9 de jan. de 2023

AirTags ajudam cada vez mais os passageiros a não ficar sem bagagem

 Os AirTags da Apple são um dispositivo de localização que recorre à Rede Encontrar (Find My) para informar o utilizador onde se encontra o objeto. Qualquer pessoa que tenha um iPhone, sempre com total anonimato, ao passar perto de um destes dispositivos, transmite aos servidores da Apple, e posteriormente ao utilizador, a localização do item perdido ou roubado. Este mecanismo é já o melhor amigo de quem viaja.

Os dispositivos estão a ajudar os passageiros que perdem as bagagens e as companhias mentem sobre a localização das mesmas. Já salvou muitas bagagens de roubo e extravio.

Imagem bagagem com AirTags perdida pelas companhias aéreas

AirTags podem ajudar a que não seja enganado pelas companhias aéreas

Este tema não é novo, mas coleciona exemplos da boa utilização que a Apple pensou para o seu dispositivo de localização AirTag.

Conforme já mostramos exemplos, o pequeno localizador já salvou a bagagem de uns recém-casados que voltavam da África do Sul e que tiveram de mostrar à companhia aérea onde estavam as malas desaparecidas. Também mostramos o caso de um turista que fazia férias na Austrália, que recuperou 7 mil dólares de material roubado ou até o caso de um funcionário de um aeroporto que roubou uma mala com mais de 15 mil dólares em joias.

Tudo isto graças à tecnologia por trás de um pequeno disco com o logotipo da Apple.

 

Companhias aéreas tentaram banir, mas...

O sucesso destas pequenas peças de plástico com tecnologia de localização parece ter incomodado os gigantes da aviação. Algumas companhias, como a Lufthansa, chegaram a colocar este dispositivo como um produto proibido de transportar nas bagagens. Depois deram o dito pelo não dito.

Agora, a CNN tem os detalhes sobre outro caso de AirTag da Apple expondo o descuido da companhia aérea com bagagem despachada. Neste caso, um passageiro da United Airlines foi informado de que a sua bagagem despachada havia sido deixada para trás, mas estava segura num "centro de distribuição".

Apesar desta afirmação, no entanto, a viajante, Valerie Szybala, observou como o AirTag na sua bagagem viajava por Washington DC, de shoppings locais a áreas residenciais e muito mais. Essencialmente, Szybala optou por permitir que a United Airlines entregasse a mala diretamente na sua casa, em vez de ela mesma ter de voltar ao aeroporto para a levantar.

Este serviço de entrega é aparentemente administrado por uma empresa externa ao aeroporto ou à companhia aérea. É um serviço contratado pela United Airlines.

Depois da bagagem sair do aeroporto no dia 29 de dezembro, só chegou às mãos da mulher no dia 2 de janeiro. Segundo o relato que deixou no Twitter, a sua bagagem viajou através de Washington D.C., com paragens num McDonald's, num centro comercial local, e ficou mesmo guardada vários dias num complexo de apartamentos.

Depois de várias reclamações e dos passeios que a mala deu, a bagagem acabou por regressar a Szybala. Ela referiu que o facto de ter uma AirTag na mala permitiu manter as suas coisas debaixo de olho e, com isso, conseguiu expor algumas destas informações falsas fornecidas pela United Airlines.

A mulher agora partilha a sua experiência e aconselha mesmo que todas as pessoas viajem com AirTags escondidos nas malas.

Fonte: Pplware.

A Google continua a querer que a Apple adote o RCS e agora usa publicidade de rua na CES

 A Google entendeu que o futuro das mensagens vai passar pelo RCS e pelo que este serviço tem para oferecer. Já tem a sua implementação no Android e tenta por tudo que a Apple siga o mesmo caminho, para assim criar um sistema verdadeiramente universal.

Com várias campanhas já em curso, em que mostra as vantagens do RCS, tentou agora novamente chamar à atenção. Foi na CES, numa publicidade bem visível por todos, que a Google voltou a apelar à Apple para que aceite implementar algo que parece ser muito simples.

Google RCS Apple mensagens SMS

Apple, é hora de adotar o RCS e deixar os SMS?

Está mais que provado que o SMS é um sistema falível, inseguro e que está ultrapassado. Os utilizadores continuam a querer trocar mensagens e exigem mais, o que não podem ter acesso com o sistema tradicional e que sempre se habituaram a usar.

É neste cenário que surge o RCS, que traz segurança à troca de mensagens, mesmo em grupo, e capacidades multimédia. Este é já o sistema de facto no Android e deverá ser em breve em outras plataformas que estão no mercado.

Com a Apple a ter um papel importante no mundo dos smartphones e das comunicações, é natural que a Google queira que a sua concorrente abrace também o RCS. Este não é uma alternativa ao que a criadora do iPhone oferece, mas sim um complemento para unir os 2 ecossistemas.

Google quer que este passe a ser o padrão das mensagens

A procura da adesão da Apple é de tal forma grande que mais uma vez a Google apelou aos utilizadores. Colocou uma publicidade bem visível na CES e um texto que explica que será simples resolver o problema das fotografias e vídeos pixelizados.

Para complementar o anúncio que tem presente, a Google incluiu ainda várias linhas de código a serem mostradas aos utilizadores. Estas parecem ser as necessárias para resolver o problema da Apple e implementar o RCS no iOS e em outros sistemas da gigante de Cupertino.

Naturalmente que a Apple deverá seguir a mesma posição que teve no passado, ou seja, simplesmente ignorar a Google e o RCS. O seu CEO, Tim Cook, já comentou sobre o tema e revelou que não existe qualquer interesse da empresa em ter este sistema e a interoperabilidade a funcionar entre o Android e o iOS.

Fonte: Pplware.

iOS 17 recebe menos atenção porque a Apple estará focada no “xrOS”

 A Apple poderá estar a apostar todas as fichas na chamada Realidade Mista com o sistema operativo “xtOS” para os óculos AR/VR. Com isso quer o iOS 17, quer o macOS 14 poderão não trazer algumas novidades que certos rumores foram dando conta.

Segundo um novo relatório, o sistema “xrOS” para o novo dispositivo de realidade virtual e aumentada está a ter prioridade sobre outros desenvolvimentos.

O inovação da Apple para 2023 será a Realidade Mista?

O conhecido analista Mark Gurman, referiu que a Apple deu prioridade ao desenvolvimento do sistema operativo que equipará o seu próximo dispositivo de realidade mista.

Os óculos AR/VR deverão receber um software que se poderá chamar “xrOS”. Isso significa que a empresa de Cupertino desviou os recursos de engenharia, dedicados ao iOS 17 e macOS 14, a fim de colocar o software dos óculos na linha a tempo de um lançamento planeado para o final deste ano.

Nesse sentido, diz o analista, o iOS 17, iPadOS 17 e macOS 14 podem ter menos novos recursos importantes do que o originalmente foi pensado. Separadamente, o trabalho em novos recursos de realidade aumentada para a Apple Store está aparentemente quase pronto para ser lançado.

xrOS: Que tipo de tecnologia se estará a falar?

Os locais, sistemas, métodos e utilizações são muitos e variados. Hoje já temos em pequenos apontamentos no nosso dia a dia alguma dessa tecnologia. Há carros que têm mapas com RA, smartphones com software igualmente equipado com esta vertente de informação, jogos com RV e um conjunto de promessas que há anos ouvimos falar.

Num exemplo que poderia a Apple tirar proveito, seria tipo, o utilizador entra numa Apple Store física e, através da aplicação Apple Store no seu telefone,  aponta para um produto na loja de retalho — como para uma bracelete do Apple Watch, por exemplo — e consegue ver mais informações sobre o produto e como este fica no nosso pulso.

Isto seria facilmente conseguido com a tal realidade aumentada. Mas existem muitos cenários, como já vimos no produto da Google, o Glass, ou com o da Microsoft, o HoloLens.

Este tipo de experiência de compra aprimorada por RA pode ser o tipo de coisa que a Apple tem em mente para os seus Glass também.

 

Apple tem RA há algumas anos, mas pouco

Como temos visto,  a Apple, desde há uns anos, aposta no desenvolvimento da sua plataforma de realidade aumentada. Começou em 2020 um trabalho com recursos de compras de RA e tem testado nas lojas mais recentemente.

Isso sugere que o recurso poderá ser oficialmente revelado em breve.

O foco da Apple no sistema operativo xrOS — juntamente com os problemas do iOS 16 — também custou alguns novos recursos ao iOS 17 e iPadOS 17, as próximas grandes atualizações de software do iPhone e iPad. Este software, nome de código Dawn, pode ter menos mudanças importantes do que o originalmente planeado. O mesmo vale para o macOS 14, que tem o nome de código Sunburst.

Disse Mark Gurman na sua newsletter.

A Apple normalmente anuncia os seus novos sistemas operativos na WWDC em junho. A empresa então lança versões beta para os programadores testarem durante o verão, com um lançamento público marcado para o outono ao lado do novo lançamento do iPhone 15.

Fonte: Pplware.

Primeiro iPhone foi apresentado há 16 anos por Steve Jobs


 Há 16 anos, poucas eram as pessoas com celulares de teclado QWERTY em mãos. A maioria assistiu a apresentação de revolucionário produto com um aparelho comum, que "só" ligava e mandava SMS. No dia 9 de janeiro de 2007, Steve Jobs mostrou ao mundo o primeiro iPhone.

A apresentação aconteceu fora da CES daquele ano, na Macworld San Francisco, com a palestra começando com o fundador da Apple convidando o público a "fazer história juntos". Mas, antes de chegar ao iPhone, ele apresentou mudanças nos computadores Mac, dados sobre vendas de músicas e filmes no iTunes e como o iPod era o reprodutor de música mais popular do mundo.

Só após 24 minutos de apresentação, o então CEO da empresa de Cupertino entrou no assunto que ninguém sabia que estava esperando. Na época, haviam diversos rumores sobre a entrada da Apple no ramo de celulares. "Este é um dia pelo qual espero há dois anos e meio", disse Jobs.

Naquela época, a Apple esperava abocanhar 1% de participação no mercado de celulares, o que significava uma venda de 10 milhões de iPhones no primeiro ano, já que existiam cerca de 1 bilhão de aparelhos por aí. Levou apenas 74 dias para a empresa vender o primeiro milhão dos novos telefones, que só chegou às mãos dos usuários cinco meses depois.

Em 16 anos, quase 40 modelos diferentes do iPhone foram lançados.Em 16 anos, quase 40 modelos diferentes do iPhone foram lançados.Fonte:  James Lewis/Unsplash 

16 anos depois, a Apple ainda luta para chegar à venda do aparelho com iOS (incluindo os iPad e iPod touch) de número 2 bilhões. Sem a pandemia da Covid-19, isso poderia ter acontecido na metade de 2021. A desaceleração nas vendas, porém, atrasou o marco.

O que se sabe é que existem mais de 1 bilhão de dispositivos iOS ativos. Tudo isso depois daquela apresentação de Steve Jobs, que pode ser vista na íntegra e com legendas no YouTube:


Fonte: Tecmundo.