19 de abr de 2016

Apple confirma conferência WWDC 2016 entre 13 e 17 de junho

Conferência anual de desenvolvedores da empresa de Cupertino acontecerá dois locais diferentes de San Francisco. Ingressos custam US$1.600.


A edição deste ano do evento será realizada em dois locais em San Francisco, na Califórnia. O primeiro dia, quando acontece a keynote de abertura, acontece no Bill Graham Civic Auditorium. O restante da semana segue no Moscone West, onde a conferência vem acontecendo nos últimos anos.
Como nas outras edições, a WWDC 2016 começa às 14h (horário de Brasília) do dia 13 de junho e será transmitida via streaming em tempo real pela Internet.
Os interessados em participar da WWDC precisam se registrar para o sorteio de ingressos. Caso você seja selecionado, poderá então comprar o seu ingresso por 1600 dólares. O prazo para se inscrever no sorteio termina na sexta-feira, 22/4, às 14h (horário de Brasília). A Apple avisará os interessados sobre o status dos seus ingressos na segunda-feira, 25/4.
Fonte Macworld.

O que há por trás da cobrança de "pacote de dados" das operadoras

  • Se operadoras vencerem 'guerra', 26 milhões podem ter de pagar mais pela internet
Somente nas últimas semanas os consumidores se mobilizaram em torno de um assunto que já estava na área meses atrás.
Há cerca de 26 milhões de pontos de banda larga no Brasil atualmente. Se ponderarmos, como no ibope de TV, que cada ponto (residência) tem em média 3 moradores, estima-se que haja quase 80 milhões de brasileiros com acesso a internet rápida.
Hoje, como todos sabem, as operadoras vendem pacotes de internet fixa por velocidade. Você "recebe" em sua casa uma conexão à internet que, até pode ser lerda às vezes, mas praticamente não cerceia o uso de dados -- salvo alguns casos escandalosos (geralmente ligados à produção de pirataria)
Até hoje isso funcionou bem, e as operadoras não podem se queixar de dificuldades do setor. Se estimarmos que cada um dos 26 milhões de pontos brasileiros pague uma média de R$ 50 reais por mês, isso representaria cerca de R$ 12 bilhões anuais só com faturamento de banda larga (e mais uns R$ 25 bilhões só com assinaturas de TV paga).
Então, podemos perguntar: por que as operadoras estão querendo mexer num time que já está ganhando?
Ora, primeiro, para ganhar muito mais… Se começarem a limitar os dados em "pacotes", toda vez que você "rasgar" seu pacote, das três, uma: ou você pagará um extra para continuar acessando internet; ou ficará sem internet; ou terá internet limitada.
Mudar a regra do jogo, prejudicar e cobrar mais dos próprios clientes porque querem frear um concorrente e uma mídia, isso é algo inaceitável
O segundo ponto dessa questão é que, como as operadoras não agem como seres racionais, e sim como pessoas jurídicas implacáveis, elas devem ponderar: por que vamos admitir gentilmente que YouTube e Netflix (este último que fatura os tubos no Brasil) façam uso dos bilhões de reais que nós investimos na construção da infraestrutura de banda larga no país, nos últimos anos?
Bom, na verdade o streaming não tem culpa alguma de ter crescido só depois de as operadoras terem gasto bilhões em infraestrutura. Afinal, ele é outra mídia. É do jogo.
Mas as operadoras ponderam que, se um serviço está usando seus canais (sua infraestrutura), a despeito de o rio (internet) ser público, então elas têm direito de cobrar do consumidor -- talvez como se ele abrisse uma torneira e consumisse mais "água" (internet).
A Anatel, de maneira estranhamente veloz, já tratou de posicionar do lado das operadoras. Assim como as operadoras, a agência também concorda que,  quem consome mais, paga mais. Mas, pagar quanto? E pelo quê?
Apenas um parêntese: por que até hoje o governo admitiu de forma cândida que, mesmo vendendo pacotes por velocidade, as operadoras não tenham obrigação alguma de entregar nem sequer metade do que vendem? Mas agora, quando entra em cena do pacote de dados, a Anatel corre dar razão às empresas. No mínimo, estranho. No máximo, suspeito.
Independentemente de onde este caso vá acabar, já que órgãos de defesa do consumidor como Procon, Proteste e Ministério Público ainda se pronunciam em nome dos consumidores, é evidente que está em curso é uma ação que pode gerar mais custo para os brasileiros. Porque o Netflix e o Google (YT) certamente não vão pagar "pedágio" às operadoras para poder continuar exibindo streaming, concordam?
É compreensível que, dentro do jogo em uma economia de mercado, as empresas possam defender seus investimentos. Mas, por outro lado, mudar a regra do jogo, prejudicar e cobrar mais dos próprios clientes porque querem frear um concorrente e uma mídia, isso é algo inaceitável.
No início do ano esta coluna já havia antecipado que as operadoras preparavam uma grande "ação" contra serviços como a Netflix. Na ocasião não faltou gente de operadoras e entidades patronais para repudiar "enfaticamente" a notícia, chamando-a inclusive de errada.
Talvez a notícia estivesse errada mesmo. O que está em curso não é um "golpe" contra a Netflix. É um ataque indisfarçado contra o bolso de 26 milhões de consumidores.
Fonte: Uol

Mais cor, bateria e potência! Apple atualiza e melhora MacBook de 12'

Sem alarde, a Apple anunciou nesta terça-feira (19) os novos modelos de MacBook da empresa. Trata-se de uma atualização no modelo de 13" do MacBook Air e na linha Retina de 12", atualmente a mais compacta da fabricante.
Basicamente, o novo MacBook Retina traz melhores opções de processador, bateria de maior durabilidade de carga e mais uma opção de cor — veja logo abaixo os detalhes do que foi alterado. Ele mantém o design com corpo de metal e sem ventoinhas, uma única entrada USB-C, trackpad com tecnologia Force Touch e a espessura de 13,1 mm.

Mais poder

Os novos chips fornecidos pela Apple são da sexta geração da Intel, de Core M. Eles vão de 1,1 GHz a 1,3 GHz, dependendo da configuração que você escolher. Com Turbo Boost, essa velocidade pode chegar a 3,1 GHz.
O módulo de memória foi aprimorado, passando de 1.600 MHz (do modelo do ano passado) para 1.866 MHz. Os gráficos integrados também estão mais poderosos, com o módulo de Intel HD Graphics 515. Isso deve garantir um aumento de 25% no desempenho visual do aparelho. Por fim, o armazenamento em flash baseado na tecnologia PCIe faz com que tarefas cotidianas, como abrir um app ou arquivos, sejam muito mais rápidas.
Em relação à bateria, a Apple alega que a carga agora aguenta até 10 horas enquanto você navega pela internet e até 11 horas de reprodução contínua de vídeos. O aumento é de cerca de 1 hora em comparação com o modelo anterior.

Mais uma opção de cor

Outra novidade é a presença de um novo modelo de cor. O MacBook Retina de 12" agora pode ser comprado no tom Rose Gold ("ouro rosado", em tradução livre), opção visual que foi introduzida no iPhone 6s.

Disponibilidade

O MacBook Retina atualizado já pode ser comprado hoje no site da Apple norte-americana, com vendas autorizadas nas Apple Stores físicas e revendedoras a partir de amanhã. Os preços começam em US$ 1.299 para o modelo de 1,1 GHz com processador Core M-3 e 256 GB de armazenamento, enquanto o de 1,2 GHz com processador Core M-5 e 512 GB de armzenamento sai por US$ 1.599. Os preços do Brasil ainda não foram confirmados, mas a atualização já consta no site da Apple no Brasil. Até o momento de publicação desta matéria, as lojas online estavam fora do ar.

O de 13" também mudou!

Ainda mais sorrateiramente, a Apple também introduziu uma evolução no MacBook Air de 13". O modelo agora vem com 8 GB de opção padrão de memória RAM, o dobro do valor anterior. O MacBook Air de 11" continua apresentando 4 GB como configuração de base.
Fonte: Tecmundo.


Apple reduz preço do Macbook e do iMac no Brasil

A Apple resolveu abaixar o preço de seus produtos no Brasil. Em especial de modelos do MacBook e do iMac. Segundo o site MacMagazine, a empresa adotou quedas entre 4,5% até 11,8% no valor dos produtos que agora saem a partir de R$ 4.399.
Essa é a segunda vez em menos de um mês que a Apple resolve alterar as condições de pagamento de seus produtos. A empresa já havia encerrado recentemente com o parcelamento de produtos em 18 e 24 vezes.
Confira as alterações e o valor da variação:
Fonte: Olhar digital. 

Donos de iPhone desbloqueiam o aparelho 80 vezes por dia

Donos de iPhone passam o dia todo de olho no smartphone. Na última sexta-feira, 15, a Apple se reuniu com a imprensa para falar das táticas de segurança usadas para manter usuários seguros e aproveitou para compartilhar alguns dados. Um deles diz que, em média, os iPhones são desbloqueados 80 vezes por dia.
Techpinions, que esteve no encontro, lembrou que algumas estatísticas informam que as pessoas olham para os smartphones até 130 vezes por dia, mas isso não significa que elas desbloqueiem os aparelhos - que é o que a Apple informou na ocasião.
A Apple também revelou que seus clientes parecem levar a segurança a sério, porque 89% dos donos de iPhones com Touch-ID deixam o recurso de biometria ativado para o desbloqueio do aparelho.
O Techpinions realizou uma pesquisa por conta própria e descobriu que, entre donos de todos os tipos de iPhone, 85% deles mantêm o Touch-ID ou uma senha de desbloqueio ativados para impedir que estranhos tenham acesso ao conteúdo dos smartphones.
Fonte: Olhar Digital.