11 de mai. de 2022

iPhone 15 da Apple será o primeiro com USB-C, afirma Kuo

 Para os utilizadores Apple, usar a porta Lightning foi um salto qualitativo quando o mundo mobile ainda se ligava por uma porta micro-USB. Contudo, com o aparecimento da tecnologia USB-C, a nova ficha trouxe mais velocidade de transferência de dados. O que é um passo em frente, face ao que a Apple oferece. Aliás, a empresa de Cupertino começou há uns anos a usar essa tecnologia nos iPads da linha Pro, assim como nos computadores Mac. Falta então o iPhone.

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, o "iPhone 15" de 2023 abandonará o conector Lightning e usará o USB-C.

Ilustração Apple iPhone 15 com USB-C

Apesar de não haver qualquer informação oficial, existem indícios que podem dar algumas indicações dos passos que a Apple dará neste sentido. Principalmente avaliando as novas parcerias que a empresa fecha no que toca aos seus fornecedores. Como tal, Kuo que esta transição só aparecerá no iPhone de 2023.

É verdade que existem rumores periódicos de que a Apple migrará do Lightning para o USB-C sempre no iPhone seguinte e este rumor tem já alguns anos. Além disso, sabemos que a UE faz pressão para que haja uma uniformização nesta norma e quer que todos os fabricantes a adotem.

Nesse sentido, numa nova série de tweets, Ming-Chi Kuo diz acreditar que isso acontecerá com o "iPhone 15".

Os tweets recentes de Kuo foram principalmente as suas previsões, e não com base em qualquer evidência da cadeia de fornecedores. Contudo, ele refere que esta nova informação é da sua "última investigação", presumivelmente desses tais fornecedores.

Portanto, se ele estiver correto, um lançamento em 2023 marcaria o fim do conector Lightning como cabo de carregamento principal da Apple, após 13 anos. O USB-C foi lançado logo após o Lightning em 2012, mas a Apple só começou a usar o USB-C em 2015, no MacBook Air de 12 polegadas. A Apple fez parte do consórcio de engenharia que desenvolver esta porta USB.

Fonte: Pplware.


Apple lança novo firmware para todos os AirPods

 Estamos a chegar a uma altura em que já "cheira" a novo sistema operativo. O evento da Apple, marcado para o dia 6 de junho, trará muitas novidades para os mais diversos segmentos de produtos da empresa. Como tal e para manter os dispositivos atualizados, a Apple tem atualizado o firmware dos seus gadgets. Depois da atualização da bateria MagSafe e dos AirTags, chegam agora novidades para todos os AirPods.

Segundo informação da gigante americana, existe já uma nova versão do firmware para os AirPods, é a versão 4E71.

Imagem auscultadores Apple AirPods

Há algumas novidades que os rumores referem poder chegar aos auscultadores da Apple. Por exemplo, fala-se que os AirPods Max poderão receber suporte para áudio lossless via wireless, além de outras funcionalidades. No entanto, com estas melhorias de software, a Apple fornece uma melhor gestão da bateria, oferece igualmente recursos como a localização na rede Encontrar que sofrem constantemente melhorias, assim como outras novidades.

As atualizações que foram lançadas há algumas horas estão disponíveis para os AirPods 2, AirPods 3, AirPods Max e AirPods Pro. Não há ainda informações se chegaram também estas atualizações aos Beats. A atualização vem com o número de versão 4E71, que é um aumento em relação à versão anterior do 4C165.

Infelizmente, a Apple não fornece notas de versão para atualizações de firmware dos AirPods. Em vez disso, os utilizadores precisam esperar que a atualização atinja os seus AirPods para, de seguida, vasculhar as novidades.

Imagem auscultadores Apple AirPods

Como podemos verificar a versão do firmware dos AirPods?

Pode verificar o firmware dos ‌‌‌AirPods seguindo estas etapas:

  • Ligue os seus ‌‌AirPods ao seu dispositivo iOS.
  • Abra a aplicação Definições.
  • Toque em Geral.
  • Toque em Informações.
  • Selecione os AirPods‌‌‌‌‌.
    • Observe o número em frente a "Versão do firmware".

Basicamente não há muito mais a fazer, se não esperar que chegue a sua vez.
Fonte: Pplware.


Computador raro Apple-1 está a ser vendido por 270 mil dólares em leilão

 Volta e meia surgem notícias de equipamentos tecnológicos, definidos como sendo verdadeiras relíquias, e que são colocados à venda em leilões por preços absolutamente exorbitantes.

E o caso que trazemos hoje é um exemplo disso mesmo. Foi colocado à venda um computador raro do modelo Apple-1, por um valor de 270 mil dólares. Uma das particularidades desde equipamento, é que tem o número de série escrito à mão pelo emblemático Steve Jobs.

Apple-1 raro vendido em leilão por 270 mil dólares

Encontra-se à venda em leilão um raro computador Apple-1 com um preço de 270 mil dólares, algo como 256 mil euros. O modelo corresponde ao primeiro computador depois da criação do Apple Computer, pelas mãos dos criadores Steve Jobs e Steve Wozniak.

No mundo inteiro existem muito poucas unidades deste Apple-1, mas este modelo em específico é mesmo único. E aquilo que o torna raro é o facto de ter o número de série (01-0050) escrito pela própria mão do fundador Steve Jobs, falecido a 5 de outubro de 2011.

O computador está à venda na plataforma de leilões Goldin, e os lances podem ser feitos até ao próximo dia 21 de maio. Claro que, devido à antiguidade e raridade deste Apple-1, é natural que o PC atinja valores mais elevados durante o leilão. Esta é uma peça que qualquer colecionador com interesse pelo mundo tecnológico gostaria de ter na sua prateleira de aquisições.

De acordo com os registos de Wozniak foram produzidas apenas 200 unidades de computadores Apple-1 e, dessas, somente 175 foram montadas, sendo o restante produzido após a fase de pré-produção. Por sua vez, quando o Apple-II chegou, os fundadores da marca da maçã quiseram que os clientes trocassem o modelo antigo pelo novo, tendo depois destruído os Apple-I que receberam. Como tal, não se sabe ao certo a quantidade exata deste modelo que ainda continua em circulação.

Modelo ainda funciona

Segundo Daniel Kottke, um dos primeiros funcionários da Apple, o modelo em leilão ainda funciona. E juntamente com o computador vem também o manual, um monitor Sanyo VM-4509 e um teclado Dantanetics.

O valor inicial desta venda era de 250 mil dólares, no entanto já houve um lance que colocou este número nos 270 mil dólares. E caso o leitor queira também sugerir um lance, não se esqueça que tem até ao dia 21 deste mês.

Fonte: Pplware.

Problema com o som do seu MacBook Pro? Não é o único a apresentar esta queixa à Apple

 O interesse dos consumidores nos produtos da Apple continua em crescimento. Isso revela-se nos relatórios trimestrais da marca e nos elevados níveis de vendas que tem apresentado a cada novo período.

Com máquinas cada vez mais interessantes, em especial com os seus SoC próprios, este cenário cresce. Infelizmente há um novo problema, associado ao áudio, e que parece limitar a utilização, por ser incómodo para os utilizadores.

Apple MacBook Pro som problema SoC

Os MacBook Pro de 2021 têm sido um sucesso de vendas para a Apple. São computadores com elevado desempenho, fruto do hardware que tem presente, mas que tem vindo a apresentar um problema.

O que tem sido revelado no Reddit e nos fóruns da Apple revela um problema com o som destes modelos. As queixas referem que existe um som anormal ao ser reproduzido um vídeo ou um áudio, sendo associado a um crepitar e a ruídos de estalos.

Ainda não existe uma causa associada a tal problema, mas os utilizadores já realizaram vários testes e despistes. Tudo aponta para uma utilização mais elevada do SoC, que depois se reflete neste problema. Há ainda relatos que não se fica pelas colunas e pode ser ouvido nos AirPod Max.

Algo que parece ser já uma certeza é na sua origem e possivelmente uma solução. Muitos relatam que ao terminar o processo "coreaudiod" o problema desaparece e os sons anormais deixam de ser ouvidos pelos utilizadores.

Não existe ainda uma ideia sobre o grau de impacto deste problema nos MacBook Pro de 2021, nem existe um padrão de como o problema surge, mas já começa a estar disseminado nas máquinas que estão no mercado.

A Apple ainda não reconheceu este problema, mas deverá em breve tomar uma posição. Tudo se deverá resumir a uma simples correção do macOS, que a marca deverá lançar em breve e que deverá fazer desaparecer o problema.

Fonte: Pplware.