5 de mai. de 2022

Apple vai indenizar donos de iPhone 4S por 'lentidão' do celular

 

Uma batalha judicial entre proprietários do iPhone 4S e a Apple nos Estados Unidos, que já dura mais de seis anos, está prestes a ser encerrada. Conforme noticiou o AppleInsider nesta quinta-feira (5), os autores do processo e a gigante de Cupertino chegaram a um acordo de indenização.

Na ação coletiva iniciada em dezembro de 2015um grupo de usuários do smartphone alega que o dispositivo ficou lento após a atualização para o iOS 9. Os proprietários disseram que foram enganados pela empresa, pois a companhia teria confirmado a compatibilidade do smartphone com a então nova versão do sistema.

Após o update, o telefone de 2011 apresentou dificuldade para abrir apps, travamentos e congelamentos, entre outros problemas, de acordo com o processo movido por pessoas de Nova York e Nova Jersey, nos EUA. Os bugs e a queda de performance também foram relatados em outros países, na época.

Os reclamantes alegam que a Apple anunciou desempenho mais rápido, maior autonomia da bateria e outras melhorias com a chegada do iOS 9. Além disso, eles ressaltam que não foram alertados sobre possíveis problemas ao atualizar o iPhone 4S.

Valor abaixo do esperado

Diante dos problemas no iPhone 4S com iOS 9, os usuários pediram indenizações variando de US$ 5 milhões a US$ 15 milhões (de R$ 25 milhões a R$ 75 milhões pela cotação atual). Porém, a Apple negou todas as acusações e sugeriu um valor bem abaixo do solicitado.

Segundo a fabricante, os “danos reais medidos pelo preço do mercado secundário”, caso os reclamantes conseguissem provar suas alegações, seria de no máximo US$ 15 por aparelho. A quantia, equivalente a R$ 75, foi aceita pelo grupo para encerrar a ação.

Agora, os autores terão que enviar suas informações para a big tech e solicitar a indenização. Conforme o MacRumors, a Apple deve gastar US$ 20 milhões (R$ 100 milhões) com os pagamentos.

Fonte: Tecmundo.

AirPods 2 vs AirPods 3: as diferenças são impactantes?


 A Apple trouxe uma importante mudança para os amantes de músicas com os seus AirPods. Os fones de ouvido sem fio da Maçã deixaram as atividades mais simples, sem que os usuários precisassem se preocupar com cabos enrolado.

Além disso, esses fones mostraram que é possível ter uma boa qualidade de áudio, mesmo em dispositivos pequenos.

Atualmente a Apple conta com quatro modelos, sendo três intra-auriculares (Airpods 2, 3 e Pro) e um supra-auricular (AirPods Max). Abaixo, nós apresentamos as principais diferenças entre os modelos de segunda e terceira geração, para te ajudar na escolha.

Áudio

(Fonte: Apple / Reprodução)(Fonte: Apple / Reprodução)Fonte:  Apple 

A ponto mais importante de qualquer fone de ouvido, seja Bluetooth ou não, é a qualidade do som. E nesse aspecto, ambos os modelos podem ser considerados acertos da Apple. A qualidade, tanto das frequências baixas quanto das altas, é agradável, sem distorções e com o áudio bem definido.

Neste sentido, a principal diferença está no áudio espacial com rastreamento dinâmicode cabeça, presente apenas no Airpods 3. Este recurso faz com que pareça que o som vem de diferentes lugares, semelhante à sensação de ouvir música em um show ao vivo ou assistir a um filme em uma boa sala de cinema.

Outro destaque importante do modelo de terceira geração é a presença de um microfone coberto por uma malha acústica que reduz o ruído do vento durante as chamadas. Isso deixa a sua voz mais limpa para a pessoa com quem você está conversando. Mas vale lembrar que tanto o Airpods 2 quanto o 3 não possuem cancelamento de ruído ativos.

Bateria

Aqui a Apple também trouxe algumas mudanças importantes. O modelo de segunda geração possui cinco horas de autonomia com uma recarga, e o estojo que acompanha o fone oferece mais 24 horas de áudio. Já no modelo de terceira geração, o tempo de reprodução nos fones passa para até seis horas, com mais 30 horas de áudio no estojo de recarga.

Se você for utilizá-los para chamadas, o Airpods 2 possui autonomia para até 3 horas e meia de conversação com uma recarga, enquanto que no 3 esse tempo sobe para até 4 horas.

Ambos os modelos possuem recarga rápida, sendo que no modelo de segunda geração 15 minutos no estojo oferecem até 3 horas de áudio ou até 2 horas de conversação. Já no modelo de terceira geração, 5 minutos no estojo garantem aproximadamente 1 hora de áudio ou 1 hora de conversação.

Design

(Fonte: Apple / Reprodução)(Fonte: Apple / Reprodução)Fonte:  Apple 

No visual, a Apple decidiu deixar o novo modelo mais próximo do design do Airpods Pro. Enquanto o fone anterior possui uma haste um pouco mais comprida e um design um pouco menos arredondado, o modelo mais recente modificou essas características, ficando com um visual mais premium.

Além disso, o estojo de recarga do novo modelo também ficou mais semelhante ao do topo de linha da Apple. Com um visual mais moderno, ele também garante a recarga sem fio MagSafe, que oferece as cargas mencionadas acima com apenas 5 minutos no estojo.

Demais recursos

Para concluir, cabe destacar alguns recursos adicionais no Airpods 3, como a certificação IPX4 que garante proteção contra borrifos de água ou de suor. Outra novidade para o modelo mais atual é a presença de controles por toque para pausar, avançar ou retornar músicas.

Os controles também permitem atender chamadas e ativar a Siri manualmente. E os novos fones possuem uma tecnologia capaz de perceber a diferença entre toques mais leves ou mais pesados, para diferentes comandos.

Finalizando, ambos os modelos contam com acelerômetro, permitem chamar a Siri por comando de voz e possuem pareamento simplificado.

Caso você não saiba como conectar fone Bluetooth, com os AirPods a configuração é bastante simples. Basta aproximá-los do seu iPhone, iPad ou qualquer outro dispositivo Apple, tocar em conectar e os fones irão emparelhar com qualquer aparelho registrado na sua conta do iCloud. E se você tem um dispositivo Android, o pareamento é feito da mesma maneira que outros fones de ouvido Bluetooth.

Fonte: Tecmundo.

Apple imaginou iPod nano com telona muitos anos antes do iPhone X


 Antigo vice-presidente sênior da divisão iPod da Apple, Tony Fadell publicou um tuíte recentemente com diferentes versões de teste do iPod nano que não foram lançadas no mercado. O mais impressionante é que uma das edições do dispositivo foi desenvolvida com tela que cobre toda a parte frontal do iPod, antes mesmo do lançamento do primeiro iPhone.

Fadell está lançando o livro "Build: An Unorthodox Guide to Making Things Worth Making", e o conteúdo revela alguns dos diversos modelos de teste que foram produzidos antes do lançamento oficial do iPod nano. A imagem mostra seis modelos impressos em 3D criados para testes da empresa.

O modelo do iPod com tela grande também não possui a clássica O modelo do iPod com tela grande também não possui a clássica "click wheel"Fonte:  Twitter 

“Estas são várias maquetes do iPod Nano, exploramos todas as possibilidades — e se a tela fosse tão grande? E se a roda fosse tão grande? E se não houvesse roda?”, disse Fadell em uma mensagem publicada no Twitter.

iPod nano com telona

O iPod nano foi lançado em 2005, mas o primeiro dispositivo da marca com "telona", o iPhone de primeira geração, foi disponibilizado no mercado em 2007. Já o primeiro smartphone sem o tradicional botão de início, o iPhone X, foi lançado em 2017. Ou seja, a companhia já pensava em um dispositivo com tela grande há muito tempo.

No capítulo do livro chamado “Torne o intangível tangível”, o executivo conta a história por trás da criação do iPod nano. Ele disse que parte do trabalho da Apple, mesmo quando não se trata de hardware, é transformar o intangível em tangível.

Fonte: Tecmundo.



Elon Musk volta a criticar a Apple e a App Store pelos valores elevados que são cobrados

 A atividade de Elon Musk na Internet tem estado a atingir novos máximos nas últimas semanas. O homem forte da Tesla parece focado em agitar as águas e em chamar à atenção de todos, mesmo após conseguir o seu intento de comparar o Twitter.

Após termos visto as suas ações no que toca à sua intenção e compra do Twitter, há agora novas movimentações. O seu foco foi a Apple e a App Store, onde criticou de forma aberta as comissões cobradas aos programadores.

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Elon Musk aponta as armas à Apple

Elon Musk é conhecido pelas suas opiniões fortes e decididas. Recorre sempre ao Twitter para mostrar as posições, mais ou menos radicais, sobre os mais diversos temas, procurando agitar a Internet e todos os que usam esta rede mundial.

Agora, como resposta a uma publicação nesta rede social, voltou a atacar a Apple. Em causa está a cobrança de 30% feita aos programadores por cada venda realizada na App Store, a loja de apps da gigante de Cupertino.

"Comissão da App Store é um imposto"

O mais recente comentário feito por Elon Musk refere que a medida da Apple é um imposto que está a ser cobrado. As suas palavras foram fortes e procuraram alertar todos os seus seguidores para esta medida que está a ser aplicada.

A loja da Apple é como ter um imposto de 30% na Internet. Definitivamente não está correto

Após a publicação original, Elon Musk voltou a publicar mais um comentário sobre este tema. Desta vez apontou o dedo ao valor cobrado, referindo que este é demasiado elevado e que deveria ser 10 vezes inferior ao que realmente deveria ser.

Já antes o Twitter foi usado para esta opinião

Na verdade, este valor apresentado por Elon Musk é demasiado generalista. Os 30% apenas são cobrados pela Apple aos programadores que faturam mais de um milhão de dólares por ano. Aos que ficam abaixo deste valor, o valor cobrado cai para metade, ficando em 15%.

Esta também não é a primeira vez que Elon Musk aponta as suas armas à Apple e à App Store. Durante o processo que colocou a gigante de Cupertino frente à Epic Games, foram feitos comentários similares. Neste caso, mais uma vez, Tim Sweeney, o CEO da Epic, acabou por partilhar esta publicação.

Fonte: Pplware.