15 de jan. de 2020

EUA pedem e Apple nega desbloquear iPhones de terroristas

Autoridades dos Estados Unidos estão pressionando a Apple a desbloquear dois iPhonesque pertencem ao terrorista que é suspeito de ser responsável pelo ataque a uma instalação militar em Pensacola, na Flórida. O tiroteio aconteceu em dezembro, mas a empresa só foi notificada a partir deste mês.
O Procurador-geral dos EUA, William Barr, solicitou que a empresa ajudasse a liberar acesso aos aparelhos, que poderiam conter informações relevantes para a solução do caso e a eventual descoberta de novos alvos e cúmplices. Entretanto, é política da Maçã não colaborar nesse nível com as autoridades, já que isso resultaria no iPhone tendo brechas de segurança que podem ser exploradas, permitindo o acesso a dados e documentos por terceiros — mesmo que o "terceiro" seja a própria fabricante do aparelho.
A Apple já recebeu uma série de pedidos parecidos do governo, mas negou todos e até já ganhou um processo relacionado a um desses casos. Em resposta o FBI tentou obter um método estrangeiro, em uma história que não teve um final bem sucedido para o país.

O que diz a empresa

Criticada por aparentemente não colaborar com as autoridades, a Apple enviou um comunicado à Bloomberg com o seu ponto de vista. Lá, ela explica que não instala um backdoor de acesso nos iPhones porque isso não seria usado "apenas pelos caras bonzinhos", e que privilegia a criptografia para o usuário.

Segundo a empresa, ela colaborou em todas as instâncias possíveis logo que solicitada, enviando backups do iCloud, informações de conta e trocas de dados entre vários dispositivos — informações que a Apple de fato possui e pode entregar às autoridades. Entretanto, solicitar o desbloqueio completo de aparelhos um mês após o início das investigações foi visto como uma atitude errada pela marca.
"Continuaremos trabalhando com o FBI e nossas equipes de engenharia recentemente fizeram um chamado para garantir assistência técnica adicional. A Apple tem muito respeito pelo trabalho do Bureau, e vamos trabalhar incansavelmente para ajudar eles a investigarem esse ataque trágico em nossa nação", diz a nota.

Fonte: Tecmundo.

MacBook vai ser ainda mais rápido com o “Pro Mode” que a Apple está a criar

A Apple tem tentado dar aos utilizadores dos seus computadores o máximo das funcionalidades pelo macOS. Ao mesmo tempo, tenta equilibrar este desempenho com uma redução ao mínimo dos consumos de energia, o que nem sempre é simples.
Uma novidade poderá surgir em breve e que conseguirá trazer ainda mais equilíbrio difícil de obter. Foi encontrada no macOS indicações de uma nova funcionalidade que vai tornar os MacBook ainda mais rápidos. O Pro Mode pode chegar em breve e mudar muita coisa.
Apple MacBook Pro Mode macOS rápido
Uma grande novidade da Apple para o MacBook
No macOS a Apple tenta controlar ao máximo o consumo de recursos que não são necessários. Este sistema garante ao utilizador que apenas o essencial está em utilização e que o resto está disponível para outras tarefas.
Uma avaliação recente do código da versão 10.15.3 (beta) do macOS Catalina revelou uma possível novidade. Chama-se Pro Mode e deverá, em breve, dar ao utilizador ainda mais velocidade na execução de aplicações.
Apple MacBook Pro Mode macOS rápido

O Pro Mode vai tornar o macOS ainda mais rápido

O texto presente revela que “As aplicações podem correr mais rápido, mas a duração da bateria pode diminuir e o ruído da ventoinha pode aumentar” e “Limite de velocidade da ventoinha substituído” quando o Modo Pro está ativado.
Estas strings de texto estão associadas à gestão de energia do macOS, que assim vai melhorar temporariamente o desempenho destas máquinas. Vai conseguir isto eliminando algumas restrições de poupança de energia. Da mesmo forma que acontece com o Do Not Disturb, o Pro Mode vai desligar-se no dia seguinte.
Apple MacBook Pro Mode macOS rápido
É ainda cedo para saber onde e como esta novidade vai ser lançada. Por agora ainda não funciona, mas está já presente no macOS. Especula-se que possa estar limitada aos novos MacBook e em especial ao modelo de 16 polegadas, com o novo sistema de arrefecimento.

Resta aguardar e ver o que a Apple está a preparar para o macOS. Por agora são apenas testes, mas em breve poderá ser uma realidade que todos vão poder usar para ter o MacBook ainda mais rápido.
Fonte: Pplware.

Google revelou de que forma era possível hackear um iPhone em minutos

O iOS, e os restantes sistemas operativos da Apple, têm a confiança dos utilizadores no quesito da segurança. Contudo, as falhas de segurança existem e podem ser graves… Tal como a que foi descoberta pela Google, em que era possível hackear um iPhone remotamente em poucos minutos.
Neste caso em particular, a ameaça destaca-se por permitir que o agente malicioso realize o ataque sem qualquer contacto físico, software específico ou clique indevido cometido pelo utilizador.
Google revelou de que forma era possível hackear um iPhone em minutos Project Zero iOS Apple
A Google criou o Project Zero para que a segurança na Internet seja elevada a um novo nível. O objetivo passa sobretudo por analisar vários sistemas informáticos, serviços e software, de modo a encontrar falhas de segurança que possam comprometer os utilizadores e os seus dados.
No que toca a este quesito, a oferta da Apple tem relevado estar no topo das preferências dos consumidores. Para tal contribui o facto de ser um sistema fechado, mas está longe de ser imune a ameaças.
Google revelou de que forma era possível hackear um iPhone em minutos Project Zero iOS Apple
É o que demonstra um dos mais recentes relatórios do Project Zero. De forma completamente remota, um atacante podia controlar um iPhone em poucos minutos.

Falha de segurança compromete a segurança do iPhone e restantes dispositivos com iOS

A falha estava relacionada com o iMessage e permitia que o agente malicioso ganhasse controlo do dispositivo com iOS. Deste modo, tinha acesso a palavras-passe, mensagens, e-mails e a todo o conteúdo no smartphone ou tablet.
Google revelou de que forma era possível hackear um iPhone em minutos Project Zero iOS Apple
Nestes casos, é comum que o utilizador tenha de clicar num link malicioso, instalar um software específico ou assim… Não obstante, desta vez tal não ocorria! Para estar vulnerável, bastava ter um dispositivo iOS com o iMessage ativado.
No caso do atacante, este não precisava de ter acesso físico ao equipamento. A falha era tão abrangente que apenas era necessário ter o Apple ID da vítima. Após isto, podia dar início ao ataque usando o iMessage.
A vulnerabilidade, batizada de CVE-2019-8641, estava relacionada com a funcionalidade que permite saber quando uma mensagem foi lida. Através da manipulação de uma falha no sistema de segurança ASLR, era possível executar código malicioso no iPhone ou iPad da vítima.
De acordo com o Project Zero, a Apple foi informada sobre a vulnerabilidade em meados do ano passado, disponibilizando uma correção preliminar no iOS 12.4.1. Medidas adicionais de segurança vieram um pouco mais tarde, no dia 28 de outubro, com a atualização 13.2 do sistema operativo móvel da Apple.

Segundo a opinião do investigador de segurança Samuel Groß – do Project Zero da Google – o problema foi plenamente resolvido e assim a falha de segurança pôde ser disponibilizada para conhecimento da comunidade.
Fonte: Pplware.

Apple poderá estar a desenvolver iPad Pro 5G com suporte mmWave

A Apple ainda espera que a infraestrutura mundial 5G seja uma realidade para depois avançar. Assim, sendo 2020 o ano que se espera importantes avanços no 5G nos países onde normalmente os mercados mais fortes estão posicionados, poderá ser o impulso que falta para a empresa de Cupertino avançar no iPhone e no iPad com o 5G. Apesar de serem apenas suposições do mercado, os rumores referem que a empresa está já a desenvolver um iPad Pro 5G com suporte mmWave.
Esta informação pode ter já uma grande maturidade, dado que se falou em 2017 neste passo. Aliás, falou-se que a Apple estava autorizada a realizar os testes pela Comissão Federal de Comunicações (FCC).
Imagem iPad Pro que receberá 5G
O que é mmWave?
Millimeter wave (também conhecida por banda milimétrica) é uma banda de espetro entre os 30 gigahertz (GHz) e os 300 GHz. A onda milimétrica, também conhecida como frequência extremamente alta (EHF) ou frequência muito alta (VHF) pela União Internacional de Telecomunicações (ITU), pode ser usada para comunicações de banda larga sem fios de alta velocidade.
A onda milimétrica é uma faixa de espetro não desenvolvida que pode ser usada numa ampla gama de produtos e serviços como redes de área local sem fio (WLANs) ponto-a-ponto de alta velocidade e acesso de banda larga. Nas telecomunicações, a onda milimétrica é usada para uma variedade de serviços em redes móveis e sem fios, já que permite altas taxas de transmissão de dados de até 10 Gbps.

Apple já trabalha no iPad Pro 5G com suporte mmWave

Segundo informações veiculadas pela DigiTimes, a Apple está a desenvolver um iPad 5G com suporte à tecnologia mmWave. As informações transmitidas afirmam que a Advanced Semiconductor Engineering de Taiwan fornecerá a antena embutida para o novo iPad Pro. Além disso, será também esta empresa a fornecer para os iPhones 5G. Embora não especificado, é quase certo que este modelo seria um iPad Pro, já que o 5G é um recurso de ponta com custos de produção mais altos.
Os primeiros iPhones 5G são esperados para o outono de 2020, no entanto, o relatório não indica quando será lançado o iPad 5G. Os principais recursos novos costumam chegar ao iPhone antes do iPad, mas uma exceção notável foi o iPad de terceira geração que recebeu suporte LTE em março de 2012, antes do iPhone 5 em setembro de 2012.
Imagem do Apple iPad Pro com 5G e mmWave
O mmWave ou onda milimétrica é um conjunto de frequências 5G que prometem velocidades ultrarrápidas a curtas distâncias, tornando-o mais adequado para áreas urbanas densas. Em comparação, o sub-6GHz 5G é geralmente mais lento que o mmWave, mas os sinais viajam mais, servindo melhor as áreas suburbanas e rurais.

Portanto, a Apple deverá já ter o plano traçado para a total implementação das novas tecnologias nos seus dispositivos.
Fonte: Pplware.

Apple lança novo firmware para os AirPods Pro e retira-o de seguida por problemas

A Apple procura trazer aos AirPods Pro melhorias constantes. Nesse sentido, no passado dia 16 de dezembro, lançou uma nova atualização de firmware para estes auscultadores. O firmware passou da versão 2B588 para 2C54.
Contudo, logo após a atualização, os relatos dos utilizadores levaram a Apple a retirar esta nova versão. Foram várias as queixas que o novo firmware tinha afetado a qualidade do cancelamento de ruído do AirPods Pro.
AirPods Pro Apple firmware ruído versão
Atualização piorou qualidade dos AirPods Pro
Uma das novidades que os AirPods Pro trouxeram foi o cancelamento ativo de ruído. Este permite que todos os sons externos sejam removidos, concentrando o utilizador na sua música e no que está a ouvir.
Depois de lançada a atualização do final do ano, muitos utilizadores começaram a notar uma diferença neste componente, notando um decréscimo da qualidade do som. A RTINGS acabou também por reavaliar esta atualização, isto depois de a Apple ter removido a atualização.
AirPods Pro Apple firmware ruído versão

Cancelamento ativo de ruído ficou afetado

As descobertas da RTINGS confirmaram as queixas dos utilizadores. Segundo a informação apresentada, esta atualização tem um impacto negativo no cancelamento ativo de ruído.
Depois de atualizar o firmware, testamos novamente os auscultadores e os nossos resultados mostraram uma queda bastante significativa no desempenho do isolamento, principalmente no alcance dos graves. Isto significa que com o ANC ligado, estes auscultadores não farão um trabalho tão bom a bloquear os baixos ruídos do motor de aviões ou dos autocarros como faziam antes desta atualização. Esta revisão reflete estas mudanças.

Apple tinha removido esta versão de firmware

As notícias, no entanto, não são todas más. Segundo outros testes efetuados, o Firmware 2C54 parece otimizar os AirPods Pro noutras áreas. Em concreto, o desempenho em resposta de frequência e precisão dos graves foi melhorado.
A Apple retirou o firmware 2C54 dias após o seu lançamento, por isso presumivelmente está a trabalhar nos problemas descritos. Se pretender saber qual a versão em utilização, o utilizador pode verificar acedendo a Definições -> Geral -> Informações -> AirPods Pro.


Fonte: Pplware.

Trump ataca Apple! EUA querem acesso a iPhones de criminosos

Se há um trunfo no ecossistema da Apple, esse trunfo chama-se privacidade! Ao longo dos anos têm sido muitos os que têm tentado furar o sistema, mas sem sucesso (na generalidade).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou recentemente a Apple por recusar ao governo dos EUA o acesso aos iPhones “usados por assassinos, traficantes de drogas e outros elementos criminosos violentos”.
Donald Trump quer que a Apple dê acesso aos iPhones para que o governo dos EUA possa investigar e condenar criminosos. O tweet de Trump foi publicado horas depois da Apple ter recusado os pedidos do procurador-geral dos EUA William Barr e do FBI para desbloquear dois iPhones que teriam sido usados por um homem de 21 anos que matou três marinheiros num tiroteio no mês passado em Pensacola, na Florida.
We are helping Apple all of the time on TRADE and so many other issues, and yet they refuse to unlock phones used by killers, drug dealers and other violent criminal elements. They will have to step up to the plate and help our great Country, NOW! MAKE AMERICA GREAT AGAIN.
52,4 mil pessoas estão falando sobre isso
Barr também expressou frustração pelo fato de a criptografia interna da Apple impedir o FBI de entrar nos smartphones.
Apelamos à Apple e outras empresas de tecnologia para nos ajudar a encontrar uma solução para que possamos proteger melhor a vida dos americanos e impedir futuros ataques

Apple não quer colaborar! A justificação é a privacidade dos seus utilizadores

Nestas questões de acesso a equipamentos a reposta da Apple é quase sempre a mesma. Não! A justificação é a privacidade dos seus utilizadores.
Tim Cook revelou à CNN em 2018 que desejava que governos de todo o mundo restringissem a quantidade de informação que as empresas retêm dos clientes. Esta também não é a primeira vez que a Apple diz Não num caso que envolve dados e privacidade.
Em 2016, a empresa de Tim Cook enfrentou o governo dos EUA em circunstâncias semelhantes. A empresa da maça opôs-se a uma ordem judicial para ajudar o FBI a desbloquear o iPhone de um dos dois atiradores que abriram fogo em San Bernardino, Califórnia, matando 14 pessoas.

O desbloqueio do iPhone de San Bernardino custou 900 mil dólares, tendo sido contratato pelo FBI à empresa Cellebrite. Recentemente a Google veio diz quer que é possível hackear o iPhone em minutos!
Fonte: Pplware.