8 de mar de 2017

Apple diz que corrigiu maioria dos exploits do iOS usados pela CIA

Em comunicado, empresa de Cupertino ainda diz que continuará investigando outras possíveis vulnerabilidades e pede para usuários baixarem iOS mais recente.
O WikiLeaks divulgou um pacote com mais de 8.700 documentos que seriam do Centro de Ciberinteligência da CIA. Segundo esses arquivos, a agência dos EUA tinha conhecimento de exploits de dia zero que poderia usar para hackear iPhones. Mas a Apple revelou agora que muitos desses bugs já foram corrigidos com a versão mais recente do iOS.
Os documentos vazados pelo WikiLeaks não incluem detalhes dos bugs ou se a CIA realmente chegou a usá-los. Por isso, não fica claro se e como a Apple sabe que os exploits foram solucionados.
De qualquer forma, a empresa de Cupertino publicou um comunicado para a imprensa sobre o mais novo vazamento feito pelo site de Julian Assange.
“A Apple está profundamente comprometida em proteger a privacidade e a segurança dos nossos usuários. A tecnologia construída no iPhone hoje representa a melhor segurança de dados disponível para os consumidores, e estamos constantemente trabalhando para mantê-la assim. Nossos produtos e softwares são feitos para levarem os updates de segurança rapidamente para as mãos dos nossos usuários, com quase 80% dos usuários rodando a versão mais recente do nosso sistema. Apesar de nossa análise inicial indicar que muitos dos problemas vazados hoje já tenham sido corrigido no sistema mais recente, vamos continuar trabalhando para corrigir rapidamente qualquer vulnerabilidade identificada. Sempre pedimos aos usuários para baixarem a versão mais recente do iOS para assegurar que tenham os últimos updates de segurança.”
A Apple não foi a única empresa cujos aparelhos eram alvos de tentativas de invasão ou hacks bem-sucedidos por parte da CIA. Segundo os documentos vazados pelo WikiLeaks, em 2016 a agência tinha 24 exploits de dia zero para Android e um ataque específico, chamado de Weeping Angel, que tinha como alvo as Smart TVs da Samsung. O ataque permitiria que a CIA usasse a TV como um microfone, gravando as conversas dos usuários e então as transmitindo de volta para o servidor da agência.
Em um comunicado enviado ao BuzzFeed, a Samsung disse que “tem consciência do relatório em questão e está investigando o assunto de forma urgente”.
Fonte: Macworld.

Apple iPhone 8 vai definir 'nova tecnologia' para todos os próximos iPhones

Neste ano, a Apple vai incluir pela primeira vez em seus iPhones uma tela OLED. Contudo, a tecnologia será restrita ao iPhone 8 — modelos iPhone 7 e 7s continuarão com o display Retina HD, ou seja, LCD. Se você ficou chateado pensando no valor no iPhone top de linha deste ano, que deve girar em torno de US$ 1 mil, poderá esperar 2018 para ter um celular da Apple com tela OLED.
Adeus, telas LCD
Isso porque, segundo um relato da The Bell, a Maçã deve colocar telas OLED em todos os iPhones fabricados a partir de 2018. O relato indica que a fábrica Interflex, fornecedora da Apple, vai gastar mais de US$ 800 milhões na construção de uma nova linha de produção para fabricar placas de circuito impresso flexível (FPCBs).
A fonte diz exatamente o seguinte: "A Apple vai garantir peças OLED para iPhones de três fornecedoras sul-coreanas, incluindo unidades da Samsung, Interflex e BH. É esperado que a Apple tenha OLED para 60 milhões de unidades ou 40% dos iPhones 8 neste ano e dobrar a adoção no próximo ano. Até 2019, ela deverá usar OLED em todos os novos iPhones".
Conceito

iPhone 8

A tela do iPhone 8 será o destaque do aparelho: 5,8" que ocupam o mesmo espaço que a tela de 4,7" do iPhone 7. Isso porque, no iPhone 8, o botão Home será removido, e os recursos de botões serão integrados na tela. A resolução? Segundo os rumores, 2K QuadHD e uma proporção de exibição maior que 2:1.
Preço? Padrão Apple: US$ 1 mil ou mais
O iPhone 8 também deverá chegar ao mercado com 3 GB de memória RAM. Por outro lado, se você espera ver bordas ou cantos curvos no iPhone 8, pode desistir. Fontes indicam que ocorreram alguns problemas na produção do vidro 3D e nos resultados de resistência das telas curvas, então a Apple abandonou a ideia por enquanto. Com isso, o iPhone 8 chegará com um vidro 2,5D — igual aos modelos atuais —, mas com tecnologia 3D que pode ser usada com reconhecimento facial e realidade aumentada.
E o preço? Bem, aquele padrão Apple: US$ 1 mil ou mais. Para saber mais notícias sobre os próximos smartphones da Maçã, acompanhe esta página.
Fonte: Tecmundo.