4 de abr de 2016

Em vídeo, Apple celebra seus 40 anos de história em 40 segundos

Um vídeo publicado no canal da Apple no YouTube mostra os lançamentos e fracassos (alguém falou Newton?) da Apple em menos de 1 minuto
Para bons entendedores, bastam 40 segundos para celebrar com saudades os sucesso e fracassos da Apple. 
A empresa publicou em seu canal no YouTube um vídeo que faz um voo rasante sobre seus 40 anos de vida sem praticamente usar imagens. Com música e nomes que se sucedem rapidamente na tela, a Apple comemora o aniversário de forma divertida. O vídeo foi mostrado primeiro no dia 21 de março na abertura do evento de lançamento do iPhone 6 SE, em Cupertino, Califórnia, antes da apresentação de Tim Cook, CEO da Apple.
Fonte : Macworld.

Apple faz 40 anos. Terá a companhia chegado à crise da meia-idade?

A empresa que defendeu a rebeldia e o inconformismo com o famoso comercial "Think Different", também começa agora a mostrar seu lado mais sério
Na abertura do evento de lançamento do iPhone 6 SE na semana passada, o CEO da Apple, Tim Cook, incluiu no seu discurso três declarações que podemos considerar "coisa de gente mais velha", bem apropriadas para quem está entrando na casa dos 40 anos:  a Apple está defendendo a privacidade da América; ela está reciclando e tornando-se reutilizável; e dedicando produtos específicos para ajudar a curar doenças (com o novo ResearchKit).

Celebrando hoje, 1 de abril, seus 40 anos e com uma fortuna de US$ 216 bilhões em caixa, definitivamente a Apple não é mais a startup criada por dois garotos de cabelo comprido em uma garagem e muito menos a jovem empresa que publicou um libelo em defesa da rebeldia e do inconformismo com o célebre comercial "Think Different", em uma alusão à sua briga contra o todo-poderoso (agora nem tanto) mundo PC. 
Embora proclame que a inovação continua à solta, a empresa envia sinais de que pode estar entrando em uma crise de meia-idade. Será? O editor do IDG News Service, Stephen Lawson, compilou cinco sinais que podem indicar uma crise, mas conseguiu juntar a eles cinco fatos que indicam que a rebeldia continua em pauta na companhia de Steve Jobs. Vamos a eles:
1. A Apple está reciclando sucessos antigos 
Crise: Estrelas do rock quando atingem a meia-idade começam a fazer coisas estranhas para ainda parecer jovens. No caso da Apple, acostumada a atrair filas de fãs acampados nas portas das lojas a cada lançamento, a empresa começa a ver sinais de estabilização nas vendas de iPhone. O que ela faz? Pega um modelo antigo que deu certo (o iPhone 5S) e o reedita com alguns extras transformando-o no iPhone 6 SE. O iPhone 6 SE (menor) possivelmente vai vender vários milhões de unidades, mas cadê o brilho?
Sem Crise: Não é culpa da Apple que a venda de iPhones está mais lenta. O mercado de smartphones está saturado quando comparamos com 2007, quando o primeiro iPhone pegou o mundo de surpresa. O novo SE deverá se provar popular entre os usuários que estão perfeitamente felizes com o tamanho do smartphone que compraram em 2012 e que querem um pouco mais de performance. Além disso, com o menor preço até hoje de um iPhone, o SE certamente vai atrair novas audiências.
2. A Apple está pensando em construir um carro
Crise: Comprar um carrão novo e turbinado (preferencialmente na cor vermelha) é popularmente reconhecido como um sinal de crise da meia-idade. É caro, é vistoso e promete um estilo de vida mais excitante. No caso da Apple, não é exatamente a compra de um conversível, mas ela está fazendo um movimento semelhante ao sinalizar que vai montar um carro. Que sucesso a empresa de Cupertino poderia de fato conseguir no cenário automotivo? Pelo menos uma dúzia de grandes montadoras estão nesse jogo há décadas e até a Google está anos à frente da companhia. Será que ela precisa mesmo de um carro elétrico bonito com design feito pelo Jony Ive para "dar um up" na marca?
Sem crise: Olhando por outro ângulo, se os carros realmente serão autônomos, eles não serão nada menos do que computadores com rodas, portanto por que a Apple não deveria entrar nesse mercado? O movimento na direção da tecnologia autônoma poderia abrir amplamente o mercado. Um carro pode ser o dispositivo móvel definitivo e um jeito da Apple transplantar seu ecossistema de telefone/tablet/nuvem/entretenimento da casa para a estrada.
3. O Mac é um PC muito bom, mas agora a Apple diz que o futuro da computação está no iPad novo.
Crise: Mudar de visual e estilo é típico da meia-idade. Não importa se os Macs têm sido campeões de estilo há anos; a Apple parece estar convencida que "fica gorda" com eles. Uma boa parte do discurso de venda do novo iPad Pro de 9,7 polegadas lançado na semana passada estava centrado em como ele é bom para videoconferências e geração de relatórios. A Apple não disse para a audiência trocar seus Macs (mais caros) pelo novo iPad Pro, mas está empurrando o novo dispositivo como um substituto dos velhos PCs Windows. 
Sem Crise: A Apple não está apenas olhando-se no espelho e se achando gorda. O uso de tablets conversíveis é de fato uma tendência, como evidenciam as saudáveis vendas do Surface Windows da Microsoft.  O trabalho está se tornando móvel e baseado na nuvem, portanto ainda menos trabalhadores precisam de um PC ou até mesmo de um notebook. E na medida em que as vendas do iPad caem, a empresa precisa encontrar um novo jeito de vender hardware. E poucos consumidores vão trocar seus velhos iPads pelo novo se ele apenas o usarem para navegar na web, streaming de vídeo e social media.
4. A Apple continua entrando em novos negócios
Crise: Se um contador faz 40 anos e começa a trabalha também como professor de surfe e DJ, está claro que não tem mais jeito. Nos últimos dois anos a Apple comprou uma empresa de streaming de música e fabricante de headphones (Beats Music), começou a fazer streaming de canais de cabo e esportes ao vivo e até está produzindo seus próprios programas de TV. 
Sem Crise: Entretenimento tem sido uma grande parte do negócio da Apple há anos. A empresa fez do iPod um hit vendendo músicas via iTunes. Mais tarde, deu aos consumidores razões para comprar um Apple TV ao oferecer download e aluguel de filmes e séries. Seus negócios com conteúdo já passaram em muito a venda dos dispositivos que os executam e agora o negócio de mídia digital em que ela foi pioneira se moveu para o streaming. O que estamos vendo é a Apple evoluindo junto com o mercado.
5. Mais do que um novo prédio, praticamente um pedaço de San Francisco
Crise: Não contente em ser a pessoa mais rica do quarteirão chamado Silicon Valley, a Apple está construindo uma casa gigante que parece um disco voador. Mas isso não foi suficiente, e a Apple agora está alugando um prédio de 7 mil metros quadrados em San Francisco, no bairro SOMA (coração das startups), como escritório.
Sem Crise: Construir novos prédios bacanas para suas sedes é típico das empresas do Vale do Silício, talvez como forma de deixar sua marca na geografia da região, sem mencionar a necessidade de espaço para acomodar uma força de trabalho que cresce exponencialmente. A Google abriu uma nova ala gigante do seu GooglePlex em Mountain View no ano passado; o Facebook terminou seus escritórios futuristas no ano passado em Menlo Park. A Apple ocupa o escritório central no Infinite Loop em Cupertino desde 1993, portanto merece um upgrade. E espaço em San Francisco é necessário se você quer competir por espaço com startups criadas por jovens de 20 anos.
Fonte Macworld.

Falha permite que qualquer um acesse fotos e contatos de um iPhone bloqueado

Surpresa: driblar o bloqueio de tela do iPhone 6s ou o 6s Plus com todas as versões do iOS a partir do 9.0 (incluindo a mais recente 9.3.1) é surpreendentemente simples. O invasor não tem acesso a todos os seus dados, mas ainda assim é possível ter acesso às fotos da vítima e também a todos os contatos salvos na agenda do aparelho.
As instruções são:
- Ativar a Siri (tanto faz se for por voz ou segurando o botão Home);
- Pedir para a Siri fazer uma busca no Twitter;
- Quando ela perguntar pelo que procurar, responder “@gmail.com”, ou o final de qualquer outro endereço de e-mail;
- Quando a Siri exibir os resultados, procure pelo tuíte com um endereço de e-mail completo;
- Toque no tuíte e, então, usando o 3D Touch presente apenas no iPhone 6s e no 6s Plus, pressione com mais força o endereço de e-mail, o que fará uma janela pop-up aparecer;
- Selecione Adicionar Novo Contato. A partir deste momento, será possível tocar na caixa de seleção de imagem de contato para ver todas as fotos salvas no celular; além disso, é possível optar por adicionar a um contato já existente, e então o iOS vai mostrar todos os contatos salvos no aparelho.
A vulnerabilidade é perigosa porque, no caso de um roubo de celular, o ladrão poderia ter acesso à sua lista de contatos para tentar se passar por você e falar com seus amigos ou familiares, principalmente se o chip do seu celular ainda não tiver sido cancelado. Ainda há pessoas que guardam fotos privadas no aparelho e que não gostariam que elas caíssem nas mãos de outras pessoas (sim, estamos falando de “nudes”, mas não apenas deles).
Fonte: Olhar Digital.

Quer trazer o iPhone SE americano para o Brasil? Saiba qual modelo comprar

Lançamento do iPhone SE pela Apple foi considerado controverso pelo fato de a empresa reutilizar o design de um aparelho antigo com novos componentes internos, mas muita gente gostou da ideia de ter um smartphone pequeno e poderoso nas mãos. Por isso, já tem gente querendo trazer o tal dispositivo dos EUA para o Brasil. Mas será que vai funcionar aqui?
A questão é que os modelos desbloqueados vendidos pela Apple e pela maioria das operadoras norte-americanas não possuem a Banda 7 do 4G LTE brasileiro. Eles são identificados pela Maçã como A1662 e foram desenvolvidos especialmente para o mercado norte americano.
Por isso, você tem que procurar na Apple Retail Store o modelo A1723, que é dedicado à operadora Sprint nos EUA, o qual conta com Banda 7 (2.600 MHz), compatível com a maioria das operadoras brasileiras
Contudo, existe mais um “porém”. Para conseguir o tal modelo, você precisa comprar a versão desbloqueada da operada Spint pagando o preço cheio (Full Price) e recusar a oferta do chip SIM que será oferecido. Fique atento porque, se você pedir apenas a versão desbloqueada (unlocked), o pessoal da loja da Apple vai lhe vender o modelo não atrelado à operadora Spint, que não funcionaria por aqui.


Confira a lista com as especificações completas e todas as novidades sobre iPhone SE, clicando aqui .

Mas eu nem preciso de 4G…

Vale destacar, entretanto, que todos os modelos funcionam com a rede 3G nacional, mas você não deve achar que isso é suficiente, caso não tenha um plano 4G ou a tecnologia não esteja disponível na sua região.
Isso porque a diferença de velocidade de conexão é muito grande e, em um ou dois anos, quando você quiser vender seu aparelho, será difícil encontrar alguém que o compre quando a rede 4G não é compatível. Afinal, até lá, haverá muitos iPhones SE à venda por aí, e todos terão compatibilidade com o nosso 4G.
Portanto, se estiver indo aos EUA e quiser um iPhone SE, procure pelo modelo “full price unlocked” da Spint. Não se esqueça de conferir, entretanto, todas as bandas presentes e o número do modelo para não sair com o smartphone errado. Nos iPhones 6s e 6s Plus, entretanto, essa dificuldade não aparece, uma vez que os modelos desbloqueados dos Estados Unidos possuem as bandas de frequência do nosso 4G.
Obs: essa é uma solução que funciona em teoria, e ainda não tivemos a confirmação de uma pessoa que fez a compra e testou em campo. Como a Sprint ainda usa parte da sua rede em CDMA, e todas as brasileiras estão no GSM, podem haver problemas. Por isso, é melhor esperar um pouco.
Fonte: Tecmundo.
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