30 de mar. de 2026

Com o iOS 26.4, a Apple desloca a pesquisa do iCloud para os seus dispositivos de confiança

 Com o iOS 26.4, a Apple introduziu uma funcionalidade algo surpreendente. Esta permite ativar um motor de pesquisa no portal iCloud.com a partir de um dispositivo de confiança, como o seu iPhone, que ficará responsável por indexar os seus ficheiros e tratar os seus pedidos.

Imagem funcionalidade de pesquisa iCloud.com no iOS 26.4

O seu índice de pesquisa deslocado

Durante muito tempo, o iCloud.com manteve-se um portal bastante limitado. Era impossível lançar uma pesquisa nas suas fotografias ou nos ficheiros do iCloud Drive a partir de um navegador. Ainda assim, a Apple tinha começado a otimizar progressivamente a interface web do serviço.

O correio eletrónico melhorou, a galeria de fotografias passou a incluir organização por ano e permite também editar os metadados EXIF diretamente no iCloud.com. Apesar disso, continuava a ser impossível efetuar uma simples pesquisa.

Com o iOS 26.4, a Apple prossegue estes trabalhos ao adicionar uma opção “Permitir pesquisa” nas definições do iCloud.

O que muda efetivamente?

Com o iOS 26.4, quando fizer uma pesquisa no iCloud.com através do navegador:

  1. O site não pesquisa diretamente nos servidores da Apple.
  2. O pedido é enviado para um dos seus dispositivos de confiança (iPhone, iPad ou Mac).
  3. Esse dispositivo faz a pesquisa localmente.
  4. Depois envia apenas os resultados para o navegador.

Ou seja, é o seu próprio equipamento que faz o trabalho.

A ideia é simples: em vez de indexar os seus dados nos servidores da empresa, a Apple delega essa indexação nos seus dispositivos de confiança, como iPhone, iPad ou Mac.

Na prática, quando inicia uma pesquisa no iCloud.com através de um navegador, o portal envia uma notificação para um dos seus dispositivos ligados, que executa a pesquisa localmente e devolve os resultados.


Para a Apple, trata-se de introduzir uma nova opção de privacidade: a empresa deixa assim de centralizar um índice dos seus conteúdos nos seus servidores.

A pesquisa é feita no seu dispositivo e não na cloud. Na prática, se nenhum dispositivo de confiança estiver disponível ou acessível, a pesquisa é desativada.

Esta funcionalidade recorda a opção de proteção avançada de dados, que permite cifrar a informação e que também envia uma notificação para o dispositivo de confiança para autorizar o acesso aos serviços web.

iOS 26.4 traz mais segurança na pesquisa iCloud via web

No icloud.com, surgem agora campos de pesquisa nas seções Fotografias e iCloud Drive. A primeira tentativa desencadeia um convite para ativar a funcionalidade, seguido de uma notificação no dispositivo de confiança para validar o acesso.

A Apple acrescenta ainda a possibilidade de exportar um ficheiro CSV do histórico de pesquisas dos últimos 28 dias, bem como eliminá-lo diretamente a partir do dispositivo.

Recorde-se que o correio eletrónico, os contactos e os calendários continuam, até à data, sem encriptação ponta a ponta.

Fonte: Pplware

PCs com Windows perdem face aos Mac e apps bloqueiam mais

 Há uma luta silenciosa e eterna entre os PCs com Windows e os Mac. Cada um tem argumentos, mas os dados provam tudo. Um estudo revelou que além de apresentarem um melhor desempenho do que os computadores com Windows, os Mac da Apple também duram 3 vezes mais do que aqueles que executam o sistema operativo da Microsoft.

Windows Mac PCs Microsoft Apple

PCs com Windows têm mais problemas que os Mac

O Windows sofre três vezes mais falhas que o macOS. Esta é uma das principais conclusões de um novo relatório que destaca as deficiências do sistema operativo da Microsoft. Segundo dados publicados pela empresa de telemetria empresarial Omnissa, os PCs com Windows apresentam até 3,1 vezes mais erros críticos de sistema, com muito mais frequência do que os Mac da Apple.

Com base na análise de milhões de dispositivos ao longo do último ano, as aplicações de sistema da Microsoft também apresentam um mau desempenho. Bloqueiam até 7,5 vezes mais do que no ecossistema da Apple. Estes números contrastam fortemente com a quota de mercado que o Windows mantém em todo o mundo, com cerca de 73% em termos de PCs desktop, mesmo com o salto definitivo do Windows 10.

Windows Mac PCs Microsoft Apple

Em contraste, a Apple mantém uma quota de mercado de aproximadamente 15%, com maior influência em setores de elevado valor acrescentado. Isto bem como em regiões localizadas, como os EUA e a Europa. Considerando os números deste novo relatório, é de salientar que a diferença entre as empresas reside nos seus modelos de negócio. A Apple tem um controlo quase total sobre o seu hardware, com os seus próprios chips e software.

Apps para Microsoft bloqueiam mais que as para Apple

Esta é uma grande desvantagem para o sistema operativo da Microsoft, que tem de depender da compatibilidade com dispositivos de diferentes fabricantes. Isso pode acabar por levar a mais erros. Especificamente, o relatório destaca que a maioria das falhas nos PCs com Windows não se deve a erros no código da Microsoft. É, sim, a incompatibilidades de controladores e hardware em diferentes máquinas.

Windows Mac PCs Microsoft Apple

Embora isto seja uma vantagem para o Windows, permitindo alcançar muitos dispositivos e praticamente dominar o mercado sozinho, é também algo percetível no desempenho para o utilizador final. De notar que este relatório se refere a computadores empresariais, embora possa ser perfeitamente extrapolado para os computadores que temos em casa.

Em todo o caso, do número total de dispositivos analisados, pelo menos 90% dos que utilizam Windows têm menos de 3 anos, sendo que apenas 2% ultrapassam os 6 anos de utilização. Já nos Mac, esta última percentagem sobe para 11,5%. Isto significa que a Apple consegue oferecer dispositivos mais duráveis ​​com o seu ecossistema, praticamente triplicando o que se vê nos PCs com Windows.

Fonte: Pplware.

Novo rumor afirma: iPhone 18 da Apple terá a Dynamic Island mais reduzida

 A procura pelo ecrã total continua a ser uma prioridade para a Apple, que parece estar agora mais próxima de minimizar as distrações visuais nos seus telemóveis. Novas fugas de informação sugerem que a linha iPhone 18 poderá apresentar uma versão consideravelmente mais pequena da atual Dynamic Island.

Desde o lançamento do iPhone X que os utilizadores anseiam por um painel sem quaisquer cortes. Embora a tecnologia de sensores sob o ecrã ainda esteja em desenvolvimento, o conhecido informador Ice Universe afirma que a Apple conseguirá reduzir as dimensões da Dynamic Island já em 2026.

Segundo os dados apurados, a moldura preta em redor do painel deverá permanecer idêntica à que será vista na série iPhone 17, centrando-se a inovação exclusivamente na área ocupada pelo Face ID.

Ainda não é totalmente claro se esta redução será transversal a todos os modelos da família iPhone 18 ou se ficará limitada às versões Pro. Tradicionalmente, a marca de Cupertino introduz melhorias de hardware significativas primeiro nos modelos mais caros, expandindo-as à gama base apenas em gerações posteriores.

No entanto, a necessidade de simplificar a cadeia de fornecimento e de obter economias de escala poderá levar a empresa a utilizar os mesmos componentes em todos os dispositivos da série, uniformizando a estética frontal.

O futuro dos sensores e do iPhone dobrável

Complementando estas informações, surgem relatos de que o antecipado iPhone dobrável poderá não incluir o sistema de autenticação biométrica Face ID, devido a limitações de espaço na sua estrutura física.

Isto significa que, embora o iPhone 18 possa apresentar um design mais refinado, nem todos os lançamentos da Apple para esse ano seguirão a mesma linha visual.

É importante notar que, apesar do historial de fugas de informação do Ice Universe ser considerável, estas previsões devem ser analisadas com a devida prudência até que existam evidências mais concretas provenientes das linhas de produção.

Fonte: Pplware.