15 de ago. de 2022

Apple Watch salvou a vida ao videógrafo da CNET que é diabético

 Não é novidade para ninguém que o Apple Watch é um equipamento extraordinário. De tal forma que tem sido creditado nele várias vidas salvas. A mais recente situação, e também diferente de outros casos que temos visto, está relacionada com alertas de níveis de glicemia perigosamente baixa. Diz o videógrafo da CNET que se não fosse o smartwatch da Apple, ele poderia não ter sobrevivido.

Neste caso em particular, o Apple Watch estava emparelhado com um sistema de monitorização da glicose. Este dispositivo verifica permanentemente os níveis através de um sensor "acoplado" ao corpo.

Existem mais de 100 milhões de Apple Watch ativos. É um dos equipamentos mais vendidos da empresa de Cupertino e aquele, a seguir ao iPhone, que provavelmente traz mais curiosidade aos utilizadores.

Quer o seu sistema de monitorização cardíaca, quer o sistema que vigia as quedas, além do próprio sistema de SOS, têm sido a salvação de muitos dos que confiam neste dispositivo. Que o diga Justin Eastzer, videógrafo da CNET que é diabético.

 

Apple Watch e monitorização contínua de glicose salvaram videógrafo

O produtor de vídeo da CNET, Justin Eastzer, diz que o conjunto de tecnologia, monitor de glicose contínuo (GCM) e Apple Watch, salvou-lhe a vida. O CGM detetou uma glicemia perigosamente baixa e o seu Apple Watch acordou-o com um alerta, mesmo a tempo...

Tenho diabetes tipo 1 e uso um monitor contínuo de glicose (CGM) que mede os meus níveis de açúcar no sangue. Se o meu açúcar no sangue ficar perigosamente baixo, posso desmaiar ou entrar em coma diabético. Felizmente, o meu CGM liga-se ao meu relógio e envia notificações antes que seja demasiado tarde. Esta funcionalidade salvou-me a vida há alguns meses.

Disse Justin Eastzer.

Segundo o que é relatado, Eastzer acordou com um aviso do Apple Watch referente ao nível perigosamente baixo de açúcar no sangue. De imediato, o homem foi até ao frigorífico, agarrou num sumo de laranja que conseguiu beber antes de desmaiar.

Passados alguns minutos, quando os níveis de açúcar voltaram ao normal, o homem recuperou a consciência.

Este foi um dos momentos mais assustadores da minha vida, e graças aos alertas do Apple Watch, consegui reagir o baixo nível de açúcar no sangue antes que fosse demasiado tarde.

Contou o colaborador da CNET.

Como funciona o monitor contínuo da diabetes?

Ao contrário dos monitores de glicose convencionais, que dependem do utilizador colher uma amostra (uma gota) de sangue em intervalos regulares, um CGM liga-se à pele e é deixado acoplado ao corpo para fazer leituras contínuas. Estes dados são enviados para uma aplicação dedicada num smartphone ou smartwatch.

Após o dispositivo monitor detetar alterações nos níveis normais do açúcar no sangue, este faz espoletar alertas através dos dispositivos ao qual está ligado através de bluetooth. Caso os níveis estejam demasiado baixos ou altos, o utilizador é alertado para que possa tomar as devidas ações.

Atualmente, o Apple Watch não tem esta verificação. Contudo, tal como já foi algumas vezes abordado, a Apple estará a trabalhar com algumas entidades para desenvolver quer a tecnologia, quer o método para o seu smartwatch ter esta capacidade nativa.

Especificamente, diz-se que a empresa está a trabalhar numa forma de o fazer de forma não invasiva - ou seja, sem a necessidade de perfurar a pele. Isto tem sido descrito como o Santo Graal para diabéticos.

 

Quando poderá a Apple ter esta tecnologia?

Como em tudo da Apple, datas e timings são incertos. Diz-se que a Apple está a trabalhar nisto desde 2012. Segundo um relatório publicado em 2017:

Tal iniciativa foi imaginada pela primeira vez por Steve Jobs e a Apple tem vindo a trabalhar nela desde há cinco anos. Jobs imaginou que a solução fosse integrada num dispositivo utilizável, tal como o Apple Watch [...]

O relatório, citando três pessoas familiarizadas com o assunto, explica que a Apple contratou uma "pequena equipa" de engenheiros biomédicos para trabalhar na iniciativa. Diz-se que a equipa está sediada num escritório não identificdo nem referenciado em Palo Alto, Califórnia.

A iniciativa refere que a trabalhar está a trabalhar no desenvolvimento de sensores que possam monitorizar constantemente os níveis de açúcar no sangue para melhor tratar a diabetes. Embora a informação específica da linha do tempo não seja clara, a empresa está, segundo consta, suficientemente avançada nos testes de viabilidade que tem vindo a realizar.

Sendo uma tecnologia que iria mudar todo um paradigma e trazer ao Apple Watch um nível avançado de monitorização da saúde dos utilizadores, devemos acreditar que é complicado conseguir este nível de rigor nos sensores atuais. Caso contrário, o Apple Watch já o teria.

A deteção, que precisa dos níveis de glicose [não invasiva], tem sido um desafio tão grande que um dos maiores especialistas da área, John L. Smith, descreveu-o como "o desafio técnico mais difícil que encontrei na minha carreira".

Ter sucesso custaria a uma empresa "várias centenas de milhões ou mesmo mil milhões de dólares".

Disse o presidente executivo da DexCom, Terrance Gregg à Reuters numa entrevista onde o assunto foi abordado. Gregg é um alto responsável da empresa, que dedica a sua atividade ao desenvolvimento, fabrico e distribuição de sistema de monitorização contínua de glicose para controle da diabetes.

A Apple trabalha com universidades e outros organismos para conseguir apurar alguma tecnologia que já dedica ao controlo da diabates. Contudo, é noutras áreas, o principalmente na deteção de fibrilhação auricular, que tem ajudado muito os seus utilizadores.

Fonte: Pplware.

Apple lançou a beta 6 do iOS 16, iPadOS 16, tvOS 16 e watchOS 9

 A Apple está com pressa para afinar o máximo possível os seus sistemas operativos. Uma semana depois do lançamento da beta 5 eis que a empresa de Cupertino lança a beta 6. Claro, é escusado dizer que nos aproximamos rapidamente do dia de lançamento oficial e ainda haverá muita coisa por testar.

Como vimos na versão beta anterior, a Apple já libertou mais funcionalidades, entre elas a percentagem de bateria no ícone no ecrã principal, funcionalidades para as capturas de ecrãe ainda uma área de mais informação dedicada às versões de firmware dos AirPods. Mas vem aí mais!

iOS 16 beta 6... está na rua para os programadores

Cada novo iOS 16 beta inclui normalmente uma série de alterações, correções de bugs, e mesmo novas funcionalidades. A Apple mantém-se atenta ao feedback que recebe dos utilizadores que estão a fazer os testes nos mais diversos sistemas operativos. Aliás, para ajustar somente estes cenários, a empresa até obrigou alguns sites que disponibilizavam os perfis para instalação da versão beta a desligar esse conteúdos.

Uma novidade é esta alteração de ciclo no lançamento das versões beta. Sendo assim, a versão pública também deverá estar por horas.

Nota-se claramente um acelerar para a apresentação não deslizar para outubro, como alguns rumores deram conta.

A par do iOS 16 beta 6, também estão disponíveis o iPadOS 16, tvOS 16, watchOS 9 e macOS 13. Vamos instalar estas versões e testar para vermos o que há de novo.

Fonte: Pplware.



Apple queria parceria com o Facebook para uma versão paga e livre de publicidade

 O Facebook e a Apple estão longe de ser empresa que se possa dizer que estão próximas. As recentes mudanças no iOS acabaram por ter um impacto grande na rede social e isso criou as conhecidas fricções.

Se agora o cenário é de quase guerra, a verdade é que estas foram empresa já muito próximas. A prova disso surge agora com uma novidade, que mostra que a Apple queria parceria com o Facebook para uma versão paga e livre de publicidade.

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Apple e Facebook, uma parceria pouco natural

A história tem mostrado que as grandes empresas tecnológicas movem-se segundo interesses bem definidos. O lucro está no centro de muitas das decisões e isso leva a criar parcerias pouco lógicas e até quase contra-natura em vários aspetos.

É isso que o Wall Street Journal está a revelar, ao noticiar que a Apple e o Facebook estiveram próximos de criar uma versão alternativa da maior rede social da Internet. Esta seria baseada numa subscrição paga e eliminaria a publicidade que vemos surgir nesta rede.

A Apple sugeriu uma série de mudanças possíveis que dariam à fabricante do iPhone uma fatia da receita do Facebook.

Uma ideia que foi discutida: criar uma versão do Facebook baseada em assinatura que seria livre de publicidade, de acordo com pessoas familiarizadas com as discussões.

O fim da publicidade e um novo modelo de negócio

Esta ideia teria partido do lado da própria Apple, que abordou o Facebook para que a mesma tomasse forma. A sua base seria simples e ao pagar os utilizadores deixariam de ter presente a publicidade e deixariam de ver os seus dados recolhidos para a geração dos seus perfis.

Naturalmente que caso este modelo tivesse sido levado em diante, a Apple quereria uma parte dos lucros. Esta seria inicialmente focada nas compras desta subscrição, algo que a Apple já recebe de forma normal, como qualquer outra compra na App Store.

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Desejo de lucro deitou por terra a ideia deste modelo

O modelo acabou pro não tomar forma porque a Apple terá pedido para receber mais que as assinaturas. Era vontade da empresa de Tim Cook receber também valores relacionados com pagamentos feitos para impulsionar publicações e outras publicações pagas, algo que considerava encaixar-se na subscrição.

Não fica claro que terá sido este o motivo, mas a verdade é que com o iOS 14 e as mudanças na privacidade a Apple terá bloqueado muitas das receitas do Facebook. Os dados mais recentes apontam para perdas de mais de 10 mil milhões de dólares.

Fonte: Pplware.

Apple reteve a última atualização do Telegram por culpa dos novos emojis

 Os processos de aprovação de apps da App Store não são lineares e por vezes existem situações anormais como a que o Telegram atravessa agora. Se na maioria dos casos estas são rápidas, noutras, demoram mais do que o lógico.

Este processo parece agora resolvido, com o lançamento da atualização esperada do Telegram. No entanto, há alguns pormenores que deixam esta história estranha e com muito por responder, em especial no que toca à postura e exigências feitas pela Apple. 

Telegram Apple Telemoji atualização emojis

Foi novamente através do seu canal do Telegram que Pavel Durov revelou que a Apple tinha finalmente libertado a atualização que era esperada. Assim que tal aconteceu, mesma foi efetivada e anunciada pelo serviço de mensagens.

Mesmo com o processo aparentemente terminado, o criador do Telegram resolveu revelar mais sobre esta história e mostrar como a Apple agiu. Do que foi mostrado na publicação feita, a Apple terá pedido alterações para aprovar esta atualização.

Aparentemente, o pedido da Apple está focado nos novos emojis que o Telegram ia lançar, em especial uma novidade chamada Telemoji. Estes tiveram de ser removidos e são, segundo Pavel Durov, "versões animadas de vetor de alta qualidade do emoji padrão".

Durov aponta ainda que este é um movimento intrigante da Apple, porque "os Telemoji teriam trazido uma dimensão totalmente nova aos emojis estáticos de baixa resolução". Teria ainda "enriquecido significativamente seu ecossistema”.

Telegram Apple Telemoji atualização emojis

O estranho deste caso é o Telegram já possui uma série de opções de emoji e stickers que vão muito além do conjunto padrão encontrado no iOS. Pavel Durov recordou que existem mais de 10 novos pacotes de emojis na atualização mais recente deste serviço de mensagens.

A Apple até agora ainda não se manifestou publicamente sobre esta questão e certamente não o deverá vir a fazer. O Telegram removeu os Telemoji, sem qualquer certeza se num futuro próximo os vai conseguir trazer ou que esta será uma mudança que não conseguem aplicar.

Fonte: Pplware.