31 de ago. de 2021

É fã de música clássica? Fique atento ao Apple Music, há novidades a chegar

 O serviço Apple Music não sendo o maior do segmento, é bastante robusto e com uma oferta vasta em conteúdos. Agora surge a informação de que, muito em breve, serão trazidas melhorias substanciais ao serviço, principalmente para os amantes de música clássica.

A empresa liderada por Tim Cook acabou de anunciar a compra do serviço de streaming Primephonic e garante que uma experiência melhorada de música clássica está prestes a chegar ao Apple Music.

É fã de música clássica? Fique atento à Apple Music, há novidades a chegar

Apple quer oferecer uma experiência de música clássica melhorada

A Apple quer que o seu serviço de streaming de música seja cada vez mais completo e a música clássica está como uma das prioridades. Assim, acabou de anunciar a aquisição de um outro serviço renomado no estilo, o Primephonic.

O Primephonic é um serviço especializado em streaming do género clássico e o Apple Music irá incorporar as suas funcionalidades e listas de reprodução. 

Segundo a Apple, o resultado será 

uma experiência de música clássica significativamente melhorada.

Mas esta não é a única novidade relacionada. Segundo se pode ler, haverá também uma aplicação dedicada ao estilo clássico independente do Apple Music, que será lançado no decorrer do próximo ano. Junto a esta informação, a empresa garante que será utilizada a interface clássica do Primephonic.

A empresa da maçã diz que as listas de reprodução e "conteúdo de áudio exclusivo" da Primephonic serão os primeiros a serem integrados ao Apple Music. No futuro, serão adicionados “os melhores recursos do Primephonic, incluindo recursos de navegação e pesquisa por compositor e por repertório, mostrará de forma detalhada os metadados de música clássica, além de novos recursos e benefícios”.

O que acontece ao Primephonic e aos utilizadores

A partir do anúncio da Apple, o serviço deixou de aceitar o registo de novos clientes. Além disso, o que é conhecido hoje, será encerrado a 7 de setembro, dando então início oficial à nova Era Apple.

A startup por detrás da Primephonic, lançada há três anos, veio afirmar que este negócio pretende agora alcançar mais ouvintes de música clássica, principalmente aquelas pessoas que gostam de misturar vários estilos de música. Algo que neste serviço não encontrariam de todo.

Concluímos que, para cumprir a nossa missão, precisamos fazer parceria com um serviço de streaming líder que englobe todos os géneros musicais e também partilhe do nosso amor pela música clássica.

Fonte: Pplware.

App Store faturou $40 mil milhões no 1.º semestre de 2021, quase o dobro da Google Play

 Apesar da Apple ter muito menos mercado que a Google, no que toca aos sistemas operativos para dispositivos móveis, a Apple tem muito mais pujança. Não é por acaso que a Google paga 15 mil milhões para ser o motor de pesquisa predefinido do Safari, nem é por acaso que a App Store é um enorme caso de sucesso. Apesar disso, a Google Play está a crescer novamente.

A Apple não divulga números das vendas na App Store. Contudo, um novo estudo revela que os consumidores globalmente gastaram 41,5 mil milhões de dólares na App Store no primeiro semestre de 2021, o que é quase o dobro da Google Play Store.

App Store continua a dominar as vendas

De acordo a Finbold, os gastos da Apple App Store no primeiro semestre de 2021 representam um crescimento de 22,05% em relação a um período semelhante em 2020.

Cumulativamente, os gastos nas duas plataformas registaram um crescimento de 24,8%, de um ano para o outro, atingindo um total de 64,9 mil milhões de dólares.

Imagem vendas da App Store e da Google Play

 

Google Play a recuperar terreno

O relatório mostra que, embora os gastos na App Store tenham permanecido significativos, a Google Play Store parece estar a recuperar ao registar a maior taxa de crescimento entre o primeiro semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021: 30% de um ano para o outro.

Portanto, mesmo com a App Store a ter um bom percurso, “o Android floresceu enquanto a pandemia permanecia persistente em países com uma população densa de Android.”

A pesquisa da Finbold mostra que, para se manter no topo, a Apple está a contrariar o Programa de Pequenos negócios, o que reduz a comissão da App Store de 30% para 15% para os programadores que faturam menos de um milhão de dólares por ano.

Embora o relatório mostre que os gastos na App Store e na Google Play Store foram principalmente dominados pelo setor dos jogos, onde os consumidores a nível mundial gastaram 10,32 mil milhões de dólares em jogos móveis na primeira metade de 2021, o relatório destaca que as três principais aplicações móveis de grande envergadura a nível global para o primeiro semestre de 2021: TikTok, YouTube e Tinder.

Para o futuro, a Findbold acredita que os gastos na App Store e na Google Play Store só continuarão a aumentar à medida que os intervenientes no setor visem oferecer a melhor experiência. No entanto, conforme temos visto, quer os reguladores, quer mesmo as ações judiciais dos programadores, poderão mudar estes ganhos. O próximo ano será crucial para estas duas gigantes lojas de aplicações.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 fará chamadas mesmo sem sinal de celular, diz analista


 À medida que a ansiedade pelo lançamento da nova geração de iPhone parece estar chegando ao fim (será em setembro?), boatos e especulações circulam ao redor do mundo, buscando antever as novidades do novo dispositivo da Apple. Desta vez, a coisa foi mais que um boato, mas uma nota para o investidor: os novos aparelhos da suposta série iPhone 13 poderão fazer chamadas mesmo fora da cobertura 4G ou 5G.

Segundo a informação, redigida pelo respeitado analista Ming-Chi Kuo, especializado em tecnologia da Apple, os novos modelos de smartphone da empresa poderão chegar com a tecnologia LEO (low Earth orbit), ou seja, o modo de comunicação via satélite na órbita baixa da Terra. Talvez o exemplo mais conhecido de satélites LEO seja a constelação da Starlink, o serviço de internet de Elon Musk.

Kuo foi além: segundo ele, a comunicação via LEO equipará futuramente também o próximo headset Apple AR, o Apple Car e acessórios da Internet das Coisas com a marca da maçã. No caso do iPhone 13, o acesso ao satélite se dará através de uma versão customizada do chip de conexão Qualcomm X60.

Como a tecnologia LEO funcionará no iPhone 13?

Fonte: skowalewski/Pixabay/Reprodução(Fonte: skowalewski/Pixabay/Reprodução)Fonte:  skowalewski/Pixabay 

Kuo explicou que, para que a conectividade LEO chegue aos usuários de iPhone, as operadoras de rede terão que trabalhar em parceria com a Globalstar, uma empresa de comunicações via satélite de Luisiana, nos EUA. Isso significa que, para fornecer aos usuários essa capacidade de se conectar via satélite, basta que qualquer operadora de telecomunicações utilize o serviço da companhia.

Por enquanto, ainda não ficou claro se as comunicações via satélite ficariam restritas aos serviços da Apple, como o iMessage e o FaceTime, ou se a empresa poderia operar com um servidor proxy para fazer a intermediação do tráfego. Também não foi informada a questão das tarifas pela utilização dos recursos do satélite, como o GPS.

Fonte: Tecmundo.

Coreia do Sul prepara lei “anti-Google” para regulamentar lojas de apps da Apple e Google

 Depois do mundo ter percebido o negócio multimilionário das gigantes Apple e Google nas suas lojas de aplicações, estas passaram a estar no foco das atenções. Além das empresas de desenvolvimento de apps quererem uma taxa menor, alguns países, através das entidades reguladoras, querem mudar as regras mais basilares. A Coreia do Sul prepara-se para ser o primeiro país a forçar legalmente a Apple e a Google a aceitar vários métodos de pagamento nas suas lojas.

A Coreia prepara-se para aprovar a 'Lei de Negócios de Telecomunicações' o que vai contrariar as gigantes tecnológicas. No entanto, este poderá não ser um processo pacífico!

Imagem Google Play e App Store da Apple

Coreia do Sul quer forçar Apple e Google a novas regras nas suas lojas de apps

A Coreia do Sul prepare-se para ser o primeiro país a regulamentar legalmente o negócio das lojas de aplicação e quais os métodos de pagamento que devem ser permitidos. Conforme descrito pela Bloomberg, o governo do país asiático prepara para o início de setembro uma votação na qual espera aprovar a 'Lei de Negócios de Telecomunicações', que procurará acabar com o domínio destas grandes empresas sobre plataformas tão difundidas como a App Store ou a Google Play.

A nova legislação evitará que os programadores sejam forçados a usar métodos de pagamento da Apple ou do Google nas suas lojas de aplicações e as comissões correspondentes de até 30%. Uma batalha que levou a Apple a enfrentar a Epic Games nos Estados Unidos e ainda está pendente de resolução.

 

Apple e Google estão contra estas medidas do país asiático

A posição das duas empresas afetadas é clara, posicionando-se contra a medida. Assim, num comunicado à Reuters, a Apple explica que este projeto de lei "colocará os utilizadores que compram produtos digitais de outras fontes em risco de fraude, minará as suas proteções de privacidade e dificultará a gestão das suas compras".

Segundo Wilson White, diretor de políticas públicas da Google, "embora a lei ainda não tenha sido aprovada, estamos preocupados que o processo, que ocorreu de forma precipitada, não tenha permitido uma análise suficiente do impacto negativo desta legislação sobre programadores de aplicações e consumidores coreanos. Se aprovada, iremos rever o texto final quando disponível e determinaremos a melhor forma de fornecer aos programadores as ferramentas de que precisam."

 

Lei "anti-Google" abre braço de ferro com App Store e Play Store

Na Coreia do Sul, a Google mantém uma isenção das taxas de programador desde 2020. Depois de atrasar a devolução da comissão em diferentes ocasiões, a Google pretendia voltar a impor a taxa de 30% em outubro deste ano. Um retorno à situação anterior que terá promovido esta nova legislação que é conhecida localmente como a lei "anti-Google".

Se finalmente aprovada, seria o primeiro passo para um Estado regular a forma como as plataformas de tecnologia devem funcionar e quais os métodos de pagamento que têm de aceitar. Apesar de querer ser o primeiro país, este não é o único. A Austrália também considera avançar uma lei que regulamenta os pagamentos digitais, como Google Pay, Apple Pay ou WeChat Pay.

Fonte: Pplware.

Apple Pay já está disponível no Nubank; veja como usar


 Após muita espera, os clientes Nubank finalmente poderão realizar pagamentos com Apple Pay. A fintech anunciou nesta terça-feira (31) a nova funcionalidade em seu Twitter. Agora, usuários que utilizam iPhone, Apple Watch, iPad e Mac poderão usar os cartões de crédito ou débito Nubank — seja o roxinho ou o Ultravioleta — para realizar pagamentos.

A notícia da integração do Apple Pay ao Nubank foi anunciado no início de julho, quando o cartão Ultravioleta foi revelado ao público. Hoje, a opção está disponível para todos que tiverem algum dispositivo da Apple — entre os citados acima.

Como funciona?

Resumidamente, o Apple Pay funciona como uma carteira digital. Isso significa que, por meio do aplicativo Wallet, o usuário poderá realizar pagamentos apenas com a autenticação do Touch ID ou do Face ID, sem precisar do cartão físico.

Para adicionar o cartão do Nubank ao Apple Pay, basta acessar o aplicativo do banco, escolher entre o cartão físico ou virtual, clicar em “Configurar” e acessar a opção “Adicionar ao Apple Pay”. Feito isso, o usuário será redirecionado ao aplicativo do Wallet para terminar as configurações necessárias.

Para saber se um estabelecimento aceita essa forma de pagamento, confira a presença dos símbolos referentes ao Apple Pay:

Nubank(Fonte: Nubank/Reprodução)

Vale ressaltar que a liberação da funcionalidade será realizada de forma gradual para todos os clientes.

Fonte: Tecmundo.

Spotify está descontente com as alterações que a Apple fez na App Store

 A Apple decidiu fazer alterações na App Store para resolver uma ação em tribunal. Agora, os programadores poderão usar novos métodos de comunicação (como e-mail) para notificar os clientes sobre os tipos de pagamento disponíveis fora das aplicações iOS. Os utilizadores serão alertados que existem vários meios de pagamento e que aquele que passa pelo seu site é (potencialmente) mais barato. Contudo, o Spotify não gostou desta alteração e já mostrou a sua revolta.

Esta alteração anunciada há dias, trouxe uma série de mudanças na loja de apps que, dependendo da aprovação do tribunal, resolverá uma ação coletiva de programadores norte-americanos.

Imagem Spotify na App Store com novas regras para programadores

Spotify continua a batalha contras as regras da loja da Apple

Há alguns dias, a Apple decidiu resolver um processo de ação coletiva contra a empresa nos EUA, ao alterar regras da App Store. Assim, as novas diretrizes da loja deixa os programadores contactarem os utilizadores por e-mail para os informar que podem subscrever serviços fora da App Store.

Além disso, os criadores terão mais escolha no preço da aplicação. Para estimular estas alterações (e a própria App Store), a Apple oferecerá 100 milhões de dólares aos pequenos criadores. Todos os detalhes podem ser encontrados nesta informação da tecnológica de Cupertino.

No entanto, o Spotify observa que a Apple não permite pagamentos de terceiros em aplicações iOS, continua a proibir os programadores de redirecionar os utilizadores para os seus sites. Além disso, mesmo com estas alterações, a empresa de Cupertino ainda tem acesso a informações sobre o negócio das aplicações, podendo usas as mesmas para criar outras, suas, concorrentes. Portanto, para o serviço de streaming a luta está tudo menos acabada.

 

Apple diz que acordo beneficiou os programadores, outros dizem que foi uma farsa

A Apple disse que fez grandes concessões, mas um exame mais detalhado sugere que a gigante da tecnologia e os advogados dos programadores das aplicações foram os grandes vencedores.

O acordo do processo foi complexo e várias pessoas na indústria de tecnologia tiveram reações muito diferentes, conforme vimos. A Apple e as pessoas que a processaram enquadraram o negócio como uma grande concessão da Apple e uma vitória para os programadores.

Alguns dos críticos da Apple, incluindo empresas que pagam milhões de dólares em taxas de aplicações, consideraram a modificação como uma “farsa” que pouco fez para mudar o controlo da Apple sobre as apps.

Fonte: Pplware.