, o iPhone 13 Pro Max mostrou que consegue cerca de 10 horas de autonomia, ficando substancialmente à frente dos seus irmãos. Até o iPhone 13 mini recebeu um excelente incremento, conseguindo mais de 6 horas de funcionamento contínuo, o que é muito bom para um smartphone de tamanho reduzido.

Com mais tempo de utilização, conforme mostramos nas nossas primeiras impressões, a bateria do topo de gama começa a destacar-se. A Apple fez um excelente trabalho.

 

iPhone 13 Pro Max versus Samsung Galaxy S21 Ultra

Se dentro de portas o iPhone 13 Pro Max bateu toda a sua concorrência com uma margem enorme, era interessante ver contra o seu mais direto concorrente no mundo Android, o Samsung Galaxy S21 Ultra.

O canal PhoneBuff voltou aos testes e colocou lado a lado os topos de gama. São equipamentos diferentes no que toca ao hardware e ao sistema operativo. As características são determinantes para o consumo de bateria. Se nuns testes mais RAM é importante para conseguir gerir os processos e fornecer mais desempenho, noutros, como na bateria, mais pode ser menos.

Imagem caraterísticas dos smartphones topo de gama da Apple e Samsung

Num análise comparativa entre os dois topos de gama, vemos que o Galaxy S21 Ultra tem uma bateria maior, com 5000 mAh. O iPhone 13 Pro Max tem atualmente a maior bateria alguma vez usada num iPhone, com 4352 mAh. Também é importante destacar que o Samsung tem um ecrã ligeiramente maior, 6,8 polegadas contra as 6,7 polegadas do iPhone e consegue mais resolução.

Ambos têm 120 Hz de taxa de atualização e o smartphone da Apple está equipado com o mais recente sistema operativo da empresa. Conforme já vimos noutros comparativos, o teste utiliza um braço robótico para executar as rotinas, e provocar constantemente ação até a bateria ficar drenada.

Bateria: Resultados que não dão margem para dúvida. O iPhone arrasou

O teste começou por fazer uma chamada telefónica de uma hora, depois passou à escrita de SMS, ler emails e conseguiu tirar proveito dos 120 Hz. Começou-se de imediato a ver algumas diferenças no consumo de energia entre os dois equipamentos, mas muito "taco a taco". Contudo, quando foram usadas aplicações com mais requisitos de bateria, o iPhone destacou-se pela moderação no consumo de energia.

Apesar do Galaxy S21 Ultra ter uma bateria 14,8% maior que a do iPhone 13 Pro Max, em praticamente todas as tarefas, o smartphone da Apple consumiu menos bateria o que é um excelente prenúncio do resultado final.

Contas feitas, quando o Galaxy S21 Ultra se desligou, o iPhone 13 Pro Max ainda tinha 25% de bateria. Portanto, 25% de bateria, em teoria, ainda permitia para pelo menos mais de duas horas intensivas de uso.

Conforme podemos ver, tarefa a tarefa, o iPhone 13 Pro Max concluiu com sucesso e com menor consumo de energia. Esta otimização levou a um resultado que traz muita qualidade aos utilizadores.

Tendo em conta que estes testes são muito genéricos, o resultado poderá ter em cada utilizador um desfecho diferente. Mas este é um bom indicador.

Fonte: Pplware.