29 de set. de 2022

E agora Apple? Há um novo problema com a bateria no iPhone 14 Pro ao carregar

 Os novos iPhone 14 não têm estado a deixar a melhoria imagem aos novos utilizadores. Os problemas estão a surgir de forma recorrente e mostram falhas em várias áreas deste novo smartphone da Apple que ainda agora chegou ao mercado.

Depois de vermos falhas graves na utilização da câmara fotográfica, surge agora uma nova situação que afeta a bateria do iPhone 14 Pro. Este tem um comportamento completamente anormal ao ficar a carregar.

Apple iPhone 14 bateria problema carregar

Há um novo problema para a Apple resolver

Não tem estado a ser simples para a Apple lidar com todos os problemas que têm surgido deste que o iOS 16 e o iPhone 14 foram lançados. As correções têm surgido para tratar de parte destas situações, mas há ainda algumas por resolver.

Uma nova situação, novamente associada à bateria está agora a ganhar força nos canais habituais. Muitos utilizadores do iPhone 14 Pro estão a reportar que este smartphone está a reiniciar aleatoriamente ao ser colocado a carregar.

iPhone 14 reinicia se ficar a carregar

Estes relatos mostram que o problema está a ganhar cada vez mais relatos e acontece de forma completamente aleatória. O único elemento que parece ser comum em todos os casos é que o iPhone 14 está a carregar, quer seja pelo MagSafe ou pelo cabo Lightning.

Há também relatos que esta situação poderá acontecer de 20 em 20 minutos e até num iPhone 14 Pro Max. Ainda pior é que esta questão não está a ser resolvida pela Apple de imediato. As mais recentes versões do iOS parecem ter este problema e mesmo o iOS 16.1, ainda em testes, não trata desta situação.

Apple iPhone 14 bateria problema carregar

Situação estará no software que trata da bateria

As normais soluções parecem não ter qualquer impacto neste problema do iPhone 14, mesmo as que o suporte da Apple entretanto revelou. Há uma solução apresentada por um utilizador e que prece amenizar o problema e passa por desabilitar a atualização de apps em segundo plano.

Dado que não está a ser uma questão que esteja presente em todos os iPhone 14, há quem recomende simplesmente entregar o smartphone e fazer uma devolução junto da Apple e a compra de outro. Esta não será uma solução ideia, devendo surgir em breve uma atualização que trata do problema.

Fonte: Pplware.



Apple não aceita que o preço dos seus chips seja aumentado em 2023

 Basta estarmos atentos às notícias diárias para percebermos que, de uma maneira geral, tudo está a aumentar de preço. Este é um fenómeno provocado pela inflação, originada sobretudo pela guerra na Ucrânia, e os especialistas preveem que a situação ainda se agrave mais ao longo dos próximos meses.

Desta forma, também o setor da indústria está a fazer contas à vida e a ajustar os seus orçamentos. Mas parece que a Apple já deixou claro que não vai aceitar o aumento de preço nos seus chips no ano de 2023. Resta saber se a sua fabricante TSMC aceita esta exigência.

Apple não quer o aumento de preços nos seus chips no próximo ano

Segundo as mais recentes informações vindas de fontes da indústria, a Apple terá batido o pé à gigante TSMC ao dizer que não aceita que o preço dos seus chips seja aumentado no próximo ano de 2023.

Este aumento de preços acaba por ser generalizado, e nas grandes empresas, como a fabricante taiwanesa, o investimento feito é significativamente elevado. Mas como se tem assistido a uma queda ao nível dos pedidos, as empresas acabam por aumentar o preço dos produtos para tentar diminuir o prejuízo e reaver o máximo do montante já investido. E tudo indica que essa foi mesmo a informação dada à Apple.

Ou seja, a TSMC informou a marca da maçã sobre a subida de preço dos seus chips que irá acontecer em 2023. Mas a Apple não aceita este aumento, o que pode ter impacto no negócio e nos relatórios financeitos da fabricante de Taiwan, uma vez que 50% dos seus chips são vendidos para a empresa de Cupertino. Lembramos que, anteriormente, a TSMC tinha anunciado um aumento de preços entre 10% e 20%, sendo que para a Apple essa subida foi de apenas 3%.

No entanto, desta vez, caso a fabricante não ceda às exigências da sua cliente, é possível que a Apple se conforme com os preços mais altos, pois atualmente a TSMC é a única capaz de fornecer as quantidades pretendidas pela empresa de Cupertino.

Fonte: Pplwre.

Apple retira da App Store a aplicação da principal rede social na Rússia

 A Rússia continua a receber sanções por parte de muitos países e empresas, estando a Apple incluída neste rol. A principal rede social no país é a VKontakte que, tal como outras apps do mesmo developer, foi removida da App Store. 

Qual será o motivo?

Apple retira da App Store a aplicação da principal rede social na Rússia

A app VKontakte, bem como outras apps do mesmo developer, desapareceu da App Store da Apple. Trata-se da rede social mais popular no país que, sem ter declarado guerra, está a destruir o território ucraniano e a colocar em causa a economia mundial, que estava em franco crescimento depois de um período difícil de pandemia.

Esta app com milhões de downloads, simplesmente desapareceu da loja de aplicações da Apple.

A VK, a empresa por trás da app, partilhou um comunicado na segunda-feira, divulgado pelo The Verge, dirigido aos utilizadores a informar que as aplicações foram removidas da loja, incluindo, as Mail.ru, VK Musis e Youla classified.

O comunicado refere que, se uma app já estiver instalada num dispositivo compatível, continuará a funcionar. No entanto, os utilizadores poderão ter problemas com notificações ou pagamentos. É ainda referido que podem continuar a usar o VKontakte através dos browsers nos smartphones ou no PC.

Também na segunda-feira, o governo do Reino Unido promulgou novas sanções aos oligarcas russos em resposta aos falsos referendos que a Rússia realizou recentemente em partes da Ucrânia. As sanções afetam 23 executivos do Gazprombank, um banco russo ligado ao VK. Segundo a Apple, esta será então uma resposta da empresa perante as sanções do Reino Unido.

No entanto, o Ministério de Assuntos Digitais da Rússia disse ao meio de comunicação estatal RT que estava a investigar “as razões para excluir as aplicações VK e contas de developers, destacando o significado social e a escala de uso dos serviços fornecidos pela empresa russa”. As apps VK ainda estão disponíveis na Play Store do Google.

Fonte: Pplware.

Apple ouviu os utilizadores e o Stage Manager vai mesmo chegar a alguns iPads mais antigos

 A Apple apresentou o Stage Manager como uma forma de trazer ainda mais usabilidade aos iPads e ao próprio iOS. Este muda completamente a forma como os utilizadores vão usar as apps presentes, procurando tornar a multi-tarefa ainda mais presente e acessível.

Uma das especificações do Stage Manager era a presença do SoC M1 nos iPads, algo que muitos argumentaram não ser lógico. Os pedidos para a Apple repensar esta sua escolha eram muitos e a empresa parece ter ouvido os utilizadores. Assim, o Stage Manager vai mesmo chegar a alguns iPads mais antigos.

Stage Manager iPads Apple iPad M1

A Apple está a guardar para o iPadOS 16.1 a chegada de muitas das novidades que apresentou para os iPads na WWDC de 2022. Este movimento foi adiado para esta versão devido a alguns problemas com a nova versão e com as funcionalidades que eram esperadas.

Com esta versão cada vez mais perto de ser uma realidade, a gigante de Cupertino tem uma novidade para dar aos utilizadores dos iPads mais antigos. Não é uma disseminação geral, mas a utilização do Stage Manager foi alargada a novos equipamentos. 

Isso muda com a versão beta dos programadores mais recente do iPadOS 16, que acabou de ser lançada. Agora, a Apple está a fazer o Stage Manager funcionar com vários dispositivos mais antigos: funcionará no iPad Pro de 11 polegadas (primeira geração e posterior) e no iPad Pro de 12,9 polegadas (terceira geração e posterior)

Especificamente, estará disponível nos modelos de 2018 e de 2020, que usam os SoC A12X e A12Z, em vez de apenas o M1. 

No entanto, há um recurso notável ausente para os modelos mais antigos do iPad Pro - o Stage Manager funcionará apenas no ecrã do iPad. Não poderá alargar a sua apresentação num monitor externo.

Claro que esta novidade não vem sem uma condição, mas que é na verdade compreensível. A Apple colocar o Stage Manager nos iPads mais antigos, mas não lhes dá a capacidade de usar esta novidade com um monitor externo ligado.

Stage Manager iPads Apple iPad M1

O Stage Manager é a principal novidade do novo iPadOS 16.1, mas não tem sido pacífica a sua chegada aos iPads. O macOS Ventura terá uma funcionalidade similar, o que fará uma nova aproximação entre estes 2 sistemas, algo que muitos querem há muitos anos. A Apple quis mostrar a sua utilidade e por isso mostrou as vantagens.

Apresentámos o Stage Manager como uma forma totalmente nova de realizar várias tarefas com janelas sobrepostas e redimensionáveis ​​no ecrã do iPad e num ecrã externo, com a capacidade de executar até oito aplicações em tempo real e ao mesmo tempo no ecrã. 

Fornecer esse suporte a vários monitores só é possível com o poder total dos iPads baseados em M1. Os clientes com iPad Pro de 3ª e 4ª geração manifestaram grande interesse em poder experimentar o Stage Manager nos seus iPads. 

Em resposta, as nossas equipas trabalharam arduamente para encontrar uma forma de fornecer uma versão de ecrã único para esses sistemas, com suporte para até quatro aplicações em tempo real e de uma só vez no ecrã do iPad.

Algo que aparentemente passou despercebido é uma limitação inicial do Stage Manager quando for lançado. Mesmo os iPads com o SoC M1 apenas vão receber a ligação a um monitor externo mais tarde, numa atualização, a ser lançada ainda este ano.

Fonte: Pplware.

CEO da Epic Games reage ao imposto sobre os NFT e diz que a Apple tem de ser parada

 Recentemente, a Apple autorizou a venda de NFTs na sua App Store. No entanto, associou-lhe um imposto que já está a ser alvo de críticas. Uma delas tem como emissor o CEO da Epic Games, que afirmou que a Apple tem de ser parada.

A opinião não é unânime entre os líderes da indústria.

Apesar de a Apple ter decidido autorizar a venda de NFTs na sua loja de aplicações, a novidade não está a receber o feedback que se esperava. Isto, porque a gigante tecnológica resolveu, a par disso, associar um imposto, no valor da sua comissão padrão de 30%, sobre os tokens vendidos nas aplicações.

Na opinião dos líderes da indústria, esta decisão resulta num preço “grotescamente exagerado”. Para referência, a Decrypt menciona o líder do mercado dos NFT, OpenSea, que cobra uma comissão de 2,5% sobre as vendas.

CEO da Epic Games, Tim Sweeney

CEO da Epic Games, Tim Sweeney

Num tweet, o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, demonstrou a sua revolta, escrevendo que a Apple está a “a matar todos os negócios de aplicações NFT que não pode taxar”, e a esmagar “outra tecnologia nascente que poderia rivalizar com o seu grotescamente sobrevalorizado serviço de pagamento in-app”. Na mesma publicação, o executivo alerta que a empresa de Cupertino “deve ser parada”.

Segundo um relatório do The Information, o mercado de NFT Magin Eden decidiu retirar-se da App Store, depois de saber da comissão sobre as vendas que a Apple estabeleceu.

Apesar desta opinião do CEO da Epic Games, há outros membros da indústria a considerar que a mudança vai aumentar a adoção dessas tecnologias, no mundo inteiro, bem como a acreditar que os jogos móveis vão beneficiar com a decisão. Efetivamente, a App Store reúne mais de mil milhões de utilizadores do iPhone, ao passo que, durante o pico da procura por NFTs, no início do ano, a OpenSea recolheu pouco mais de um milhão de utilizadores mensais.

Fonte: Pplware.