23 de jun de 2015

WhatsApp fora da jornada de trabalho pode gerar hora extra

  • Usar aplicativo fora do horário de trabalho pode ser considerado hora extra
E-mails, grupos da empresa e mensagens do chefe no WhatsApp. Se você passa parte do tempo que está fora da jornada de trabalho respondendo problemas que aparecem de repente, talvez essas chamadas possam ser caracterizadas como hora extra. O que garante este benefício é o 6° artigo da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
A psicóloga Thialy Beltran, 26, trabalha 42 horas semanais. Ao chegar em casa, sua maior vontade é descansar ou ver um filme, mas as inúmeras ligações e mensagens apitando no WhatsApp perturbam o repouso da jovem. "Sempre querem tirar dúvidas sobre algum paciente, relatar que o convênio deu problema ou até mesmo marcar reuniões." 
Arquivo Pessoal
Psicóloga Thialy Beltran, 26, é contatada com frequência via WhatsApp por causa de seu trabalho
Ela conta que é obrigada a responder as mensagens no aplicativo devido ao sistema de visualização. "Eu nunca desligo. Tenho 54 pacientes e sempre dependem da minha resposta para tocar o atendimento. Já aconteceu três vezes de eu estar viajando e deixar o lazer de lado para trabalhar pelo WhatsApp", lamenta.
Segundo Denise Rodrigues Pinheiro, especialista em direito do trabalho, o funcionário pode receber hora extra em qualquer situação que lhe seja exigido o desempenho da atividade laboral fora da jornada normal de serviço.
"A princípio, o trabalhador pode se negar a responder a mensagem quando lhe for exigida a realização de atividade fora do horário normal de trabalho. Em razão disso, o recomendável é que a comunicação via WhatsApp seja acordada o mais breve possível entre funcionário e empregador para que não haja prejuízo para nenhuma das partes."
Rayanna Alves, 25, é consultora de vendas. Ela trabalha das 8h às 17h e sempre utiliza o horário de almoço para responder mensagens do WhatsApp. "Tenho que estar online para responder as dúvidas dos clientes. O meu salário depende disso", afirmou.
Segundo Rayanna, a jornada virtual já atrapalhou passeios e momentos familiares. "Recebo mensagens até nos feriados. Não sabia que poderia receber hora extra e achei muito interessante. Vou atrás dos meus direitos", afirma.

Trabalho fora da jornada: o que devo fazer?

A advogada Denise Rodrigues Pinheiro explica que cada hora extraordinária deve ser calculada com acréscimo de 50% sobre a hora normal de trabalho. Já em caso de sobreaviso, o cálculo deve ser de 30% da hora normal de trabalho. 
Arquivo Pessoal
Rayanna Alves, 25, usa o horário de almoço para responder clientes via WhatsApp
"O trabalhador pode conversar com seu patrão para alertar sobre a realização da jornada extraordinária desempenhada via WhatsApp e até mesmo realizar um acordo sobre como esse trabalho pode ser desempenhado para evitar prejuízo entre ambas as partes."
O publicitário Marcos Lopes, 48, passava horas trabalhando à noite no WhatsApp. Devido à jornada extra, ele soma vários problemas de saúde. "Desenvolvi um quadro de estresse muito grande e também uma tendinite. Diariamente estava em casa e recebia ordens que deviam ser acatadas na hora."
Ele então decidiu conversar com o chefe e ambos fizeram um acordo de sobreaviso. "Caso a relação entre trabalhador e patrão não favoreça o acordo amigável, o funcionário pode procurar a Justiça do Trabalho para cobrar as horas extras trabalhadas", informa a especialista em direito trabalhista.
Fonte: Uol

iPhone: Apple poderia acabar com o botão home para 'embuti-lo' na tela


De acordo com fontes consultadas pelo site DigiTimes, a Apple estaria trabalhando em uma forma de acabar com o botão home em seus iPhones. A empresa teria a intenção de “embuti-lo” na tela de alguma forma, mas não ficou claro se isso aconteceria apenas no campo do software ou se haveria novo hardware envolvido.
Quer dizer, não sabemos se a marca estaria apenas criando um botão virtual na tela, que poderia ser escondido em momentos oportunos como acontece no Android. Contudo, o rumor comenta que o Touch ID não seria eliminado, e a Apple também estraria tentando encontrar uma forma de inseri-lo na tela ou em outra parte do dispositivo.
No caso de o sensor de impressões digitais ser inserido diretamente na tela, futuros iPhones poderiam finalmente eliminar as grandes bordas frontais acima e abaixo da tela. Esses elementos têm sido os grandes vilões para a evolução da Maçã no quesito “área frontal total vs. tamanho da tela”. Praticamente todas as concorrentes já conseguem resultados melhores que a Apple nesse sentido, entregando smartphones menores, mas com telas mais espaçosas.
O DigiTimes diz que essas informações estariam vindo da “indústria taiwanesa”, mas não diz exatamente qual é o grau de confiabilidade desses vazadores de informações. Por isso, é bom absorver essas informações com cuidado. Fora isso, rumores sobre o fim do botão home têm pipocado pela web há tantos anos, que já é um tanto difícil considerá-los como sérios.

Fim das antenas à mostra

Outra novidade que iPhones futuros podem ter em relação ao design e funcionalidade de hardware é o fato de a Apple ter patenteado um novo tipo de material para revestir a carcaça dos seus dispositivos. A companhia teria encontrado um material metálico que tem a mesma aparência do seu famoso alumínio iodado e que ainda permite a passagem ondas de rádio facilmente.
O atual material que a companhia usa em seus computadores, smartphones e tablets não tem essa propriedade, o que forçou a empresa a usar aquelas fitas plásticas na traseira dos iPhones 6 e 6 Plus.
Se a tecnologia dessa patente for empregada na linha de produção em breve, o próximo modelo do smartphone da Maçã já poderá ter um design mais limpo. Contudo, como a patente desse material não esclarece se a empresa já conseguiu ou não criar o tal material de forma prática, não podemos afirmar quando nem como essa novidade chegará ao mercado.
Fonte: Tecmundo.

Gmail finalmente promove recurso que permite cancelar e-mail enviado

Seis anos depois de surgir como experimento no Gmail, o recurso que desfaz o envio de e-mails finalmente foi promovido pelo Google.
A funcionalidade existe desde março de 2009, quando foi lançada no Labs, laboratório de recursos experimentais do Gmail. Na última segunda-feira, 22, porém, o Google anunciouque o cancelamento agora faz parte nativa do seu serviço de e-mail.
Para configurá-lo, basta acessar as configurações do Gmail e procurar por "Cancelar envio". Lá é possível informar o período de cancelamento em segundos.
Fonte: Olhar Digital.