27 de set. de 2022

Desmontagem do Apple Watch Ultra confirma… é robusto, mas não é fácil reparar

 A Apple ao longo dos anos tem melhorado no que toca à "montagem" da estrutura interna dos seus dispositivos. Ora por questões próprias da arquitetura escolhida, ora por pressões dos reguladores, a verdade é que o iPhone 14 foi disso um exemplo. No entanto, o mais recente produto da gama Apple Watch, o Ultra, parece ainda não estar alinhado com esta "política". Ao que parece, este gadget continua a ser um problema.

Quem o diz é a empresa que se tornou especialista em desmontar, avaliar e criticar as estruturas dos equipamentos do ponto de vista da qualidade de construção e de facilidade de reparação. O vídeo mostra o porquê.

Apple Watch Ultra: ainda terá de deixar as reparações para os profissionais

O Apple Watch Ultra foi construído para sobreviver a aventuras ao ar livre. Um duro, fabricado com materiais premium, não parece dar oportunidade a que qualquer pessoa faça uma reparação se esteve avariar. Segundo a iFixit, após ter feito um vídeo a desmontar peça por peça deste relógio, o Ultra não é significativamente mais reparável do que os seus equivalentes regulares.

Enquanto houver parafusos externos na parte de trás, vai destruir uma junta impermeabilizante se abrir essa mesma parte. E nem sequer pense em passar pela frente - é difícil evitar partir o ecrã, pelo menos sem ferramentas especiais.

Imagem Apple Watch Ultra desmontado pela iFixit

Também é complicado aceder à bateria e a outros componentes. A desmontagem permite perceber bem o quanto "cresceram" os novos altifalantes no Apple Watch Ultra, em comparação com a Série 8.

A empresa refere que o facto deste equipamento trazer altifalantes para ajudar na funcionalidade Sirene, a verdade é que mesmo que nunca use a Sirene, os altifalantes vão seguramente ajudar com a qualidade da chamada e outras aplicações de áudio.

Este não é, então, o avanço na facilidade de arranjo que se viu no iPhone 14 base. Assim, se tiver uma avaria, não o deixe nas mãos de quem não sabe no que está a mexer, terá de o levar a um reparador autorizado.

Mesmo assim, a análise da iFixit é otimista, o Watch Ultra representa um caminho em direção a um novo conjunto de dispositivos mais reparáveis. Embora não seja claro se os futuros smartwatches darão esse salto, não será chocante dada a crescente pressão política sobre a indústria tecnológica para criar dispositivos de manutenção mais fácil.

Fonte: Pplware.

Apple Watch Ultra: Youtuber testa resistência do relógio à martelada

 Nos dias que temos testado o Apple Watch Ultra podemos afirmar que é um equipamento de altíssima qualidade. Estamos, claro, a falar quer nos materiais, quer no software que o equipa. Contudo, há quem queira ir mais além e levar certos "testes" a um nível excêntrico. Claro, há quem goste de ver certos cenários que são completamente irreais.

Um youtuber decidiu pegar num Ultra e, à marretada, quis mostrar como este smartwatch é resistente e resiliente. O vídeo fala por si!

Imagem Apple Watch Ultra

Nem que seja à marretada!

A Apple apresentou recentemente o Apple Watch Ultra para um segmento onde os tradicionais smartwatches da marca ficavam aquém, isto é, os utilizadores que fazem desportos mais radicais. Assim, o Ultra não é um relógio para todos. Não é por vários motivos. Porque é caro, custa mais de mil euros, porque é grande, tem um ecrã de 49 mm, porque tem funcionalidades que a grande maioria dos utilizadores nunca vai usar.

Apesar destas "características" o smartwatch tem tudo o que os outros têm mais o que a Apple lançou neste início de setembro, como, por exemplo, a deteção de acidentes rodoviários. Portanto, é uma máquina.

Não há dúvida que esta oferta já entra na linha de outras marcas, como, por exemplo, a oferta da Garmin, uma marca com equipamentos de topo para desporto. Aliás, a própria Garmin "sentiu necessidade" de vir dar uma bicada à Apple, claro, no ponto onde a Garmin não dá hipóteses: na autonomia.

O que a Garmin oferece a mais no mundo do desporto, a Apple oferece na monitorização e utilização do dia a dia, com tecnológicas disruptivas e inovadoras, como o ECG. Seja como for, o Ultra veio como um Duro.

Youtuber usa martelo para testa resistência do Apple Watch Ultra

Um YouTuber testou as alegações da Apple sobre a durabilidade do Apple Watch Ultra, colocando-o contra um teste de queda, um pote de pregos e golpes repetidos com um martelo para testar o cristal de safira que protege o ecrã.

O canal TechRax, popular nos testes mais radicais com os produtos Apple, testou pela primeira vez o ‌Apple Watch Ultra‌, deixando-o cair de cerca de um metro e meio de altura. O ‌Apple Watch Ultra‌ ficou praticamente intacto, além de algumas pequenas marcas, nada de especial aconteceu na caixa de titânio. Em seguida, o ‌Ultra‌ foi misturado num pote de pregos e mais uma vez ficou sem marcas visíveis.

Não satisfeito, o youtuber também testou a durabilidade da cobertura em cristal de safira do ‌Apple Watch Ultra‌ e foi literalmente à marretada!!! Sem só nem piedade, o relógio sofreu repetidos golpes com o martelo. Conseguiu resistir a vários, mas o youtuber lá conseguiu partir o ecrã. Note-se que antes disso o autor desta proeza primeiro conseguiu partir a mesa.

Imagem da mesa partida do youtuber

Embora o ecrã do ‌Apple Watch Ultra‌ não tenha sofrido danos inicialmente, o relógio não voltou a ligar depois de tanta martelada em cima dele. A falha ao ligar pode indicar que, embora a safira não tenha sofrido danos no início, alguns componentes internos podem ter sofrido avarias com os tremendos impactos.

Obviamente, o teste não é realista ao retratar um caso de uso típico do ‌Apple Watch Ultra‌, mas pode fornecer a alguns clientes garantias sobre a força e qualidade do ecrã de cristal de safira.

Fonte: Pplware.

As queixas de problemas de bateria no iPhone com o iOS 16 continuam a acumular-se

 Lançado há já 2 semanas, o iOS 16 traz muitas novidades para o iPhone e para os utilizadores. Estas eram já conhecidas, mas agora tornaram-se reais e foram finalmente disponibilizadas a todos os utilizadores com equipamentos suportados.

Infelizmente, como temos visto, esta nova versão do sistema da Apple não está livre de problemas, que a empresa tem tentado resolver. Algo que ainda não foi tratado está relacionado com a bateria, que continua com consumos elevados e tem gerado muitas queixas.

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Novamente problemas de bateria no iOS 16

Não é anormal que o iPhone apresente consumos excessivos de bateria depois de uma atualização do iOS. O sistema necessita de se adaptar ao equipamento e à utilização que é dada, ficando estável ao fim de alguns dias e depois de alguma utilização.

No caso do iOS 16, com duas semanas de utilização, os problemas com os consumos de bateria continuam a persistir. Os utilizadores continuam a reportar esta situação anormal e que impede a utilização do iPhone, sem que a Apple tenha uma solução.

Queixas dos utilizadores do iPhone acumulam-se

É através das redes sociais que os utilizadores do iPhone têm dado voz às suas queixas, apresentado os seus problemas. Acumulam-se as situações relatadas no Twitter, no Reddit, no Instagram e até no TikTok. A questão é sempre a mesma: a vida útil da bateria muito mais reduzida.

Não existe uma razão associada para que este problema aconteça e nem uma solução temporária que possa ser aplicada pelos utilizadores do iPhone. Alguns utilizadores revelamque deverá ser desligada a resposta háptica do teclado, algo que ainda terá de ser confirmado.

Apple não parece estar atenta a estas situações

Depois do lançamento do iOS 16, a Apple já libertou 2 atualizações para resolver problemas quer no iPhone 14, quer nos modelos mais antigos. Ainda assim, estas não parecem ter tratado as situações anormais associadas aos consumos de bateria.

Não está claro se este é um problema que a Apple irá resolver em breve ou se está já focada em resolver. Naturalmente que existem já teorias que dão como certo que esta é a forma da gigante de Cupertino levar à compra do novo iPhone 14.

Fonte: Pplware.