29 de set. de 2021

Apple cancela ecrãs OLED da Samsung para o iPad Air 2022

 O principal fornecedor de ecrãs da Apple é a Samsung. Contudo, nos últimos anos, a empresa de Cupertino tem procurado outros fornecedores para não depender de uma só empresa. Apesar disso, a Samsung continua a ser a mais poderosa empresa neste segmento. No entanto, e segundo as últimas informações, a Apple cancelou os ecrãs OLED da Samsung para o iPad Air 2022.

Na origem deste cancelamento estão problemas com a qualidade, preço, entre outras.

Ilustração ecrã OLED para iPad Air

Apple e Samsung não se entendem sobre o painel OLED para o iPad Air 2022

A Apple deu a saber que cancelou um projeto com a Samsung para desenvolver um ecrã OLED para o iPad Air 2022, devido a problemas de custo, brilho e durabilidade. A empresa da Califórnia referiu anteriormente que está já a planear uma atualização para o iPad Air que teria ecrãs OLED, já em 2022, e para o iPad Pro, em 2023.

Assim, e perante este cenário, a data de lançamento do iPad Air poderá sofrer atrasos, já que a Apple não está satisfeita com o progresso da Samsung no desenvolvimento do ecrã.

De acordo com o site The Elec, a Apple já cancelou o projeto da Samsung. Fontes não identificadas disseram que o motivo prende-se com a forma como a Samsung pretendia produzir um painel OLED de camada única, onde a Apple deseja uma estrutura dupla, duas camadas.

Do ponto de vista da Apple, uma única camada não é suficientemente brilhante, e também pode não ter uma duração de vida suficiente durante o tempo que as pessoas tendem a agarrar-se aos seus iPads. Um sistema de camada dupla, em comparação, duplica a luminosidade possível.

Não se sabe que tempo de vida seria esperado de um painel OLED de camada única, mas as fontes dizem que um sistema de duas camadas prolonga o tempo de vida até quatro vezes. Da perspetiva da Samsung, os custos de um sistema de duas camadas não são alegadamente viáveis, a menos que o iPad Air fosse vendido durante muito tempo.

Os modelos OLED iPad Pro podem ainda ser lançados em 2023, como esperado. De acordo com The Elec, a tecnologia OLED planeada para estes modelos já diferia da pretendida para o iPad Air. Este braço de ferro poderá adicionar a esta equação outros fornecedores.

Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max, as primeiras impressões

A Apple, este ano, deu continuidade a um design que fez furor no ano passado, e o iPhone 13 recebeu algumas novidades, sem ser estonteante, diga-se. Aliás, à primeira vista, o iPhone 13 não se destaca do iPhone 12. No primeiro dia de entrega do novo smartphone da Apple, chegou o modelo escolhido: o iPhone 13 Pro Max. Passados quatro dias com ele já nos permitiu tirar algumas ilações.

Estas primeiras impressões são, sobretudo, relacionadas com a bateria, a tecnologia ProMotion, vídeo e fotografia, visto que em tudo o resto não se nota grande diferença, para já, face ao anterior.

Imagem iPhone 13 pro Max

Ano após anos vamos recebendo os novos modelos de iPhone que chegam ao mercado e usamos, no dia a dia, como se usa um smartphone que serve para nos servir. No ano passado, na nossa análise do iPhone 12 Pro Max, destacámos algumas novidades e o seu design que era um dos mais pedidos pelos seguidores da marca. Conforme é sabido, o iPhone de 2020 foi dos smartphones mais vendidos de sempre e continuará a ser, segundo os analistas, o mais vendido de sempre.

Este ano, com o lançamento da família iPhone 13, recebemos o melhor modelo, o Pro Max, para ver o que vale. Agora, num primeiro relance, já temos algumas coisas para lhe mostrar.



O utilizador amador e o profissional

É verdade que ainda não vemos os profissionais de imagem, fotografia e vídeo a empunhar um smartphone quando estão a cobrir um evento, um jogo de futebol ou um casamento. Ainda não chegamos lá, mas já faltou mais. A qualidade dos smartphones, do seu grupo de câmaras, está a ficar num patamar que poderemos um dia pensar que chegarão a um nível aceitável para os mais PRO da fotografia.

Portanto, na essência, a Apple lançou duas linhas distintas: uma para o consumidor diário e outra para os "mais profissionais". Enquanto todos os quatro telefones apresentam ecrãs OLED nítidos, apenas aqueles na linha 13 Pro têm a tecnologia ProMotion de alta taxa de atualização da Apple, que faz com que o conteúdo a deslizar pareça mais nítido e as animações pareçam mais suaves do que num ecrã normal.

Embora a Apple diga que os quatro modelos (iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max) têm novos processadores, bateria melhor e câmaras melhores do que os seus antecessores, apenas os da linha 13 Pro têm acesso ao novo modo de macro fotografia.

Este modo, que era tão pedido (e já existia há muito tempo nalguns equipamentos Android) permite tirar fotos nítidas de objetos tão próximos que parece que lhes tocamos com as lentes da câmara. Portanto, a ideia foi ter o topo de gama, o Pro Max, de 256 GB, que custa 1 399,00 €.

 

Ecrã ProMotion

A Apple só agora tem no iPhone tecnologia que atualiza o ecrã do dispositivo 120 vezes por segundo (refresh rate de 120Hz). Apesar de ser uma boa novidade neste segmento, a Apple já usa esta tecnologia desde 2017 no iPad Pro. Portanto, não é uma novidade propriamente dita. Além disso, esta taxa é variável, sendo que pode ir de 10Hz até 120Hz.

Como resultado desta taxa de atualização mais alta, qualquer movimento que vejamos no ecrã, quer estejamos no Facebook, Instagram, Safari ou Twitter; jogar jogos como Mario Kart ou Need for Speed; ou simplesmente deslizar pelas páginas das aplicações, iremos perceber uma maior suavidade. Mas calma, isto não é nada de estrondoso, aliás, se estiver distraído nem vai notar, mas está lá.

Imagem iphone 13 Pro Max com ProMotion 120 Hz

Se no passado deslizar o ecrã já era muito fluído, agora está melhor. Ao usarmos, por exemplo, o Instagram ou a aplicação Fotografias, vamos notar uma fluidez melhorada. Quem já tinha um iPhone 11, ou 12, a diferença não é tão notória como alguém que passe de um iPhone X, ou XS, para um iPhone 13 Pro, por exemplo.

Em jeito de talhe de foice, fica a referência que a DisplayMate considerou o ecrã do iPhone 13 Pro Max como o melhor ecrã de smartphones.

No vídeo em cima colocámos lado a lado o iPhone 13 Pro Max à esquerda e à direita o iPhone 12 Pro Max. O teste, a frio, foi com o site do Pplware. Um sítio com muitas imagens, scripts, que carrega de forma assimétrica os conteúdos gráficos. Contudo, e apesar de se notar a maior fluidez do ecrã com tecnologia Pro Motion, não é, neste caso, muito relevante.

 

Foto­grafias macro no iPhone

A Apple descreve esta característica como resultado de uma lente redesenhada suportada por um poderoso sistema de foco automático. Então, com esta nova tecnologia, a câmara Ultra grande angular foca a uma distância de apenas 2 centímetros.

Sim, é uma novidade no iPhone e sem dúvida que vem dar mais interesse a quem gosta da fotografia com todos os pormenores. As câmaras agora estão melhores, captam mais pormenor e exigem uma mão mais firme, mas mesmo nisso, o sistema de estabilização é uma preciosa ajuda.

Se procura uma opção que diga Macro na app fotografia, esqueça. Não precisa de nada disso. Basta aproximar o iPhone e estabilizar o pormenor que quer captar. Foque, dispare e contemple.



O exemplo acima não é o original, passou por um processo de redução de qualidade para servir de exemplo, dado que as imagens originais são muito pesadas. Serve, sobretudo, para vermos que este modo Macro funciona muito bem.

Será mais uma maneira de tirar proveito de um conjunto de câmaras muito bom. Conseguiu já, como pudemos ver, os lugares cimeiros de um ranking popular que determina as melhores câmaras de um mercado fértil em qualidade fotográfica.

 

Câmaras, sensores... ação

O iPhone traz melhoramentos no conjunto de imagem TrueDepth. Estas novidades permitiram à Apple reduzir o notch, algo que incomoda muito quem não tem iPhone e que passa já despercebido para quem o usa diariamente. Como, aliás, acontece a tantos utilizadores de smartphones Android.

Este conjunto não é apenas uma câmara e um sensor, é muito mais do que isso. Logo, é exigido espaço e não apenas um "buraquinho". O sistema de câmaras TrueDepth inclui:

  • Modo Cinematográfico
  • Estilos fotográficos
  • Gravação de vídeo ProRes
  • Gravação Dolby Vision HDR
  • Modo Profundidade
  • Selfies no modo Noite
  • HDR inteligente 4
  • Deep Fusion
  • Entre outras capacidades.

Claro, o Face ID é a estrela deste conjunto. Mas por trás do face ID está, para além da câmara TrueDepth, o processador A15 Bionic.

No que toca às câmaras principais, que estão posicionadas na traseira do iPhone, este ano, trazem melhorias em todas as lentes e sensores, e entregam o estabilizador ótico em toda a gama, do iPhone mini ao iPhone Pro Max, ao contrário do ano passado que apenas o iPhone 12 Pro Max tinha.

Temos de destacar que a Apple dedicou novamente atenção à fotografia tirada com condições de pouca luminosidade.

Agora todos os modelos estão equipados com o Modo Noite e, sem dúvida, as imagens são muito melhores que no passado.


Além destas novidades, a Apple também trouxe mais qualidade ao seu zoom. É verdade que há equipamentos com zoom de 100x, e até mais, mas a qualidade é muito fraca e é mais "argumento" que usabilidade, pelo menos para já. No entanto, há smartphones com excelente qualidade de zoom ótico e até híbrido, sem entrarem no exagero. A Apple este ano tirou partido da nova teleobjetiva que tem uma distância focal de 77 mm e zoom ótico a 3x.

Segundo a empresa, esta teleobjetiva é ideal para tirar retratos clássicos e fotografar e filmar ao longe com grande nitidez.

 

Modo Cinematográfico e a capacidade de ter Hollywood no bolso

A Apple adora apontar o iPhone como uma máquina profissional de filmar. Desde há vários modelos a empresa quer dar ao iPhone essa "credencial". Tem, para isso, colocado tecnologia que acrescenta muita qualidade às gravações, ano após ano. Se no iPhone 12 Pro Max a Apple introduziu a capacidade de gravar vídeos com HDR de 10-bit, este ano foi mais além.

Relembramos que ano passado a empresa de Cupertino incluiu vários recursos para transformar o iPhone topo de gama numa ferramenta de trabalho profissional. Para tal, incluiu a gravação de vídeo em HDR e novo formato proprietário chamado Apple Pro Raw. Este ano a novidade chama-se 4K ProRes.

O formato consome muito espaço pela sua extraordinária qualidade. Por isso, conforme demos a conhecer, o iPhone 13 só terá gravação 4K ProRes a partir de 256 GB de armazenamento.

Vamos falar então no Modo Cinematográfico. Se está familiarizado com o Modo Retrato da Apple, que estreou em 2016 com o iPhone 7 Plus, então tem uma ideia do que esperar do Modo Cinematográfico disponível em todos os modelos do iPhone 13.

Neste modelo, o iPhone tenta dar ao vídeo um toque de elegância hollywoodiana ao desfocar levemente o fundo, enquanto mantém sempre o assunto em foco. O assunto pode até mover-se ao redor da área e com Modo Cinematográfico permanecerá fixo no foco.

É um efeito impressionante, mas que requer uma iluminação decente para funcionar bem (a aplicação da câmara irá avisar se não houver luz suficiente na imagem).

Sim, esta transição pode passar de forma automática, mas podemos nós, operadores da câmara e realizadores, forçar manualmente esta passagem enquanto gravamos o vídeo (basta tocar onde desejamos focar). Também o podemos fazer quando estivermos a editar.

Existem algumas limitações técnicas. O vídeo cinematográfico só pode ser filmado a 1080p a 30 frames por segundo (fps), por exemplo, o que, na verdade, atende aos padrões atuais de reprodução de vídeo. E o mais impressionante neste iPhone 13 é a capacidade de usarmos o iMovie, por exemplo, e editar as imagens diretamente no iPhone, com um poder incrível de processamento.

Imagem iPhone 13 Pro Max bateria

E a bateria?

Esta é uma agradável surpresa. A Apple disse que o iPhone 13 Pro Max recebeu um incremento de cerca 8 horas face ao iPhone 12 Pro Max no que toca à reprodução de vídeo, tendo agora bateria para 28 horas. Já na reprodução de vídeo (em streaming) a autonomia passou de 12 horas no iPhone 12 Pro Max para 25 horas no iPhone 13 Pro Max.

Por fim, se usarmos o iPhone para ouvir música, podemos estar agora 95 horas sem que a bateria acabe. Antes, no modelo topo de gama de 2020, a autonomia era de 80 horas. Além disso, como vimos aqui, numa utilização mista, mas exigente, o iPhone 13 Pro Max consegue cerca de 10 horas ininterruptas de funcionamento. Fantástico!

 

Em resumo...

Estas são as primeiras impressões de alguns dias de utilização. Apesar disso, ainda há muito a explorar e muitas situações para testar. A bateria surpreendeu, não há dúvidas que está muito, mas muito, melhor, e a qualidade do ecrã também é um trunfo, apesar de todo o conjunto trazer benefícios para um segmento já ele muito bem posicionado.

O iPhone 13 Pro Max tem, pela primeira vez, uma opção de armazenamento de 1 TB, que custa a módica quantia de 1859 euros. Poderá ser uma opção para um utilizador nada convencional, mas para a generalidade dos utilizadores, servirá o iPhone 13 Pro Max de 256 GB, que custa 1399 euros.

Fonte: Pplware 

Apple afirma que o 'efeito gelatina' do iPad mini não é defeito


 A Apple se manifestou sobre o problema “efeito gelatina” que foi percebido por alguns usuários no novo iPad Mini, conforme mostramos aqui no TecMundo recentemente. Em um comunicado enviado ontem (28) ao site Ars Technica, a Maçã afirma que a inclinação mostrada é um comportamento normal do LCD, não cabendo à empresa fazer qualquer tipo de reparo.

Conhecido como “skewing”, que poderia ser livremente traduzido como “enviesamento”, o efeito ocorre porque no LCD as telas são atualizadas linha a linha, ou seja, há um pequeno delay entre o momento em que o iPad começa a desenhar a linha na parte superior da tela e a imagem é atualizada na parte inferior. A impressão, no entanto, é perceptível em apenas alguns dispositivos.

O que dizem os especialistas?

Segundo o site The Verge, cujo editor-executivo Dieter Bohn capturou o “efeito gelatina” em câmera lenta e o divulgou no Twitter, a informação da Apple, de que esse efeito é comum em monitores LCD, está correta. Quem quiser verificar na prática o efeito, pode até visualizá-lo em sua própria tela neste site. No entanto, explica Bohn, ele geralmente é imperceptível porque acontece na orientação vertical, e não no sentido horizontal que usamos para navegar na web.

Portanto, o motivo pelo qual o efeito fica mais perceptível no iPad mini é que o tablet normalmente é usado no sentido vertical, sendo bastante improvável que a inclinação se torne visível quando o usuário usa o dispositivo no modo paisagem.

O site Ars Technica, no entanto, pondera que a questão principal é que o “efeito gelatina” só é perceptível no iPad mini e imperceptível nos demais iPad com telas LCD de 60 Hz, como o iPad Air 4, por exemplo. Os testes do site também revelaram a existência de “uma linha divisória clara no meio da tela no modo retrato”.

Fonte: Tecmundo.


Apple lança iOS 15.1 beta 2 e corrige bug das máscaras

 A Apple lançou há uma semana o iOS 15.1 beta 1 que tinha como intenção corrigir pequenos bugs que apareceram na versão oficial. Agora, a empresa de Cupertino lançou a versão iOS 15.1 beta 2 e corrige alguns problemas identificados, entre eles o bug "Desbloquear com o Apple Watch".

A versão está disponível para programadores e vem em conjunto com outros sistemas operativos, como iPadOS 15.1 beta 2, watchOS 8.1 beta 2, tvOS 15.1 beta 2 e macOS Monterey beta 8.

Imagem gama de iPhones com destaque para o iPhone 13 Pro Max com iOS 15.1 beta 2

Versão iOS 15.1 beta 2 lançada

A Apple lançou há algumas horas o iOS 15.1 beta 2 para programadores, e lançou as restantes versões acima descritas.

Conforme referimos há uma semana, o iOS 15.1 beta inclui a devolução do SharePlay, bem como atualizações para a app Carteira e Saúde, para a utilização destas apps para armazenar as certidões de vacinação contra a COVID-19.

 

Desbloquear com o Apple Watch

Além da correção de outros pequenos bugs que foram já reportados, a Apple trouxe uma correção importante que estava a falhar na versão oficial e que faz muita falta para quem anda de máscara. Assim, com esta nova versão, o bug Desbloquear com o Apple Watch já está resolvido.

Para que este recurso funcione novamente, os utilizadores precisarão do iOS 15.1 e watchOS 8.1 instalados — que também está disponível para programadores como uma versão beta.

Segundo a Apple:

A Apple identificou um problema em que o desbloqueio com o Apple Watch pode não funcionar com dispositivos iPhone 13. Poderá ver a informação "Não é possível comunicar com o Apple Watch" se tentar desbloquear o seu iPhone enquanto estiver a usar uma máscara facial ou talvez não consiga configurar o desbloqueio com o Apple Watch.

Durante estes últimos dias, foram reportados outros problemas de segurança. Possivelmente, a Apple ainda não os corrigiu nesta versão, mas é uma questão a acompanhar.

 

Como ativar de novo o "Desbloquear com Apple Watch"

Esta operação é muito importante para quando andamos de máscara e o Face ID não nos reconhece. Com auxílio do Apple Watch, podemos desbloquear o smartphone sem termos de introduzir o código de segurança, o que é uma excelente medida de privacidade.

Como havia este bug, a Apple corrigiu-o nesta versão e teremos agora de ir a Definições > Face ID e código e ativar a opção no grupo DESBLOQUEAR COM APPLE WATCH.

Feito isto, a opção estará de novo apta a ser mais um elemento de proteção e segurança, quer do utilizador, quer do iPhone.
Fonte: Pplware.




A Google quer que os utilizadores do iPhone 13 mudem para as suas apps no iOS 1

A chegada do iOS 15 e do iPhone 13 parecem ser um momento importante para uma das concorrentes da Apple. Falamos da Google, que está a aproveitar este momento para publicitar os seus serviços e as suas apps junto de um grupo específico de utilizadores.

Com uma mudança grande a acontecer, a gigante das pesquisas entende que é hora dos utilizadores do iPhone abandonarem as apps da Apple. A alternativa está bem identificada e é, nada mais nada menos, que as apps da Google para este sistema operativo.

Google iPhone 13 iOS 15 apps smartphones

Google quer a atenção de quem recebe o iPhone 13

Conhecida por ter apps e serviços que conseguem ser uma alternativa ao que a Apple oferece, a Google tomou agora uma posição interessante. Numa publicação feita num dos seus blogs, a gigante das pesquisas lançou um desafio aos utilizadores do iPhone 13 e do iOS 15.

A proposta aborda apps como o Photos, Safari, Calendar, Reminders e até o Telefone. Estas podem, e devem ser substituídas pelas bem conhecidas propostas similares da Google: Photos‌, Chrome, Calendar, Tasks e Voice.

Mudar as apps da Apple por outras no iOS 15

A empresa quer que estes utilizadores substituam as apps que a Apple colocou nos seus dispositivos e sistemas pelas propostas da Google. Entende que os widgets das suas apps são mais interessantes e que se forem bem usados, nem precisam de sair desta área.

Na partilha feita, a Google insiste ainda na utilização dos Smart Stacks, para empilhar diferentes widgets, uns em cima dos outros. Nessa situação caberá ao iOS escolher qual o widget que deverá ser apresentado, baseado na informação mais relevante.


Devem considerar trocar o browser nos smartphones

Uma última proposta é feita aos utilizadores do iPhone 13. Apostam no Chrome para substituir o Safari como browser padrão, garantindo assim a sincronização de separadores, passwords e muita outra informação com outros dispositivos que tenham.

A Google termina a sua publicação com uma mensagem especial para os utilizadores. Espera que os estes considerem trazer "o melhor do Google" para os seus dispositivos, em vez de simplesmente comprarem um smartphone ou dispositivo Android.