22 de fev de 2017

Comparativo: iPhone 7 vs. iPhone 7 Plus

Por muito tempo, a Apple manteve o discurso de que os usuários do iPhone não queriam uma tela grande porque o importante mesmo era mexer no celular com uma mão só. Depois de muita pressão da indústria e dos consumidores, a empresa mudou de opinião e vem lançando iPhones na variante “Plus” para agradar quem curte mais espaço na tela. Os dispositivos têm feito muito sucesso, mas há ainda muita gente que não consegue se decidir entre um e outro. Será que você deve comprar um iPhone 7 ou um iPhone 7 Plus?
Para ajudar você a sair de cima do muro, o TecMundo preparou este comparativo que mostra as principais diferenças entre os dois smartphones da Maçã. Dessa forma, talvez você consiga se decidir e trocar de celular em 2017.

O gêmeo que cresceu mais

O estilo de design nos dois iPhones é praticamente o mesmo, com algumas poucas alterações. A diferença mesmo fica por conta das dimensões do corpo desses aparelhos, que são bem diferentes. Um é um smartphone de tamanho mediano compacto, e o outro é algo que as pessoas poderiam chamar de “telha”, de tão grande. Afinal, existe quase uma polegada inteira a mais na tela do 7 Plus em comparação com a do iPhone 7.
Isso torna o manejo do modelo maior mais complicado. A maioria das interações que você terá com ele será feita com as duas mãos, e ele pode não caber muito bem em alguns bolsos, especialmente de roupas femininas. Isso fica ainda mais visível quando se usa capinhas muito grossas.

Mais espaço na tela
Mas as dimensões mais avantajadas do iPhone 7 Plus não trazem apenas pontos negativos. O smartphone consegue contar com um display de 5,5’’, contra apenas 4,7’’ no modelo comum, e, em minha opinião de jornalista de tecnologia, nenhum smartphone deveria ter menos que 5,0’’ de tela caso queira oferecer uma boa experiência para seu usuário. Por isso, só o iPhone 7 Plus seria realmente interessante nessa categoria.
Além disso, o display do modelo grande tem uma resolução muito superior e, mesmo sendo maior em tamanho, alcança mais densidade de pixels. Isso quer dizer que consumir qualquer conteúdo no 7 Plus é muito mais agradável.

Um gás extra

A quantidade de RAM é 50% maior no iPhone 7 Plus 
Em questão de especificações, os mais recentes iPhones da Apple são praticamente iguais. Contudo, há algumas distinções cruciais que a gente precisa considerar. A mais importante é a quantidade de RAM, que no iPhone 7 Plus é 50% maior. São 3 GB no modelo grande contra 2 GB no menor.
Isso não causa uma grande diferença na agilidade da interface ou no processamento de aplicações, mas garante muito mais capacidade de multitarefa. Ou seja, você consegue manter bem mais aplicativos e jogos abertos em segundo plano no 7 Plus, podendo voltar para eles sem ter que recarregar tudo de novo. Isso torna a experiência de uso mais interessante e agradável.

Mais tempo longe das tomadas

Em teoria, o iPhone 7 Plus deveria durar bem mais tempo longe das tomadas com sua bateria de 2.900 mAh. Contudo, como ele tem mais RAM, uma tela maior e resolução bem mais interessante, a sua eficiência energética é inferior à do iPhone 7 comum. Por isso, se você vai comprar o modelo maior por causa da autonomia de bateria, fique ciente de que, apesar da capacidade 30% maior, ele só tem 10% a mais de autonomia. Ou seja, a diferença é bem pequena entre os dois.

Fotos bem melhores

Se tem um ponto aqui que vai fazer você resolver comprar o 7 Plus em vez do iPhone 7, é a câmera. O sistema de câmera dupla na parte de trás do smartphone é bem superior ao sensor único do aparelho menor. Isso porque o conjunto de câmeras consegue fazer fotos sempre mais estáveis, com mais detalhes capturados e, muitas vezes, com cores mais vívidas também.
Existem algumas funções que só podem ser feitas com as câmeras do iPhone 7 Plus
Fora isso, existem algumas funções que só podem ser feitas com as câmeras do iPhone 7 Plus no ecossistema da Apple. Estamos falando do zoom óptico de duas vezes e o do modo retrato.
Com o primeiro, você consegue aproximar o assunto da foto sem perder qualidade. O segundo é um efeito que consegue borrar o fundo das imagens e deixar as pessoas em destaque. Ambos são frutos da diferença entre as lentes dos dois sensores, sendo que um conta com uma normal, e o outro com uma telefoto.

Seu bolso prefere o iPhone menor

O seu bolso vai ficar mais feliz se você comprar um iPhone 7 em vez do 7 Plus, isso em todos os sentidos que você pode imaginar para a frase. Ele cabe melhor fisicamente nesses compartimentos das suas roupas e também faz com que você economize R$ 600. Estamos falando aqui da diferença de preço: o iPhone 7 mais barato custa R$ 600 a menos que o iPhone 7 Plus mais em conta. Essa diferença se mantém consistente entre as versões correspondentes.
Mas eu tenho que ser sincero e dizer que nenhum dos dois é barato: o pequeno sai por no mínimo R$ 3.499 na loja oficial da Apple, e o maior fica na casa dos R$ 4.099. Claro que muita gente prefere comprar no exterior, mas a diferença de preço também existe lá fora.

Então qual vale mais a pena?

Com exceção desses detalhes que eu levantei, os dois iPhones que temos comparado aqui são basicamente iguais. Ambos estão à venda nas mesmas opções de cor e armazenamento. A qualidade de construção nos dois é a mesma, e você só consegue distinguir os aparelhos por conta dos detalhes na câmera e do tamanho.
O Plus certamente tem muito mais atrativos
Nenhum deles tem plugue para fones de ouvido, e o botão Home que não se move está presente em ambos. Também não há muitas diferenças no software, que só conta com algumas ferramentas a mais para acessibilidade e para lidar com a câmera mais elaborada no modelo grande.
Para falar a verdade, os únicos pontos que eu posso considerar negativos no iPhone 7 Plus em comparação com o iPhone 7 são o tamanho, que pode incomodar algumas pessoas num primeiro momento, e o preço, que é consideravelmente mais salgado. O Plus certamente tem muito mais atrativos e, na balança, ele consegue compensar o peso desses “defeitos” aí. Por isso, a minha escolha aqui seria o Plus.
Fonte: Tecmundo.

20 de fev de 2017

Bateria do iPhone rende bem mais com um único clique; veja como


A bateria é considerada por muitos usuários do iPhone um de seus pontos fracos. Mas, desde o iOS 9, os fãs da Apple ganharam um pequeno aliado: o "Modo de Pouca Energia", que desliga ou reduz funções em 2º plano, como e-mails, Siri, atualizações e downloads automáticos e notificações. A rede do celular também fica limitada, e o brilho da tela diminui.
Com isso, a bateria passa a render mais até que o aparelho seja recarregado e recupere 80% de carga ou mais.
Normalmente, quando a bateria chega a 20%, o sistema do iPhone automaticamente te pergunta se você quer acionar o "Modo de Pouca Energia". E ele também desliga a função automaticamente quando a carga chega a 80%.
O que nem todo mundo lembra é que o recurso pode ser acionado a qualquer momento --ou bem antes de chegar no nível crítico.

Veja como fazer:

Clique no ícone "Ajustes" na tela inicial, depois entre no menu "Bateria" e lá ative a opção "Modo de Pouca Energia" --este deve ficar verde.
Quando o recurso está acionado, o ícone da bateria no canto superior direito da tela fica amarelo.
Mais abaixo, a mesma tela mostra os apps que gastam mais energia. Eles são vistos por ordem das últimas 24 horas ou pela semana, além de explicar o tempo gasto em tela acesa ou de segundo plano em cada aplicativo. Para isso, basta clicar no ícone do relógio (ao lado de "Últimos 7 dias").
Fonte: Uol.

17 de fev de 2017

Lojas populares do Brasil comprarão seu celular velho na troca por um novo

  • iPhone 6S Plus usado pode chegar a ser avaliado em R$ 1.600
As lojas físicas das Casas Bahia e do Ponto Frio passarão a aceitar a partir desta sexta-feira (17) celulares e tablets usados de consumidores como parte do pagamento de um aparelho novo.
O serviço, por enquanto, está disponível em 22 lojas das duas marcas nos Estados de São Paulo, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, e chegará aos mais de 970 pontos físicos das duas redes até o fim de março. Em SP, estão confirmadas para esse primeiro momento as Casas Bahia do Shopping Interlagos e a Ponto Frio Megastore, na marginal Tietê.
A avaliação dos equipamentos acontece instantaneamente, pois será feita pelos próprios funcionários da loja com a ajuda de um sistema que indica o valor a ser oferecido pelo aparelho usado.
O valor vai depender de detalhes como modelo, capacidade e condições de uso dos aparelhos (estado da tela, da carcaça, dos botões e do brilho e capacidade touchscreen do visor). 
Equipamentos com tela riscada ou quebrada também são admitidos na negociação, mas não valerão tanto. Modelos muito antigos também podem render menos.
Um iPhone 6s Plus de 128 GB em bom estado de conservação, por exemplo, pode chegar a ser avaliado em R$ 1.600. 
Mas, calma, não é possível obter isso em dinheiro vivo.
O consumidor receberá um termo de transferência de propriedade. Ao assiná-lo, na hora, será emitido um vale compra com data de validade para o mesmo dia e que deverá ser utilizado apenas na aquisição de um novo celular.
Veja outras simulações:
Samsung Galaxy S6: R$ 500 (perfeito) ou R$ 150 (tela quebrada)
Moto G 3ª Geração: R$ 300 (perfeito) ou R$ 90 (tela quebrada)
LG G3:  R$ 850 (perfeito) ou R$ 213 (tela quebrada)
Aparelhos denunciados como perdidos ou roubados, que não liguem, não ativem, que possuam serviço de localização ativo ou qualquer senha de proteção ou bloqueio ativo, não serão aceitos. Além disso, o modelo precisa ter sido comercializado no Brasil e estar completamente resetado.
Para resetar um iPhone, clique no ícone Ajustes (na tela inicial) > Geral > Redefinir > Apagar conteúdo e ajustes. Em um aparelho com Android, clique no ícone Configurações (ou Ajustes) > Fazer backup e redefinir > Restaurar dados de fábrica. 
A Brightstar, empresa responsável pela nova operação, pedirá os números dos documentos de identificação do cliente, além de pesquisar o IMEI (tipo de numeração única para cada aparelho) para saber se ele está em listas negras de produtos perdidos ou roubados. Os modelos velhos serão recuperados e revendidos no site Sou Barato.
A novidade também está disponível no site da Casas Bahia. A avaliação do produto é feita online, de acordo com as características informadas pelo cliente. Se ele entregar um aparelho em condições aquém do que foi informado, o mesmo será devolvido sem custo de frete.
A equipe do site fará uma análise e vai gerar uma proposta ao cliente. Em caso de concordância com o valor apresentado, ele poderá se cadastrar no site e depois receber instruções por e-mail para o envio do produto gratuito pelos Correios. Ao final, será enviado um novo e-mail com o código do cartão presente para ser usado na loja virtual da rede.
Fonte: Uol.

O dólar caiu! Veja se vale a pena comprar um iPhone 7 nos EUA

A recente sequência de quedas da moeda norte-americana fez com que muitos brasileiros cogitassem comprar produtos eletrônicos nos Estados Unidos para tentar economizar algum dinheiro. Mas será que a prática realmente vale a pena?
Abaixo, o Olhar Digital fez um levantamento com os dois principais aparelhos da Samsung e da Apple, que são vendidos aqui e também no exterior, onde são comercializados pelo mesmo valor. A taxa de conversão utilizada foi de US$ 1 = R$ 3,22.
iPhone 7 Plus 32 GB
  • Preço no Brasil: R$ 4.099;
  • Preço nos EUA: US$ 769 (R$ 2.476,18, em conversão direta).
Galaxy S7 Edge
  • Preço no Brasil; R$ 3.499;
  • Preço nos EUA: US$ 769 (R$ 2.476,18, em conversão direta).
Taxas locais
A compra nos Estados Unidos está sujeita às taxas de tributação locais das cidades. Nos principais destinos, Miami e Nova York, elas são de 7% e 8,875%, respectivamente.
  • Preço oficial do celular: US$ 769;
  • Preço em Miami: US$ 769 + 7% = US$ 822,82 = R$ 2.649,51;
  • Preço em Nova York: US$ 769 + 8,875% = US$ 837,24 = R$ 2.695,94.
IOF
O IOF é um imposto que incide em compras ou operações com cartão de crédito (6,38%), saques em cartão pré-pago (6,38%) e compra de moeda estrangeira em espécie (1,1%).
  • Preço nos EUA: US$ 769;
  • IOF de 6,38%: US$ 49,06;
  • Preço nos EUA no cartão de crédito: US$ 818,06;
  • IOF de 1,1%: US$ 8,45;
  • Preço do celular para pagamento à vista: US$ 777,45.
Alfândega
Se você estiver nos Estados Unidos e deseja comprar algum desses smartphones, é preciso ficar ligado nas taxas alfandegárias que serão cobradas quando você desembarcar no Brasil. Alguns eletrônicos adquiridos para fins pessoais são isentos de impostos, como um celular, uma câmera fotográfica e um relógio de pulso.
Para isso, é necessário comprar apenas uma unidade de cada um desses produtos para configurar o uso pessoal. Eles precisam também voltar ao Brasil na condição de usados, isso é, fora da caixa e já em uso. Assim, a dica para quem quer comprar um celular na viagem é não levar o seu próprio aparelho.
Taxa alfandegária
Agora, se você quer comprar mais de um celular ou algum produto que não esteja isento, então precisa ficar informado sobre as taxas alfandegárias. A Receita Federal permite que somente compras de até US$ 500 (valor de todos os produtos somados) passem pela alfândega sem qualquer cobrança extra.
Por lei, você deverá declarar os produtos que comprou caso a conta passe dos US$ 500. Com isso, será gerado um imposto de 50% do valor excedente aos US$ 500. Para explicar isso melhor, vamos citar a compra de um iPhone 7 Plus usando a fórmula: “(Preço do celular nos EUA – Limite da alfândega) – 50%”.
  • Preço nos EUA: US$ 769;
  • Imposto cobrado na alfândega: US$ 134,50 (R$ 433,09);
  • Preço nos EUA com taxas de alfândega: R$ 2.909,27;
  • Conta utilizada: (US$ 769 – US$ 500) – 50% = US$ 134,50.
Vale lembrar que essa conta é válida apenas para produtos que foram declarados para a Receita Federal durante o desembarque no país. Caso o viajante decida entrar na fila de “não declarar” e seja solicitado que revele as suas compras, ele terá que arcar com o imposto de 100% sobre o valor excedente.
Conta final
Feitas todas essas contas, vamos ao final dessa matéria exemplificando quanto realmente um telefone comprado nos Estados Unidos custa para quem mora no Brasil e pretende viajar para Miami ou Nova York para adquirir um novo celular.
Assim, teremos que somar o preço do telefone, a taxa municipal, o IOF (6,38% ou 1,1%) e a taxa cobrada pela alfândega (50% sobre o valor excedente ao limite de US$ 500). Para facilitar a conta, vamos usar a taxa de Nova York (8,875%), mas você pode substituir esse dado por outra alíquota.
Pagamento no cartão com taxa alfandegária:
  • US$ 769 + IOF (6,38%) + imposto municipal de NY (8,875%) = US$ 890,67;
  • O valor excede os US$ 500 em US$ 390,67. O tributo ficaria em 50% do valor, totalizando mais US$ 195,34;
  • A soma seria de US$ 1.086. Fazendo a conversão com a cotação do dólar em R$ 3,22, o total seria R$ 3.496.
Pagamento no cartão sem taxa alfandegária:
  • US$ 769 + IOF (6,38%) + imposto municipal de NY (8,875%) = US$ 890,67;
  • O valor convertido em reais na cotação de R$ 3,22 seria de R$ 2.867,96.
Pagamento em dinheiro com taxa alfandegária:
  • US$ 769 + IOF (1,1%) + imposto municipal (8,875%) = US$ 846,46;
  • O valor excede os US$ 500 em US$ 346,46. O tributo ficaria em 50% do valor, totalizando mais US$ 173,23;
  • A soma totaliza US$ 1.019,69. A conversão do valor para o real em R$ 3,22 é de R$ 3.283,40.
Pagamento em dinheiro sem taxa alfandegária:
  • US$ 769 + IOF (1,1%) + imposto municipal (8,875%) = US$ 846,46;
  • O valor convertido para o real na cotação de R$ 3,22 é de R$ 2.725,60.

16 de fev de 2017

Apple anuncia conferência WWDC 2017 entre 5 e 9 de junho

Evento anual da empresa para desenvolvedores vai mudar de lugar neste ano, saindo de San Francisco para San Jose.

A Apple anunciou nesta quinta-feira, 16/2, que a sua conferência anual para desenvolvedores, a WWDC, vai acontecer entre os dias 5 e 9 de junho.
A 28ª edição do evento da companhia de Cupertino sai do Moscone Center, em San Francisco, sua casa nos últimos anos, para voltar à cidade vizinha de San Jose, lar original da WWDC.
Como já virou tradição, a Apple deve usar a abertura da WWDC 2017 para mostrar novidades das suas plataformas, como iOS, macOS e talvez também do watchOS e tvOS.
Os ingressos, que custam 1.600 dólares por pessoa, devem acabar rapidamente como nas edições anteriores. O registro para a compra de ingressos será aberto no próximo dia 26 de março.
Fonte: Macworld.

Como impedir que o cabo do seu celular estrague

Enquanto a tecnologia de carregamento sem fio ainda não chega aos principais smartphones do mercado, os consumidores precisam se virar tão odiados cabos. Na maioria das vezes, esses acessórios são frágeis e caros.
Então, para impedir que você gaste uma fortuna comprando novos cabos todos os meses, o Olhar Digital listou 5 dicas para garantir que o seu cabo não vai quebrar (ao menos não tão facilmente).
1. Use uma mola
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A maioria dos defeitos acontece nas extremidades do acessório que acabam sofrendo muita pressão para algum dos lados. Para evitar que o cabo se dobre, o melhor a fazer é utilizar uma pequena mola (daquelas encontradas dentro de canetas) para envolvê-lo.
2. Misture amido de milho com silicone
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Parece algo bizarro, mas um vídeo no YouTube ensina como fazer uma mistura envolvendo amido de milho e silicone para criar uma massa flexível que vai proteger a extremidade dos cabos. A aparência não fica das melhores, mas em temos de usabilidade o método parece bem eficiente.
3. Protetores de cabo
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Uma opção mais barata e bonita são os protetores de cabo. É possível encontrá-los facilmente na internet, principalmente em sites como o Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo, mas conseguimos encontrar alguns deles custando R$ 1.
4. Envolva com fita isolante
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Se a proteção emborrachada que envolve os fios já estiver desgastada, é melhor envolvê-la com fita isolante para evitar que os fios fiquem expostos. O problema é que a fita isolante não é tão protetora e, por isso, é aconselhável combine esse método com o da mola.
5. Utilize um tubo termo retrátil
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O produto é encontrado por preços entre R$ 10 e R$ 25 na internet e, além de proteger, deixa o cabo até com um visual bacana. O problema é que a aplicação não é tão fácil e exige que o cabo seja aquecido usando um isqueiro para fixar no cabo. Esse vídeo do site iPod School explica como aplicar a proteção em um cabo do iPhone. 
Fonte: Olhar Digital.

14 de fev de 2017

Entrada da Apple em consórcio Wireless Power aumenta rumores sobre iPhone 8

Entrada da empresa de Cupertino para consórcio que desenvolveu o sistema de recarga wireless Qi ampliou os rumores sobre um novo iPhone com a funcionalidade.
A Apple entrou para o consórcio por trás do sistema de recarga wireless Qi, aumentando os rumores de que os donos do próximo iPhone poderão viver sem o cabo de força. 
A recente entrada do nome da Apple na lista de membros do Wireless Power Consortium, criador do Qi, apenas aumentou a crença sobre o rumor, que já está no ar há algum tempo.
“Após vários anos de rumores, a entrada da Apple para o Wireless Power Consortium aponta fortemente para a expectativa de que o próximo iPhone incluirá tecnologia de recarga wireless”, afirmou a analista de mercado da IHS, Vicky Yussuff.
No entanto, é melhor não aumentar muito as expectativas. Isso porque os analistas da IHS disseram exatamente a mesma coisa sobre o último iPhone.
Na verdade, a entrada da Apple para o consórcio pode não ter nada a ver com smartphone. O adaptador magnético de recarga fornecido junto com o Apple Watch recarrega aparelhos com Qi. Por isso, essa entrada da Apple pode ser apenas um reconhecimento tardio deste uso.
Nove em dez consumidores querem recarga wireless em seu próximo smartphone, segundo a analista da iHS. Segundo ela, a tecnologia é agora tão amplamente adotada que não pode ser ignorada pela Apple.
Fonte: Macworld.

5 dicas para você escolher o melhor SSD para seu PC e seu bolso

Se você quer melhorar o seu coputador, trocar o HD dele por um SSD é o melhor investimento que você pode fazer. Embora sejam mais caros e geralmente tenham capacidade menor, os SSDs são muito mais rápidos que os HDs. Com isso, toda vez que o seu computador precisar ler informações do armazenamento, ele fará isso mais rápido.
Em outras palavras: você sentirá os benefícios do seu investimento toda vez que ligar o computador, abrir arquivos grandes e inicializar programas (ou seja, praticamente o tempo todo). Isso vem, contudo, às custas de um pouco de espaço (além de bastante dinheiro).
Antes de gastar o dinheiro, porém, é importante pensar em algumas coisas para garantir que você investirá a grana da melhor maneira possível. Abaixo, listamos as cinco coisas nas quais você precisa pensar na hora de escolher um SSD. Confira.:
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1. Capacidade
Os SSDs costumam variar, em capacidade, de 120 GB até 1 TB. Se você tiver um HD de 1 TB, poderá até ficar tentado a gastar uma fortuna num SSD do mesmo tamanho. Antes de fazer isso, porém, pense bem: aqueles 200 filmes que você baixou há dois anos e ainda não assistiu valem mesmo esse tanto de dinheiro? Por outro lado, se o seu HD de 1 TB estiver cheio de arquivos pesados que você usa com frequência e com um monte de jogos pesados instalados, não adianta você querer enfiar São Paulo em São Bernardo e comprar um SSD de apenas 120 GB. Migrar para um SSD provavelmente exigirá que você sacrifique alguns arquivos para economizar bastante dinheiro, então pense bem nisso.

2. Interface SATA 3
Os SSDs se ligam à placa-mãe do computador por meio de uma interface SATA - a mesma usada por HDs. No entanto, existem os padrões SATA 2 e SATA 3: SATA 2 suporta até 3 Gbps de envio de dados; SATA 3, por sua vez, suporta o dobro, e por isso consegue ser até duas vezes mais rápido. O essencial aqui é você descobrir se a sua placa-mãe tem suporte para interfaces SATA 3. Se ela não tiver, não adianta você investir mais em um SSD com essa interface, porque a sua placa-mãe não conseguirá suportá-la de qualquer maneira.

3. Tamanho
Você vai precisar encaixar esse SSD em algum lugar do seu computador. SSDs em geral têm 2,5 polegadas de largura, o que os torna do mesmo tamanho que os HDs de notebooks, mas menores do que os HDs de desktop (que têm 3,5 polegadas em geral). Se você vai instalar seu SSD em um PC, garanta que você tem espaço no seu gabinete para acomodá-lo. Se você for colocá-lo no notebook, fique esperto na hora da compra e confirme se ele tem de fato 2,5 polegadas: se ele for maior, pode acabar não cabendo dentro do seu laptop.
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4. Preço e marca
Comprar um SSD pode ser até caro, mas lembre-se: todas as informações contidas no seu computador ficarão gravadas nele. Vale a pena pagar mais barato e correr o risco de ver o dispositivo apresentar algum defeito e deletar tudo que você tem? Não, não vale. Não arrisque nessa hora: atenha-se às marcas mais famosas ou nas quais você já confia, e dê uma pesquisada na internet para ver se há muitos casos de problemas daquela marca. Algumas marcas prometem velocidades maiores do que outras, e por isso são mais caras. Talvez isso seja um fator importante para você, mas nnão se preocupe demais com isso: qualquer SSD é muito mais rápido do que qualquer HD.
5. Migração


Alguns SSDs vêm com ferramentas de migração que ajudam você a copiar os arquivos do seu HD para o novo dispositivo de armazenamento. Com isso, você não precisa instalar tudo de novo junto com o SSD. Essas opções são interessantes especialmente para quem vai instalar o SSD em um notebook e não conseguem deixar tanto o SSD quanto o HD conectados à placa-mãe ao mesmo tempo. Por isso, pode ser interessante gastar um pouco mais por um aparelho que venha com isso.
Fonte: Olhar Digital.

7 de fev de 2017

Ranking: veja quais são os e-commerces mais recomendados do Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Ibope Conecta comparou os 34 principais sites brasileiros de e-commerce para saber se o consumidor está satisfeito com sua experiência. O estudo coletou informações com mais de 2.000 pessoas com mais de 16 anos das classes A, B e C no mês de setembro de 2016.
Em primeiro lugar no ranking aparece a Netshoes, que seria recomendada para outras pessoas por sete em cada 10 consumidores. O resultado é bem maior do que a média dos sites pesquisados, que fica em 52%.
Em segundo lugar aparece a Zattini, empresa do grupo Netshoes voltada para o segmento de moda, com índice de recomendação de 69%, seguida pela Saraiva, com 64% de recomendação.
E-commerces mais recomendados:
1. Netshoes - 71%
2. Zattini - 69%
3. Saraiva - 64%
4. Beleza na Web - 63%
5. Americanas - 60%
6. Amazon - 60%
7. Shoptime - 60%
8. Submarino - 59%
9. Passarela - 58%
10. Sephora - 56%
11. Dafiti - 55%
12. Centauro - 55%
13. Magazine Luiza 54%
14. Marisa - 52%
15. Walmart - 52%
16. Efacil - 52%
17. Kanui - 52%
E-commerces menos recomendados 
18. Lojas Renner - 51%
19- Ricardo Eletro - 51%
20. Kabum - 51%
21. Mercado Livre - 50%
22. Fnac - 49%
23. FastShop - 49%
24. Extra - 48%
25. Casas Bahia - 48%
26. Tricae - 47%
27. Decolar - 47%
28. Ponto Frio - 47%
29. Ebay - 46%
30. OLX - 46%
31. E-booking - 39%
32. Hotel Urbano - 35%
33. Aliexpress - 35%
34. Alibaba - 27%
A pesquisa também mostra os sites nos quais os consumidores mais finalizam as compras, depois de acessarem a página. Em primeiro lugar nessa categoria aparece a Americanas.com, com 47%, seguida pelo Mercado Livre, com 39%, e pela Netshoes, com 32%.
Fonte: Olhar digital.

Apple se prepara para o maior lançamento de sua história com o iPhone 8

Tradicionalmente, a Apple costuma apostar em um lançamento relativamente discreto de seus smartphones antes de aumentar a quantidade de unidades produzidas por ela. No entanto, a companhia vai adotar uma postura diferente com o iPhone 8, cuja disponibilidade inicial deve ser a maior da história do smartphone.
Relatos surgidos diretamente nas linhas de produção do aparelho — divulgadas pela BGR — indicam que a companhia da Maçã já está aumentando seus pedidos meses antes do lançamento. Segundo a Barron's, houve um aumento de 300% na quantidade de cópias encomendadas somente para o mês de junho, que deve registrar 9 milhões de exemplares fabricados. Com isso, as unidades totais de modelos do iPhone produzidas no período passam de 45 milhões para 48 milhões de cópias (número que inclui versões antigas do dispositivo).
Rumores apostam em uma grande mudança de design no novo iPhone
Anteriormente, o investimento na produção de mais unidades de um produto novo costumava ocorrer somente a partir de setembro. A mudança serve como indício de que a Apple tem grande confiança no sucesso de seu próximo iPhone, que marca o aniversário de 10 anos do lançamento do primeiro produto da linha.
Rumores indicam que a fabricante deve promover uma mudança radical no design do smartphone que inclui um painel sem bordas laterais e a remoção/reinvenção do botão Home. Ainda não está claro se a mudança vai surgir no produto convencional ou ser oferecida como uma terceira opção “Super Premium” para consumidores mais exigentes e endinheirados.
Fonte: Tecmundo.

3 de fev de 2017

Apple deve começar a produzir iPhones na Índia em abril

Com isso, a empresa de Cupertino quer baixar os preços do smartphone no país, onde enfrenta concorrência da Samsung, Lenovo e da indiana Micromax.
A Apple planeja começar a montar o iPhone em Bangalore, na Índia, até o final de abril por meio de um contrato com a taiwanesa Wistron.

A iniciativa da Apple acontece enquanto a companhia de Cupertino aguarda a aprovação do governo federal local para algumas das suas propostas para baixar as taxas de importação e para criar um ecossistema de fabricantes locais que possam fornecer componentes eletrônicos para os smartphones, segundo fontes próximas do assunto.
O estado de Karnataka, do qual Bangalore é a capital, anunciou as intenções da Apple de fabricar o iPhone na cidade.
O ministro de tecnologia local, Priyand Kharge, confirmou no telefone que a empresa recebeu a liberação para fabricar os iPhones em Bangalore e disse que era uma validação das políticas dos estado amigáveis à indústria.
Ter uma empresa líder do mercado de tecnologia produzindo produtos no estado também pode ter benefícios colaterais em termos de desenvolvimento de apps e trabalhos na área de Inteligência Artificial (IA) pela mão de obra altamente qualificada do estado, completou o ministro.
A Apple anunciou no ano passado a criação de uma unidade em Bangalore para auxiliar os desenvolvedores sobre as melhoras práticas de desenvolvimento de apps na plataforma iOS. A empresa não recebeu nenhum outro incentivo especial do estado para montar os iPhones em Bangalore, aponta Kharge.
Até o fechamento da reportagem da Macworld dos EUA, a Apple não tinha respondido ao pedido de comentário sobre o assunto. 
A empresa de Cupertino vem planejando fabricar o iPhone na Índia e também abrir lojas no país para aproveitar o mercado local em crescimento - as vendas de iPhones no mercado indiano cresceram 50% em 2016 em relação ao ano anterior.
Conseguir baixar o preço dos aparelhos ao montá-los localmente é algo crítico para a Apple, uma vez que o mercado da Índia é muito sensível a preços. No terceiro trimestre do ano passado, a Samsung liderou as vendas locais de smartphones, seguida pela chinesa Lenovo e pela indiana Micromax.
Fonte: Macworld.

Procedimento usado pelo FBI para desbloquear o iPhone vaza na internet

No ano passado, a Apple e o FBI entraram em pé de guerra porque a empresa de tecnologia se recusou a ajudar a desbloquear o iPhone do atirador de San Bernardino. Depois de meses de briga, o FBI acabou contratando a empresa israelense Cellebrite que tinha um método para extrair dados do smartphone.
Porém, a história não acabou. A Cellebrite teve 900 GB de dados hackeados no mês passado e as informações de como desbloquear aparelhos Android, iPhone e BlackBerry vazaram na internet. Além disso, os dados sugerem que a empresa vendeu a sua tecnologia como governos da Turquia, Emirados Árabes Unidos e Rússia.
O hacker alegou ter tirado os dados de um servidor remoto da empresa e que os arquivos estavam criptografados, mas que foi possível contornar a proteção. Entre os arquivos dedicados ao sistema operacional iOS é possível encontrar ferramentas conhecidas do mundo do jailbreak, como o limera1n e o QuickPwn.
Apesar de os dados estarem a internet, não significa que é possível desbloquear qualquer celular. Primeiro, para a técnica funcionar, é preciso ter acesso ao aparelho físico; além disso, ele não funciona com dispositivos que tenham como bloqueio leitura biométrica.
Fonte: Olhar Digital.

29 de jan de 2017

Perdeu o celular? Veja como localizar o aparelho

É hora de descomplicar a tecnologia!
Você perdeu o celular ou então ele foi roubado? Não precisa se preocupar, porque o smartphone pode ser rastreado e você pode descobrir onde ele está! Olha só!
 Se é um Android, acesse o link abaixo e entre com a mesma conta do Google que foi registrada no smartphone. A localização do aparelho aparece aqui nesse mapa! Se você perdeu o celular em casa ou no trabalho, é só clicar em “Tocar”, que ele vai emitir um som pra você conseguir encontrar.
Agora, se ele foi roubado ou perdido na rua, a dica é bloquear o aparelho. Clique aqui em “Bloquear” e redefina a senha. Assim você consegue desbloquear caso encontre o celular depois! Você também pode apagar todos os dados clicando em “Apagar”. Mas aí o smartphone será restaurado pras configurações originais de fábrica. É como se ele tivesse acabado de sair da caixa e não tem como recuperar mais os dados do aparelho, viu?
Pra usar todas essas funções, o celular precisa estar configurado pra ser rastreado. Entre no app “Config. Google”, clique em “Google” e depois em “Segurança”. Em "Gerenciador de dispositivos Android", ative “Localizar remotamente o dispositivo” e “Permitir bloqueio e limpeza remotos”.
Incrível, né? E tem mais.
Pra saber a localização do iPhone, entre no site do iCloud com o seu ID Apple e clique em “Buscar iPhone”. Aqui também vai aparecer um mapa indicando a localização do seu celular.
Clique no aparelho que aparece no mapa pra abrir um quadro com as opções “Reproduzir som”, “Modo perdido” e “Apagar iPhone”. Na primeira opção ele vai emitir um som pra ajudar você a encontrar; a segunda opção bloqueia o smartphone e ainda exibe uma mensagem com um número de telefone de um parente, amigo ou até mesmo um outro número seu pra caso alguém encontre. E o último apaga todos os dados do iPhone.
Ah, mas tudo isso só funciona se a opção “Buscar iPhone” estiver ligada. Lá no celular, vá em “Ajustes”, depois “iCloud” e ative a função “Buscar iPhone”. Prontinho!
Agora, se você tem um Windows Phone, entre no link abaixo e acesse a conta que você usa no smartphone. Agora clique em “Localizar meu telefone” pra ver a localização em um mapa.
Assim como nos outros, você pode pedir pra ele fazer barulho, bloquear ou apagar tudo! Pra ativar o rastreamento entre nas “Configurações” e “Localizar meu telefone”. Aqui selecione a opção “Salvar a localização do telefone regularmente”.
Em todos os casos, se o celular estiver desligado ou sem bateria, aparece o último local que ele esteve ligado, tá?
Gente, uma última coisa: se o celular foi roubado, não vá atrás do aparelho sozinho, porque pode ser perigoso, hein? O melhor é procurar uma delegacia, fazer o boletim de ocorrência e informar a localização indicada pelo sistema. 
Fonte: Olhar digital.

Apple prepara usina solar de 200MW para alimentar data center nos EUA

Companhia de Cupertino tem trabalhado consistentemente rumo ao objetivo de usar 100% de energia renovável para todas as suas operações
A Apple anunciou nesta quinta-feira (26) uma joint venture com a Nevada Energy (NV Energy) para construir uma usina solar de 200MW para alimentar o seu data center em Reno, Nevada. A instalação é o maior projeto solar da Apple até então e é esperada para ser inaugurada no início de 2019.
O data center da Apple está localizado no Reno Technology Park; a companhia também tem planos de construir outro campus para um data center anexo ao já existente. 
A companhia de Cupertino tem trabalhado consistentemente rumo ao seu objetivo de usar 100% de energia renovável há alguns anos. Ela já usa 100% de energia renovável para o seu data center na Carolina do Norte, com alguma parte vindo de usinas de bioenergia e o resto de plantas solares. 
Em 2015, a Apple anunciou que todas as suas instalações nos Estados Unidos - e 93% de suas operações ao redor do mundo - serão alimentadas com energia renovável.
Em Singapura, por exemplo, a companhia está alimentando suas instalações de manufatura com painéis solares de 32MW que são localizados sobre o topo de 800 telhados.
Na China, a companhia está acrescentando capacidade de 170MW de energia solar para completar a energia usada para fabricar iPhones e outros produtos no país. 
Também em 2015, a Apple anunciou que estava investindo US$ 848 milhões em usinas solares para alimentar suas operações na Califórnia, incluindo seu novo campus em Cupertino, além de lojas e seu data center em Fremont. O acordo colocou a Apple à frente do Walmart como a maior companhia a usar energia solar. O projeto de energia solar de 2015 representou acréscimo de 130MW de energia solar através de um acordo de compra de 25 anos com a California Flats Solar Project.
Em setembro do ano passado, a Apple se uniu a uma iniciativa de energia renovável global, a RE100, uma organização comprometida a ajudar companhias e municípios a alcançarem suas metas de usar 100% de energia renovável.  
“Investir em fontes de energia limpa inovadoras é vital para o compromisso da Apple em atingir e manter 100% da energia renovável através de todas as nossas operações”, disse Lisa Jackson, vice-presidente da Apple para meio ambiente e iniciativas políticas e sociais, em comunicado.   
“Nossa parceria com a NV Energy ajuda a assegurar nossos clientes com o iMessages, FaceTime e solicitações a Siri que são alimentados com energia limpa e apoia esforços para oferecer a escolha de energia verde a residentes e negócios em Nevada”. 
Nas próximas semanas, a NV Energy preencherá uma aplicação junto a  Public Utilities Comission of Nevada para celebrar um contrato de compra de energia para a nova usina de energia solar.
O projeto trará a NV Energy um total de mais de 529MW  de nova capacidade solar sob construção em Nevada ou sob revisão de aprovação.
“A Apple também vai dedicar até 5MW de energia para o futuro programa solar de assinatura para clientes residenciais e comerciais”, informou a companhia. 
Fonte: Macworld.