12 de set de 2016

Novos fones AirPods dizem muito sobre o futuro da Apple; saiba mais

Apresentados na última semana, acessórios que custam R$1.400 são mais inovadores do que os novos iPhone 7 e Apple Watch 2.

O produto mais inovador lançado pela Apple na última semana não é aquele que as pessoas vão correr para comprar. Claro, o iPhone 7 tem ótimas novas câmeras e o Apple Watch traz várias novidades interessantes, mas o maior gadget novo revelado na última quarta-feira, 07/09, é aquele pequeno o suficiente para sumir no seu bolso.
Apesar do design estranho, os AirPods (R$1.400 no Brasil) são inegavelmente um produto da Apple. Pode parecer que o designer da empresa Jony Ive apenas cordou os fios dos EarPods, mas os novos fones wireless da companhia trazem muitos recursos interessantes. Desde como eles se “pareiam” até a maneira como lidam com as suas faixa, a primeira investida da Apple nos fones wireless é tanto sobre mostrar novas tecnologias quanto sobre substituir um padrão já antigo - no caso, o conector de fone de 3,5mm.
Os novos AirPods não estão aqui simplesmente para preencher um vazio antes ocupado por um par de fones com cabos - já temos vários Beats wireless para isso. Os fones da Apple representam uma plataforma para o futuro que se estende muito além das nossas orelhas.
Par de ases
A Apple disse que seus novos fones wireless vão funcionar com aparelhos de outras marcas, mas não se engane: os AirPods são feitos para produtos da Apple. Como fones Bluetooth, eles são um pouco monótonos. Mas quando você os configura com um aparelho da Apple rodando o sistema mais recente, os AirPods são inteligentes o bastante para se conectarem de forma direta e funcionar em quase qualquer direção.
Isso não é pouco para um aparelho Bluetooth. Qualquer um que já tenha usado fones ou alto-falantes wireless conhece bem os problemas de conexão. Seja para parear com diversos aparelhos ou apenas configurá-lo para ouvir pela primeira vez, o pareamento Bluetooth pode ser tão frustrante quanto um fone com o cabo emaranhado. O novo chip W1, da Apple, tira virtualmente todo o atrito do processo, sem precisar ficar lidando com as configurações Bluetooth ou ficar segurando nenhum botão apertado para conectar com o seu iPhone.
É um sistema que muito provavelmente será levado para outros periféricos da Apple, mas seria especialmente impressionante no Apple Watch. Parear o wearable da empresa com um iPhone não é processo terrível nem nada do tipo, mas ainda não é tão fácil e espontâneo quanto os novos AirPods. Um relógio que reconheça e se conecte automaticamente com o iPhone daria ao Apple Watch 3 um pouco da mágica da Apple que ainda falta nesta área.
Recarga
Toda essa conversa sobre o futuro wireless do iPhone deixa de fora um ponto importante: você ainda precisa conectá-lo ao menos uma vez por dia para recarregar a bateria. A recarga wireless certamente está no topo da lista do próximo iPhone, mas ainda permanece como o último grande obstáculo a ser superado.
Mas existem pistas sobre o plano da Apple. O Apple Watch usa a indução magnética para eliminar todos os problemas com cabos. O Smart Battery Case oferece uma maneira inteligente de monitorar e recarregar o seu iPhone em qualquer lugar, e o Apple Pencil traz uma recarga ultrarrápida que fornece 30 minutos de uso após plugá-lo por apenas 15 segundos. Os AirPods levam isso um pouco adianta, incorporando tanto a portabilidade do case quanto as capacidades de recarga rápida do lápis em um pacote simples e elegante.
Recarga wireless verdadeira - ou seja, ondas de rádio, solares ou cinéticas que permitem uso contínuo - ainda está fora, mas a Apple está claramente avançando para um mecanismo que permita ao iPhone ser recarregado sem precisar inserir o cabo Lightning no celular. E um sistema no estilo dos AirPods que use uma estação portátil de recarga rápida para fornecer energia ao iPhone durante o dia seria a próxima melhor coisa.
Caminho pela frente
Mas apesar de o iPhone e o Apple Watch estarem certamente equilibrados para aproveitar as inovações dos AirPods, o impacto potencial sobre os produtos ainda em desenvolvimento pela Apple é ainda mais intrigante.
Juntamente com música e ligações de voz, os AirPods também colocam a Siri no seu ouvido, deixando a assistente digital ainda mais próxima do usuário. Com Hey Siri, o Apple Watch, a Apple TV e os novos AirPods, a Siri não é mais um recurso do iPhone, mas a parte central de um ecossistema maior. O próximo passo é levá-la para um aparelho residencial sempre ligado como a Amazon fez com a Alexa no Echo.
Mas a cereja do bolo aqui seria o Apple Car. Não apenas existem implicações intrigantes para as habilidades de recarga e conexão, mas os recursos inteligentes dos AirPods baseados em sensores oferecem uma espiada no nível de integração que a Apple pode oferecer. Se você estiver uma música no seu iPhone ou Apple TV, o carro poderia instantaneamente continuar a faixa sem interrupção, ou baixar automaticamente o volume se uma pessoa no banco do passageiro iniciar uma conversa. Ou se você costuma ligar para um amigo/parente no caminho de casa para o trabalho, o veículo pode se oferecer para fazer a ligação quando você chegar ao seu destino. Existem recursos menores aqui, com certeza, mas esses são os tipos de detalhes que diferenciariam um Apple Car dos Teslas e Leafs do mercado.
Algo no ar
A remoção do conector de fone de 3,5mm deu uma razão para a Apple introduzir os AirPods, mas eles não serão um acessório do iPhone por muito tempo. Eles não são exatamente um wearable, mas a base foi definitivamente estabelecida. 
A perspectiva de independência completa dos fones provavelmente ainda está a anos de onde estamos, mas algumas funções fitness do Apple Watch podem chegar aos AirPods nas próximas gerações. Adicione um chip celular ao Watch e de repente o iPhone não é mais a melhor companhia dos fones wireless.
Os AirPods não precisam ser campeões de vendas para causar um grande impacto. Como Jony Ive disse no vídeo de apresentação do produto, “Estamos apenas no começo de um futuro verdadeiramente wireless”, e a primeira iniciativa da Apple é uma tentativa ousada em áudio. Os AirPods certamente vão evoluir nos próximos anos, mas os conceitos gerais de pareamento fácil, integração mais direta e controles inteligentes representam uma nova plataforma para os aparelhos da Apple.
Pela primeira vez, wireless não é tanto sobre a feiura dos cabos. É sobre o que pode ser alcançado quando você elimina as coisas que nos mantém presos.
Fonte: Macworld.

Novo adaptador permite ouvir música e recarregar bateria do iPhone 7

Poucos dias após anúncio oficial do novo smartphone sem o conector padrão de fone de ouvido, Belkin apresentou acessório que custará US$40.

O iPhone 7 está entre nós, mas não podemos mais dizer o mesmo do conector do fone de ouvido. Apesar de a Apple estar incluindo um pacote com um novo fone EarPods com conector Lightning e um adaptador Lightning para 3,5mm, a empresa não forneceu uma solução para o principal problema disso tudo: Como você pode ouvir música com seus fones e recarregar a bateria do smartphone ao mesmo tempo?

Pois bem, um novo adaptador da Belkin resolve esse problema. Chamado de Lightning Audio + Charge RockStar, o novo acessório faz as duas coisas ao mesmo tempo, como o bom e velho iPhone 6S. O gadget é conectado na porta Lightning do iPhone 7, trazendo duas entradas Lightning no outro lado para você poder plugar seus fones EarPods e seu cabo de energia. 
De acordo com a fabricante, o novo adaptador funciona com todos os produtos Lightning Audio – não apenas da Apple – e também é compatível com todos os cases do iPhone 7. A novidade também pode ser usada com packs e cases de bateria, incluindo o Smart Battery Case, da própria da Apple.
No entanto, o adaptador da Belkin não traz um conector de fone tradicional de 3,5mm. Por isso, se quiser usar seu fone “antigo”, ainda precisará usar o adaptador fornecido pela Apple juntamente com esse novo.
Vale destacar que o Audio + Charge RockStar parece meio grandalhão, mas deve resolver o problema – ou pelo menos parte dele.
O acessório chega em 10 de outubro por 40 dólares às lojas da Apple (físicas e on-line) e no site da Belkin.
Fonte: Macworld.

3 razões que fizeram a Apple aposentar o conector de fone no iPhone 7

Listamos três motivos para a empresa ter tomado a decisão de abandonar o jack de 3,5mm em seus novos smartphones. Motorola já tinha feito isso com o Moto Z.

Nós já sabíamos do fim do conector de fone no iPhone 7 há algum tempo, com base nos muitos rumores dos últimos 12 meses. A pergunta que estava na minha cabeça não era se a Apple ia realmente fazer isso, mas como iria explicar sua decisão.
Bom, recebi minha resposta nesta quarta-feira, 07/09, durante o evento da Apple em San Francisco, nos EUA, e ela foi bem maior do que o esperado. Veja abaixo.
Razão 1: Lightning
A versatilidade do conector Lightning, que pode transferir dados e energia em ambas as direções, estava no topo da lista da Apple. O VP de marketing da empresa, Phil Schiller, descreveu as várias razões pelas quais você deve preferir um conector Lightning para fones de ouvido, incluindo a habilidade de usar fones com cancelamento de ruído sem precisar usar pilhas/carregar a bateria.
Ninguém nunca disse que o Lightning não é uma ótima maneira para conectar fones de ouvido - já até existem muitos fones baseados no conector. Por isso, o argumento da Apple é que essencialmente você não precisa de dois métodos para conectar fones de ouvido com cabos em um pequeno smartphones. O Lightning é mais versátil (já que pode ser usado para recarga de bateria e acessórios), por isso acaba vencendo a “disputa”.
Eu poderia reclamar aqui sobre como o conector de fone é uma das tecnologias mais presentes no mundo, mas a inclusão de um adaptador (Lightning para 3,5mm) na caixa parece ser um reconhecimento disso.
Um outro trecho desse argumento é que os EarPods, da própria Apple, são “os fone de ouvido mais populares do mundo”, como afirmou Schiller. A maioria dos usuários de iPhone realmente apenas usam o fone que vem na caixa. No iPhone 7, esses fones terão um plug diferente. Mas provavelmente a maioria das pessoas não vai ligar para isso, pelo menos não na maior parte do tempo.
Razão 2: Está apertado aqui
Sou bastante solidário ao argumento da Apple de que, em um aparelho pequeno como o iPhone, todo milímetro cúbico de espaço é importante, e que um conector analógico de fone pode atrapalhar as coisas. É claro que toda mudança que a empresa faz no iPhone é uma troca, e alguns recursos são considerados intocáveis. Então por que o conector do fone tornou-se algo dispensável de repente?
O jornalista John Paczkowski , do BuzzFeed, escreveu a resposta definitiva para essa pergunta, a partir de declarações de pessoas da Apple envolvidas na decisão. “É difícil imaginar a equipe de design de hardware da Apple paralisada por uma entrada de legado. Mas quando você está lidando com um aparelho de computação com tolerâncias dimensionais extremamente apertadas, existirão desafios”, afirmou.
Neste caso, o novo módulo da câmera (com estabilização óptica de imagem) ocupou muito mais espaço no iPhone 7. Uma placa mãe precisou ser movida para acomodar o novo módulo da câmera. Isso levou a um efeito cascata de complexidade - que, em troca, levou os engenheiros a verem o que aconteceria quando removiam a entrada do fone. Esse argumento não me convence de que a Apple tinha de remover o conector do fone. Mas me convence de que, com o conector já sendo considerado um recurso opcional que será eventualmente removido, isso foi o bastante para empurrar as coisas.
Razão 3: wireless é o futuro
Essa é a maior razão para a Apple remover o conector do fone de ouvido: ela tinha uma “visão”. Ou, mais precisamente, tinha um produto alternativo pronto para sair, e que mostra tudo que é bom sobre wireless e ruim sobre fones com cabo.
Preciso dizer, os novos AirPods são impressionantes. Como Susie Ochs disse, pude testar os novos fones wireless da Apple e fiquei impressionado. Como a empresa controla o hardware e software nas suas plataformas, os AirPods se conectam com o seu iPhone assim que você abre a caixa, com apenas um toque, e então esse pareamento sincroniza automaticamente com outros aparelhos para que eles funcionem de maneira direta com Macs e iPads. Os sensores embutidos sabem quando estão nas suas orelhas e mudam o comportamento deles de acordo com isso. Alguns toques acionam a Siri.
A maioria dos outros fones do mercado são montados por fabricantes a partir de uma base de recursos genéricos. Os AirPods impulsionam a usabilidade de fones wireless para diferentes frentes, tudo porque a Apple é uma das poucas empresas que possui a habilidade e os recursos para criar um produto desse tipo.

Os AirPods poderiam existir em um iPhone que ainda tenha um conector de fone? Claro que sim. Mas eles são um objeto útil para a Apple apontar como uma razão pela qual o conector não merece mais continuar entre nós.
A afirmação de Phil Schiller de que os usuários precisavam ter “coragem” para abandonar os conectores de fone gerou muita controvérsia. Mas entendo o que ele estava tentando dizer: que a Apple, em sua história, tomou decisões arriscadas para se separar de uma tecnologia que todos sabiam que estava condenada, mas ninguém estava disposto a matá-la por conta própria. 
O iPhone é o maior produto do mundo da tecnologia. E a Apple uma das empresas mais valiosas do planeta. Esse abandono do conector do fone muito provavelmente funcionará como um sinal para os rivais da Apple que é seguro aposentar a entrada de 3,5mm para fones. 
Fonte: Macworld.

Novo macOS Sierra será liberado para usuários em 20 de setembro

Update do sistema para computadores da Apple foi revelado inicialmente na WWDC 2016, em junho.

Quase não ouvimos nada sobre o Mac e o macOS durante o seu evento centrado em iPhones nesta quarta-feira, 07/09, mas acontece que o Tim Cook tinha sim algo planejado, afinal de contas.
Pouco após o fim do evento, a Apple revelou que o novo sistema macOS Sierra chegará à Mac App Store no próximo dia 20 de setembro.
A Apple nos mostrou um pouco do Sierra durante a sua conferência anual de desenvolvedores, a WWDC, em junho. É a primeira versão do macOS a incluir a assistente Siri, além do Apple Pay. Também estamos animados com outras novidades, como Optimized Storage, Picture in Picture, Abas e Universal Clipboard.
Fonte: Macworld.

Primeiras impressões: colocamos as mãos no novo iPhone

Apresentado durante evento nesta quarta, 07/09, novo smartphone da Apple traz câmera e tela melhores e botão Home renovado, mas dispensa conector de fone.




O iPhone sobre o qual ouvimos rumores por meses finalmente é real. Por isso, vamos deixar começar toda a angústia pela confirmação da saída do conector do fone de ouvido.
É verdade. A Apple usou o espaço liberado pela remoção da entrada de fone para adicionar um Taptic Engine, assim como um segundo alto-falante na parte inferior do aparelho. A empresa diz que isso dará um som estéreo ao smartphones, e os alto-falantes realmente soaram mais altos, mas a área de demonstração estava muito cheia e barulhenta para poder avaliar melhor a diferença desse segundo alto-falante. Na verdade, durante minhas primeiras impressões com o aparelho no evento da Apple, achei o iPhone 7 interessante - é mais rápido e possui uma câmera melhor, mas muitas das mudanças (como o novo botão Home e os dois alto-falantes) são muito sutis para causar um impacto maior logo de cara.

Mudanças no botão Home
O Taptic Engine, por exemplo, permite um botão Home completamente imóvel. Um dos rumores sobre o iPhone de 2017 é que a Apple vai se livrar do botão Home, incorporando-o à tela. No iPhone 7, a empresa manteve a “covinha” na parte inferior do aparelho, com o botão Home e o Touch ID no mesmo lugar de sempre. Mas o botão não se move mais fisicamente para cima nem para baixo. Em vez disso, você o pressiona e recebe uma pequena vibração de “feedback tátil” para que pareça que ele está indo para baixo.
Isso é parecido com o trackpad Force Touch no MacBook de 12 polegadas, que não clica fisicamente, mas ainda imita esse movimento. Assim como nos Macs, os desenvolvedores terão acesso ao Taptic Engine para construir efeitos de vibração mais sutis nos seus apps, reagindo ao seu toque. Em meus testes no evento, foi bastante estranho clicar no novo botão Home, com um pequeno intervalo antes de eu sentir qualquer coisa. Dois demonstradores da Apple no local disseram que leva algum tempo de ajuste antes da novidade parecer normal para o usuário. Felizmente, há uma configuração para você customizar de alguma maneira esse “feedback tátil”.

Fisicamente, os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus possuem os mesmos tamanhos dos seus antecessores. Mas não espere que cases do iPhone 6 ou iPhone 6S caibam no novo modelo, uma vez que a lente da câmera traseira ficou muito maior, assim como o flash TrueTone. E o mesmo para os cases do iPhone 6 e 6S Plus, já que o novo iPhone 7 Plus possui uma configuração com duas câmeras sobre a qual falaremos depois. Ou seja, novos cases na área.
Isso, é claro, se você realmente quiser colocar um case nos novos iPhones, que agora estão disponíveis nas cores prata, dourado e ouro rosé, além das novas preto matte e preto brilhante, que, como o nome sugere, é um verdadeiro imã para impressões digitais.

Novas câmeras e resistência à água
A câmera do iPhone 7 ainda fica saliente na parte traseira do aparelho, mas essa protuberância sai diretamente do painel traseiro do gadget. No iPhone 6S, por exemplo, a saliência da câmera possui um anel de alumínio ao seu redor que a faz parecer meio emperrada, enquanto que no iPhone 7 a câmera parece mais natural. De qualquer forma, prefiro o design do iPhone SE, em que a câmera fica completamente equilibrada. Mas não é nada para deixar de comprar o novo iPhone.
O iPhone 7 Plus possui uma configuração com duas lentes: duas câmeras de 12MP lado a lado na parte traseira. Uma fica no mesmo ângulo do iPhone 7, e a segunda é uma lente com teleobjetiva. Tocar naquele botão 1x acima do obturador do app Câmera muda instantaneamente para a visualização da lente teleobjetiva. Segurar o dedo apertado neste botão te permite passar pelo zoom óptico de 2x até o zoom digital 10x (isso em fotos; 5,8x ao gravar vídeos), apesar de o zoom digital aumentar os pixels e degradar a qualidade da imagem. O modo Retrato, demonstrado no palco do evento, não estará disponível até a chegada de um update de software, e apenas para os donos do iPhone 7 Plus. Nenhuma das unidades na área para testes no evento tinha o recurso.

O iPhone 7 e o iPhone 7 Plus possuem telas 25% mais brilhantes como uma gama de cores mais ampla, apesar de os tamanhos e dimensões dos pixels permanecerem os mesmos. Toda tela de iPhone sempre é linda, e essas duas não são exceção. Mas a diferença não foi tão notável à primeira vista a ponto de me convencer do upgrade. Talvez quando pudermos testar o aparelho em áreas externas, vejamos uma diferença maior.
Pronto para mais uma coisa? Esse é o primeiro iPhone oficialmente resistente à água. O iPhone 6S tinha alguma resistência à água na sua parte interna, mas a Apple não a anunciava. Em vez de colocar plugs de borracha feios nas várias entradas do aparelho, a Apple adicionou vedações dentro do case e conexões à prova d’água individuais entre os cabos internos e a placa mãe. Com isso, a empresa agora está orgulhosamente anunciando o iPhone 7 como resistente à água e poeira, com o certificado IP67. Isso significa que deve aguentar jatos de água, assim como mergulhos na água por até 30 minutos. Infelizmente a Apple não forneceu um tanque de água na área de demonstração e teremos de esperar para testar isso de verdade mais para frente.

Resumo
Então, a Apple nos deu resistência à água e uma câmera mais poderosa, mesmo tendo tirado o nosso saudoso conector de fone de ouvido de 3,5mm. O iPhone ainda não conta com recarga wireless, suporte para o Apple Pencil e uma tela OLED, mas o iPhone 7 não é um produto relaxado. 
Os fotógrafos e desastrados de plantão possuem muitos motivos para gostar, mas pessoalmente não fiquei animada o bastante com as novas câmeras ou a resistência à água para já pegar o novo iPhone na pré-venda. Por mais que tenha gostado dos AirPods (que só chegam no fim de outubro), a inconveniência de precisar conectar o fone de ouvido na entrada Lightning até lá me fazem entrar no território do “esperar para ver”, até descobrir se a tela mais brilhante e as câmeras melhores são realmente o bastante para dizer adeus ao conector de fone de ouvido.

Fonte: Macworld.

iPhones antigos ficam até R$ 1.200 mais baratos no Brasil.


Com o lançamento dos novos iPhones 7 e 7 Plus, realizado nesta quarta-feira (7), os modelos de 2015 ficaram até R$ 1.200 mais baratos no Brasil. Ainda não há preço dos novos modelos por aqui.

Os iPhones 6s e 6s Plus foram lançados em 2015 por R$ 3.999 e R$ 4.299, respectivamente. Mas, logo que os novos aparelhos foram anunciados, o site da Apple do Brasil reajustou os valores para R$ 2.999 e R$ 3.599. Além de diminuir o preço, dobrou a capacidade de armazenamento dos aparelhos. Isso porque o modelo mais barato na época do lançamento era o de 16GB, que passou a ser extinto e substituído pela versão de 32 GB, que não existia anteriormente.
No varejo, os preços do modelo de 16 GB do 6s ainda estão mais caros, ao redor de R$ 3.144.
Para os modelos de 128 GB, os preços caíram de R$ 4.599 para R$ 3.399, iPhone 6s, e de R$ 4.899 para R$ 3.999, iPhone 6s Plus. O modelo de 64 GB também deixará de ser vendido pela fabricante.
A queda no valor do iPhone SE, lançado em março deste ano, foi bem menor e passou de R$ 2.699 para R$ 2.499

Preços também mudaram nos EUA

Nos Estados Unidos, o modelo não sofreu alteração e continua a ser vendido por US$ 399 (R$ 1. 328). Diferentemente dos preços dos iPhones 6s e 6s Plus, que caíram de US$ 649 (R$ 2.162) para US$ 549 (R$ 1.828) e de US$ 749 (R$ 2.494) para US$ 649 (R$ 2.162). 
O curioso é que os iPhones 6 e 6 Plus deixaram de ser anunciados na página oficial da Apple, o que dá a entender que os modelos deixarão de ser fabricados pela marca. Vale ressaltar, no entanto, que as versões continuarão a ser vendidas no varejo ---pelo menos até o fim dos estoques. 

Preços dos iPhones 7 e 7 Plus

Os iPhones 7 e 7 Plus começarão a ser vendidos no dia 16 de setembro em diversos países (o Brasil não é um deles). Segundo a assessoria de imprensa da Apple, a previsão é de que os celulares cheguem ao país ainda em 2016. Nos anos anteriores, os lançamentos da marca chegaram ao mercado brasileiro em novembro.
A versão de 4,7 polegadas custará a partir de US$ 649 (R$ 2.162) nas cores prata, ouro, rosa dourado, preto e "jet black" nas capacidades 32, 128 e 256 GB --não existe mais o modelo com 16 GB de memória. Já o iPhone 7 Plus custará a partir de US$ 769 (R$ 2.562).
Os valores são muito similares aos dos lançamentos dos iPhones anteriores, de 2015 e 2014. Mas, dessa vez, a versão mais barata é de 32GB e não de 16GB, o que na prática deixa os aparelhos de 2016 mais "baratos" do que antes.
Fonte: Uol.