20 de jan. de 2026

Dynamic Island poderá mudar de posição e ficar ainda mais pequena no iPhone 18 Pro

 Lembram-se da "comichão" que o notch trouxe ao mundo dos smartphones? Pois bem, há um novo rumor a indicar que a Dynamic Island poderá não só reduzir de tamanho, como também mudar de posição no ecrã, caso uma nova fuga de informação se confirme para o iPhone 18 Pro.

Ilustração iPhone 18 Pro

Mudanças no topo do ecrã em 2026

Após a renovação significativa da Apple em 2025 com o iPhone 17 Pro, as atenções viram-se agora para 2026. Segundo Jon Prosser, o iPhone 18 Pro poderá alterar a posição da câmara frontal, passando do centro para o canto superior esquerdo do ecrã.

Esta alteração teria como objetivo criar uma aparência mais limpa, tornando a câmara menos evidente no painel frontal.

Dynamic Island também muda

De acordo com a mesma fonte, a Dynamic Island acompanharia esta mudança, deslocando-se igualmente para o canto superior esquerdo.

Continuaria a funcionar como elemento de camuflagem por software do orifício da câmara, expandindo para mostrar notificações, mas reposicionada quando estivesse no modo compacto.

Face ID sob o ecrã

Outro ponto relevante prende-se com a possível adoção de Face ID sob o ecrã. Caso se confirme, o número de aberturas visíveis no painel seria reduzido, permitindo uma Dynamic Island ainda mais pequena.

Nos renders apresentados por Prosser, o elemento assume a forma de um pequeno círculo negro à volta da câmara restante, com os ícones a surgirem deslocados para a esquerda.

Quando expandida, a Dynamic Island apresentaria o conteúdo mais à direita do ecrã, evitando a zona da câmara.

Um cenário plausível, mas não confirmado

Como acontece com todas as fugas de informação, importa sublinhar que estes renders não confirmam o design final. Apenas a Apple e a sua cadeia de fornecimento conhecem o aspeto definitivo do equipamento antes do lançamento.

Ainda assim, o cenário apresentado vai ao encontro de rumores anteriores que apontam para um orifício de ecrã mais pequeno nos modelos de topo de 2026, bem como para a eventual integração do Face ID sob o painel, embora esta funcionalidade também tenha sido associada a um possível adiamento para 2027.

O histórico de Jon Prosser

O historial de Prosser é um mix de confiança, desconfiança. Apesar de alguns acertos, como a revelação antecipada do design do iOS 26 com a interface Liquid Glass, também falhou em previsões, como no caso do redesenho do Mac mini.

A situação tornou-se ainda mais sensível após a Apple ter processado Prosser e Michael Ramacciotti por alegada apropriação indevida de segredos comerciais. O processo judicial continua em curso e deverá seguir para júri caso não haja acordo.

Apesar disso, o caso demonstra que Prosser teve, em determinado momento, acesso a fontes internas credíveis. Resta saber se essas mesmas fontes estiveram na origem deste novo rumor sobre o iPhone 18 Pro.

Fonte" Pplware.

iPhone 17 domina o mercado premium na China e supera concorrentes locais

 A Apple deu um golpe certeiro no mercado chinês, ao vender mais iPhone 17 do que todos os smartphones de topo das principais marcas locais juntos, em apenas alguns meses.

Ilustração iPhone 17 pro Max na China

A série iPhone 17 da Apple, que inclui os modelos iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, está a alcançar resultados expressivos no mercado chinês.

Dados partilhados pelo tipster Ice Universe indicam que, até à segunda semana de janeiro de 2026, foram vendidas cerca de 17,27 milhões de unidades na China desde o lançamento em setembro de 2025, um período inferior a quatro meses.

Esta marca coloca a Apple muito à frente de fabricantes locais como Xiaomi, Huawei, Oppo e Vivo, cuja soma de vendas de flagships fica bastante abaixo desse total.

Desde a abertura da primeira loja, as Apple Store em Xangai já receberam mais de 163 milhões de visitantes, um número que ilustra a dimensão e a relevância da presença da Apple no coração do mercado chinês.

Comparação com concorrentes

Conforme os números divulgados, a Xiaomi 17 Series vendeu cerca de 3,08 milhões de unidades, a série Huawei Mate 80 alcançou 2,06 milhões, enquanto Vivo e Oppo registaram 1,16 milhões e 0,91 milhões respetivamente.

Os dados, embora não oficiais, sugerem que a Apple vendeu mais iPhones 17 em menos de quatro meses do que todos os principais modelos chineses combinados no mesmo período.

As vendas de smartphones premium no mercado chinês desde o lançamento até a segunda semana de 2026 mostram que a série iPhone 17 ultrapassou 17 milhões de unidades, uma liderança esmagadora que excede as vendas combinadas de todas as outras marcas.

Razões para o sucesso

O forte desempenho na China tem sido atribuído a vários fatores. Entre eles, destaca-se uma atualização mais significativa do modelo base do iPhone 17, que atraiu mais consumidores no segmento premium, e mudanças de design nos modelos Pro, que podem ter reforçado o apelo junto dos utilizadores com preferência por aparelhos topo de gama.

Outros relatórios do mercado chinês confirmam que a série iPhone 17 tem tido uma procura robusta em diversos momentos de vendas, incluindo festivais como o Singles Day (dia dos solteiros) e eventos promocionais, onde ajudou a Apple a manter ou ganhar quota em segmentos específicos.

Embora marcas chinesas continuem competitivas, especialmente em segmentos de gama média, a preferência por iPhones premium permanece forte neste mercado.

O Singles’ Day, celebrado a 11 de novembro na China, é o maior evento de compras do mundo, gerando todos os anos dezenas de milhares de milhões de euros em vendas online e físicas, impulsionado por campanhas agressivas, forte adesão do público jovem e um elevado peso das marcas tecnológicas e de consumo premium.

Perspetivas futuras

O desempenho da Apple com o iPhone 17 renova expectativas de liderança da marca no segmento premium na China, um mercado historicamente dominado por fabricantes locais.

A questão que fica é até que ponto a Apple manterá este ritmo face ao lançamento de novos modelos concorrentes e à evolução das preferências dos consumidores chineses ao longo de 2026.

Fonte: Pplware.

AirPower, és tu? Nova patente Apple descreve sistema de transferência de energia sem fios

 A Apple voltou a registar uma patente relacionada com um “sistema e método de transferência de energia sem fios”. Trata-se de mais um pedido que sugere que a empresa continua a ponderar um conceito semelhante ao AirPower, apesar do cancelamento oficial do projeto há alguns anos.

Ilustração de Tim Cook da Apple com o AirPower

O AirPower, apresentado pela Apple em imagens promocionais há quase quatro anos, foi anunciado em setembro de 2017, em simultâneo com o lançamento do iPhone X.

A proposta era ambiciosa: permitir o carregamento simultâneo de um iPhone compatível com Qi, de um Apple Watch e de uns AirPods com caixa de carregamento sem fios, independentemente da posição em que fossem colocados na base.

Reprodutor de vídeo
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Contudo, ao longo do tempo, surgiram vários rumores sobre dificuldades ao nível da engenharia, produção e fabrico.

Estes problemas acabaram por se confirmar quando, em março de 2019, a Apple anunciou o cancelamento do dispositivo, afirmando que este “não iria cumprir os elevados padrões de qualidade” da empresa.

imagem de um protótipo do AirPower da Apple, patente registada em 2017

Detalhes do pedido de patente

No documento agora submetido, a Apple refere que os sistemas de transferência de energia sem contacto ou sem fios constituem uma área bem conhecida, tanto em tecnologias já estabelecidas como em desenvolvimento.

Estes sistemas podem assumir diferentes formas, sendo a sua aplicação dependente do contexto e do uso pretendido.

A empresa destaca que a transferência de energia indutiva e capacitiva são, atualmente, as metodologias mais comuns neste tipo de soluções.

Resumo técnico da patente

De acordo com o resumo oficial incluído no pedido, a patente descreve um sistema de transferência de energia sem fios composto por um transmissor e um recetor. O transmissor é responsável por gerar um campo elétrico variável, no qual o recetor se encontra posicionado.

O recetor integra um primeiro e um segundo elemento, com geometrias distintas. Esta diferença faz com que sejam induzidas densidades de carga diferentes em cada elemento quando expostos ao campo elétrico variável, permitindo que, em funcionamento, a corrente elétrica flua entre ambos através de uma carga ligada aos dois componentes.

Este novo pedido de patente não confirma, para já, o regresso do AirPower, mas indica que a Apple continua a explorar soluções avançadas de carregamento sem fios.

Fonte: Pplware.