4 de abr. de 2020

iPhone SE (2020) tem nome confirmado e sairá em breve com 3 cores

Depois de muita especulação, o novo smartphone mais acessível da Apple está finalmente prestes a ser anunciado oficialmente. Ao menos é o que afirma o site 9to5 Mac, que alega ter recebido uma série de informações quentes a respeito do dispositivo.
Para começar, o nome finalmente teria sido esclarecido. Em vez de iPhone SE2 ou iPhone 9, o aparelho será chamado simplesmente de iPhone SE (2020), assim com a versão de 2016, com o ano apenas sendo usado para diferenciar as gerações. Além disso, a empresa já estaria pronta para receber reservas e pode até mesmo anunciá-lo nesta sexta-feira (3).
Mas a ideia da empresa segue a mesma: pegar o público disposto a gastar um pouco menos por um iPhone ou que já esteja com o mesmo modelo há bastante tempo — como um iPhone 6, por exemplo, que em breve perderá suporte às atualizações do iOS. O processador utilizado aqui será o A13, mesmo da linha iPhone 11, e as variações de armazenamento serão as mesmas do iPhone 8: 64 GB, 128 GB e 256 GB. O design deve mesmo ser baseado nessa geração, mas a bateria foi aprimorada pela empresa.

Muitas cores

O site 9to5 Mac ainda recebeu a informação de que o aparelho, assim como o iPhone SE original, terá uma alta variedade de cores, agora com capinhas especiais. Você poderá escolher entre o dispositivo nas cores preta, branca e vermelha — pela linha especial PRODUCT (RED). Além disso, há capinhas de silicone (preta e branca), couro (vermelha, preta e azul escura).
Por enquanto, não há informações oficiais sobre preço ou data de lançamento do iPhone SE (2020). Fique de olho no TecMundo para mais novidades.
Fonte: Tecmundo.

Apple pagou 69 mil euros a hacker que descobriu bugs no Safari

A Apple, tal como outras grandes empresas, valoriza e preserva a segurança e o bom funcionamento dos seus produtos. Recentemente um hacker identificou vulnerabilidades no browser Safari, que permitiam um acesso às câmaras dos iPhones e MacBooks.
Como recompensa pelo feito, a empresa de Cupertino pagou cerca de 69 mil euros ao ‘pirata’ informático.

Hacker descobre bugs no Safari e recebe 69 mil euros de recompensa

De acordo com a Forbes, o hacker que descobriu as vulnerabilidades do Safari, recebeu 75 mil dólares, cerca de 69 mil euros, pagos pela empresa de Cupertino.
Estas vulnerabilidades zero-day do browser da Apple, permitiam uma invasão às câmaras dos iPhones e MacBook, ou seja, eram bugs com uma gravidade acentuada.
Em suma, as vulnerabilidades zero-day descrevem uma falha grave de segurança desconhecida, quer pelo público, quer pela empresa responsável pelo software. No entanto, esses bugs podem ser do conhecimento de crackers, que os exploram e tiram o proveito até que sejam identificados.
Ryan Pickren foi o hacker responsável por esta descoberta e, segundo as informações, terá ‘martelado o browser com códigos’ até que algo estranho surgisse.
Crédios: Ryan Pickren
Pickren enviou em dezembro um relatório à Apple onde informa sobre as vulnerabilidades encontradas no Safari. As falhas permitiam abrir sites inseguros e que eventuais invasores conseguissem aceder à câmara, de iPhone e MacBook.
À Forbes, o hacker referiu que:
Um bug como este mostra porque é que os utilizadores nunca devem confiar totalmente que a sua câmara está segura, independentemente do sistema operativo ou da fabricante.
A Apple rapidamente validou todos os sete erros detetados por Pickren, corrigindo três deles numa nova atualização do Safari, supostamente a versão 13.0.5 de janeiro, por serem considerados os mais graves.
Os restantes bugs, considerados com uma gravidade menor, foram depois corrigidos na versão 13.1, lançada em março.

Assim, Pickren recebeu 69 mil euros da Apple, no entanto o valor ficou abaixo daquilo que a empresa oferece para a descoberta de vulnerabilidades mais sérias, que são cerca de 1,3 milhão de euros.
Fonte: Pplware