26 de set. de 2021

Sensor de oxigénio do Apple Watch Series 6 tão bom quanto o equipamento hospitalar

 A Apple ao longo dos anos tem equipado os seus dispositivos com tecnologias que ajudam o utilizador a monitorizar a sua saúde e bem-estar. O Apple Watch recebeu sensores para vigiar a atividade cardíaca, como o ECG e o oxímetro, este último para medir a quantidade de oxigénio no sangue do utilizador.

Segundo um estudo da Universidade Brasileira de São Paulo, o sensor de oxigénio do Apple Watch Series 6 tão bom quanto o equipamento hospitalar.

Imagem Apple Watch em estudo de deteção COVID-19

Sensor de oxigénio do Apple Watch 6 é fiável?

O Apple Watch Series 6 é um "equipamento confiável" para monitorizar a saturação de oxigénio em pacientes com condições pulmonares, que poderá ajudar em futuros tratamentos médicos.

O Apple Watch Series 6 introduziu um sensor de oxigénio no sangue no dispositivo vestível, proporcionando aos utilizadores mais uma indicação sobre sua condição de saúde em geral.

Neste estudo, segundo o que é referido, esta adição de sensores da Apple pode ter algumas aplicações médicas sérias.

Imagem Apple Watch Series 6 com oxímetro

O estudo da Universidade Brasileira de São Paulo, publicado na Nature Magazine colocou lado a lado o Apple Watch Series 6 com um par de oxímetros de pulso comerciais.

 

Sensor de oxigénio tão bom como oxímetros comerciais

Aproximadamente 100 pacientes de um ambulatório de pneumologia com doença pulmonar intersticial (DPI) e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) foram analisados com os dispositivos.

“Fortes correlações positivas" foram observadas entre o Apple Watch e os oxímetros comerciais para avaliar as medidas de frequência cardíaca e a oximetria. Embora o Apple Watch tendesse a relatar números de oximetria mais altos em média, o estudo "não observou diferenças significativas" tanto para os números de oxigénio no sangue quanto para a frequência cardíaca.

O estudo conclui que:

Os nossos resultados indicam que o Apple Watch 6 [sic] é uma maneira confiável de obter frequência cardíaca e SPO2 em pacientes com doenças pulmonares em condições controladas. O avanço da tecnologia smartwatch continua a melhorar e estudos para avaliar a precisão e confiabilidade em vários tipos de doenças devem ser realizados.

A Apple também está a realizar os seus próprios estudos em várias áreas médicas, em parceria com organizações externas. Em abril, fez uma parceria com a Universidade de Washington e o Seattle Flu Study para ver se o Apple Watch poderia prever doenças, como a gripe, ou outras doenças respiratórias.

Em setembro, a Biogen iniciou um estudo com a Apple e a UCLA sobre como o Apple Watch poderia detectar sintomas de doenças neurológicas, incluindo demência e depressão.

O Apple Watch Series 7, que ainda não foi lançado pela Apple, possui recursos de medição de oxigénio no sangue, embora não esteja claro se há uma atualização no hardware em relação ao modelo do ano passado.

Fonte: Pplware.

Apple Watch está a ter problemas para desbloquear o novo iPhone 13

 A integração entre os diferentes dispositivos da Apple é única, com a capacidade de interagirem e de se ligarem de forma muito próxima. Vai ao pormenor de conseguirem depender uns dos outros para alguns elementos de segurança.

Este ponto pode ser visto, por exemplo na integração entre o iPhone e o Apple Watch, podendo este último desbloquear o primeiro. Esta capacidade quase única está agora colocada em causa, com problemas em desbloquear o iPhone 13.

Apple Watch iPhone desbloquear problemas

Apresentada em abril, a capacidade de desbloquear o iPhone com o Apple Watch veio substituir temporariamente o Face ID. A utilização quase obrigatória da máscara veio deitar por terra a capacidade de desbloquear o smartphone apenas com a face.

Esta novidade útil sempre funcionou de forma perfeita, garantindo que os utilizadores do iPhone podiam dispensar todos as restantes forma de desbloqueio. Este registo de perfeição foi agora colocado em causa, com a chegada do iPhone 13.

Os relatos estão a acumular-se e revelam que o desbloqueio do iPhone 13 com recurso ao Apple Watch simplesmente não está a funcionar. Sempre que os utilizadores tentam ativar esta capacidade, surge uma mensagem a indicar que não é possível comunicar com este relógio inteligente.

A mensagem em causa é clara e mostra que não é possível fazer a comunicação com o Apple Watch. Este cenário acontece em situações em que o relógio já está associado ao iPhone 13, não havendo qualquer razão lógica para que a comunicação não aconteça.

Apple Watch iPhone desbloquear problemas

Do que é revelado, todas as tentativas de encontrar uma solução para esta falha não tiveram qualquer sucesso. Mesmo ativando e desativando algumas funções, voltando a emparelhar os equipamentos ou simplesmente reiniciar o Apple Watch, nada parece funcionar.

Este deverá ser mais um caso que a Apple conseguirá resolver com uma simples atualização do iOS ou do novo WatchOS. Esta correção deverá surgir em breve, provavelmente já incluída no iOS 15.1, que a Apple está já a testar de forma pública.

Fonte: Pplware.



Apple: Apps de terceiros irão tirar o máximo proveito do ecrã ProMotion do iPhone 13

 Com a chegada do iPhone 13, a Apple trouxe uma novidade para os iPhones que já utilizava desde 2017 no iPad Pro. Trata-se do ecrã ProMotion, uma tecnologia que atualiza o ecrã do dispositivo 120 vezes por segundo (refresh rate de 120Hz). A empresa de Cupertino há anos que poderia ter colocado esta tecnologia nos seus smartphones, mas nunca o fez até agora, possivelmente porque o iOS sempre foi muito fluído e num ecrã "pequeno" do iPhone, as vantagens, versus as desvantagens, não compensavam.

Agora que saiu o iOS 15 e o iPhone 13, descobriu-se que muitas aplicações de terceiros não conseguem ultrapassar a taxa de atualização padrão de 60 Hz do ecrã ProMotion do iPhone 13 Pro. Contudo, a Apple agora esclareceu que em breve os programadores irão conseguir tirar o máximo proveito dos 120 Hz.

Imagem iphone 13 Pro Max com ProMotion 120 Hz

120 Hz ainda não está disponível para todas as apps de terceiros no iOS 15

A taxa de atualização é variável para permitir uma melhor utilização dos recursos. O iOS gere a necessidade e fornece esta taxa que poderá ir dos 10 Hz até aos 120 Hz. Antes, nos iPhones anteriores a este último, o máximo estava fixado nos 60 Hz. Então, com a tecnologia ProMotion o sistema operativo pode permitir uma animação do ecrã mais rica gerindo então esta taxa de atualização.

Atualmente, algumas aplicações de terceiros só conseguem atingir os 60 Hz. Como tal, a Apple já veio explicar que os programadores terão de adicionar uma nova chave Info.plist para opt-in, e a documentação estará disponível em breve. Além disso, uma próxima atualização do software resolverá um bug em que as animações conduzidas pelo Core Animation não conseguem atingir as taxas de atualização máximas de 120Hz.

Esta informação começou a correr no Reddit depois do programador cliente de Apollo for Reddit, Christian Selig, ter alertado que já obteve reclamações dos seus utilizadores relacionadas com esta "incapacidade".

Apesar dos benefícios, estes ecrãs poderão consumir muita energia mesmo se o utilizador estiver a realizar tarefas que não se beneficiam diretamente da taxa de atualização mais rápida, como a leitura de um texto, por exemplo, ou outras ações em que o ecrã tem um conteúdo mais estático.

Atualmente as apps nativas do iOS conseguem atingir a taxa de 120Hz em todas as animações.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max bate recorde no teste à bateria com quase dez horas de uso contínuo

 A Apple ao longo dos anos tem melhorado substancialmente a autonomia dos seus dispositivos. Atualmente estes estão entre os topos de gama com melhor desempenho. O iPhone 13 veio trazer mais tempo de utilização com uma bateria maior, um sistema mais otimizado e um conjunto, mesmo assim, rico em funcionalidades.

Num já habitual teste aos vários dispositivos Apple de última geração, o 13 Pro Max atingiu um nível de excelência ao nível da sua bateria. Vejam o vídeo.

iPhone 13 Pro Max

iPhone 13 Pro Max oferece 10 horas de utilização ininterruptas

Conforme vamos poder ver, o canal do YouTube Mrwhosetheboss, mais uma vez, executou testes de bateria até levar os equipamentos à exaustão. Juntou um leque de iPhones recentes e colocou-os à prova lado a lado, em diversas funcionalidades que consomem bateria e exigem mais do equipamento.

Obviamente que não é um teste "chapa 5", cada um de nós tem os hábitos, os seus afazeres e consomem a energia do equipamento de forma diferenciada. Claro, nunca estamos com o equipamento interruptamente ligado até a bateria se esgotar. Mas estes testes dão-nos uma pequena ideia da qualidade da bateria e da evolução ano para ano.

Do iPhone SE 2020, passando pelo iPhone 11 e iPhone 12, a linha dos iPhones 13 deu cartas. De facto mostrou que a Apple melhorou a bateria e os consumos. O iPhone 13 Pro Max alcançou 9 horas e 52 minutos de uso contínuo, estabelecendo um recorde e batendo qualquer telefone anterior que o canal já tenha testado.

Portanto, são dez horas de ecrã ligado permanentemente a realizar um trabalho intensivo, como jogar, filmar, navegar ou estar no YouTube a ver vídeo.

 

Nova linha de iPhones tem autonomia bastante melhorada

O iPhone 13 Pro Max de facto destacou-se e o próprio YouTuber considerou-o como um dos melhores 5 smartphones alguma testados. No entanto, o iPhone 13, iPhone 13 Mini e iPhone 13 Pro também estiveram muito bem.

Vamos destacar já o iPhone 13 mini que tem uma bateria menor, um ecrã de 5,4 polegadas e mesmo assim atingiu 6 horas e 26 minutos, superando o iPhone 12 em meia hora. Depois, o novo iPhone 13 com 6,1 polegadas conseguiu aguentar-se 7 horas e 45 minutos no mesmo teste, quase duas horas a mais do que o modelo comparável da geração anterior.

O iPhone 13 Pro alcançou 8 horas e 17 minutos. Conforme referido atrás, o 13 Pro Max registou 9 horas e 52 minutos. Portanto, o 13 Pro e o Pro Max superaram a concorrência, apesar de terem agora ecrãs de alta taxa de atualização, o que significa que eles podem exibir conteúdo até 120 vezes por segundo (120 Hz).

Fonte: Pplware.