21 de jul de 2016

Após Alphabet, Apple supera Google em ranking de marcas globa

Na edição 2016 do FutureBrand Index, lista das marcas globais melhor percebidas pelos consumidores, 1o lugar agora é da Apple. Alphabet está em 21o
Pode ter sido uma boa ideia consolidar todos os negócios do grupo embaixo do nome Alphabet, mas custou à Google a visibilidade de marca junto aos consumidores globais. Pelo menos no ranking FutureBrand Index, estudo de percepção global de marcas das empresas feito pela FutureBrand como um estudo paralelo sobre as marcas que entram no índice PwC Global Top 100 Companies, que mede as maiores em capitalização de mercado.
A edição 2016 foi divulgada nesta quarta-feira (20/07) e trouxe uma novidade: a Google, que ocupava em 2015 o 1o lugar na lista de percepção de marcas, deixou de fazer parte da lista, cedendo seu espaço para a Apple, que em 2015 era o 2o lugar, e, agora como Alphabet, desceu 20 casas e ocupa agora o 21o lugar na lista. Novidade de 2016 também é a entrada da Amazon, Toyota e do Facebook na lista, já assumindo, respectivamente, 8o, 7o e 6o lugares.
O estudo se baseia em entrevistas feitas com 3 mil consumidores e profissionais de mercado em 17 países. Ele confere a percepção favorável sobre as marcas a partir da avaliação de 18 diferentes indicadores que apontam não só a confiabilidade da marca como também a sua autenticidade junto aos consumidores, entre outros itens.  
O dez primeiros colocados no FutureBrand Index 2016 ficaram assim: 
1o lugar - Apple (era 2o em 2015
2o lugar - Microsoft (era 3o em 2015);
3o lugar - Samsung (era 7o em 2015); 
4o lugar - The Walt Disney Company;
5o lugar - Abbvie (mesma posição);
6o lugar - Facebook (estreia no index);
7o lugar - Toyota (estreia no index);
8o lugar - Amazon (estreia no index);
9o lugar - Celgene (mesma posição;
10o lugar - Gilead (era 4o em 2015)
Empresa de futuro
O estudo de 2016 tem uma novidade: avaliar o potencial das marcas para se manterem fortes no futuro. O FutureBrand define uma "marca de futuro" como sendo aquela que está mais propensa a ter sucesso no futuro não apenas porque é forte agora mas porque tem o balanço na dose certa da percepção sobre seu propósito no mundo com a experiência que entrega aos seus consumidores: laços emocionais, conexão em diferentes pontos de contato e foco em melhorar a vida das pessoas. 
O propósito no mundo se define por ter visão forte do futuro, ser líder transformador em sua categoria e ser capaz de garantir valor sustentável de negócios em tudo, da gestão à diferenciação de preço. A experiência, por sua vez, se define por criar laços emocionais com o consumidor; ter variados pontos de contato com ele e foco em melhorar a vida das pessoas.
O estudo de 2015 tinha 15 empresas consideradas marcas de futuro e agora, em 2016, tem 24 empresas, incluindo a nova Alphabet (veja imagem abaixo)
Os detalhes e rankings do estudo FutureBrand Index 2016 podem ser acessados no site http://fbi.futurebrand.com/.
Fonte: Macworld.

Snowden, que denunciou NSA, cria case para iPhone contra vigilância

Ainda um conceito, acessório desenvolvido por ex-funcionário da NSA em parceria com hacker foi apresentado no MIT nesta semana.
O ex-funcionário da NSA e responsável por vazar o esquema de espionagem dos EUA, Edward Snowden, criou um conceito de um case para iPhone que promete evitar que o governo saiba sua localização.
Apesar de incrivelmente úteis, os smartphones também são o “aparelho de rastreamento perfeito”, afirmou Snowden em um artigo sobre sua pesquisa.
Os governos podem monitorar a localização de um usuário por meio de sinais de rádio do celular e isso pode colocar em perigo jornalistas, ativistas e defensores de direitos, alerta.
Nesta quinta-feira, 21/07, Snowden e o hacker Andrew Huang apresentaram uma possível solução para esse problema. Ela é chamada de “the introspection engine” e é feita para alertar o usuário quando os sinais de rádio do celular são acionados.
Isso pode parecer algo trivial já que os smartphones costumam vir com um “modo avião” que pode desabilitar as conexões celulares e Wi-Fi do aparelho.
Mas mesmo isso pode ser enganoso, alerta Snowden. O GPS, por exemplo, ainda continua ativo em alguns aparelhos, como o iPhone. No pior dos casos, malware também pode infectar o aparelho para enviar secretamente transmissões de rádio, aponta Snowden.
A solução de Snowden é feita para detectar qualquer sinal de telefone errado quando o aparelho é mudado para o modo avião.
O acessório funciona como um case de bateria que se conecta com o iPhone, mas também se liga ao slot de SIM card do aparelho. Um pequeno computador no case vai detectar então as transmissões de rádio do dispositivo.
Qualquer atividade incomum pode disparar um alarme. Uma pequena tela embutida no case também pode mostrar as atualizações.
Segundo Snowden, ele desenvolveu a tecnologia para ajudar a proteger jornalistas em situações perigosas.
“Infelizmente, jornalistas podem ser traídos pelas suas próprias ferramentas”, destaca Snowden.
No entanto, a chamada “introspection engine” de Snowden ainda é apenas um conceito. Ele espera desenvolver um protótipo no próximo ano.
A tecnologia será open source e é feita para ser aplicada de maneira fácil em outros modelos de smartphone.
Snowden e Huang, que já escreveu sobre hackear o Xbox, apresentaram o artigo sobre a novidade nesta semana durante o MIT Media Lab, com o Snowden falando por vídeo diretamente da Rússia.
Fonte: Macworld.