6 de jul. de 2023

Spotify deixa de receber pagamentos que eram feitos pela App Store da Apple

 A guerra entre o Spotify e a Apple tem muitos anos e parece não abrandar. Em causa estão os pagamentos feitos na loja de apps da Apple e as comissões cobradas, que entendem ser elevadas. Este caso dá agora mais um passo, com o fim dos pagamentos que eram feitos ao Spotify pela App Store da Apple.

Spotify Apple App Store loja pagamentos

Há muitos anos que o Spotify tenta mostrar que o negócio da loja de apps da Apple é um monopólio e que este está a ser gerido de forma dominante. Quer, acima de tudo, que as taxas deixem de ser cobradas ou que sejam muito mais reduzidas.

Para ajudar a este processo, o Spotify desde 2016 que deixou de permitir que o seu serviço de streaming seja subscrito pela App Store. Apenas pela sua página pode ser tratado o processo de registo e posteriores pagamentos.

Agora, e para dar mais um passo para a sua independência da Apple, o Spotify resolver terminar todos os pagamentos que tinham sido registados antes de 2016. Estes estavam ainda associados à Apple.

Estamos a entrar em contato consigo porque quando se inscreveu no Spotify Premium, usou o serviço de cobrança da Apple para se inscrever. Infelizmente, não aceitamos mais esse método de cobrança como forma de pagamento.

Se deseja manter a sua assinatura Premium, precisará assinar novamente após o fim do seu último período de cobrança e sua conta for movida para a conta gratuita

A mensagem que está a ser enviada a estes poucos utilizadores que ainda estão neste modelo é clara. Devem abandonar a App Store e a Apple e passar a estar registados diretamente no Spotify ou a conta será passada para o modelo gratuito.

Spotify Apple App Store loja pagamentos

Curiosamente, esta mudança não é necessariamente negativa. Ao mudar da App Store para o Spotify, os utilizadores deixam de pagar os 3 dólares adicionais que estavam a ser cobrador, para suprir os 30% de taxa que a Apple cobra.

O mais provável é que o modelo de negócio da Apple venha a mudar em breve, fruto das alterações impostas pela UE. Nesse momento tudo será alterado e as novas lojas que surgirem vão permitir que os utilizadores registem e tenham preços mais em conta.

Fonte: Pplware.

iPhone 15 pode ser mais caro do que modelos anteriores, especialmente o Pro Max


 A Apple pode aumentar o preço do iPhone 15 no lançamento. A nova família de smartphones da empresa de Cupertino deve ser lançada no final do mês de setembro, mais caros do que modelos anteriores na estreia, avaliam analistas do setor.

De acordo com Jeff Pu, analista da Haitong Intl Tech Research, o iPhone 15 Pro Max deve ser o mais afetado, apesar de não estimar um valor. A título de comparação, o iPhone 13 Pro Max de 1 TB, mais caro da linha, chegou ao Brasil custando R$ 15,5 mil, em 2021, mesmo valor do iPhone 14 de mesmo modelo no ano seguinte.

Nos Estados Unidos, os modelos básicos, iPhone 13 e iPhone 14, foram lançados por US$ 799 ambos. Enquanto isso, as versões top de linha eram vendidas a US$ 1,6 mil. O preço mais alto para o próximo aparelho deve afetar as vendas.

Mesmo assim, a quantidade de celulares comercializados deve aumentar, com expectativa de 84 milhões de unidades comercializadas. São 9 milhões a mais que estimado para o iPhone 14.

As vendas do iPhone 14 foram afetadas pela redução na produção, por causa da venda de 30% das ações da fábrica da Foxconn para a Luxshare.As vendas do iPhone 14 foram afetadas pela redução na produção, por causa da venda de 30% das ações da fábrica da Foxconn para a Luxshare.Fonte:  Getty Images/Reprodução 

Isso, porém, tem uma explicação: a produção do telefone do ano passado foi afetada pela venda parcial da fábrica da Foxconn. Em agosto, normalizada, a planta deve iniciar a produção em massa dos iPhones 15.

Por dentro do iPhone 15

O iPhone 15 deve chegar para os usuários com telas LTPS OLED nos modelos básicos, de 6,1 e 6,7 polegadas. Eles terão ainda processador A16, 6 GB de memória RAM e entrada USB-C.

As versões Pro contarão com tela LTPO OLED, de 120 Hz, nos mesmos tamanhos e o mesmo tipo de conector. Por dentro, eles serão mais poderosos, com chip A17 e 8 GB de RAM.

Fonte: Tecmundo.

Apple lança beta 3 do iOS 17, macOS Sonoma, entre outros…

 A caminho da versão final, a Apple lança agora a beta 3 do iOS 17, assim como do iPadOS 17 e macOS Sonoma. A grande novidade, para já, reside no facto destas versões estarem abertas aos utilizadores do Apple Beta Software Program.

Imagem iOS 17 beta 3

O que virá de novo na beta 3?

O iOS 17 beta 3 foi lançado e estamos a verificar o que afinal aparece de novo. Novas versões betas para macOS Sonoma, watchOS 10, iPadOS 17, HomePod OS 17, tvOS 17 e Apple Studio Display também estão disponíveis.

A Apple revelou o iOS 17 na sua conferência anual de programadores, há um mês, onde apresentou novos recursos para o iPhone, incluindo StandBy, correio de voz ao vivo, atualizações AirDrop e muito mais.

Depois de já termos experimentado muitos destes recursos nas duas primeiras betas, notamos que há evolução de versão para versão o que nos diz que na beta 3 alguns erros já não acontecerão e os consumos de energia estarão mais controlados.

Mais utilizadores para o iOS 17

O iOS 17 beta 3 promete ser interessante por dois motivos. Primeiro, a Apple simplesmente teve mais tempo para aperfeiçoar e desenvolver recursos desde a WWDC. A outra razão é que a versão beta anterior foi compilada apenas cinco dias após a apresentação da conferência. O iOS 17 beta 3 deve ter mais considerações para o feedback do programador desde a primeira beta, lançado no dia 5 de junho.

Além disso, esta versão terá já utilizadores do Apple Beta Software Program. Se detetar alguma novidade, partilhe connosco nos comentários.

Fonte: Pplware.

Entenda o motivo dos vilões nunca usarem aparelhos da Apple nos filmes


 Não é de hoje que marcas famosas do ramo de tecnologia permitem que seus aparelhos e nomes apareçam em produções famosas do cinema. A prática é bem comum e explorada por diversas empresas ao redor do globo, inclusive a Apple.

Quando um acordo desses é firmado, a empresa permite que um ou mais personagens utilizem seus aparelhos – geralmente alguém de destaque. A prática vale tanto para vilões quanto para mocinhos, mas ao menos no caso da Maçã há alguns pontos bem peculiares e que precisam ser obedecidos.

Façamos um teste prático: você consegue lembrar de algum mocinho utilizando um iPhone ou Mac? E o que dizer sobre um vilão, já reparou em algum personagem mau com um dos aparelhos da empresa nas mãos? No caso da segunda pergunta a resposta é não, e há um motivo para isso.

Por quê apenas os mocinhos utilizam dispositivos Apple nas produções?

Essa é uma discussão que já está na rede há tempos, pois, de fato, a empresa fundada por Steve Jobs é bem rígida quando às políticas de uso de seus aparelhos em produtos de entretenimento. E o motivo é bem simples: apenas mocinhos podem aparecer usando os itens fabricados pela Maçã.

Isso é tão verdade que, no caso da série Succession, da HBO, os fãs já tinham teorias de quem era o vilão exatamente pelo aparelho que ele usava. Enquanto os irmãos Kendall, Roman e Shiv apareciam usando um iPhone, Tom era visto em cena com um aparelho Android. Dessa forma, não demorou muito para teorizarem que Tom era o vilão.

Se um personagem não aparece em cena usando um iPhone, há grandes chances de que ele seja o vilão. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Se um personagem não aparece em cena usando um iPhone, há grandes chances de que ele seja o vilão. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Fonte:  GettyImages 

Dessa forma, não é preciso pensar muito para tentar descobrir a identidade de um vilão apenas observando a marca de seu aparelho. Aliás, em 2020, Rian Johnson, diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi Looper, já havia mencionado em entrevista à Vanity Fair que a Apple não permite que seus aparelhos apareçam nas mãos de vilões para que eles não sejam associados a algo negativo.

"A Apple permite que você use iPhones em filmes, mas isso é muito importante se você estiver assistindo a um filme de mistério: os vilões não podem usar iPhones em frente às câmeras", explicou Johson em um vídeo publicado pela Vanity Fair em seu canal no YouTube.

Johnson ainda comenta, inclusive, que qualquer diretor que possui um vilão em seu projeto possivelmente vai querer sua cabeça em um prato. Entretanto, talvez esse seja um movimento um pouco mais recente, já que, em 2013, o vilão Frank Underwood, de House of Cards, tinha diversos aparelhos da Apple.

Analisando outras evidências que comprovam que vilões não usam Apple

Com essa medida e a revelação do diretor, ficará mais fácil para o público identificar quem é o grande antagonista de um filme ou série apenas observando o aparelho que ele ou ela tem em suas mãos.

Aliás, no próprio Entre Facas e Segredos podemos ver que vários suspeitos possuem iPhones, e a única pessoa que aparece andando com um modelo Android é Ransom, personagem interpretado por Chris Evans que, sem surpresas, é o vilão do filme.

Essa prática é conhecida como product placement, e se enquadra como um dos vários modelos de tipo de marketing. Porém, a regra não se aplica em um local específico: as produções da Apple TV+.

Técnica para incluir um produto em filme ou série já é bastante usada pelas empresas de tecnologia. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Técnica para incluir um produto em filme ou série já é bastante usada pelas empresas de tecnologia. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Fonte:  GettyImages 

Sem grandes mistérios, esse é o único serviço em que todos os personagens vão aparecer na tela com iPhone e vários outros produtos da Maçã. Aliás, nessas produções os aparelhos chegam a aparecer numa proporção próxima a dos personagens principais, segundo um levantamento feito pelo Wall Street Journal.

Porém, em qualquer outra produção isso pode estragar parte da experiência. Afinal, no meio de tantos personagens utilizando produtos da Apple, a suspeita sobre a índole de alguém será lançada ao ar assim que encontrar alguém andando para cima e para baixo com um dispositivo Android.

E o que diz a Apple?

No meio de toda essa discussão que já povoa a internet há algum tempo, temos uma das maiores interessadas neste tópico: a própria Apple.

Caso tente encontrar alguma informação de contrato de product placement na internet, dificilmente vai achar algo. Porém, a Apple sempre exige que, para usar um de seus aparelhos em uma produção de entretenimento, é preciso se atentar a detalhes como ter a melhor iluminação e utilizar situações que mostrem os produtos de maneira favorável.

E para você, há uma lógica nessa discussão toda? Ficará mais fácil descobrir quem é o vilão do filme agora? Compartilhe a sua opinião com os demais leitores do TecMundoutilizando nossas redes sociais.

Fonte: Tecmundo.